sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Palavras Nossas - Colectânea de Novos Poetas Portugueses Volume II (Coordenação de Miguel Almeida)

Em Dezembro chegam dois novos livros do escritor Miguel Almeida às livrarias do país: Aprenducar com a Mãe Natureza, um livro para os mais “pequenotes”, e Palavras Nossas Volume II, uma colectânea de poesia, onde 20 se dá a conhecer a poesia de 20 “novos poetas”, aqui publicados pela primeira vez.

Palavras Nossas Volume II é uma colectânea inovadora e renovadora, com novos temas, novas abordagens e estilos diferenciados.
Nesta “obra colectiva”, 20 “novos” poetas portugueses dão-nos a conhecer o melhor da sua poesia, até agora desconhecida: Acácio Costa, Anya Pinheiro, Arnaldo Teixeira Santos, Carlos Palhau, Isaura Moreira, Jorge Aragão Treno, Jorge Nuno, Manuel Rosa, Manuela Gomes da Silva, Maria das Dores Gomes da Silva, Maria de Lurdes Cunha, Maria Judite Coelho Cândido, Maria Luísa Silva, Maria Pombo, Maria Silvéria Mártires, Maria Teresa Almeida, Marta Limbado, Micaela Adriana Morais, Rúben De Brito, Vítor Fernandes.

A colectânea Palavras Nossas, com o primeiro volume dado à estampa em 2011 e que agora se apresenta em segundo volume, resulta de um projecto literário que procura dar primazia à novidade e à diversidade: autores que pela primeira vez nos mostram a sua poesia inédita — porque vale a pena dar voz a quem nunca teve a oportunidade de se revelar  e um amplo conjunto de temas e estilos diversificados  porque o mundo em que vivemos é feito de muitas e insuspeitas complexidades.
 

Em breve nas livrarias: «Aprenducar com a Mãe Natureza», de Miguel Almeida

Eis um livro indispensável nas estantes das bibliotecas da pequenada.
Os brinquedos que ficam espalhados pela casa toda ao final do dia são apenas o ponto de partida para um conjunto de histórias que passam pelas brincadeiras de antigamente e pela importância de dar e partilhar, e que acabam na necessidade de reciclar e cuidar da Mãe Natureza.De segunda-feira a domingo, um capítulo para cada um dos dias da semana.Um livro para as crianças que gostam de aprender e para os pais que gostam de educar.
SOBRE O AUTOR: Miguel Almeida. Nasceu em Rãs, pequena aldeia do concelho de Sátão, distrito de Viseu, em 1970. É autor de Um Planeta Ameaçado: A Ciência Perante o Colapso da Biosfera (2006), A Cirurgia do Prazer: Contos Morais e Sexuais (2010), O Templo da Glória Literária: Versão Poética (2010), Ser Como Tu (2011), Chireto: Uma semana de histórias para contar ao deitar (2011) e O Lugar das Coisas (2012). Publicou também, desta vez em co-autoria, Já não se fazem Homens como antigamente (2010). É o coordenador da Colectânea de Novos Poetas Portugueses intitulada Palavras Nossas (Volume I, 2011; Volume II, 2012) e da colectânea Contos do Nosso Tempo (2012). Licenciado em Filosofia (Variante de Filosofia da Ciência) pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde também fez o Mestrado em Filosofia da Natureza e do Ambiente, exerce actualmente funções docentes na Escola Secundária Cacilhas-Tejo, em Almada. Vive na Costa da Caparica, com a mulher, Carla, e o filho, Gabriel, na proximidade poética da família e do mar.


Últimos lançamentos da Edições Vieira da Silva


A Senhora da Tapada, de Pedro Jardim (Divulgação)


Autor: Pedro Jardim 
Colecção: Viagens Na Ficção
Páginas: 200
Data de publicação: Outubro de 2012
Género: Crónicas auto-biográficas

"As Crónicas do Avô Chico - A Senhora da Tapada" são crónicas auto-biográficas do autor alicerçadas em memórias familiares, vivências da infância que se desenrolam em terras Alentejanas. Do texto sobressaem valores que traduzem um forte espírito de família, cumplicidades e afectos, ao mesmo tempo, histórias e conhecimentos, transmitidos por uma figura central: o Chico das Maravilhas".

"São simples episódios da vida quotidiana, desenhados nas crónicas de Pedro Jardim, que ganham identidade social para todos aqueles que habitam ou possuem raízes nas terras alentejanas.
O texto está hermeticamente estruturado em relatos de memórias de infância - nostalgias da infância do autor no Alentejo - e relatos que apelam ao imaginário, ao sonho de menino, e a histórias de encantar.
Do imaginário decorre a certeza que o sonho comanda a vida 
Ana Paula Gil


Do mesmo autor:
Minha recensão sobre o livro

São um verdadeiro testemunho de amor e gratidão dedicado àqueles que são "pais" duas vezes, os avós. As Crónicas do Avô Chico, o Alentejo, trazem-me à memória as idas à pesca com o meu avô José e as tardes nos baloiços com o meu avô António, de quem tenho tantas saudades.
João Baião,
apresentador de televisão

Tenho eu uma admiração profunda pelos meus avós, foi impossível não ficar enternecida com as Crónicas do Avô Chico. Um livro para todos os avós do mundo, escrito com muito amor.
Tânia Ribas de Oliveira,
apresentadora de televisão

As crónicas do Avô Chico são uma homenagem pura e genuína aos afectos únicos, que só os avós sabem dar, abrilhantados pelos cenários mágicos do Alentejo.
Fátima Lopes,
apresentadora de televisão.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Verdade de Ser: Elixires Terys - Um Conhecimento do Antigo Egito, de Fernando Jorge (Divulgação)


Autor: Fernando Jorge
ISBN: 9789898522184
Pag.: 78
Formato: 23 x 16 cm
Editora: Edições Mahatma

Os elixires são uma concretização do conhecimento egípcio que, por vezes sem o sabermos, transportamos connosco e que somos chamados - cada vez mais frequentemente - a exteriorizar no mundo. Ao mesmo tempo perenes e novos, os elixires manifestam-se agora pela primeira vez na terra com o objetivo de nos ajudar a construir o Homem Novo que se encontra já dentro de nós, ou seja, um estado de consciência capaz de abarcar todas as dimensões do nosso ser, incluindo a vertente física. Quantas vezes, ao trabalharmos a mente, não nos esquecemos do corpo e também das ramificações coletivas a que está ligada a nossa expressão individual? Os elixires lembram-nos de que somos tudo isto: singulares e plurais, físicos e mentais, despertando, deste modo, em nós informações originárias tanto do céu como da terra.

Lançamento do livro BABAJILÂNDIA, de Gabriela Clemente

Visite o site da editora em www.edicoes-mahatma.com

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

A Minha História com Bob, de James Bowen

Editora: Porto Editora
Ano de Publicação: 2012
Nº de Páginas: 192

Foi no final de um dia da Primavera de 2007 que James viu pela primeira vez Bob. O músico que tocava nas ruas londrinas tinha então 28 anos, e um percurso de vida infeliz. Nasceu na Austrália e a sua infância e adolescência ficou marcada por instabilidades: quando tinha 3 anos os seus pais se separaram; devido à profissão da mãe ele teve que se adaptar a inúmeras creches, escolas, casas, cidades, e por conseguinte a sua visão do mundo e das pessoas era «assustadora». Essas mudanças «(…) tivera um grande impacto em mim» - conta-nos na página 169.
Sua mãe se casou novamente e a má relação de James com ela e com o padrasto levou-o a se mudar para a Inglaterra, com o intuito de se tornar músico. Chegado a Londres ele ficou a viver na casa da irmã por um tempo. O efeito da sua fragmentada educação e desenvolvimento pessoal teve como resultado em James a edificação de uma personalidade revoltada e insatisfeita. Foi expulso da casa da irmã e andou algum tempo a «surfar» em sofás de amigos. Depois, nos anos seguintes, ele viveu nas ruas. As más companhias aliadas à sua baixa auto-estima o levou a entregar-se ao mundo sombrio das drogas: «Durante anos consumira drogas para fugir às minhas emoções, aliás, para me certificar de que não as tinha.» (p. 168)
Aos 25 anos a Segurança Social Londrina arranjou-lhe um «quartinho» em Tottenham (norte de Londres) e apoiou o seu tratamento de desintoxicação. Nos anos seguintes (2004-2007) James foi acompanhado por psicólogos e psiquiatras que orientaram o seu desmame das substâncias químicas que consumia; da heroína passou a consumir metadona – uma droga mais leve. Nesta «maratona», a sua única distracção e ganha-pão era a música que fazia soar pelas ruas da cosmopolita Londres. Esta é a história de um dos protagonistas deste relato; o outro participante de A Minha História com Bob é o gato que James encontrou, em mau estado, no corredor do seu prédio, nessa Primavera de 2007. Bob era um gato vadio - mesmo «selvagem» - conta o autor, e estava esfomeado. Cuidou do «gato alaranjado» e assim nasceu uma amizade improvável entre dois seres maltratados pelas circunstâncias da vida, que no fundo se cruzaram e se entreajudaram mutuamente. 
As aventuras destes dois «companheiros» após esse dia são imensas, mas sempre emocionantes e vividas a cem por cento, como afirma James no incipit do livro: «(…) todos os dias da nossa vida nos é dada uma segunda oportunidade. Essas oportunidades existem para ser agarradas, nós é que não costumamos aproveitá-las.» (p. 9)
Esta história é um relato sincero e honesto de uma história real, onde não foi omitido os acontecimentos mais «decadentes» da vida de James Bowen. A Streetcat Named Bob (título original) revela a vida solitária de um toxicodependente em recuperação, e de como essa existência ganhou cor e sentido, simplesmente, com a presença de um gato.
O livro prova, mais uma vez, que um animal de estimação pode mudar Uma vida, para melhor.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Os Amigos (Poema de Eugénio de Andrade)

Os amigos amei
despido de ternura
fatigada;
uns iam, outros vinham,
a nenhum perguntava
porque partia,
porque ficava;
era pouco o que tinha,
pouco o que dava,
mas também só queria
partilhar
a sede de alegria —
por mais amarga.

Eugénio de Andrade

domingo, 25 de novembro de 2012

Passatempo: Cloud Atlas - Atlas das Nuvens, de David Mitchell

Em colaboração com a Editorial Presença, o blogue tem para sortear 1 exemplar do livro Cloud Atlas - Atlas das Nuvens, de David Mitchell.

Consulta a ficha técnica deste livro, clicando aqui.


Para te habilitares a ganhar este livro tens de:

- Fazer 1 "Gosto" na página do Silêncios que Falam no Facebook [aqui], caso ainda não sigas a página;
- Fazer 1 "Gosto" aqui;
- Fazer um comentário em qualquer um destes posts;
- Responder acertadamente ao Formulário e respeitar as regras dos passatempos. 


nota: Poderás participar neste passatempo uma vez por dia, todos os dias, até ao último dia de passatempo. Já sabes que a matemática não falha; quantas mais vezes participares, mais hipóteses tens de ganhar!


O passatempo decorrerá até ao dia 2 de Dezembro. 

Regras do Passatempo: 
1) O passatempo decorrerá entre os dias mencionados, sendo exclusivo a participantes residentes em Portugal (Continental e Ilhas); 
 2) Será validado exclusivamente as participações com as respostas acertadas e será aceite apenas uma participação por pessoa ou email; 
3) O vencedor será sorteado aleatoriamente através do Random.org e o seu nome publicado aqui neste post, além de ser comunicado ao mesmo via e-mail; 
4) O administrador deste blogue e/ou a editora não se responsabiliza por eventuais extravios dos livros, aquando da expedição dos mesmos ao vencedor.

sábado, 24 de novembro de 2012

Madame de Pompadour, de Nancy Mitford

Editora: Cotovia
Ano de Publicação: 2007
Nº de Páginas: 256
Jeanne-Antoinette Poisson, mais conhecida como Madame de Pompadour, nasceu em Paris em 1721 e faleceu em Versalhes 43 anos depois. O hiato que separa as datas é suficiente para que esta personalidade biografada no livro de Nancy Mitford seja considerada uma das figuras mais emblemáticas do século XVIII francês. E razões não faltam.
Houve dois acontecimentos na infância de Madame de Pompadour muito interessantes. O primeiro é que já em criança ela era conhecida pela família como Reinette (rainhazinha) por ser uma menina decidida, ágil e forte. A segunda ocorrência, já mais tarde, resulta da ida de Jeanne-Antoinette com a mãe a uma vidente, em que estas ficaram «impressionadas» com as palavras da cartomante. A previsão de Madame Lebon (o nome da vidente) fora certeira e não esquecida pela rapariguinha que no seu testamento – 34 anos mais tarde, ela então Madame de Pompadour – escreveu: «600 libras para Madame Lebon, por ter-me dito, aos 9 anos de idade, que um dia eu seria amante de Luis XV.»
Antes disso e para satisfazer os costumes de família da altura, Jeanne-Antoinette Poisson casou-se com um homem de quem não gostava. Tinha ela 21 anos, uma idade já considerada tardia para casar. Após o enlace a jovem ficou conhecida como Madame d'Etioles, mas não por muito tempo, pois precocemente ficou viúva. No mesmo espaço de tempo o rei Luis XV, que era conhecido na corte como um D. Juan francês, depois de se ter enamorado por inúmeras mulheres ficou igualmente celibatário. Conforme conta Mitford, é praticamente impossível dizer como, quando e onde Madame d'Etioles e Luis XV se conheceram (possivelmente na Sala dos Espelhos do Palácio de Versailhes (onde foi também assinado o famoso Tratado de Versailles) aquando do Baile dos Teixos, que teve inclusivamente a presença de Voltaire – que tornou-se mais tarde um amigo da Marquise), mas o certo é que em 1972 eles tornaram-se amantes.
Quando os membros da aristocracia tomaram conhecimento da relacção do rei com uma simples bourgeois; pensavam que tratava-se de apenas mais um passatempo ocasional, um affair.
Dotada de inteligência, beleza, ambição e perspicácia, Madame de Pompadour tornou-se a lendária amante do rei Luís XV e dividiu facções: por um lado a jovem encantava a corte ao mesmo tempo que cultivava inimizades de pessoas que invejavam a sua posição.
Influenciado por Madame de Pompadour, o rei demitia autoridades e assinava tratados, para satisfazer os caprichos da sua adorada.
O livro transmite a noção de que Madame de Pompadour suportou vários fardos para se tornar a mulher mais poderosa da França, mas também revela o ódio do povo que a culpou por tomar decisões impróprias para o futuro do país.
Nancy Mitford recria o espírito do século XVIII francês com o suporte de uma escrita entusiástica, que estimula o leitor da primeira à última página. E o melhor de tudo, já que se trata de uma biografia, a autora não maça que lê Madame de Pompadour introduzindo notas de rodapé em excesso.
Em suma, é uma biografia digna de ser lida.
 

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Nada é por acaso, de Zibia Gasparetto (Novidade Nascente)


«A vida tem leis perfeitas que condicionam o equilíbrio do Universo. Ela criou o homem com destino à felicidade, mas determinou que essa conquista fosse feita com esforço próprio, para que o homem valorizasse as suas vitórias.»

Zibia Gasparetto nasceu em Campinas há 85 anos, mas vive desde os seis anos de idade em São Paulo.
Aprendeu a ler aos quatro anos e, aos oito, passava horas sentada a escrever histórias. Parou de escrever na adolescência e só viria a retomar a escrita sob a forma de psicografia quando as suas faculdades mediúnicas surgiram.
Influenciada por espíritos comunicantes, Zibia Gasparetto é hoje uma autora de referência no mundo da espiritualidade e um fenómeno literário. Com  35 títulos publicados, os seus livros são editados em vários de países, inclusive no Japão.