sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Irma Voth: 2013 começa com o romance de Miriam Toews (Quetzal)


Irma Voth
de Miriam Toews

Género: Romance
Tradutor: Lucília Filipe
N.º de páginas: 248
Data de lançamento: 18 de janeiro

Sinopse: Irma Voth foi banida pela família depois de ter casado com um mexicano que a abandonou porque, diz ele, ela não soube ser uma «boa mulher». Jorge partiu sem outras explicações, não sem antes lhe ter dado uma lanterna nova – objeto de extrema utilidade num lugar onde as noites são de escuridão total.
Esta é a história de Irma Voth: pouco mais do que adolescente, criada numa comunidade menonita do Canadá e, depois, nas montanhas da Sierra Madre. Vive numa casa abandonada e vê a mãe e as irmãs às escondidas do pai.
Um dia, uma equipa de filmagens instala-se na vizinhança para rodar um filme sobre as comunidades amish e menonita – e Irma é convidada a trabalhar com o grupo na qualidade de intérprete da protagonista, uma atriz alemã. Este contacto irá despertar em Irma a consciência de si mesma e libertá-la da solidão e do silêncio que tinham dominado a sua vida. É então que parte para a Cidade do México em busca de uma nova identidade. De uma vida totalmente inesperada.

«Uma mistura inesperada de humor, desespero e melancolia. Ilumina e acalma o coração ao mesmo tempo.» The Guardian

Miriam Toews nasceu no Canadá e, à semelhança da protagonista deste romance, cresceu numa comunidade menonita. Toews é jornalista e autora premiada de vários livros de ficção (e não ficção) em que tem explorado o universo das suas origens: A Complicated Kindness, The Flying Troutmans, Swing Low: a Life, por exemplo. A breve incursão que fez no cinema, no filme Luz Silenciosa do mexicano Carlos Reygadas, um filme sobre o choque cultural entre uma equipa de filmagens vanguardista e uma comunidade rural anabatista e em que Toews desempenhou um dos papéis principais femininos – experiência que inspirou Irma Voth –, foi assinalada com a nomeação para melhor atriz dos prémios Ariel. Miriam Toews vive atualmente em Toronto.

2 comentários:

Raquel Porto Monteiro disse...

Li o mês passado uma peça do Arthur Miller que tem exatamente a mesma capa deste livro: http://www.goodreads.com/book/show/17250.The_Crucible

Miguel Pestana disse...

Li, não sei em que blogue, um post sobre várias publicações de livros de vários países, em que a imagem da capa era a mesma, mesmo sem ser o título o mesmo.

É engraçado.