quinta-feira, 6 de junho de 2013

«Tornar-se Pessoa», de Carl Rogers, uma obra sempre actual...

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Tornar-se Pessoa
de Carl Rogers
Páginas: 480
Editor: Padrões Culturais
ISBN: 9789898160461
Coleção: Tempo Social 
Sinopse
"O objectivo deste livro é o de compartilhar convosco algo da minha experiência - alguma coisa de mim. Aqui está um pouco daquilo que experimentei na selva da vida moderna, no território amplamente inexplorado das relações pessoais. Aqui está o que vi. Aqui está aquilo em que comecei a acreditar. Foi esta a forma como tentei verificar e pôr à prova aquilo em que acreditava. Aqui estão algumas das perplexidades, questões, inquietações e incertezas que tive de enfrentar. Espero que o leitor possa encontrar neste livro que lhe é dedicado algo que lhe diga respeito."
Excerto
“A pessoa torna-se no que é, como o paciente diz com tanta frequência durante a terapia. O que isto parece querer indicar é que o indivíduo se torna – na sua consciência – aquilo que é – na experiência. O indivíduo é, por outras palavras, um organismo humano completo e em pleno funcionamento. Antecipo já as reacções de alguns dos meus leitores: «Quer dizer que o resultado da terapia é apenas tomar o homem um organismo humano, um animal humano? Quem o controlará? Quem o socializará? Ele irá rejeitar todas as suas inibições? Terá sido simplesmente libertada a besta, o id, no homem?». A resposta mais adequada parece ser esta: «Na terapia o indivíduo torna-se verdadeiramente um organismo humano, com todas as riquezas que isso implica. Ele é realmente capaz de se controlar a si próprio e está incorrigivelmente socializado nos seus desejos. E isto não é a besta do homem. Apenas existe homem no homem, e foi este que nós tornámos capaz de se libertar”.
O Autor
Carl Rogers (1902-1987) foi um dos mais influentes psicólogos americanos e revolucionou a psicoterapia com o seu conceito de «terapia centrada na pessoa», influenciando com o seu trabalho muitas gerações. De Rogers vem a nossa ênfase contemporânea na auto-estima e o seu poder de desencadear outras forças numa pessoa. É Rogers, muito mais que Benjamin Spock, que defende uma relação não directiva de pais
e professores com as crianças. A escola de psicanálise de referência é actualmente chamada de «psicologia do self», um nome que Rogers poderia ter cunhado. Rogers dirigiu um esforço intelectual substancial ao serviço da crença que os seres humanos necessitam de aceitação, e quando esta lhes é dada movem-se em direcção à auto-realização.

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