terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Alguns excertos do novo livro de Vítor Rodrigues, Psicólogo, Psicoterapeuta e Escritor

Constrói a tua Felicidade - da Depressão ao Bem-Estar (A Esfera dos Livros, Janeiro 2015)
Sinopse
Por vezes a tristeza e a depressão tomam conta de nós e entramos numa espiral de sofrimento e escuridão da qual nos parece difícil conseguir sair. Mas a felicidade está ao nosso alcance, depende apenas de nós construí-la, com alicerces fortes para que possa ser duradoura. Cultivar a felicidade implica desenvolver um estado positivo de bem-estar físico e psicológico que nos ajude a viver melhor. Só assim seremos capazes de enfrentar os estados depressivos e afastá-los do nosso dia-a-dia. Os sentimentos de amor, compaixão, gratidão e esperança são aliados valiosos que se encontram dentro de nós à espera que os utilizemos em nosso benefício. O psicólogo Vítor Rodrigues, através de exemplos práticos e exercícios, explica-nos quais as ferramentas necessárias para que possamos aprender a desenvolver os sentimentos positivos e um estado interior que nos afastem da depressão e nos conduzam à felicidade: Aceitar o nosso passado; Olhar a vida de frente e de modo positivo; Crescer de vários modos pois crescer é antidepressivo e "feliz"; Acreditar que a mudança é um passo importante; Perder o medo de arriscar e de subir o degrau seguinte para atingirmos o próximo nível; Perceber o valor da criatividade; Desenvolver a nossa auto-estima. Porque a felicidade só é possível através de um encontro com nós próprios e com as forças do nosso ser mais profundo.
Excertos (cards encontrados na Página do livro no Facebook: https://www.facebook.com/ManualFelicidade)



Outra obra do psicólogo:

Tranquila-Mente - Como vencer o stress e a ansiedade e viver uma vida mais calma e feliz (A Esfera dos Livros, Janeiro 2013)

Vítor Rodrigues, Psicólogo, 54 anos de Idade, é pai de uma filha e marido de uma mulher maravilhosas, Doutorado em Psicologia pela Universidade de Lisboa, e Psicoterapeuta desde 1985. Recorre à Psicologia da Consciência (ou Psicologia Transpessoal), com possível uso de Terapia Regressiva, Técnicas de Relaxamento/Hipnose, Técnicas respiratórias, Meditação, Visualização Guiada, entre outras. Leccionou Psicologia Educacional na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa durante 14 anos, tendo depois leccionado também na Escola de Enfermagem de Évora e na Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve (Psicologia do Desenvolvimento). Foi Presidente da Associação Transpessoal Europeia (EUROTAS) entre 2005-09 e da Associação Luso-Brasileira Transpessoal entre 2002-08. Actualmente e desde 2000 é o coordenador do European Committee for Certification and Accreditation da EUROTAS. É autor de dez livros, um dos quais sob pseudónimo, e de diversos artigos científicos. Costuma conduzir workshops ou leccionar cursos, em Portugal e noutros países, sobre temas ligados à Psicologia da Consciência, como Terapia Regressiva, Meditação e Relaxamento, Defesa Psíquica, Parapsicologia, Gestão do Stress e das Emoções. 


Alguns livros com testemunhos impressionantes de sobreviventes do Holocausto


Eis algumas sugestões de leitura de livros sobre o Holocausto, já que hoje, 27 de Janeiro, se assinala o Dia Internacional de Comemoração em Memória das Vítimas do Holocausto. Em seguida estão alguns excertos dos textos de opinião sobre cinco das obras, já publicados aqui no blogue:

O Diário de Helga, de Helga Weiss

A História de Irena Sendler - A mãe das crianças do Holocausto, de Anna Mieszkowska

Também me Salvaste, de Susan Kushner Resnick

Até ao Fim - Um relato verídico da secretária de Hitler, de Traudl Junge

Do Holocausto à Salvação, de Bernard Wasserstein

Duas obras de Esther Mucznik, no Dia Mundial das Vítimas do Holocausto, que hoje se assinala


Auschwitz - Um dia de cada Vez

Ano publicação: 2015
Páginas: 336
Editora: A Esfera dos Livros

Sinopse
«Um companheiro de Auschwitz pergunta a Primo Levi por que motivo já não se preocupa com a higiene. Ele responde simplesmente: "Para quê, se daqui a meia hora estarei de novo a trabalhar com sacos de carvão?" É desse companheiro que recebe a primeira e talvez principal lição de sobrevivência: "Lavarmo-nos é reagir, é não deixar que nos reduzam a animais; é lutar para viver, para poder contar, para testemunhar; é manter a última faculdade do ser humano: a faculdade de negar o nosso consentimento".»

A capacidade de sobrevivência do ser humano é notável e, por mais terrível que fosse a existência em Auschwitz, todos os dias se lutava para sobreviver apesar de a morte estar ao virar de cada esquina. O campo de concentração de Auschwitz é sinónimo do mal absoluto preconizado pelo nazismo. Foi ali que judeus e ciganos serviram de cobaias às diabólicas experiências médicas, que acima de um milhão de seres humanos foram gaseados e que mais de 200 mil homens, mulheres e crianças morreram de fome, frio e doença, de exaustão e brutalidade, ou simplesmente de solidão e desesperança. No entanto muitos presos resistiam à total desumanização esforçando-se por manter alguma dignidade. Cuidar da higiene, ler, escrever, desenhar, ajudar alguém a sobreviver ou até a morrer eram actos que atribuíam condição humana a quem parecia ter desistido de viver. Esther Mucznik, autora dos livros Grácia Nasi e Portugueses no Holocausto, dá-nos a conhecer o dia-a-dia de Auschwitz através das vozes daqueles que ali acabaram por perecer e dos seus carrascos, do insuportável silêncio das crianças massacradas, das mulheres e homens violentados em bárbaras experiências médicas, mas também através dos relatos daqueles que sobreviveram para contar e manter viva a memória do horror da máquina de morte nazi. Para que ninguém possa alguma vez esquecer.




Portugueses no Holocausto

Ano publicação: 2012
Páginas: 336
Editora: A Esfera dos Livros

Sinopse
Baruch Leão Lopes de Laguna, um dos grandes pintores da escola holandesa do século XIX, judeu de origem portuguesa, morreu em 1943 no campo de concentração de Auschwitz. Não foi o único, com ele desapareceram 4 mil judeus de origem portuguesa na Holanda, que acabaram nas câmaras de gás. No memorial do campo de Bergen-Belsen consta o nome de 21 portugueses deportados de Salónica, entre estes Porper Colomar e Richard Lopes que não sobreviveram. Em França, José Brito Mendes arrisca a sua vida, escondendo a pequena Cecile, cujos pais judeus são deportados para os campos da morte.
Uma história de coragem e humanismo no meio da atrocidade. Em Viena, a infanta Maria Adelaide de Bragança também não ficou indiferente ao sofrimento, e não hesitou em ajudar a resistência nomeadamente no cuidado dos feridos, no transporte de armas e mantimentos, tendo sido presa pela Gestapo. Esther Mucznik traz-nos um livro absolutamente original, baseado numa investigação profunda e cuidada em que nos conta a história que faltava contar sobre a posição de Portugal durante a Segunda Guerra Mundial.

* Obra recomendada pelo Plano Nacional de Leitura
* Livro recomendado para apoio a projetos relacionados com a História Universal no Ensino Secundário.


Foto encontrada aqui
A autora
Esther Mucznik, filha de pais polacos, viveu em Israel e em Paris onde estudou, respetivamente, Língua e Cultura Hebraicas e Sociologia na Sorbonne. É membro da direção da Comunidade Israelita de Lisboa (CIL) e sua vice-presidente desde 2000. Foi colunista do jornal Público de 2002 a 2011. Fundadora da Associação Portuguesa de Estudos Judaicos e membro dos seus corpos dirigentes, é ainda redatora da Revista de Estudos Judaicos. Coordenadora da Comissão Instaladora do Museu Judaico e membro da coordenação do Itinerário Europeu do Património Judaico, sendo cofundadora da Associação Universos, Associação para o Diálogo Inter-Religioso e do Fórum Abraâmico de Portugal.


Outros livros sobre o Holocausto, de outros autores:
O Diário de Helga, de Helga Weiss 
A História de Irena Sendler - A mãe das crianças do Holocausto, de Anna Mieszkowska
Também me Salvaste, de Susan Kushner Resnick 
Até ao Fim - Um relato verídico da secretária de Hitler, de Traudl Junge
Do Holocausto à Salvação, de Bernard Wasserstein
O Diário de Anne Frank, de Anne Frank
O Rapaz do Pijama às Riscas, de John Boyle
Judeus Ilustres de Portugal, de Miriam Assor

domingo, 25 de janeiro de 2015

«Louco por Viver», de Roberto Shinyashiki

Data de Publicação: 21/01/2015
N.º de Páginas: 184

Roberto Shinyashiki, que conta com mais de trinta anos de experiência em coaching e áreas  motivacionais, reúne neste seu mais recente livro reflexões e testemunhos que poderão ajudar a quebrar o comodismo e o sofrimento que muitos leitores sentem perante a sua vida. Ao longo de dez capítulos, o escritor, médico psiquiatra e terapeuta brasileiro nos convida a acompanhá-lo numa jornada de autoanálise, fazendo com que nos questionemos quais os hábitos e crenças mais enraizadas em nossa mente, que podem estar a criar mal-estares e entraves no nosso quotidiano. Porque é sempre possível viver com mais ânimo e com a certeza de que podemos ser os condutores da nossa própria vida.
«Sente-se feliz? É apaixonado por viver?», estas são apenas duas perguntas que o autor nos faz com assiduidade no decorrer do livro, quando por exemplo menciona temas como o medo, o pessimismo, o perdão e o comodismo. Segundo a sua experiência pessoal e profissional como orador e conferencionista internacional, pessoas loucas por viver viajam pela vida tranquilamente, aproveitando cada pequeno momento e não se coíbem de desbravar caminhos que ainda não conhecem. «O meu foco incide sempre sobre as coisas que quero viver e não sobre as limitações que possa ter.» Esta é uma frase que pode ser encontrada na página 24 de Louco por Viver, livro publicado originalmente no Brasil pela Editora Gente, da qual Roberto Shinyashiki é presidente. É uma obra que está escrita num estilo simples, pessoal, sem preocupações no que se refere a linguagem elaborada, sem a pretensão de ser um livro politicamente correcto. Qual o target principal deste livro que nos inspira a olhar a vida de frente e com determinação? Todos os que estão sem sede de viver, refere o autor best-seller, que conta com mais de sete milhões de livros vendidos.
Embora seja formado em Psiquiatria é na veste de terapeuta que o autor relata os casos pessoais que vivenciou e que lhe serviram como “bagagens” para formular as suas reflexões; este não é um livro com relatos de casos clínicos. Muitos dos temas e afirmações positivas e motivacionais encontradas na obra são muito “batidas” para quem é leitor assíduo deste género de livros. Por esta razão talvez este seja um livro propício para leitores iniciantes de Desenvolvimento Pessoal. Um dos prós de Louco por Viver é o aspecto gráfico interior e exterior apelativos, que conta com um trabalho esmerado a nível de tipos diferentes de letras utilizados, paginação criativa e uma estrutura e divisão dos capítulos bem conseguida.


Excertos

«É lógico que segurança é importante, mas quando ficamos no conforto de um hábito acabamos por deixar de viver.» (p. 21)

«Já percebeu que quando acerta o seu namoro aparece um problema no trabalho? Daí, acerta o emprego e aparece um problema de doença na família… É um desafio atrás do outro!
Essa é a essência da vida, porque ela não fica parada, à espera do tempo passar. Ou seja, não é estática. A vida é dinâmica para nos fazer crescer.» (p. 105)

sábado, 24 de janeiro de 2015

«O Quarto Alugado», de Ricardo Belo de Morais

Editora: Verso de Kapa
Data de Publicação: 28/11/2014
N.º de Páginas: 192

Sobre a obra e a pessoa de Fernando Pessoa (1888-1935) já se escreveu até hoje mais de 5.000 livros. A primeira e a mais recente biografia sobre o poeta português mais universal de todos, Vida e Obra de Fernando Pessoa (João Gaspar Simões, 1950) e Fernando Pessoa: uma quase-autobiografia (José Paulo Cavalcanti Filho, 2012), são apenas duas obras que encontram-se entre os extremos destas centenas de publicações dedicadas a esclarecer, muitas vezes a confundir, quem foi e qual o legado deixado pelo homem nascido a 13 de Junho de 1888. Em Novembro de 2014 veio juntar-se a este rol de trabalhos mais dois romances biográficos, um deles com o título O Quarto Alugado, de que este texto vem falar.
Tendo como narrador o fictício Vicente Guedes, um «heterónimo mal-amanhado, um rascunho tosco do que viria a ser o Bernardo Soares», neste livro de Ricardo Belo de Morais, que actualmente exerce funções na Casa Fernando Pessoa, somos levados a percorrer e a conhecer, cronologicamente, a vida de Pessoa, todavia só a partir do fim da sua adolescência, quando regressa definitivamente de Durban para Lisboa — perdendo-se assim na narrativa 20 anos da sua vida, duas décadas que foram pródigas em acontecimentos traumáticos e que moldaram a sua índole.
Vicente Guedes, então com 84 anos, escreve estas memórias em 1974, sobre o seu amigo Pessoa, numa altura em que continuavam a investigar e a decifrar os milhares de papéis com os inéditos do autor de Mensagem (1934), muitos dos quais guardados na sua famosa arca de madeira, que o acompanhava fielmente para todos os quartos que alugou entre 1910 e 1920, em Lisboa (o primeiro foi no Largo do Carmo, o último na Rua Coelho da Rocha) (o título do livro estar no singular não se percebe, por terem sido inúmeros os quartos alugados…). Guedes, nas suas memórias, que o leitor vai acompanhando, evoca como e onde fez amizade com o jovem vindo da África do Sul, lembra episódios curiosos sobre os espaços mais frequentados pelo poeta, sobre as pessoas que privaram de perto com ele, sobre os principais jornais e revistas onde colaborou, sobre Pessoa o editor, o escritor, o crítico literário, o astrólogo, a criação dos vários heterónimos e outras polivalências e facetas onde ele era singular e sempre prodigioso. O narrador octogenário em muitas passagens do seu diário, que vai até 1935, não poupa críticas aos que se aproveitaram do nome e genialidade do amigo ao longo das últimas quatro dezenas de anos e que difundiram, através de publicações e outros meios, falhas, erros, equívocos e «efabulações» sobre a vida e obra de Fernando Pessoa. Este «pré-heterónimo», como é mencionado Vicente Guedes por Ricardo Belo de Morais em nota introdutória do livro, parece nutrir uma aversão ao “biógrafo oficial” de Pessoa, sendo ele o alvo da maioria das admoestações lançadas, muitas relacionadas com o que João Gaspar Simões escreveu na biografia já mencionada neste texto: «Bem sei que Fernando Pessoa era avesso a biografias (…) Mas não pode ser assim, com tanto ainda por revelar e já com tantas imprecisões e “buracos”» (p. 76)
O narrador de O Quarto Alugado habitua o leitor à [sua] não consensualidade em relacção aos factos tidos por muitos como verídicos, relacionados com o amigo. Nas memórias Guedes defende-o de tudo o que contra ele se disse e fez ou que serviu para lhe denegrir a imagem («Fernando Pessoa, um doente mental… Céus! Isso sim, seria loucura pensá-lo!!!» (p. 75); Pessoa não era alcoólico, nem viciado e só quem assim escreveu e pensa «não o conheceu a fundo ou não o leu com a alma» (p. 149); «Um dia destes, ainda vou ler por aí que o Fernando se drogava, por ter escrito sobre ópio, morfina, coca e cola. Santa paciência.» (p. 149). Guedes também faz passar a mensagem de que ele fora o único e verdadeiro amigo de Fernando Pessoa; muitos podem pensar que esse fora Mário de Sá-Carneiro, mas o narrador condena essa amizade por Mário fazer de Pessoa um «moço de fretes», «um criado», «amigo-da-onça». Muitas vezes, nestas frases de crítica que lemos no diário de Vicente Guedes somos levados a acreditar que existe alguma parcialidade e que essas frases são as do próprio autor, que as reproduz pela voz do narrador.
Após terminada a leitura desta biografia romanceada breve e detalhada e que por ser da autoria de uma pessoa que ao longo do livro, indirectamente, revela ser grande apaixonada pelo mundo pessoano, que desde 2013 está atrás do blogue e página de Facebook ‘O Meu Pessoa’ há a concluir que esta obra publicada pela Verso de Kapa contém algumas curiosidades sobre a vida do biografado, que apenas um investigador/estudioso pessoano será capaz de conhecer. O autor escreve com manejo, com segurança factual e frisa, através da voz do narrador, que nem tudo o que se propagou ao longos dos anos sobre o autor que criou muitos eus é verdade, e esse talvez tenha sido um dos seus objectivos para escrever este livro, consciencializar mentalidades. Ricardo Belo de Morais revela ser um escritor perfeccionista não apenas a nível factual mas também pela linguagem meticulosa ultilizada e por esta sua obra não apresentar uma única falha a nível de sintaxe, morfologia, nem de revisão.
Por não estar escrito na primeira pessoa (a do biografado), por do livro constar quase nenhumas citações de Fernando Pessoa e nenhuma nota de rodapé a justificar algumas das fontes mencionadas, O Quarto Alugado interage pouco com o leitor, muito à conta do narrador que reflete pouca empatia. É, contudo, uma leitura que acrescenta saber e só por isso merece ser adquirida.

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Passatempo: «O Grufalão», de Julia Donaldson e Axel Scheffler

Com o patrocínio da Jacarandá Editora - uma chancela da Editorial Presença - o vencedor deste passatempo receberá de oferta 1 exemplar do livro O Grufalão, de Julia Donaldson (textos) e Axel Scheffler (ilustrações).
Conhece aqui outros livros já publicados pela editora.

Para participar:

» Faz 'Gosto' na página do Facebook da Jacarandá:
https://www.facebook.com/pages/Jacarand%C3%A1-Editora/341731732668276
» Partilha este passatempo - publicamente - no teu mural de Facebook ou/e no de amigos.

» Preenche acertadamente o Formulário seguinte.


O Passatempo decorre até ao dia 28 de Janeiro.
Boa sorte!


www.facebook.com/silenciosquefalam

Sê seguidor deste blogue: na barra lateral direita da página clica em "aderir a este site"

Regras do Passatempo:
1) O passatempo decorrerá entre os dias mencionados, sendo exclusivo a participantes residentes em Portugal;
2) Será validado exclusivamente as participações com as respostas acertadas e será aceite apenas uma participação por pessoa ou email (salvo mencionado o contrário);
3) O vencedor será sorteado aleatoriamente através do Random.org e o seu nome publicado aqui neste post, além de ser comunicado ao mesmo via e-mail. Se ao fim de 15 dias, após ser contactado pelo administrador deste blogue, o vencedor não reclamar o prémio, será escolhido outro vencedor;
4) O administrador deste blogue e/ou empresa que patrocina o passatempo não se responsabiliza por eventuais extravios dos prémios, aquando da expedição dos mesmos ao vencedor. 
 

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

A Lua de Papel publica a 33.ª edição do best-seller mundial «As Cinquenta Sombras de Grey»

A reedição de As Cinquentas Sombras de Grey apresentará uma nova capa alusiva ao filme mais aguardado do ano: As Cinquentas Sombras de Grey. A adaptação cinematográfica do bestseller erótico de E L James estará no Dia dos Namorados nos cinemas e contará com Jamie Dornan e Dakota Johnson nos papéis principais.

Lançado em Portugal pela Lua de Papel em 2012, o bestseller internacional As Cinquenta Sombras de Grey foi o livro mais vendido desse ano no nosso país. E L James vendeu um livro por minuto em Portugal desde 9 de Julho, data do lançamento da edição portuguesa do primeiro volume da sua trilogia. Desde então, já foram publicadas em Portugal 32 edições do bestseller que continua na liderança dos tops de todos os países onde foi publicado – mais de 50.

A trilogia de E L James, uma das séries de livros mais vendida de sempre,está há mais de 100 semanas na lista dos livros mais vendidos do jornal New York Times. A série está traduzida em 51 línguas, entre elas o russo, hebraico, tailandês, sérvio, mongol, islandês, letão, coreano, lituano e eslovaco. Em Portugal, a trilogia já vendeu cerca de 450 mil exemplares.

E L James foi a autora que mais vendeu em todo o mundo em 2012, tendo ultrapassado a barreira dos 60 milhões de exemplares no seu ano de estreia (combinando os formatos em papel e digital). A autora foi incluída no rol das pessoas mais influentes do mundo pela revista Time, foi eleita a personalidade do ano pela revista Publishers Weekly e foi capa da Newsweek.

Em Fevereiro chega às livrarias «Acordei como acordam os tolos, cheia de felicidades»

Acordei como acordam os tolos, cheia de felicidades
de Ione França
Edição: 4 Estações Editora

Sinopse
Neste novo livro, Ione França apresenta uma coletânea de textos, que intitula de Cantos, reflexões sobre o seu quotidiano, em prosa poética. Poesia madura e de grande sensibilidade e espirito crítico que por vezes nos desafia.
Magicamente, a autora envolve as palavras com mantos diversos, seja o da fantasia ou o da crueldade, o da angústia ou da ternura, o da dor ou da alegria, o da revolta ou da compreensão. Cada palavra é como a peça de um puzzle que a poetisa ensaia armar para construir um quadro que revela a sua inquietude pela mesquinhez e crueldade da alma humana, mas também o seu conhecimento e aceitação da beleza e das surpresas do mundo em que vivemos.

A autora
Nascida abaixo do Trópico de Capricórnio Ione França na juventude abandonou a faculdade, para se dedicar à poesia e à contestação estudantil. Seduzida pela Europa emigrou para Portugal no início dos anos noventa onde continuou a dedicar-se à poesia. Colabora até hoje na área editorial.
Leitora compulsiva e crítica severa, gosta de criar colagens que, habitualmente, ilustram os seus livros. Publicou algumas coletâneas de poesias e contos em edições artesanais e de pequena tiragem, tanto no Brasil como em Portugal. Em 1996, a Editora Pergaminho publicou O Séculos dos Anjos, uma coletânea de poesias, e em 1997 um livro de contos, O Domador de Almas.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

«O Melhor Medicamento é Você» é um fenómeno editorial em França e acaba de chegar a Portugal

O Melhor Medicamento é Você
de Frédéric Saldmann
Páginas: 240
Editora: Arena
Título original: Le meilleur médicament, c'est vous
Tradução: Tânia Ganho
Data publicação: 21/01/2015

Sinopse
Cardiologista, nutricionista e especialista reconhecido internacionalmente em Medicina Preditiva, o Dr. Frédéric Saldmann, autor de vários bestsellers, oferece-lhe, nesta obra, uma maneira simples e acessível de desfrutar mais da sua saúde através de um melhor uso de nosso próprio corpo.
Ao evitar a medicação excessiva e sistemática, o nosso corpo tornar-se-á, de facto, no nosso maior e melhor recurso. Através de conselhos simples e práticos, este livro oferece-lhe as chaves para assumir o controlo da sua saúde e reforçar todas as áreas que a compõem (nutrição, peso, alergias, sono, sexualidade, envelhecimento...), de forma a poder proteger-se melhor com os meios disponíveis, esquecer as doenças e aproveitar melhor a vida.
Excertos
«Enquanto médico, o meu papel é, na opinião de toda a gente, muito claro: escuto, examino, faço diagnósticos e prescrevo tratamentos. É esta a essência da minha profissão. No entanto, tenho a impressão de nem sempre responder às necessidades profundas dos pacientes. Aliás, fico surpreendido com a quantidade de pessoas que me consulta regularmente, quer para me pedir uma segunda receita do mesmo medicamento quer para se queixar de uma nova patologia que se assemelha à anterior. Com o tempo, já me devia ter habituado a ver sempre as mesmas caras na sala de espera. Ao longo dos anos, os meus pacientes e eu acabamos por nos conhecer bem e formamos uma espécie de trio: o médico, o doente e a doença. Queremos saber novidades uns dos outros, preocupamo-nos, tranquilizamo-nos e marcamos novo encontro. Cada um tem a sua rotina. Está tudo bem. Mas não, na realidade, não está tudo bem... Porque podemos fazer muito melhor e com um método simples. O cérebro e o corpo humano dispõem de capacidades muito poderosas, que raramente são utilizadas. Basta activá-las para curar eficazmente um número considerável de sintomas e de doenças.» (p. 11)
«Os números são alarmantes: em França, uma pessoa em cada três sofre de excesso de peso. Segundo a OMS, o excesso de peso ou a obesidade afectam 1,4 mil milhões de indivíduos no mundo. Ou seja, uma pessoa em cada cinco. Além do problema de saúde pública que representa, o excesso de peso constitui igualmente um risco para a saúde. É a porta de entrada quer para os pequenos males do dia-a-dia, como as dores na coluna ou nos joelhos, quer para as doenças graves, como os cancros, as doenças cardiovascularesou a diabetes.» (p. 15)
Nota do Autor
«Ao escrever este livro, a minha intenção foi dar-lhe a receita que nunca me teria atrevido a passar numa consulta e confiar-lhe o método para ter uma saúde melhor e curar-se a si próprio.»
Autor de vários bestsellers, o Dr. Frédéric Saldmann é cardiologista, nutricionista e especialista em Higiene no Hospital Européen Georges-Pompidou de Paris. O Melhor Medicamento é Você é um fenómeno editorial em França. Vendeu mais de 400.000 exemplares num só mês e durante mais de vinte e quatro semanas ocupou os primeiros lugares das listas de livros mais vendidos. 
Outros livros com a mesma temática da mesma editora publicados anteriormente:
Quero Ser Médico, de João Magalhães; 
A Dieta Viva!, de Ana Bravo;  

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

«Enquanto Dormes - Coisas Curiosas que Acontecem Todas as Noites», de Steve Murrie e Matthew Murrie

Editora: Gradiva
Data de Publicação: Novembro de 2014
N.º de Páginas: 224

O que acontece no corpo humano e animal, na Natureza e no Espaço terrestre e espacial enquanto estamos a dormir à noite? Perante o corre-corre dos tempos actuais esquecemos que existe um mundo maravilhoso com miríades de peculiaridades naturais e científicas que existe mesmo sem darmos conta; esse mesmo mundo reserva-nos pequenas e grandes curiosidades e segredos muito inusitados. Enquanto Dormes - Coisas Curiosas que Acontecem Todas as Noites encontra-se dividido em cinco capítulos dedicados a curiosidades que se relacionam com temas como a Neurociência, Fisiologia, Zoologia, Astrologia, etc.
O Corpo Humano é o primeiro e talvez o capítulo que mais destaque tem neste livro, que conta em cada texto apresentado com ilustrações animadas e humorísticas de Tom Bloom, que pela segunda vez (em 2011 ilustrou Every Day On Earth: Fun Facts That Happen Every 24 Hours) colabora com a dupla americana Murrie — pai e filho, ambos professores —, que além deste While You Were Sleeping - Fun facts that happen every night (título original, publicado em 2012), escreveram outros três livros.
As pessoas cegas sonham? Que tipo de sonhos têm as pessoas que não conseguem ver? Quando dormimos, para ajudar a cair no sono profundo, a temperatura do nosso corpo sobe ou desce? O coração humano abranda, em média, cerca de quantas batidas por minuto? Porque ressonamos? Somos capazes de cheirar e de dormir ao mesmo tempo? Durante o sono, por quantas fases o nosso cérebro passa? O que quer dizer o sono REM (rapid eye movement)? Todos os seres humanos sonham? Enquanto dormimos qual é o nome da hormona que ajuda a reduzir a produção de urina? Estas são apenas algumas das perguntas cujas respostas podem ser lidas na primeira parte desta obra, cujas fontes bibliográficas que os autores consultaram para dar credibilidade ao livro, são listadas no seu final.
Enquanto Dormes - Coisas Curiosas que Acontecem Todas as Noites não ambiciona mais do que ser um livro instrutivo e divertido, que pode ser lido pelos pais para os filhos (talvez a partir dos 8-10 anos), ou vice-versa, de noite, enquanto o sono não chega. Ambos ficarão a aprender um pouco mais e a sabedoria é sempre bem-vinda. A enaltecer ainda deste livro a parte gráfica, que legenda bem o conteúdo de cada texto e que cativa bastante o leitor devido às manchas e separadores coloridos.
Matthew Murrie e Steve Murrie

Alguns livros publicados pela editora Parceria A. M. Pereira

A Parceria A. M. Pereira é uma editora portuguesa, fundada em 1848 por António Maria Pereira. É, assim, a mais antiga casa editora portuguesa.
Editou os maiores escritores portugueses do século XIX, como Camilo Castelo Branco, Júlio César Machado, Ramalho Ortigão, Pinheiro Chagas, António Castilho, Guerra Junqueiro, Oliveira Martins, Eça de Queirós, entre outros.
Foi a única editora a editar uma obra de Fernando Pessoa em vida (Mensagem, em 1934).

Alguns dos livros que constam no catálogo da editora:
Eça De Queiroz
Correspondência (adenda)
Organização e anotações de A. Campos Matos
Sinopse
De notar que este conjunto epistolar abre com uma carta inédita. Atinge-se agora o número total de 913 cartas, ou seja, 15 nesta monografia e 898 na edição de 2008.
O aparecimento de novas cartas inéditas ou omitidas que entretanto surgiram, dá-nos oportunidade de fazer esclarecimentos importantes que não constam da edição de 2008, nomeadamente a referência das cartas que verificámos a partir dos autógrafos pois, como é sabido, muitas circulam cujos originais se desconhecem. Assim podemos creditar a fidelidade da transcrição dessas cartas, dada a circunstância de se terem publicado com frequência os seus fac-similes.



As mensagens da Mensagem
de Nuno Hipólito
Sinopse
A Mensagem de Fernando Pessoa, anotada e comentada
Sabemos que Mensagem é uma obra ocultista, mas não podemos ignorar a altura em que foi publicada. Só podia ter sido publicada enquanto obra ocultista e mascarada de um nacionalismo aparentemente bacoco. A realidade é que nos parece cada vez mais que Mensagem é também uma obra de revolta contra a crescente censura intelectual de Salazar e, portanto, um grito de revolta presente e não futuro.

O prémio recebido por Pessoa foi então, não só monetário, mas sobretudo irónico – fazendo com que o regime premiasse um livro que na verdade defendia os seus mais acérrimos críticos. Curiosamente a maioria dos pormenores acrescentados têm
a ver com as circunstâncias em redor da atribuição do prémio do SPN a Mensagem, que descrevemos em “Introdução”.
Foram divulgadas investigações muito relevantes que nos levam a olhar para a atribuição do mesmo de uma forma totalmente nova e a entender também, de uma nova forma, a maneira como Mensagem foi publicada e com que patrocínio financeiro.

Será esta uma interpretação final? Certamente que não.
Como todas as interpretações, apresenta-se, mesmo nesta 2.ª edição apenas como um início, um guia de leitura que tem como única pretensão desafiar o leitor.

Mensagem (fac-simile)
de Fernando Pessoa

Sinopse
A Mensagem de Fernando Pessoa, foi o único livro em língua portuguesa publicado em vida com o seu nome e destinado a um concurso literário do Secretariado Português de Propaganda, em 1934, onde obtém apenas o 2.º prémio. A razão ter sido este livro e não outro, foi – como o próprio autor disse – simples: Mensagem foi o primeiro livro que conseguiu completar. O que ele chamou de “livro pequeno de poemas” é fácil de ler, mas difícil de compreender, porque nos exige a análise e a reflexão. Não tem o lirismo inocente e clássico de Camões, nem o tom cristão e pacífico dos sermões de António Vieira, mas o melhor de ambos, reduzidos ao seu essencial, despidos de pretensões. Obra verdadeiramente tardia de Pessoa e necessariamente destino final de todas as influências que foi sofrendo ao longo da vida.

Com este livro a Parceria conseguiu um assinalável triunfo para a posteridade, mas quase passou despercebido entre o grande público. Aedição resultou das boas relações pessoais entre o editor e o poeta, que vindo do Martinho da Arcada, de regresso a casa, costumava entrar quase todos os dias na livraria e conversar cordialmente com A.M. Pereira, que o considerava muito cortez, modesto e simpático e, numa dessas cordiais conversas, Fernando Pessoa pede o favor dessa edição, convicto de ir ganhar o prémio… favor que o editor concedeu.


O Mistério da Estrada de Sintra
de Eça de Queiroz I Ramalho Ortigão

Sinopse
É um dos mais famosos títulos saídos da pena do genial Eça de Queiroz, aqui em parceria com Ramalho Ortigão. Publicado originalmente em 1870, surge-nos aqui numa edição elegante abrilhantada por diversas gravuras da época. Este foi o livro onde surgiu pela primeira vez Fradique Mendes, personagem posteriormente utilizada por Eça com seu "alter ego".


Memórias do Cárcere
de Camilo Castelo Branco

Sinopse
Considerada a obra prima da novelística camiliana é, também, um extraordinário documento sobre a vida prisional portuguesa da 2ª metade do séc.XIX. De referir a particularidade de ser ilustrada com fotografias autênticas de detidos que teriam partilhado com Camilo a Cadeia da Relação do Porto (aliás esta obra teve o apoio do Centro Português de Fotografia cuja sede funciona na antiga cadeia e de cujo espólio foram retiradas as fotos).
***
Mais informações sobre a editora Parceria A. M. Pereira e os seus livros, visita:
Site: http://www.parceriaampereira.pt/
Blogue: http://livrosdaparceria.blogspot.pt/
Facebook: https://www.facebook.com/pages/Parceria-A-M-Pereira/416761301785676

Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra, escreveu a obra «Louco por Viver», para o leitor que procura um rumo diferente para a sua vida


de Roberto Shinyashiki

Data publicação: 21/Jan/2015
Páginas: 184
Género: Desenv. Pessoal
Editora: O Castor de Papel

Sinopse
Se procura um rumo diferente para a sua vida, o novo livro de Roberto Shinyashiki foi feito sob medida para si, para ajudá-lo. O que vai definir a sua qualidade de vida é a sua capacidade de viver apaixonado por ela. Mas como ser apaixonado por viver? Como fazer cada segundo dessa jornada valer a pena?
Descubra que tem tudo para ser louco por viver.
A vida não é uma, a vida é muitas; e a sua está prestes a se reinventar.

VIVA * AME * JOGUE * ARRISQUE * ENTREGUE-SE

Neste seu novo livro, Roberto Shiyashiki não promete nada; só toda a felicidade do mundo. Isso mesmo, leu bem.

Excertos
«Tenho visto muita gente desmotivada e desmotivada, dos mais jovens, de vinte e poucos anos, que já não se empolgam com uma carreira, aos mais vividos, que sentem que nada valeu a pena.» (p. 22)
«Qual é o tipo de desordens que anda a criar? As suas ajudam a crescer ou só consomem o seu tempo e a sua energia?» (p. 106)
«Uma pessoa que sente gratidão sem a manisfestar é como alguém que compra um presente mas não o entrega.» (p. 150)


O autor
Roberto Shinyashiki, médico psiquiatra com pós-graduação em Gestão de negócios (MBA-USP) e terapeuta é uma pessoa atenta aos acontecimentos dos nossos tempos. No seu trabalho com empresas e profissionais, ele tem percebido que muitas pessoas estão a sofrer por não saberem realizar os seus sonhos e superar os seus desafios. Roberto tem procurado auxiliar as pessoas na sua busca afectiva e, principalmente, na realização dos seus sonhos. Os seus trabalhos incentivam o ser humano a reflectir sobre temas como felicidade, sucesso e equilíbrio pessoal. Consultor organizacional renomado, conferencista e coordenador de seminários internacionalmente conhecidos, ele também participa com frequência em programas de televisão e rádio e publica artigos nas mais importantes revistas do Brasil.


Obras do autor publicadas anteriormente em Portugal:
A Coragem de Confiar (Livros d'Hoje, 2011), A Carícia Essencial (Pergaminho, 2002) e O Sucesso é Ser Feliz (Pergaminho, 2002) - estas últimas encontram-se esgotadas.



sábado, 17 de janeiro de 2015

Passatempo: «Desperte o Milionário Que Há Em Si», de Carlos Wizard Martins


Com o patrocínio da Editora O Castor de Papel - um selo editorial da 4 Estações Editora - o vencedor deste passatempo receberá de oferta 1 exemplar do livro Desperte o Milionário Que Há Em Si, de Carlos Wizard Martins.

Visita os seguintes sítios para conheceres outros livros das editoras:

Para participar:
» Faz 'Gosto' nas seguintes páginas do Facebook:
» Partilha este passatempo - publicamente - no teu mural de Facebook ou/e no de amigos.
» Preenche acertadamente o Formulário seguinte.


O Passatempo decorre até ao dia 25 de Janeiro.
Boa sorte!


www.facebook.com/silenciosquefalam

Sê seguidor deste blogue: na barra lateral direita da página clica em "aderir a este site"

Regras do Passatempo:
1) O passatempo decorrerá entre os dias mencionados, sendo exclusivo a participantes residentes em Portugal;
2) Será validado exclusivamente as participações com as respostas acertadas e será aceite apenas uma participação por pessoa ou email (salvo mencionado o contrário);
3) O vencedor será sorteado aleatoriamente através do Random.org e o seu nome publicado aqui neste post, além de ser comunicado ao mesmo via e-mail. Se ao fim de 15 dias, após ser contactado pelo administrador deste blogue, o vencedor não reclamar o prémio, será escolhido outro vencedor;
4) O administrador deste blogue e/ou empresa que patrocina o passatempo não se responsabiliza por eventuais extravios dos prémios, aquando da expedição dos mesmos ao vencedor.