A cada quarenta segundos, alguém comete suicídio. Nos Estados Unidos, é uma das principais causas de morte entre pessoas com mais de dez anos de idade, muito mais comum do que a morte por homicídio, aneurisma ou sida.
Depois de O Demónio da Depressão (2016), um dos maiores tratados já escritos a respeito da depressão e no qual Andrew Solomon discorre sobre esta doença que afecta milhões de pessoas em todo o mundo, em Um Crime da Solidão, o escritor, activista e conferencista americano retoma o tema e reúne uma selecção de textos sobre o suicídio e a depressão, escritos com enorme sensibilidade, clareza e empatia.
Um Crime da Solidão reflecte sobre o suicídio, as suas causas e circunstâncias (solidão, depressão), o efeito de imitação, os aspectos facilitadores (como o fácil acesso a armas) e a incompreensível incidência em pessoas aparentemente realizadas e bem-sucedidas.
Deste autor, a Quetzal publicou em 2017 Longe da Árvore, um ensaio sobre pais, filhos e a busca da identidade.
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Acredito que seja um livro super interessante de ler.
ResponderEliminarDeixou-me curioso.
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Cumprimentos poéticos