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terça-feira, 15 de setembro de 2026

Drama romântico «A Luz que Nos Resta» é um dos novos lançamentos da Singular Editora

O luto, o passado e o desejo podem assumir formas muito diferentes, mas têm algo em comum: obrigam-nos a mudar. Até ao final deste mês de Setembro, serão lançadas, pela Singular Editora, duas novas histórias que transportam-nos até uma amizade nascida de uma ocasião improvável e uma casa junto ao mar carregada de memórias.

A Luz que Nos Resta
, de 
Jennifer E. Archer
Um grupo de apoio ao luto é dos cenários mais improváveis para o desabrochar de uma amizade, mas é exatamente aí que Nick e Fiona se conhecem. Após perderem as respetivas mães, os jovens encontram um no outro o conforto no luto, tornando-se inseparáveis. Eles acreditam que estão destinados a serem os melhores amigos para sempre, algo que não mudariam por nada no mundo. Pelo menos, é o que repetem para si próprios. No último verão antes da idade adulta, a amizade que os salvou ameaça tornar-se algo mais íntimo e perigoso. E agora? É possível ignorar a tensão entre os dois? O que surgiu é amor ou medo de estarem sozinhos?

A Beleza dos Dias Simples
, de Amy Matthews 

Zoe sabe o que é crescer sem ter onde se sentir em casa. Com a mãe na prisão, acabou por conhecer demasiado cedo o abandono e a necessidade de cuidar de si própria. Agora, adulta e mãe de Flo, construiu uma vida segura e cuidadosamente organizada, mesmo que esteja longe da vida que um dia imaginou.
Quando compra uma velha casa junto ao mar, no Maine, não está a concretizar o sonho da casa perfeita — está a escolher a casa que consegue comprar. Num tempo em que o custo de vida e o preço da habitação obrigam tantos de nós a repensar o que podemos ter, e não apenas o que gostaríamos de ter, Zoe encontra naquele lugar imperfeito uma possibilidade: um novo começo para si e para a filha.
Mas aquela casa já teve uma vida antes delas. E, à medida que desvenda a história da família que ali viveu durante décadas, percebe que aquelas paredes guardam muito mais do que lixo e objetos esquecidos.
Apesar da oportunidade de escrever a sua própria história naquele lugar, Zoe não consegue evitar comparar a sua vida à da antiga proprietária. Entre o passado que a casa preserva e o futuro que ainda está por construir, começa a questionar-se: será possível fazer de uma casa que não era a dos seus sonhos o lugar onde, finalmente, se sente em casa? 

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