Além de Guerra Branca, do jornalista e autor premiado Marzio Mian, a Relógio D'Água edita nos próximos dias o livro Puro (noutra tradução portuguesa intitula-se A Cidade Impura), do romancista inglês Andrew Miller, e O Leilão do Lote 49, de Thomas Pynchon.
Paris, 1785. Um jovem e ambicioso engenheiro, Jean-Baptiste Baratte, chega à cidade com a missão de esvaziar o sobrelotado cemitério de Les Innocents, um local ancestral cujo cheiro está a envenenar o ar e a água do bairro. Racionalista, Baratte vê nesta tarefa uma oportunidade para libertar o presente do peso do passado. Mas depressa começa a suspeitar que a destruição do cemitério poderá ser um prenúncio do seu próprio destino e do colapso da ordem social.
À medida que cresce a agitação contra a corte de Luís XVI, o engenheiro percebe que o futuro que idealizara talvez já não seja aquele que deseja. A missão condu-lo por um caminho de descoberta e desejo, mas também de trabalho extenuante, violência e morte súbita.
«Se gostou de O Perfume, não perca esta obra.» Daily Express
«A escrita de Andrew Miller é uma fonte de assombro e deleite.» Hilary Mantel
O Leilão do Lote 49 é a sátira clássica e profundamente original de Thomas Pynchon sobre a América moderna, protagonizada por Oedipa Maas, uma mulher que se vê envolvida naquilo que parece ser uma conspiração internacional.
Quando Pierce Inverarity, seu antigo amante e um magnata do imobiliário, morre e a nomeia coexecutora do seu testamento, Oedipa Maas, uma dona de casa californiana, é lançada num mistério paranoico feito de metáforas, símbolos e do serviço postal dos Estados Unidos.
Ao atravessar o sul da Califórnia, cruza-se com personagens extremamente peculiares e acaba também por adquirir outro conhecimento de si própria.
«Um quebra-cabeças. Uma intriga. Um prodígio literário e histórico.» San Francisco Examiner
«Pynchon volta a sussurrar-nos ao ouvido qualquer coisa sobre o significado da coincidência, a possibilidade de a história se repetir e a circularidade do tempo.» The New York Review of Books
Obra em destaque
Projeções — Uma História das Emoções Humanas, de Karl Deisseroth, Prémio Nobel da Medicina 2026
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