domingo, 12 de agosto de 2012

Filme: Ted

Trailer

O ano de 1985 é o ponto de partida para a história de Ted, o urso de peluche oferecido a John (Mark Wahlberg), de 8 anos, pelos seus pais, como prenda de Natal. Sendo desprezado pelos meninos que vivem no seu bairro, desde logo John vê no peluche um amigo, um companheiro de brincadeiras, mas não só. O urso não um peluche qualquer. É mágico. Fala e anda, como tanto o pequeno John pediu, qual desejo tornado realidade, qual efeito Aladino. A partir desse dia, Ted (na voz de Seth MacFarlane) e John tornam-se o melhor amigo um do outro. O peluche torna-se uma vedeta e faz notícia por todo o mundo a partir de então. Aos 35 anos John é um adulto imaturo, e continua vivendo com o seu best friend, todavia a sua namorada Lori (Mila Kunis), não acha aceitável essa “relacção” e faz-lhe um ultimato: ou ele ou ela na sua vida. A amizade ou o amor? É neste duelo que se desenrola o filme.
Estreado em Portugal no último dia 19, Ted marca a estreia de Seth MacFarlane – o autor da série animada Family Guy - como director.
Como desconhecia o trabalho de Seth MacFarlane, servi-me de uma pesquisa a três ou quatro hiperligações e de acordo com essas fontes (não aponteia-as, peço desculpa) fiquei a saber que Seth McFarlane é a celebridade mais inteligente e roteirista mais bem pago da televisão dos EUA.
Segundo a ficha técnica do filme (pela qual se regeu a minha decisão e escolha deste filme), este é do género comédia e tem a participação dos actores Mila Kunis – a Lily de Cisne Negro (2010) ou a Jamie de Amigos Coloridos (2011) – e Mark Wahlberg – o protagonista do filme The Fighter: Último Round, um dos filmes nomeados nos Óscares de 2011.
À partida, nos primeiros minutos do filme, temos um parecer positivo em relacção ao mesmo, mas depois que o urso abre a boca, só sai asneira. O urso (gosto de chamá-lo “urso”) não é um teddy bear, é mais um teddy beer


Este filme não é nada cómico – pelo menos para mim –, mas tem espécies de piadas que são sem graça, de máu gosto e que se arrastam que nem uma bola de neve para o precipício. Uma cena de uma briga entre os “melhores amigos” é depois eles a se desculparem, é uma cena (uma “cena” mesmo).
A par disto, os dois actores revelaram uma grande química, e só acho que eles deviam ter recusado participar no filme. Se bem que para o bem ou para o mal, tudo conta. Quem sabe este filme não é um dos nomeados nos próximos Óscares?

5 comentários:

Lia Silva disse...

Por acaso até estou mais ou menos curiosa para ver este filme...

Miguel Pestana disse...

Espero que gostes do filme Lia.

Andreia Mandim disse...

Li a crítica, afinal ainda temos pontos de vista distantes. Eu não desgostei totalmente, apenas acho que não é criativo nem original. É exactamente o mesmo que o realizador faz na série, por isso morre um pouco o propósito do filme.

De qualquer das formas, obrigada por passar pelo meu espaço. Gostei bastante do seu, não conhecia.

cumprimentos,
cinemaschallenge.blogspot.com

patricia dias disse...

Como fã de Family Guy que sou, criei demasiadas expectativas para este filme. No final saiu mediano...

Violeta Moreira disse...

Um filme hilariante. Vale a pena assistir :)