quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Dois novos livros explicam às crianças como lidar com as emoções

O Livro das Emoções
Um livro que explica às crianças as emoções e como lidar com elas
de Filipa Sáragga
Sinopse
Um livro para crianças, composto por várias histórias, cada uma dedicada a uma emoção: saudade, alegria, nojo, raiva, tristeza, vergonha, frustração e medo. Através das aventuras de personagens como a princesa Clara, a Melga Bia, a Libelinha Aurora, a Jacaré Sem Pé, a Borboleta Carrapeta e o Júlio Túlio aprendemos a identificar as diversas emoções e a lidar com elas.
O Livro das Emoções é também um guia para pais, professores e clínicos, elaborado por especialistas, que indica diversas pistas para melhor orientar crianças e jovens.
A autora criou a Associação Princesa Azul, que trabalha no âmbito da sensibilização e prevenção do bullying. Escrito em coautoria com a consulta de Ansiedade do Centro de Progresso Infantil.

Outros livros da autora
Talvez um Anjo (2013); A Princesa Azul e a Felicidade Escondida (2015).


O Primeiro Dia de Aulas
Histórias divertidas com exercícios práticos para aprender a lidar com as emoções
de Célia Barreto, Suzana Nunes Caldeira e Pedro Almeida Maia; Ilustração: Ana Correia
Sinopse
Esta obra é composta por diversas personagens que sofrem dos mesmos receios e sentem as mesmas surpresas e alegrias das crianças dos nossos dias. Nesta aventura, a Maria sente-se ansiosa com o primeiro dia de aulas, mas consegue dominar todos os seus medos com a ajuda dos seus amigos e, claro, dos conselhos do golfinho Necas. Este golfinho identifica as emoções e ensina os amigos, numa linguagem simples e prática, a compreender o turbilhão interior que os move e como podem usar essa energia de forma positiva e saudável.
Cada narrativa é seguida por uma secção interativa de estratégias, que correspondem a um conjunto de ferramentas que ajudam a criança a lidar com as suas emoções, saindo-se melhor na escola, em casa e com os amigos.
Dotar os mais novos dos requisitos necessários à compreensão de si mesmos, e de si na relação com os outros, é um primeiro passo de enorme importância que contribuirá para um crescimento mais equilibrado e para o sucesso na vida.

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Esta semana chega às livrarias «A Mensagem na Garrafa», de Jussi Adler-Olsen

Na próxima sexta-feira, a Editorial Presença publica o terceiro volume da série «Departamento Q», do dinamarquês Jussi Adler-Olsen, autor bestseller, multipremiado com mais de 16 milhões de livros vendidos.
A Mensagem na Garrafa é uma obra perturbadora, inovadora e, segundo o The Independent: «impressionante e inquietante... com uma criatividade notável e marcante.»
O Guardião das Causas Perdidas é o primeiro romance da série, a que se seguiu Desejo de Vingança e agora A Mensagem na Garrafa.

Texto sinóptico
Em Wick, nos confins da Escócia, dois irmãos, ainda crianças, acordam amarrados e amordaçados num barracão para embarcações junto ao mar. As amarras com que estão presos são impossíveis de romper. Mas talvez alguns dos objetos deixados por perto possam ajudá-los: uma garrafa e alcatrão para a selar, uma farpa de madeira e papel para escrever uma mensagem de socorro…
Anos depois, na divisão de casos arquivados da polícia em Copenhaga, o inspetor Carl Mørck recebe uma garrafa que contém uma mensagem velha e quebradiça, escrita com sangue por dois rapazes. Será real? Quem são eles e por que razão ninguém deu o alerta do seu desaparecimento? Estarão ainda vivos?
Inicialmente, a investigação não parece dar frutos, mas rapidamente Carl e a sua equipa dão por si no encalço não só destas crianças, mas também de muitas outras: rapazes e raparigas desaparecidos e que nunca mais foram vistos.
E seguem o rasto de um assassino cruel incapaz de parar...

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

«A Mulher no Expresso do Oriente», de Lindsay Ashford

Editora: Chá das Cinco
Data de publicação: 04-05-2018
N.º de páginas: 288

Lindsay Ashford, de 59 anos, é um nome desconhecido dos leitores portugueses. Esta escritora inglesa, com oito livros publicados, é formada em Criminologia, tendo sido repórter da BBC antes de se tornar uma jornalista freelancer. O seu mais recente romance, The Woman on the Orient Express (2016), é o título do seu primeiro livro traduzido para português. Agatha Christie é a figura central deste romance que baseia-se em factos em torno da sua vida pessoal.
Após o seu misterioso desaparecimento em finais de 1926 (retratado no romance também biográfico Talento Para Matar) e com o término do seu casamento com Archie, Agatha sente-se emocionalmente esgotada, deprimida e ansia por privacidade. Numa tentativa de escapar de si mesma e da sociedade londrina, no início do Outono de 1928, Agatha, então com 38 anos, embarca sob falsa identidade no Expresso do Oriente com destino à Mesopotâmia.
No comboio, ela faz amizade com outras duas mulheres que a acompanha para o mesmo destino: Bagdade. Katharine é viúva e uma mulher sensual, que faz parte da equipa de escavação que trabalha em Ur. Nancy é uma jovem mulher que está fugindo de seu marido e que está grávida de um homem casado. O que têm em comum estas três mulheres? São seres em fuga, mulheres traídas, infiéis, sofridas, todas com fragilidades que tentam ocultar atrás de uma aparência forte. Agatha, Katharine e Nancy: todas escondem segredos do passado.
A Mulher no Expresso do Oriente revela-se uma biografia ficcional notável, cujo trabalho de pesquisa realizado pela autora é bem visível ao longo do livro. O estilo e forma de escrita de Lindsay Ashford é muito semelhante ao de Agatha Christie; não falta mistério, intriga, adrenalina, e personagens que aparentam ser o que não são; e um epílogo surpreendente.
Para quem já leu vários policiais de Christie e tem interesse em conhecer melhor a vida pessoal (também recheada de mistérios) desta grande escritora, A Mulher no Expresso do Oriente, um óptimo trabalho que entrelaça ficção com eventos da vida real, é recomendável.
Após a leitura desta obra, são vários os livros de ficção e de não-ficção escritos pela Rainha do Crime que curiosidade em lê-los pode nos despoletar. Eis alguns: Crime na Mesopotâmia, Intriga em Bagdade, Um Crime no Expresso do Oriente, Na Síria e Autobiografia.

Excertos
«Quanto tudo está contra vocês e chegam a um ponto em que parecem não aguentar nem um minuto mais, nunca, mas nunca, desistam, porque é exatamente nesse lugar e tempo que a maré mudará.» (p. 73)

«Não é fácil acreditar em alguma coisa quando o nosso mundo fica de pernas para o ar. O principal é continuarmos a acreditar em nós próprios.» (p. 267)

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

«O Homem nas Sombras», de Phoebe Locke

Editora: Planeta
Data de publicação: 03-07-2018
N.º de páginas: 328
Nicci Clocke é uma escritora inglesa autora de dois romances (Someday Find Me (2012), Lay Me Down (2015)) e de três livros para jovens-adultos (Follow Me Back (2016), Close Your Eyes (2017), Toxic (2018)). O seu primeiro tríler, The Tall Man, foi publicado em Junho e está assinado com o pseudónimo Phoebe Locke. Em Portugal, O Homem nas Sombras está disponível nas livrarias desde a primeira semana de Julho.
Foi durante uma viagem de comboio que a autora, ao ler um artigo sobre a lenda do 'Slender Man', decidiu que teria que escrever um tríler psicológico baseado no personagem fictício e sobrenatural de um homem com uma figura temível, alto e esguio, que aparecia à noite a determinadas crianças. Esta lenda urbana invadiu o mundo virtual em 2009, tendo estado na origem de um assassinato que abalou o mundo em 2014, perpetuado por uma criança de 12 anos, que no início deste ano foi condenada a permanecer num hospital psiquiátrico durante os próximos 40 anos.
Vamos à ficção: 1990, 2000, 2016 e 2018. Esta é a sucessão temporal de eventos decisivos cuja história deambula.
No arranque da década de 1990, várias pré-adolescentes se juntam num bosque de Inglaterra, à noite. Sadie, é uma delas. Os macabros acontecimentos que nessa noite se desenvolvem, ficarão para sempre registados e mantidos em segredo por essas amigas.
Dez anos depois, Miles e Sadie são estudantes universitários que esperam um filho. Embora as sombras tenham tido sempre o hábito infeliz de voltarem para ela, Sadie não prevê que algo ruim pode surgir quando uma nova vida está por surgir. Nos primeiros dias após o nascimento do bebé, e mãe desaparece do lar e deixa Amber aos cuidados do pai. A sensação arrepiante de déjà-vu faz com que Sadie fuja para proteger a filha, que para ela «está amaldiçoada como eu».
Amber tem dezasseis anos quando a mãe decide regressar a casa, mas para ela, Sadie nunca passará de uma estranha. Pouco a pouco, e com muito esforço, esta mãe foragida tenta adaptar-se ao quotidiano da filha e do marido. É nesta altura que uma outra mulher ganha a confiança de Sadie e aproxima-se dela e da sua família, com um fim bem assente.
Estamos agora em 2018. Federica, «uma realizadora premiada, uma mulher famosa por encontrar a história onde outros não o conseguem», e Greta, a sua assistente, acompanham Amber por uma série de entrevistas à comunicação social. Com dezoito anos, Amber acaba de assinar um contrato milionário para os seus segredos e verdades obscuros serem documentados em filme e em livro. Amber foi considerada inocente de uma acusação de homicídio, e agora está a fazer render a notoriedade que lhe trouxe o contrato. Poderá esta jovem ser considerada culpada e vítima, simultaneamente?
A trama de O Homem nas Sombras é inspirada numa história verídica assoladora, que capta a atenção de qualquer leitor que gosta de adrenalina e suspense. A base deste romance é muito forte e podia, per si, ser uma alavanca para este livro se tornar um marco na categoria de tríler psicológico. Tal não acontece. Embora nos deparemos, ao longo das 328 páginas, com momentos de leitura arrepiantes, perturbantes e de suster a respiração, o facto de Phoebe Locke desvendar pouquíssimo acerca dos acontecimentos centrais da história, que serviriam para o leitor entender um pouco o epílogo que ela apresenta, não joga a seu benefício.
Nota-se que a autora é iniciante neste género literário, porque se não tivesse “agarrado” a uma história tão empolgante e arrepiante, este livro podia ser (ainda) menos interessante.
Apontar, por último, um lapso que foi difundido aos média pela Editorial Planeta, ao afirmar que o filme Slender Man, que estreará em Portugal a 23 de Agosto, é inspirado neste livro de Phoebe Locke. O roteiro do filme foi escrito por David Birke e é baseado, sim, na lenda sobrenatural do 'Slender Man', personagem fictício inventado por Victor Surge num fórum de discussão na internet.


Excertos
«Sadie levara o Tall Man para longe da sua filha, protegeu-a. E ainda assim não conseguia livrar-se da sensação de que havia algo de errado.»

«Havia um homem (o homem alto, o Tall Man) do lado de fora da casa. Sadie sabia que não estava a imaginá-lo. Olhou e verificou e considerou e soube-o com uma determinação fria: ele estava lá. De pé a observar a casa, o rosto na sombra.»

domingo, 5 de agosto de 2018

Mais um testemunho de uma sobrevivente do Holocausto, para ler em «A Bailarina de Auschwitz»


A chancela Desassossego das Edições Saída de Emergência publica a 7 de Setembro A Bailarina de Auschwitz, um livro poderoso e comovente que nos leva numa viagem universal de redenção e cura.

Sinopse
Edith Eger tinha 16 anos quando foi enviada para Auschwitz. Naquele campo de concentração suportou experiências inimagináveis, incluindo ser forçada a dançar para o infame Joseph Mengele. Durante os meses seguintes, a resiliência da jovem ajudou muitos a sobreviver. Quando o campo foi finalmente libertado pelas tropas americanas, Edith foi retirada de uma pilha de corpos moribundos.
Em A Bailarina de Auschwitz, Edith Eger partilha a sua experiência do Holocausto e as histórias extraordinárias das pessoas que ajudou desde essa altura. Atualmente, ela é uma psicóloga reconhecida internacionalmente e os seus pacientes incluem mulheres vítimas de abusos e soldados com síndrome de stresse pós-traumático. Edith Eger explica como a mente de muitos de nós se tornou numa prisão e mostra como a liberdade é possível quando nos confrontamos com o nosso sofrimento.

A autora
Edith Eger nasceu na Hungria e era apenas uma adolescente quando foi enviada para Auschwitz, em 1944.
Atualmente tem uma clínica de psicologia em La Jolla, na Califórnia, trabalha na Universidade da Califórnia, em San Diego, e dá palestras regularmente nos Estados Unidos e por todo o mundo. Trabalha igualmente como consultora para o exército e marinha dos EUA, em treino de resistência e tratamento de distúrbio de stresse pós-traumático. Edith Eger foi eleita Professora de Psicologia do Ano (1972), Mulher do Ano em El Paso (1978) e recebeu um Prémio Humanitário do Senado do Estado da Califórnia (1992).

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

«Aprenda a Dizer Não Sem Culpas», de António Sacavém

Editora: Manuscrito
Data de publicação: 04-07-2018
N.º de páginas: 192
Quantas vezes dizemos “sim” quando realmente queremos proferir a palavra “não”? Dizer “sim” quotidianamente, a pedidos de familiares, amigos, colegas, etc., pode potenciar sentimentos devastadores no nosso interior, nos tornar pessoas frustradas, culpadas, procrastinadas e pouco produtivas.
No seu novo livro, António Sacavém, partner, trainer e coach na António Sacavém Communication Academy, é peremptório a afirmar que «o receio de dizer “não” assume-se como um elemento bloqueador, que afasta as pessoas dos seus objectivos».
Receamos dizer “nãos” mais amiúde, porque o medo da rejeição é mais forte que a nossa melhor desculpa, e assim colocarmos as necessidades dos outros à frente das nossas, e dizemos “não” não só aos outros, mas, e principalmente, a nós próprios. Ficamos dependentes dos outros. E assim: sabotamos a nossa liberdade.
O que provavelmente tem escapado à maioria dos leitores, e que o autor nos lembra, é a noção — oposta à de que sempre pensámos — de que dizer “não” fortalece relações, engrandece a amizade, a confiança e os vínculos profissionais. Sim, é possível dizer “não” ao chefe, ao companheiro, ao amigo, etc., e não se sentir culpado. Trata-se de um dos três tipos de “nãos” que o autor nos apresenta no livro: o “não-positivo”: «É um “não” que o ajuda a manter-se focado naquilo que é realmente importante para si.»
Uma das reflexões centrais que devemos nos lembrar sempre que queremos dizer “não” sem culpa e pressão psicológica, é a de que negar o pedido não é negar a pessoa. Separar a decisão do relacionamento é fundamental.
Sendo António Sacavém um especialista em Linguagem Corporal e Microexpressões — em 2014 escreveu um livro a abordar estas temáticas: A Linguagem Corporal Revela o que as Palavras Escondem (Top Books) —, não podia deixar de realçar, nas últimas páginas deste livro, que a linguagem corporal e o tom e timbre de voz também falam, quando transmitimos ao outro a nossa decisão, seja ela positiva ou negativa.
Aprenda a Dizer Não Sem Culpas é um livro com ferramentas e exercícios úteis que nos proporciona um abrir de horizontes em relação à consequência que os nossos comportamentos sabotadores podem ter. Este é um guia de leitura rápida que nos desafia a repensar os benefícios que o dizer “não” com consciência, empatia e honestidade pode ter na nossa vida.

Excertos:
«Se é daquelas pessoas que não se sente confortável em dizer a palavra “não” porque se sente culpado, tem medo de ser rejeitado, ou posto de lado, e prefere dizer “sim”, mesmo que isso o faça sofrer, lhe cause ansiedade e lhe condicione negativamente a vida, então este livro é para si.» (p. 17)
«Um dos maiores inimigos da produtividade, da capacidade de concretização, do equilíbrio trabalho/vida, da paz interior, da realização pessoal, etc., somos nós próprios e a nossa falta de preparação para nos mantermos focados naquilo que é realmente importante.» (p. 18)

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Um novo mistério de Poirot, por Sophie Hannah

Depois de Os Crimes do Monograma (2014) e Herança Fatal (2016), as Edições Asa voltam a publicar um novo livro de Sophie Hannah, a autora que tem vindo a dar vida ao detective literário mais famoso do mundo.
Neste novo mistério, O Mistério dos Três Quartos - que estará à venda na última semana de Agosto - Poirot envolve-se numa complexa teia de relações, segredos escandalosos e delitos do passado. 
Sinopse
Ao regressar a casa após um almoço, Hercule Poirot depara-se com uma mulher à sua porta. Sylvia Rule está transtornada e exige saber por que motivo Poirot lhe enviou uma carta em que a acusa de ter assassinado Barnabas Pandy, quando nem sequer o conhece. Intrigado, pois também ele nunca ouviu falar de Pandy, Poirot entra em casa e constata que tem mais um visitante à sua espera: John McCrodden, que o acusa igualmente de difamação, pois recebeu uma carta semelhante.
E a lista não termina aí…
Quem terá enviado as cartas, e porquê?
Mais importante ainda, quem será Barnabas Pandy?
Estará, de facto, morto?
Terá sido assassinado?
E conseguirão as celulazinhas cinzentas de Poirot decifrar este mistério sem colocar mais vidas em perigo?

domingo, 29 de julho de 2018

Novidades do Grupo Narrativa

Para que Serve este Botão?
Uma autobiografia
de Bruce Dickinson
Bruce Dickinson – o lendário vocalista dos Iron Maiden – é um dos músicos mais icónicos do mundo. Mas é também alguém que nos reserva sempre várias facetas, das quais o vocalista maior-que-a-vida é apenas uma. É também comandante numa companhia aérea, empresário no ramo da aviação, orador motivacional, cervejeiro, novelista, apresentador de rádio, argumentista e esgrimista internacional: na verdade, é um dos homens mais interessantes e excepcionais do mundo.
Em Para Que Serve Este Botão?, Bruce contempla a montanha-russa que é a vida. Relata – na sua voz puramente anarquista – as façanhas explosivas da sua infância excentricamente britânica, a ascensão meteórica dos Maiden, a convocação dos poderes da escuridão, a filosofia da esgrima, Boeings brutalmente lindos e a rejeição firme do cancro como se fosse um hóspede indesejado.
Ousado, honesto, inteligente e hilariante, este relato há muito aguardado captura a vida, o coração e a mente de um verdadeiro ícone do rock, e é garantido que irá inspirar almas curiosas e fãs hardcore de igual forma.

Entre a Espada e a Parede
Vitória e derrota em 1918
de David Stevenson
David Stevenson relata a história do último ano da I Guerra Mundial. Baseado na investigação original efectuada nos arquivos de sete países, o autor analisa as razões para o sucesso aliado e para o colapso da Alemanha e seus parceiros. Stevenson associa o desastre Alemão de 1918 à "Operação Michael", a grande ofensiva que levou o Marechal Haig a ditar a sua famosa ordem "Entre a espada e a parede" às suas tropas, para que lutassem até ao último homem.

Casa Velha
de Machado de Assis
Com um enredo próximo ao de Dom Casmurro, esta novela retrata a hipocrisia das classes burguesas e faz uma crítica aos costumes da época.
Considerado um dos maiores nomes da literatura brasileira, Machado de Assis pertenceu ao movimento literário conhecido como Romantismo.
A sua obra é extensa e inclui romances, contos, poemas e críticas literárias.

quinta-feira, 26 de julho de 2018

«21 Lições para o Século XXI» é título do novo livro de Yuval Noah Harari


Depois de Sapiens e Homo Deus, o investigador e historiador israelense Yuval Noah Harari está de regresso com um novo livro: 21 Lições para o Século XXI. Esta obra ensaística chega às livrarias a 30 de Agosto, em simultâneo com o lançamento mundial. Tem o selo da Elsinore.

Texto de apresentação
Criámos os mitos para unir a nossa espécie
Domámos a Natureza para que nos desse o seu poder.
Agora, estamos a redesenhar a vida para que possamos alcançar os nossos sonhos mais ousados.
Mas será que ainda sabemos quem somos? Ou será que as nossas invenções acabarão por nos tornar irrelevantes? Como podemos proteger-nos de uma guerra nuclear, de cataclismos ecológicos ou de falhas tecnológicas? O que podemos fazer contra a epidemia de notícias falsas ou a ameaça do terrorismo? O que devemos ensinar aos nossos filhos?
Yuval Noah Harari leva-nos numa viagem emocionante pelas questões mais prementes da atualidade. O fio condutor que percorre este seu novo e impressionante livro é o desafio de conseguirmos manter a concentração, tanto a nível coletivo como individualmente, diante de um mundo de mudanças constantes e desorientadoras. Seremos nós ainda capazes de compreender o mundo que criámos?

«Yuval Noah Harari é um historiador visionário e um divulgador naturalmente dotado.» - The Guardian

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Lançamento Bertrand Editora: «Diário - 1915-1926», de Virginia Woolf

Entre 1915 e 1926, Virginia Woolf escreveu regularmente e em grande detalhe sobre os pequenos e grandes acontecimentos do seu dia a dia - marcado no panorama nacional e internacional pelos esforços da Primeira Guerra Mundial e mudanças políticas sísmicas, e na esfera privada por perdas, conflitos, momentos de grande criatividade e também de grande sofrimento, ensombrados pela doença mental.

Este diário, anotado e enriquecido com cartas e ensaios de Virginia Woolf, permite-nos conhecer de forma íntima e sem filtros os pensamentos de um dos maiores nomes da literatura, com rasgos líricos surpreendentes e passagens de uma inteligência acutilante.

sábado, 21 de julho de 2018

quinta-feira, 19 de julho de 2018

As mais recentes publicações da Gradiva

O Banco do Tempo que Passa
Meditações Cósmicas
de Hubert Reeves
«Próximo do lago de Malicorne, em frente a um imponente salgueiro que se reflecte na água calma, há um banco de madeira: ‘o banco do tempo que passa’. Sento-me ali para tentar sentir o fino fio de tempo que nos prende ao longo da nossa existência.
Após um momento de silêncio, vêm-me ao espírito pensamentos que prolongam a minha interrogação constante sobre o mundo. A meditação sobre o mundo que simultaneamente me maravilha, me fascina e me inquieta é também uma busca da tranquilidade.
Este livro destina-se a todos os que se interrogam sobre o grande mistério da realidade na qual o nascimento nos pôs a viver durante algum tempo. Quero partilhar aqui as minhas reflexões sobre temas que me são caros. Procuro exprimir o que extraio das minhas experiências de vida e do meu ofício de astrofísico para transmitir, aos que me dão a honra de se interessarem, as minhas convicções íntimas, aquelas que desempenham um papel importante quando temos de julgar uma situação ou tomar uma determinada decisão.
Mas nada nestas páginas é definitivo. Tudo aqui é provisório e a actualizar… continuamente.»

Do mesmo autor:
Íntimas Convicções (Piaget, 1997); Onde Cresce o Perigo Surge Também a Salvação (Gradiva, 2014); Já Não Terei Tempo… - Memórias (Gradiva, 2010).


Misteriosa Chama da Rainha Loana
Romance Ilustrado
de Umberto Eco
Yambo, um abastado alfarrabista de Milão na casa dos sessenta, perdeu parte da memória após um acidente vascular cerebral – lembra-se do enredo de cada livro que leu, de cada verso, mas não se lembra do próprio nome, não reconhece as filhas nem a mulher e a infância e a família estão envoltas em névoa.
Numa tentativa de recuperação de si próprio, Yambo decide voltar à casa de campo da sua infância, onde descobre livros, álbuns de banda desenhada, revistas e discos de uma época distante. Começa aí uma viagem em busca do tempo perdido, povoada de imagens e personagens ora fictícias, ora reais, mas todas importantes para a redescoberta de si.
É assim que as suas memórias vão sendo recuperadas, e o passado vai surgindo diante dos seus olhos como uma banda desenhada.
A Misteriosa Chama da Rainha Loana é um romance profusamente ilustrado, fascinante, nostálgico, divertido e emocionante, do incomparável Umberto Eco.

Do mesmo autor:
Número Zero (Gradiva, 2015); Baudolino (Gradiva, 2016); A Ilha do Dia Antes (Gradiva, 2017); O Signo (Presença, 2017); Semiótica e Filosofia da Linguagem (Piaget, 2001); Confissões de um Jovem Escritor (Livros Horizonte, 2012)


Um Passado Imprevisível
de Ernesto Rodrigues
Regressado a Budapeste e ao convívio com um velho professor universitário, vê-se o herói em busca do passado – imprevisível. O que sabemos da vida que julgamos ter vivido, se nem sempre assistimos às consequências dos nossos actos? Conhecemos quem está ao nosso lado? Não será cada passo condicionado por outrem?
Sujeito renascendo entre dois mundos – Hungria e Moçambique –, cujas feridas saram em encontros felizes, são também os perigos de hoje (violência, arbítrio, tráfico de crianças...) crua e subtilmente desvelados, nesta terra de verdade que é a ficção.

Do mesmo autor:
Uma Bondade Perfeita (Gradiva, 2016); Passos Perdidos (Âncora, 2014); O Romance do Gramático (Gradiva, 2011); Verso e Prosa de Novecentos (Piaget, 2010).



Da Ciência ao Amor
Pelo esclarecimento espiritual
de Luís Portela
O século passado registou grande desenvolvimento nas áreas científicas e tecnológicas, possibilitando, por exemplo, um grande conhecimento do corpo humano, com um enorme aumento da esperança média de vida à nascença. Vive-se mais tempo e com muito mais conforto material. Contudo a área espiritual foi pouco estudada, verificando-se algum desequilíbrio na postura de muitas pessoas, mais focadas no mundo físico, no ter e no parecer, e menos atentas aos valores universais, ao ser, à vida espiritual.
Fazendo um ponto da situação da evolução científica em algumas áreas normalmente incluídas na fenomenologia parapsicológica, o autor defende o seu aprofundamento, para que os seres humanos se conheçam melhor, criando condições para aproveitarem todas as suas potencialidades. Nesse sentido, faz algumas reflexões na área da espiritualidade e cruza conhecimentos, admitindo que o esclarecimento espiritual poderá proporcionar um crescente respeito pelo outro, nas suas diversas formas, evoluindo até uma postura de harmonia e de amor incondicional.
Um livro de desenvolvimento pessoal para leitores que não se contentam com o materialismo das sociedades desenvolvidas e querem ir mais longe no conhecimento de si.

Do mesmo autor:
O Prazer de Ser (Gradiva, 2015); Serenamente (Gradiva, 2014); Ser Espiritual (Gradiva, 2013); Encarar a Realidade (Asa, 2007).



Hereges!
Os Assombrosos (e Perigosos) Primórdios da Filosofia Moderna
de Steven Nadler e Ben Nadler
Esta narrativa gráfica divertida e esclarecedora conta a empolgante história dos pensadores do século XVII que desafiaram a autoridade – às vezes arriscando a exclusão, a prisão e até a morte – para estabelecer as bases da filosofia e da ciência modernas e ajudar a inaugurar um novo mundo. Com diálogos magistrais e ilustrações sugestivas, Hereges! proporciona uma introdução única ao nascimento do pensamento moderno em banda desenhada – inteligente, elegante e muitas vezes divertida.
Os seus protagonistas são filósofos e cientistas questionadores e controversos como Galileu, Descartes, Espinosa, Locke, Leibniz e Newton, que mudaram de forma substancial a maneira como vemos o mundo, a sociedade e a nós mesmos, pondo tudo em causa, desde a ideia de que a Terra é o centro do Universo à noção de que os reis têm o direito divino de governar. Mais apegados à razão do que à fé, esses pensadores defenderam novas perspectivas, encaradas como escandalosas, sobre a natureza, a religião, a política, o conhecimento e a mente humana.
Hereges! conta a história das ideias, vidas e tempos desses pensadores de uma maneira diferente e cativante. Acompanhando por toda a Europa as viagens e exílios desses vultos, a narrativa descreve os encontros e confrontos entre si – assim como os confrontos com as autoridades religiosa e régia – relatando os momentos-chave de um dos mais brilhantes períodos da história da filosofia e da ciência modernas.



Os Anos Trump
O Mundo em Transe
de Eduardo Paz Ferreira
Trinta anos depois da queda do Muro de Berlim, o governo sueco reiniciou uma prática que havia suspendido: a publicação de um opúsculo entregue a todos os suecos e traduzido em 13 línguas, online, intitulado Se Chegar a Crise ou a Guerra, que procura ser um manual de sobrevivência. Mesmo admitindo que a Suécia não é o país em maior risco, impressiona a percepção do seu governo de que tornamos a viver num mundo perigoso, de muitas incertezas. Algumas já existiam antes da presidência Trump, mas outras são consequência dela ou foram por ela substancialmente reforçadas.
O livrinho em causa contém uma importante advertência aos cidadãos: caso ouçam a notícia de que foram dadas ordens para cessar a resistência, trata-se de fakenews (uma falsa notícia) e devem continuar a luta.
É este o aviso que aqui também assumimos: não nos renderemos.

Do mesmo autor:
Da Europa de Schuman à Não Europa de Merkel (Quetzal, 2014); Encostados à Parede (Quetzal, 2015); Por uma Sociedade Decente (Marcador, 2016).

Nuvem de Letras lança livro infantil sobre o Eléctrico 28

Eléctrico 28, escrito pelo italiano Davide Cali, ilustrado por Magali LeHuche e publicado pela Editora Nuvem de Letras. Este livro, indicado para leitores de todas as idades (a partir dos 6 anos), é um guia ilustrado (de uma ilustradora que conta com mais de cinquenta livros publicados) sobre as colinas da cidade de Lisboa. Eléctrico 28 (à venda a partir de 31 de Julho) é uma homenagem a uma das cidades mais trendy do momento.

Sinopse
O Amadeo conduz elétricos em Lisboa.
No seu magnífico Eléctrico 28 mora a felicidade e a boa disposição, todos querem subir a bordo do elétrico amarelo e juntar-se à festa.
Anda para cima, para baixo, aos ziguezagues. Um simples passeio transforma-se numa viagem cheia de surpresas e de beijinho!
E a culpa é do Amadeo
Apanha o mítico Eléctrico 28 de Lisboa com os passageiros mais apaixonados da cidade para um passeio cheio de surpresas por uma das cidades mais românticas do mundo.

«Contos de Encantar», de E. E. Cummings

Editora: Ponto de Fuga
Data de publicação: Maio de 2018
N.º de páginas: 96
O norte-americano Edward Estlin Cummings, mais conhecido como E. E. Cummings (1894-1962), foi um dos poetas mais importantes do século XX. Além de poesia, escreveu alguns ensaios e romances. Três anos após o seu desaparecimento, foram publicados pela primeira vez — o que para os seus leitores dessa altura foi uma surpresa — um quarteto de histórias infantis, que o escritor tinha escrito, na década de 1920, para a sua filha, Nancy, quando esta era criança.
O velho que perguntava “porquê” é o título do primeiro conto, que tem como protagonista um Silfo que vive na mais longínqua das estrelas. Após milhões de anos a viver tranquilamente, este simpático ser do espaço é abordado por outros vizinhos, que procuram-lhe insistentemente na sua estimada estrela, reclamando de um velho homem de barba grande, que, a partir da lua, não pára de questionar os porquês de tudo. O Silfo, que come luz e silêncio, voa até esse satélite e tenta persuadir o velho a pôr um término às suas questões infindáveis.
O segundo e terceiro contos desta colectânea que primeira vez é publicada em Portugal, são muito parecidos no que respeita ao desfecho
E ficaram a gostar sempre um do outro.
Afinal, sou uma casa cheia de sorte, quem diria!
e à lição moral, sobre a amizade e a solidão, que das histórias podemos extrair: um elefante e uma borboleta, e uma casa e um pássaro, são, respectivamente, os pares inusitados de cada um dos contos.
A quarta narrativa, A menina chamada Eu, é muito singela e de uma graciosidade ímpar, onde Cummings apresenta-nos duas meninas: a Eu e a Tu. «Quem és tu? Tu. É quem eu sou (…) Eu chamo-me Tu.»
Contos de Encantar, traduzido por Hélia Correia a partir de Fairy Tales, é um livro que vai agradar não só às crianças mas também aos adultos. São histórias encantatórias, pungentes e tocantes, pinceladas aqui e ali com poesia. A nível visual, o laranja, o azul e o preto, as únicas cores que Rachel Caiano escolheu para legendar as palavras do poeta americano, empolam a imaginação do leitor e engrandecem este objecto-livro.
Infelizmente, Nancy, a destinatária destas quatro fábulas, só ficou a saber que o seu (verdadeiro) pai era E. E. Cummings quando já tinha 26 anos.

Bertrand Editora lança 3 novos romances de intriga e suspense

Vocês não Me Conhecem, de Imran Mahmood 

Só uma coisa importa: é ele o culpado?
«Um drama jurídico original que põe o leitor no lugar do júri. Extraordinária ficção centrada nas personagens. Uma obra de mestre.» Guardian

«Espantosamente original, impressionante, escrito de forma esplêndida.» Daily Mail

«Um drama jurídico original e impressionante.» The Times

«Nunca vai conseguir adivinhar o final.» The Sun

Fica Comigo, de Lucie Whitehouse

Até onde podemos ir para proteger aqueles que amamos?
«Uma intriga elegante, personagens esplêndidas e uma reviravolta de matar.» Sunday Mirror

«Fica Comigo confirma a reputação da autora.» Daily Mail

«Esta história inteligente e cativante entra-nos na cabeça e não sai de lá. Que arrepiante.» Heat

«Um thriller psicológico cheio de tensão.» Marie Claire

A Coroa do Demónio, de James Rollins

Às vezes, para ganhar a guerra, é preciso unir forças com o inimigo
«De gelar os ossos.» Publishers Weekly

quarta-feira, 18 de julho de 2018

5 novos romances que vão invadir as livrarias nas próximas semanas

A Cadeira Preta, de Sarah Lemonnier (Oficina do Livro)
O Cobrador, de Seth C. Adams (Topseller)
Monteperdido, de Agustín Martínez (Suma de Letras)
Morrer à Sombra das Palmeiras, de Heinz Konsalik (Bertrand)
O Mapa de Sal e Estrelas, de Jennifer Zeynab Joukhadar (Saída de Emergência)

Já à venda
Não minto, não engano, sou o que sou.
Pode parecer arrogância, mas é verdade.
Sou a Beatriz e ganho a vida a escrever. Transformo facilmente uma conta bancária razoável em álcool e más decisões. Sou depressiva, analítica, estupidamente inteligente e sufoco com o compromisso. Não sou uma mulher normal, nem pretendo ser.
O meu objectivo é bem mais simples: ser feliz. Numa tentativa de autodescoberta, com uma leve pitada de masoquismo, comecei a consultar uma psicóloga. Semana após semana, fui forçada a falar sobre o Marcelo (por quem sou apaixonada), o Henrique (com quem vou para a cama) e o Paulo (o meu apoio emocional e, por vezes, físico também).
São estes os três homens que arruinaram a minha vida e a quem sou completamente devota.

30 de Julho à venda
Esta é a noite. Chegou a hora.
Quando entrei na floresta pela primeira vez, era pouco mais do que uma criança. Tinha 13 anos, acabara de me mudar para uma pequena vila no Arizona, e o único amigo que tinha era o meu cão, o Bandit.
Foi assim que conheci os meus amigos, com quem formei o Clube dos Intrusos. O Bobby Gordo, o Jim e a Tara. Eles tornaram-se os meus melhores amigos. Tivemos alguns encontros desagradáveis com miúdos mais velhos armados em vilões, e com um polícia que provavelmente não devia ser autorizado a ter armas nem a usar distintivo. Tirando isso, divertimo-nos imenso.
Foi também assim que encontrámos um carro abandonado, bem no meio da floresta, onde ninguém ia. Ninguém exceto nós. Foi aí que as coisas começaram a piorar. No banco da frente, uma fortuna em notas. No porta-bagagens, um cadáver. Parecia ser um mistério divertido para resolver.

31 de Julho à venda
Um thriller psicológico absorvente e de ritmo cinematográfico.
Ana e Lucía, duas amigas de onze anos de uma pequena aldeia dos Pirenéus, abandonam a escola e vão para suas casas. Mas nunca chegam ao seu destino. Cinco anos mais tarde entre os despojos de um acidente de carro, num desfiladeiro próximo a Monteperdido, aparecem o corpo de um homem e uma adolescente gravemente ferida e desorientada. É Ana, uma das meninas que desapareceu há muito tempo. Enquanto toda a aldeia tenta assimilar o rumo dos acontecimentos, o caso é reaberto.

3 de Agosto à venda
Quando uma garrafa com uma mensagem surge numa praia alemã, todos julgam que só pode tratar-se de uma brincadeira. A mensagem, escrita por um tal Werner Bäcker, diz que, após uma violenta tempestade, ele sobreviveu numa ilha perdida do Pacífico. E precisa de ajuda.
Mas a história de Werner está longe de ser uma brincadeira. Perdeu a mulher e os três filhos num mar enraivecido e, embora a princípio apenas desejasse a morte, a vontade de viver prevaleceu. Agarrando-se à vida com todas as fibras do seu corpo e tendo como única companhia um albatroz, Werner aprende a viver sozinho e a amar a sua ilha.
O destino reserva-lhe contudo mais surpresas. Quando toda a esperança de regressar ao mundo dos homens desaparece do seu coração, eis que surgem sobreviventes de um naufrágio, um outro homem e uma mulher.
Os seus novos companheiros trazem para a ilha segredos desconcertantes. Conseguirá Werner lidar com os sentimentos que se geram e que mudarão uma vez mais, a sua vida para sempre?


10 de Agosto à venda
Duas raparigas separadas por oito séculos. A mesma história de dor, triunfo e coragem.
Primeiro Nour perdeu o pai. Depois, a casa onde sempre viveu. Reside agora na cidade de Homs, na Síria, para onde a mãe se mudou para ficar mais perto da família. Mas quando um ataque quase as mata, elas são obrigadas a escolher: ficar e arriscar a vida todos os dias, ou fugir novamente. Infelizmente, até a fuga tem os seus perigos e apenas as memórias de sua casa dão esperança a Nour para continuar a caminhar.
Oitocentos anos antes, a jovem Rawiya sabe que tem de fazer alguma coisa para ajudar a sua mãe viúva. Ansiosa por ver o mundo, disfarça se de rapaz e torna-se aprendiz de um cartógrafo a quem foi atribuída a tarefa de criar um mapa do mundo. Rawiya embarca numa viagem épica onde encontra monstros míticos e figuras históricas reais.
Abraçando as ricas culturas do Médio Oriente e do Norte de África, O Mapa de Sal e Estrelas segue a jornada de Nour e Rawiya à medida que percorrem caminhos idênticos, enfrentando o desconhecido e apenas guiadas pelo desejo de finalmente chegarem a casa.