quinta-feira, 13 de maio de 2021

Chega até nós «A Noiva Cigana», o 1.º título de uma série policial que se tornou um fenómeno de vendas

Na próxima 3.ª feira um novo romance policial será publicado pela Suma de Letras: A Noiva Cigana. Carmen Mola é o pseudónimo da autora, nascida em Madrid, que decidiu manter o anonimato.

«Quem é Carmen Mola? Isso importa? Os seus romances cativam-nos com uma originalidade que nos subjuga e nos faz querer mais, muito mais, quando,horrorizados, percebemos que já estamos na última página.» Jordi Llobregat, diretordo Festival Literário Valencia Negra

«O romance policial ou sofre mutações ou torna-se egocêntrico. Carmen Mola, a escritora mutante. A pior coisa sobre ela é não poder ser convidada para um festival.» Carlos Zanón, escritor e crítico literário

«Desde a primeira página, Carmen Mola, seja ela quem for, mostra que tem voz própria, e isto, no género policial e fora dele,já é muito, talvez metade de tudo. Ou mais.» Lorenzo Silva, premiado autor de thrillers

«O pseudónimo é uma máscara como qualquer outra e quem se esconde por trás dele tem os seus motivos. [...] Homem ou mulher, não importa. A competência de seus romances está comprovada. E o impacto de não ter rosto também.» Antonio Lucas, El Mundo

O drama erótico que deu origem a um dos filmes mais vistos da Netflix

Blanka Lipińska é uma autora conhecida pela sua trilogia erótica iniciada com o livro 365 Dias, que chega a Portugal a 18 deste mês, com tradução de Violetta Gawor e Paula Nascimento. Com mais de 1,5 milhões de exemplares vendidos só na Polónia, este romance erótico deu origem a um dos filmes mais vistos de sempre na história da Netflix.
Esta é a história de uma paixão desmedida, vivida num mundo onde não existe piedade nem limites. 

Texto de apresentação
Laura Biel está a passar as suas férias de sonho na Sicília, ao lado do namorado. No segundo dia da viagem, e quando faz 29 anos, é sequestrada. O raptor é nada menos do que o jovem chefe de uma poderosa família da máfia siciliana. Chama-se Don Massimo Torricelli.
É carismático e... lindo de morrer. As razões para o rapto, só ele as conhece. Mas do que Laura rapidamente se apercebe, é que ele quer tê-la, custe o que custar. Durante 365 dias, Massimo vai mantê-la presa no seu palácio, numa tentativa de lhe conquistar o coração. E promete-lhe: se até ao último dia ela não se tiver apaixonado, pode sair em liberdade. Mas até lá, ameaça, qualquer tentativa de fuga será violentamente punida. Quase sem dar por isso, Laura deixa-se fascinar pelo seu atraente, enigmático e perigoso raptor. Por trás de toda a fachada de violência, descobre nele um homem que a adora. E com quem, contra a sua vontade, começa a partilhar momentos de escaldante prazer - de uma fúria e intensidade que nunca tinha vivido antes. Mas enquanto a frágil relação entre ambos dá lugar a algo mais profundo, terríveis forças que eles não controlam ameaçam deitar tudo a perder.

terça-feira, 11 de maio de 2021

Paulinas edita livro sobre Jacinta Marto, uma das videntes de Fátima

Do cónego Manuel Fernando Silva, autor de Lúcia de Jesus - A Pastorinha da serra d´Aire, Francisco - O consolador de Deus, Pastorinhos de Fátima e José - O Esposo de Maria, a Paulinas publica Jacinta - A pastorinha de Fátima, a biografia que revela o curto percurso de vida da mais jovem vidente de Fátima.

Jacinta Marto foi beatificada pelo Papa João Paulo II a 13 de Maio de 2000 no Santuário de Fátima, e foi canonizada pelo Papa Francisco no mesmo local no dia 13 de Maio de 2017, por ocasião das celebrações do Centenário das Aparições de Fátima.

Em Aljustrel, a 5 de março de 1910, a tarde parece que estava chuvosa, como acontece frequentemente nas proximidades da primavera. Mas havia já flores aos milhares, nos vales e montes da Serra d’Aire, anunciando a chegada próxima da estação mais florida do ano. Jacinta de Jesus foi mais uma flor daquela primavera. Era a última filha do casal Marto, o Ámen dos irmãos. Uma menina cheia de vivacidade a fechar a série dos nascimentos de uma família numerosa e acolhida por todos como uma verdadeira prenda do Céu que se transformou num dom para o povo de Deus. Jacinta e o seu irmão Francisco foram canonizados pelo papa Francisco no dia 13 de maio de 2017, por ocasião das celebrações do Centenário das Aparições de Fátima.

Conhece aqui outros livros sobre as Aparições de 13 de Maio

segunda-feira, 10 de maio de 2021

«Os Fornos de Hitler» e «O Diário de Renia: mais duas histórias de sobreviventes do Holocausto

Os Fornos de Hitler
Ao longo destas páginas, Olga Lengyel conta, na primeira pessoa e com detalhe, a vida no campo de concentração, os horrores cometidos pelos alemães que lhe levaram o marido, os pais e os dois filhos, as atrocidades sofridas e o que fez para sobreviver a estes anos de terror que a marcaram para sempre.
Um relato íntimo e sincero de uma mulher, enfermeira húngara, que sobreviveu ao pesadelo de Auschwitz-Birkenau. Uma experiência relatada de forma crua e chocante.
Publicado pela primeira vez dois anos depois de a Segunda Guerra Mundial terminar, este continua a ser um relato poderoso, de leitura obrigatória para que não esqueçamos um dos períodos mais terríveis da história da humanidade.

Olga Lengyel nasceu em 1908 e faleceu em 2001. Enfermeira sobrevivente do Holocausto, foi testemunha no julgamento de Bergen-Belsen e o seu depoimento contra o doutor Joseph Mengele foi avassalador. Foi casada com o médico Miklos Lengyel, com quem trabalhava no Hospital de Cluj-Napoca antes de serem deportados para Auschwitz, em 1944. Quando chegaram ao campo, os seus pais e filhos morreram e o marido faleceu pouco antes da libertação. Olga foi a única sobrevivente da sua família. A sua vida posterior ao Holocausto foi dedicada a manter viva a memória dos homens, mulheres e crianças que morreram em Auschwitz. O livro foi publicado dois anos depois de a Segunda Guerra Mundial terminar. Albert Einstein ficou tão tocado pela sua história que lhe escreveu uma carta, a agradecer o seu «livro muito honesto e muito bem escrito».


O Diário de Renia
Recentemente redescoberto, setenta anos depois, O Diário de Renia é descrito como sendo um clássico da literatura do Holocausto. Escrito com a clareza e habilidade que lembra Anne Frank, é um testemunho extraordinário dos horrores da guerra e da vida que subsiste mesmo nos tempos mais sombrios.

Renia Spiegel nasceu em 1924. Em Janeiro de 1939 começou a escrever um diário. Quando começou a guerra, ela e a irmã estavam a viver com os avós em Przemysl. A guerra separou-a da mãe e durante os anos seguintes viveria sob a ocupação soviética e depois nazi e assistiria à criação do ghetto. No versão de 1942, Renia foi forçada a esconder-se para tentar escapar à liquidação do ghetto. Uns dias depois, o seu esconderijo foi encontrado e ela foi executada. Renia tinha apenas dezoito anos.

quinta-feira, 6 de maio de 2021

«O Agente Americano», um tríler de espionagem que é de leitura recomendada na CIA

Bestseller n.º 1 do New York Times, de leitura recomendada na CIA, O Agente Americano chega às livrarias no dia 11 de Maio sob a chancela da Lua de Papel.
Vince Flynn (1966-2013) foi um dos grandes mestres na escrita de tríleres de espionagem, lido por vários presidentes norte-americanos e agentes dos serviços secreto.  Este policial, traduzido do inglês por Raquel Dutra Lopes, brinda-nos com um caso de Mitch Rapp, um agente da CIA que se vê envolvido num grave incidente internacional.
O Agente Americano «fervilha de informações confidenciais e segredos da CIA», afirma Dan Brown. Este volume da aclamada série protagonizada por Mitch Rapp conta-nos a saga de um agente americano da CIA enviado a Paris numa missão que corre terrivelmente mal, envolvendo-o num grave incidente internacional.
Vingança Divina é o título de outro livro do autor que foi lançado em Portugal em 2014.

quarta-feira, 5 de maio de 2021

Susanna Tamaro está de regresso com «Uma Grande História de Amor»

Desde 1999 que em Portugal a Editorial Presença publica a obra da escritora italiana Susanna Tamaro. Após O Teu Olhar Ilumina o Mundo (2019), o seu mais recente livro chega hoje às livrarias. Uma Grande História de Amor é um romance poderoso e pleno de sabedoria - capaz de apontar o caminho para o renascimento que todos procuramos.
Que laços se criam entre as almas? Quanto podemos mudar, perante o destino, que une e separa?
Edith e Andrea ? ela, uma jovem progressista; ele, um capitão muito rigoroso ? encontram-se por acaso num ferryboat entre Veneza e a Grécia. O que parece um evento insignificante muda a vida de ambos… para sempre.
Primeiro, vem a recusa: como podem eles, pessoas tão diferentes, sentir-se atraídos um pelo outro? Depois, as várias fases de um amor inicialmente clandestino, as aventuras de uma longa separação, o perigo de um segredo, uma felicidade inesperada e uma grande provação. E, por fim, a ilha cheia de vento e de luz, para onde os dois se mudam depois de recuperarem uma velha casa abandonada. A ilha onde agora Andrea se encontra sozinho. Porém, os diálogos verdadeiramente importantes nunca se esgotam: enquanto cuida do jardim e das abelhas da amada mulher, Andrea continua a falar com Edith. Conta-lhe, com ternura e paixão, a grande história de amor que os uniu. E promete-lhe que encontrará a filha, Amy, que há muito cortou relações com os pais. Será possível recomeçar, redescobrir a família, apesar da tristeza e das verdades difíceis?
Quando parece que perdemos a capacidade de nos surpreender, de procurar a luz, de cuidar, será que o nosso coração se calou ou seremos nós que não sabemos ouvi-lo?

Citação
«Sem confronto, não há conquista. Sem conquista, não há hipótese de construir um destino.»

terça-feira, 4 de maio de 2021

«O Vício dos Livros», de Afonso Cruz, é um dos novos lançamentos da Companhia das Letras

Na biblioteca do faraó Ramsés II estava escrito por cima da porta de entrada: «Casa para terapia da alma.» É o mais antigo mote bibliotecário. De facto, os livros completam-nos e oferecem-nos múltiplas vidas. São seres pacientes e generosos. Imóveis nas suas prateleiras, com uma espantosa resignação, podem esperar décadas ou séculos por um leitor.
Somos histórias, e os livros são uma das nossas vozes possíveis (um leitor é, mal abre um livro, um autor: ler é uma maneira de nos escrevermos).
Nesta deliciosa colheita de relatos históricos e curiosidades literárias, de reflexões e memórias pessoais, Afonso Cruz dialoga com várias obras, outros tantos escritores e todos os leitores.
O Vício dos Livros é, evidentemente, um livro para quem tem o vício dos livros.
Um poderoso romance sobre identidade, raça e família.
Uma obra contundente de uma impressionante nova voz da literatura brasileira.
Com uma sensibilidade invulgar para lidar com os matizes das relações e uma inquietante habilidade para expor a questão racial sem ser didático ou panfletário, Jeferson Tenório afirma-se com
O Avesso da Pele, como uma das vozes mais potentes e corajosas da literatura brasileira contemporânea.

«Mandalas e Provérbios Orientais para colorir», um novo livro para serenar a mente

Começaram a estar na moda em Portugal no início de 2015 (ver aqui). Os livros para colorir para adultos, que visam amenizar o stresse que acumula-se, no nosso corpo e mente, vieram para ficar. Após dezenas de livros, cadernos e revistas publicados, a verdade é que nas livrarias, cada vez é mais escassa a diversidade deste género de livros; muitas edições esgotaram-se, dada tanta procura.
A pensar nos leitores e "artistas" sequiosos de novos padrões para dar cor, as Edições Parsifal vão fazer chegar às livrarias, a 12 deste mês, Mandalas e Provérbios Orientais para colorir, um livro adequado à descontração, à libertação das tensões quotidianas e à organização dos pensamentos.

Sinopse
Na tradição budista, as mandalas, enquanto símbolos representativos do Universo, são utilizadas como um método de meditação, em que o praticante centra a atenção nas suas formas e cores e as interioriza durante este processo ou depois de ele estar concluído.
Para acompanhar o estado de serenidade que a mandala transmite, inserimos ao longo da obra provérbios ilustrativos da riqueza do pensamento oriental. Estes adágios, além de servirem ao leitor como fonte de aprendizagem, também o acompanham durante o processo meditativo.
Ao colorir as mandalas que aqui apresentamos, distribuídas de forma harmoniosa com os provérbios, é já proporcionada, ainda que subtilmente, a descontracção do organismo, a libertação das tensões do dia-a-dia e a organização dos pensamentos. Calmante natural, Mandalas e Provérbios Orientais é um livro adequado a quem procura serenar a mente, busca a paz interior ou apenas um momento de relaxamento.

Exemplos de provérbios
- Para aquele que não sabe para onde vai, qualquer caminho serve.
- Não se atiram pedras à árvore que dá frutos.
- Se fazes planos para um ano, cultiva arroz. Se os fazes para dez, planta uma árvore. Se os fazes para toda a vida, educa alguém.
- Não coloques a frigideira ao lume se o veado ainda corre no bosque.

Desta editora, foram publicados recentemente estes livros.

«Lola» é o romance de estreia de uma nova voz na ficção portuguesa

Com edição da Suma de Letras, Lola é uma história sobre o amadurecimento de uma jovem mulher dos nossos tempos.

Cátia Vieira vive em Braga e é directora criativa da marca Selafano, além de influencer de livros. Neste seu romance de estreia, explora questões existenciais que afectam o ser humano desde o início dos tempos - quem somos e para onde vamos – juntando-lhe a influência dos tempos modernos, seja das redes sociais como o Instagram e o Tinder, e a dos temas mais universais como o feminismo e a busca pelo amor.

Lê a sinopse deste livro, aqui.

segunda-feira, 3 de maio de 2021

«Vida Instagramável», um relato escrito na primeira pessoa sobre o mundo, fútil, da aparência


Likes. Poses. Cenários perfeitos tirados como por magia de outros bem caóticos. Seguidores. Influencers. Vida Instagramável, da professora universitária Paula Cordeiro (Doutorada em Ciências da Comunicação) é, ao mesmo tempo, um guia do que não fazer no Instagram, um manual para uma vida melhor e um grito de liberdade.
Neste livro publicado pela Editora Arena, o leitor encontrará uma história de mudança de vida, paixões e ambições, mas também um ensaio sobre a cegueira dos likes ou da conquista de seguidores e o impacto que esta luta diária pela atenção do outro pode ter nas nossas vidas.

Texto sinóptico
Paula Cordeiro criou o Instagram Urbanista para provar que era possível reinventar-se profissionalmente. A ideia era explorar um novo mundo de negócio transformando as suas paixões em trabalho: escrever, moda, cultura, comunicação. Mas falhou. Seguiu todos os passos que era suposto, estudou todos os meandros das redes sociais e do comportamento humano nessas redes, comprou likes, usou todas as estratégias para ganhar seguidores, definiu hashtags e publicou às horas mais populares para conseguir mais alcance.

Tirava fotografias sempre que o cenário era propício, horas a treinar poses despreocupadas mesmo durante as férias em família. O telemóvel ia com ela para todo o lado, às vezes às escondidas. Tornou-se um vício, um peso e um stress constante. E depois de um burnout pegou nesses likes e transformou-os em amor próprio, fazendo do seu maior fracasso, o maior sucesso.

Este livro não é só o relato dessa aventura, mas um manual de entendimento do sucesso no Instagram - com todos os truques e segredos obscuros.

Outros livros da autora: Impressão Digital e A Rádio e as Indústrias Culturais.

domingo, 2 de maio de 2021

Transtorno de personalidade borderline é retratado no novo livro do psiquiatra João Carlos Melo


«Um vigoroso ensaio em busca do entendimento do amor-próprio.»

A. Coimbra de Matos

 
Reféns das Próprias Emoções (Os Indesejados), da autoria do médico psiquiatra, grupanalista e psicoterapeuta João Carlos Melo, será publicado na próxima 5.ª feira. Este livro, que mergulha na psicologia e na natureza humana, é um retrato íntimo das pessoas com personalidade borderline.
João Carlos Melo é coordenador do Hospital de Dia do Serviço de Psiquiatria do Hospital Fernando Fonseca. É autor de Nascemos Frágeis e Recebemos Ordens para Sermos Fortes (2019), O Inconsciente Está no Cérebro (2017) e As Faces do Inconsciente (2005).

Sinopse
Na psiquiatria, nem todos os pacientes nascem iguais. A investigação e a experiência de vários terapeutas mostra-nos que há pacientes com quem é mais fácil de simpatizar do que outros. Os pacientes com perturbação borderline da personalidade são pessoas incompreendidas, como incompreendida é a doença que as faz sofrer.

Que doença misteriosa é esta, definida com tanta imprecisão, tantas vezes ignorada ou esquecida e, contudo, capaz de gerar reações viscerais tão consistentes entre os profissionais de saúde que com ela se cruzam? E o que nos podem ensinar estes pacientes sobre o fascinante mundo da psiquiatria e sobre os mistérios da nossa mente?
João Carlos Melo propõe-nos um olhar mais humano, mais terno e mais esclarecido sobre estas pessoas.

Outro livro editado pela Bertrand que pode interessar: A Ansiedade nos Nossos Dias, de Diogo Telles Correia.

quinta-feira, 29 de abril de 2021

Serão publicados em Maio três livros com tradução da escritora Tânia Ganho

Para além de O País dos Outros, de Leïla Slimani, em Maio serão publicados outros dois romances traduzidos para português por Tânia Ganho: A Anomalia, obra que venceu o Prémio Goncourt 2020, o mais prestigiado galardão da literatura francesa, e Notas Sobre o Luto, a história do amor imenso de uma filha por um pai
O primeiro, é de Hervé Le Tellier, autor francês de romances, ensaios e poesia. O segundo, é da autoria da nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie, autora de A Cor do Hibisco, Meio Sol Amarelo, Todos Devemos Ser Feministas, entre outros livros.

Em junho de 2021, um acontecimento muito estranho altera a vida de centenas de homens e mulheres, todos passageiros de um voo Paris-Nova Iorque. Entre eles: Blake, pai de família e assassino a soldo; Slimboy, popstar cansado de viver na mentira; Joanna, advogada de topo apanhada nos seus erros; ou Victor Miesel, escritor quase desconhecido transformado em autor de culto.
Todos acreditam ter uma vida secreta. Nenhum deles imagina a que ponto isso pode ser verdade. Algo de muito estranho está prestes a acontecer.


Críticas de imprensa: «Inteligente e divertido.»; «Extraordinário e inventivo.»; «Vertiginoso. Genial!»; «Virtuoso. Uma proeza literária.»


No dia 10 de junho de 2020, na Nigéria, o académico James Nwoye Adichie morreu subitamente.
Chimamanda Ngozi Adichie, sua filha, partilha connosco os efeitos devastadores que esta morte teve em si. Tece na sua própria experiência os fios da história da vida do pai até aos seus últimos dias, já em confinamento, em que conversava com os filhos e os netos por videochamada.

 

quarta-feira, 28 de abril de 2021

«O Protocolo de Varsóvia» é o novo livro de suspense do americano Steve Berry

A Bertrand Editora, após publicar em 2019 O Manuscrito de Malta, volta a apresentar aos leitores portugueses um novo livro de suspense de Steve Berry, um dos autores mais vendidos do top do The New York Times.
O Protocolo de Varsóvia é «um puzzle diabólico que nos conduz numa viagem emocionante através da história da Europa e pelos enigmáticos segredos que a envolvem.»

Sinopse
326: Na demolição de um antigo templo erguido junto ao túmulo de Cristo, descobrem-se os restos da cruz de Jesus. É assim que começa a veneração das relíquias sagradas, e em particular de sete delas, ligadas à Paixão: a Vera Cruz, a Coroa de Espinhos, a Coluna da Flagelação, a Santa Esponja, a Santa Lança, os Pregos e o Sangue Sagrado. Com as Cruzadas, foram trazidas para Europa e expostas em lugares de culto.

2020: Cotton Malone está na basílica do Sangue Sagrado em Bruges onde está depositado, desde o século xii, o frasco sagrado que contém o sangue de Cristo recolhido por José de Arimateia. Durante a sua visita ao templo o precioso relicário é roubado e Cotton Malone descobre entretanto que quatro das sete Relíquias Sagradas desapareceram nos meses anteriores. É o início de uma investigação fascinante, durante a qual Malone terá de mostrar uma maestria extraordinária para escapar àqueles que, na sombra, querem a todo custo manter secreta uma verdade obscura.

Elogios da imprensa internacional
«Berry tempera o enredo com histórias fascinantes e locais vívidos, e o trabalho é tão informativo como qualquer livro didático.» Publisher’s Weekly

«Berry harmoniza um mistério histórico com uma intriga atual, desenvolve o enredo num ritmo veloz e move-se com grande elegância entre os diversos campos de ação.» Booklist

«A Senhora e a Ilha», o novo romance de Alberto João Jardim

Após escrever um livro de memórias políticas, Relatório de Combate (2017), e de se ter estreado no Romance em 2018 com Diz Não!, o ex-presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, apresenta o seu novo livro de ficção: A Senhora e a Ilha, à venda a 11 de Maio, com o cunho da Editora Casa das Letras.

Excerto
«Subitamente, a chuva parou em absoluto. Como normalmente, adivinhavam-se alguns momentos de estio. Abertas estrinçavam o mar de nuvens em muitos farrapos, desta forma súbita permitindo ainda quase distinguir pro­longadamente os fundos dos abismos enormes, ainda que já negros ao avistar de cima.
Maria Inês olhou fascinada, perdendo a conta do isola­mento em que estava, sob o impacto do belo. Algo calmo invadira-lhe a alma e possuía-a. Um ruído estranho vinha agora da profundeza das mon­tanhas. É o vento… mas com um som que nunca lhe ouvi, pensou ela, já em murmúrio consigo própria. Só que o barulho aumentava sem se tornar estrondo. Maria Inês surpreendeu-se por desta vez não sentir medo de qualquer espécie. Dir-se-ia com o espírito sossegado, voluntariamente entregue ao que viesse. "Maria Inês!", pareceu-lhe ouvir chamar. Só me faltava, agora, estar a imaginar coisas, disse para consigo. Mas sempre extraordinariamente calma, como quem tem cer­teza de que o Bem advirá.

«Este livro propõe-se a reflectir sobre algumas questões essenciais, decisivas para o nosso futuro. É um romance, torna a leitura mais atractiva e mais leve. Dedico este trabalho a todos os que me ajudaram na vida política e utilizo algumas palavras do falar madeirense». Alberto João Jardim, na introdução.

«Start & Stop», um livro que ensina a parar para recuperar o bem-estar físico e mental


Start & Stop
é o novo livro de José Soares, professor catedrático de Fisiologia e especialista com larga experiência na melhoria da performance em pessoas e equipas, seja em contexto de desporto de alto rendimento, seja em ambiente corporativo. 

José Soares é atualmente performance manager do piloto Miguel Oliveira, estrela portuguesa do circuito de MotoGP.

Depois do êxito de Reload: menos stress, melhor performance, publicado em 2018, a Ideias de Ler publica a 6 de Maio um guia para ajudar a melhorar o desempenho profissional, sem comprometer a saúde e o bem-estar.

Sinopse
Sente que trabalha demasiadas horas? E, quando chega a casa e quer relaxar, só consegue pensar nas tarefas que deixou pendentes? Tem dificuldade em desligar e recuperar a energia de um dia para o outro?
Através da análise de casos reais, nos quais direta ou indiretamente nos revemos, o fisiologista e especialista em performance José Soares demonstra como os ambientes profissionais exigentes podem ter impacto negativo na nossa saúde física e mental, tornando cada vez mais frequentes os estados de cansaço, depressivos e até de burnout.
Com sugestões e estratégias fáceis de implementar, Start & Stop ensina-o a parar, a recuperar e a repor o equilíbrio necessário entre a vida pessoal e profissional, ajudando-o a melhorar a qualidade de vida sem comprometer a produtividade. 

segunda-feira, 26 de abril de 2021

Em Maio são lançados novos livros de não-ficção cujas histórias têm Auschwitz com elo de ligação

A 3 de Maio a Editora Vogais vai publicar Na Orquestra de Auschwitz, uma história real sobre sobrevivência e o poder da música.
Enviada para Auschwitz em 1943, Elsa Miller sobreviveu ao campo de extermínio devido ao seu talento. Como violinista, teve a «oportunidade» de se juntar à orquestra feminina do campo, regida por Alma Rosé, sobrinha do famoso compositor Gustav Mahler. É este o segredo que Jean-Jacques Felstein, o filho de Elsa, descobre muito tempo após a morte prematura da mãe, que nunca lhe revelara nada acerca do seu passado.

Outra história verídica, também sobre o Holocausto, chegará às livrarias a 13 de Maio. Um Longo Caminho em Auschwitz é um poderoso testemunho e uma sentida mensagem de esperança.
Max Eisen nasceu em 1929 na pequena vila de Moldava nad Bodvou, na antiga Checoslováquia. Cresceu no seio de uma numerosa família judaica, da qual foi afastado aos quinze anos, quando o destino os levou para Auschwitz. Sobreviveu ao processo de seleção e foi recrutado para trabalho escravo naquele famigerado campo de concentração. Após ficar gravemente ferido por um dos guardas das SS, um médico polaco salvou-o da morte certa e ofereceu-lhe emprego no hospital, prolongando assim as suas expectativas de sobrevivência.

domingo, 25 de abril de 2021

Livro de memórias da primeira médica surda em Portugal

Luísa Abreu dos Santos nasceu no Funchal em 1980. Além de médica, também sabe o que é estar no papel de doente. Acreditar e Vencer – a médica que superou a morte é o título da sua autobiografia. É um livro-testemunho que retrata a perseverança, determinação e coragem de quem enfrenta uma doença rara, (NF2), que apesar de a tornar surda, não a fez desistir do sonho de ser médica de família.

Sinopse
Luísa tinha tudo para ser feliz: uma família unida, uma infância saudável e o sonho de ser médica. Mas aquilo que é dado por adquirido pode mudar num segundo. A morte do pai foi apenas o início de um longo e arrepiante caminho que Luísa Abreu dos Santos tem travado contra uma doença chamada Neurofibromatose 2.
A primeira médica surda em Portugal faz um relato emotivo sobre a sua luta pela sobrevivência, tornando-a numa vencedora que já superou a morte três vezes…

Esta é a página deste livro no Facebook.

Em «A Rebelião», Joseph Roth faz um retrato da sociedade austríaca do seu tempo

Excerto do 1.º parágrafo
«Os barracões do Hospital de Guerra Número XXIV encontravam-se à beira da cidade. Da última estação do eléctrico até ao hospital, um homem são teria tido de caminhar vivamente uma meia hora. O eléctrico conduzia ao mundo, à cidade grande, à vida. Mas os ocupantes do Hospital de Guerra Número XXIV não podiam chegar à última estação dos carros eléctricos.»

Traduzido para português a partir do original alemão por Paulo Osório de Castro, A Rebelião é o retrato desencantado de uma sociedade austríaca profundamente humilhada, fraturada e perdida, cuja opressiva e burocrática máquina estatal continua a controlar de forma cega os destinos dos cidadãos.

Neste romance publicado originalmente em 1924, «Joseph Roth, tal como os seus contemporâneos Broch, Musil e Zweig, esquadrinha, com dolorosa atenção, uma sociedade austríaca moribunda.» (Le Monde)

O novo romance da escritora Leïla Slimani


«O mundo deste romance (...) está magistralmente criado. A vida pessoal, a vida social, a vida de todos os dias saltam da página, plenos de vivacidade, e sentimos as dores da família apanhada no meio do conflito da História. Um romance excepcional e poderoso, de uma escritora justamente aclamada.» Salman Rushdie

«Um romance fascinante e muitas vezes comovente, uma combinação de ficção e memórias, que mostra uma mulher a lutar pela sua independência.» Elle

«Quem melhor do que Slimani para escrever um grande romance contemporâneo sobre (…) os horrores da colonização e as dores da descolonização?» Vanity Fair
Depois do sucesso Canção Doce, que conquistou mais de um milhão de leitores em cinquenta países, e de No Jardim do Ogre, Leïla Slimani confirma a sua impressionante capacidade narrativa e compreensão da alma humana no seu novo romance, a publicar pela Alfagura a 4 de Maio.
O País dos Outros
, traduzido para português por Tânia Ganho, é o seu terceiro romance e venceu o 'Grand Prix de l’Héroine Madame Figaro'. Além dos romances, a escritora e jornalista franco-marroquina tem publicados vários livros de ensaio e opinião, a par da sua actividade cívica em defesa dos direitos humanos e dos direitos das mulheres.

O mais recente romance do francês Patrick Modiano

Melancólica e subtil reflexão sobre a memória e o tempo que passa sem realmente desaparecer, Tinta Simpática é uma jóia literária que confirma uma vez mais a extraordinária qualidade da obra de Patrick Modiano, Prémio Nobel da Literatura de 2014.
Neste romance, disponível nas livrarias a partir da próxima semana, o autor mantém os leitores magistralmente suspensos num mistério contínuo: uma mulher desapareceu, volatilizou-se em Paris, num caso que, mesmo 30 anos depois, continua a assombrar o detetive contratado para a encontrar. O seu insucesso e frustração fazem-nos compreender até que ponto somos prisioneiros do nosso passado.

Tinta Simpática (tradução de Carlos Sousa de Almeida a partir de Encre sympathique, 2019) é o 7.º título de Modiano que a Sextante publica em Portugal.

quinta-feira, 22 de abril de 2021

Toda a verdade sobre a doença de Alzheimer


A doença de Alzheimer é a grande doença do século, sendo uma das doenças mais temidas pela população.

Em Alzheimer - A Verdade sobre a Doença do Século, o neurologista francês Bruno Dubois responde às seguintes perguntas:

Mas o que é exactamente esta doença que nos rouba o nosso bem mais precioso, as nossas memórias e a nossa identidade?
O que é que falha no nosso cérebro?
Como é que é diagnosticada?
Será que esquecermo-nos do nome de alguém ou de uma palavra é suficiente para ficarmos preocupados?
E qual é o tratamento?
Em que ponto está a investigação científica?
Será possível encontrarmos um medicamento para tratar a doença ou teremos de nos resignar?
Qual será o papel do Estado?

quarta-feira, 21 de abril de 2021

Novidades d'A Esfera dos Livros

Além dos livros de Puericultura Castigar Não é Educar e Dormir Sem Lágrimas, e do livro de memórias A Duquesa de Windsor, eis outras três recentes publicações a cargo da editora A Esfera dos Livros.

A Geometria Divina
O que é que têm em comum músicos, matemáticos, arquitetos, pintores, desenhadores, engenheiros, biólogos, filólogos, geólogos, sacerdotes e místicos? O facto de todos – quer o saibam, quer não – serem geómetras. Num mundo como o atual, em que o saber está dividido e especializado em excesso, a capacidade integradora da geometria é o melhor caminho para chegar a um conhecimento universal, único e verdadeiro. Não é em vão que a realidade é geométrica, e desvendar o seu mistério permitir-nos-á compreender a ordem que rege o universo.
Que sentido têm os números? Em que é que consiste a proporção áurea? E o número Phi? E as «séries de Fibonacci»? Qual é a origem da escala musical? Que conhecimento se oculta por detrás da construção das pirâmides do Egito, dos templos gregos ou das basílicas cristãs? O que é que simboliza o famoso «Homem de Vitrúvio» de Leonardo da Vinci?
Jaime Buhigas inicia-nos de forma singela e amena à divina geometria, e ajuda-nos a responder a todas estas interrogações e a diversos enigmas históricos de grande interesse. «Não entre aqui quem ignore a geometria», podia ler-se na porta da Academia de Platão. Para aceder a este livro não é preciso saber o que quer que seja. Basta ter vontade de aprender.

Jaime Buhigas Tallon gosta de contradições e peca por ser desordenado e pouco pontual. Ainda assim, se bem que tarde, sempre acaba por chegar. Em geral, a máxima «quem muito abarca pouco possui», característica daqueles que como ele estudaram arquitetura, adapta-se-lhe na perfeição.
É um viciado dos Caminhos de Santiago e crê que o mundo pertence, antes de mais, aos viajantes. Nutre uma verdadeira paixão pela geometria sagrada, que até agora tem divulgado em aulas e conferências. Este livro reúne a sua visão clara da fascinante estrutura que rege tudo aquilo que vemos, somos e fazemos neste universo de que participamos.

Breve história de Inglaterra
«Jenkins sente um fascínio contagioso pelos ambientes de Inglaterra». The Times
«Uma narrativa viva e confiante desde a aurora saxónica… até David Cameron». Financial Times
«Jenkins tem um olhar jornalístico para detalhes irresistíveis… Alegra-me que finalmente tenha surgido um guia de leitura rápida que abarca toda a história de Inglaterra». History Today

Simon Jenkins é o autor dos sucessos de vendas England’s Thousand Best Churches e England’s Thousand Best Houses, ex-editor do The Times e do Evening Standard e colunista do Guardian.


Judeus portugueses na América
A Liberdade, que desde 1886 recebe de chama na mão quem se aproxima de Manhattan, guarda aos seus pés a memória de uma diáspora com origens no outro lado do Atlântico. Emma Lazarus, a autora do poema gravado no pedestal da estátua, conseguia recuar a sua ancestralidade até um judeu de Lisboa que, em 1738, chegara naquela mesma cidade de Nova Iorque. Mas a história dos judeus portugueses na América do Norte havia começado bem antes, quando, em meados do século xvii, o navio St. Catrina aportou em Nova Amesterdão, trazendo a bordo 23 refugiados do Recife. A gesta continuou ao longo das décadas e séculos seguintes, repleta de personagens inolvidáveis. Do rabino patriota ao príncipe mercador, do herói revolucionário ao daguerreotipista do Faroeste, da matriarca que escrevia poemas ao médico que catalogava as maleitas da Virgínia, este livro revisita estas e outras histórias de judeus portugueses que marcaram os primórdios dos Estados Unidos da América.

Carla Vieira é investigadora de pós-doutoramento no CHAM – Centro de Humanidades da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e membro da Cátedra de Estudos Sefarditas Alberto Benveniste. Nos últimos anos, tem centrado a sua pesquisa em torno da diáspora sefardita e das relações luso-britânicas no século XVIII.

Novos livros de Puericultura: «Castigar Não é Educar» e «Dormir Sem Lágrimas»

Castigar Não é Educar
Todas as vantagens da disciplina positiva

de Lorena García Vega
Por que não devemos castigar?
Serve para alguma coisa o cantinho para pensar?
Por vezes será o silêncio uma boa ferramenta com as crianças?
Este instrutivo livro fala-nos, a partir dos princípios da Disciplina Positiva, sobre quais são as formas mais amáveis e úteis de educar os nossos filhos, e fá-lo sem julgamentos ou preconceitos.
Respeito, motivação, empatia, confiança e gestão emocional são apenas alguns dos pilares de uma educação flexível que conecta com a criança e com os seus sentimentos.
Que evita a rebeldia, a vingança e que saltem faíscas na família.


Dormir Sem Lágrimas

Deixá-lo chorar não é a solução

de Rosa Jové
Um bebé que não dorme à noite pode ser uma das maiores provações por que os pais passam. Atualmente existem inúmeras teorias e métodos de treino sobre como adormecer um bebé, e, muitas vezes, os pais acabam por se sentir perdidos no meio de tanta informação. Alguns métodos defendem que se deverá deixar a criança chorar, que as canções de embalar são contraproducentes ou que dormir na cama dos pais é uma viagem sem retorno. Mas as sequelas e os efeitos nocivos de alguns destes métodos podem ser bastante problemáticos e ter efeitos a curto e longo prazo. Assim, deixar o seu bebé chorar não é uma solução, pois se o bebé chora é porque sofre e necessita de atenção.
Para a autora, psicóloga infantil e especialista neste tema, «o sono é um processo evolutivo e qualquer criança saudável vai eventualmente conseguir dormir um dia», não sendo preciso tentar alterá-lo, pois, como qualquer necessidade vital, o sono acabará por se harmonizar com as nossas restantes necessidades em cada momento da nossa vida.
O objetivo não será aplicar um método ou regras de disciplina, mas, sim, explicar que se abordarmos os distúrbios de sono do nosso filho com afeto e compreensão, a criança acabará por nos conduzir, como fica provado nestas páginas, a noites mais serenas em que todos, pais e filhos, poderão dormir tranquilamente.
Com mais de 100 mil exemplares vendidos em Espanha, este livro, fundamental para todos os pais, ajuda, através de informação fidedigna, a desfazer mitos e preconceitos que se têm vindo a implementar na nossa sociedade sobre um tema tão importante para a vida de um bebé.

Livro de memórias sobre a Duquesa de Windsor, a americana, que tal como Meghan Markle, abalou a monarquia britânica

Wallis Simpson foi uma americana da alta sociedade que conheceu o então príncipe de Gales e o herdeiro da coroa, Edward VIII, por meio de um amigo em comum. Edward VIII se tornou rei em Janeiro de 1936 e nesse ano abdicou dos seus deveres reais para se casar com Wallis Simpson.
Este caso foi o único outro precedente monárquico semelhante ao de Harry e Meghan. Como Markle, Wallis Simpson também era americana e divorciada, e se apaixonou por um herdeiro da coroa britânica.
Durante muitos anos, Diana Mitford (1910-2003) foi amiga e vizinha do Duque e da Duquesa de Windsor. No livro A Duquesa de Windsor - Memórias de uma amiga, que chegou recentemente às livrarias, Diana Mitford partilha com os leitores algumas das suas memórias sobre a americana divorciada que abalou a monarquia britânica nos anos 30.

Sinopse
Amiga íntima do Duque e da Duquesa de Windsor, Diana Mitford era convidada habitual nas suas festas em Paris ou no «Moulin» em Orsay, onde eram vizinhos. Escrevendo com o seu estilo inimitável – extremamente inteligente, divertido e observador –, Diana Mitford pinta um extraordinário retrato da sua amiga, que é simultaneamente extremamente vívido e realista no que toca aos seus defeitos. O que é que cativou tão profundamente o Rei Eduardo VIII e o levou a abdicar, de modo a poder nunca se afastar dela? É esta a pergunta a que Diana Mosley tenta responder, e para a qual estará talvez mais qualificada do que qualquer outra pessoa, visto o seu amor por Sir Oswald Mosley, líder dos fascistas britânicos, por quem ela deixou o seu primeiro, e imensamente rico, marido.

segunda-feira, 19 de abril de 2021

O livro que explica a razão pela qual as crianças dinamarquesas são mais felizes

Iben Dissing Sandahl é especializada no aconselhamento de famílias e crianças. Depois do grande sucesso alcançado com Pais à Maneira Dinamarquesa (Arena, 2019), no seu novo livro, Brincar à Maneira Dinamarquesa, esta psicoterapeuta e professora que vive em Copenhaga, descodifica o famoso modelo escandinavo que serve de inspiração a pais e educadores de vários países para promover a felicidade, confiança e espontaneidade das crianças.

Um guia prático para brincadeiras livres, não estruturadas, que define claramente as etapas a ter em conta para criar filhos fortes e saudáveis.
Com tópicos práticos e exemplos inspiradores, Brincar à Maneira Dinamarquesa ajudará pais e educadores a tornar as crianças ainda mais felizes e mais bem integradas.

«Brincar à Maneira Dinamarquesa defende energicamente a brincadeira livre e dá sugestões práticas aos pais, educadores e médicos para a sua implementação. Concordo que a liberdade de resolver conflitos, medos, e exprimir criatividade só pode ajudar a reduzir o stress, a aumentar a autoconfiança, a diversão, as competências para resolver problemas e a resiliência.» Barbara Lavine, conselheira profissional licenciada, Virginia, EUA

sábado, 17 de abril de 2021

Novo livro de Michel Houellebecq entre as novas publicações do Penguin Random House Grupo Editorial

Novas publicações das editoras Objectiva, Alfaguara e Suma de Letras, chancelas do Penguin Random House Grupo Editorial.

A Incrível História de António Salazar, de Marco Ferrari
Baseando se nos testemunhos recolhidos dos 20 000 resistentes presos pela PIDE e das suas práticas implacáveis de terror, Marco Ferrari, escritor e jornalista, devolve à nossa memória colectiva a verdade sobre os dois estranhos anos em que Portugal viveu em coma, com um velho ditador que já não o era.

Passo a Passo, de Helena Sacadura Cabral
Num exercício de enorme intimidade, Helena Sacadura Cabral registou o passar do tempo e as muitas emoções que sentiu, sempre com uma certeza: seja qual for o obstáculo que temos pela frente, a vida não pára, as estações sucedem se e o medo e a incerteza dão, invariavelmente, lugar à alegria da redescoberta. Porque a alegria é sempre um caminho que podemos escolher.

Plataforma, de Michel Houellebecq
Neste seu terceiro romance, Michel Houellebecq, autor incontornável das letras francesas, faz uma reflexão implacável sobre a hipocrisia e a pretensa superioridade da civilização ocidental, com os seus seres desencantados e perversos. Um livro tão amargo quanto divertido, que releva o lugar do escritor francês como um dos mais lúcidos pensadores do nosso tempo.

Garra, de Cecelia Ahern
A autora bestseller Cecelia Ahern, traz-nos uma coleção ferozmente feminista de histórias que iluminam, às vezes de maneira fantástica, como as mulheres navegam o mundo hoje. Ahern assume os aspectos familiares da vida das mulheres - as rotinas, os constrangimentos e os desejos - e os eleva com a sua mistura astuta de realismo mágico e percepção social.

«Lisboa Judaica» é um dos novos livros das Edições Parsifal

Além do livro Pensar a Utopia, Transformar a Realidade, do antropólogo João Carlos Louçã, outras duas publicações recentes da Parsifal são Lisboa Judaica, de Sérgio Luís de Carvalho (autor de Lisboa Nazi), e o livro de contos Histórias de Liberdade e Outras, da escritora Filomena Marona Beja.

Segregação. Perseguição. Integração. É em torno destas três palavras que se construiu a história dos judeus em Portugal e em Lisboa. Uma história feita de momentos diversos e acontecimentos singulares, desde as épocas de dor e angústia até aos dias de solidariedade e de celebração.
Neste livro iremos narrar essas histórias em três grandes épocas: durante a Idade Média, a Idade Moderna e nos nossos dias.
Iremos percorrer os locais mais marcantes, referir os acontecimentos mais importantes, falar de homens e de mulheres que nesta cidade viveram, sobreviveram, prosperaram ou pereceram.
Através desta obra, o leitor fica a saber o que resta das judiarias na Lisboa contemporânea, como decorria um processo de auto de fé, como resistiram os judeus à Inquisição ou como contribuíram para o reino.
Lisboa Judaica conta uma história feita de gentes, de testemunhos, de património e de regras. Uma longa história que vem até aos nossos dias - e que pode ser também um alerta contra a intolerância.
Uma história muito nossa, afinal.


Histórias de Liberdade e Outras marca o regresso de Filomena Marona Beja ao conto, uma área de escrita ficcional que revisita regularmente e na qual se move com particular maestria. Neste livro, apesar de serem muitos os temas que dão forma às suas histórias, a liberdade constitui um traço comum à generalidade dos contos.
Esse poder, ou essa emancipação, confere assim aos protagonistas a coragem de não resistir à urgência do amor («Correio para o Corvo»), de persistir perante as adversidades («Circum-navegar»), o direito a uma nova oportunidade («Há quanto, quanto tempo!»), de contrariar preceitos sociais («Eu não sei como te chamas») ou, no limite, a liberdade de decidir sobre a própria vida («Desengano»).
Desta forma, Filomena Marona Beja alia a diversidade temática à qualidade literária e à singularidade narrativa que a distinguiram, fazendo de Histórias de Liberdade e Outras uma extraordinária obra de ficção de uma das mais originais vozes da literatura portuguesa actual.

Outros títulos da autora na Parsifal: Um Rasto de Alfazema, Avenida do Príncipe Perfeito, De Volta (Aos Contos) e Barcas Novas Levam Guerra.

sexta-feira, 16 de abril de 2021

O mundo da prostituição é o epicentro do romance «A Casa», de Emma Becker

Após ter escrito os romances Mr e Alice, a escritora francesa Emma Becker apresenta o seu novo livro. Com o intuito de compreender a prostituição e as mulheres que desenvolvem esta actividade, Becker trabalhou num bordel em Berlim durante dois anos e meio. Essa experiência deu origem ao romance A Casa, que a Casa das Letras publica na próxima semana.

Em A Casa, Emma Becker descreve a vida no bordel berlinense onde, durante dois anos e meio, sob o pseudónimo de Justine, nome da famosa personagem de Sade, decidiu vender o seu corpo para tentar compreender o mundo da prostituição, as mulheres que nele trabalham e os homens que a ele recorrem.
Retrato da sua vida sexual e amorosa durante esta experiência, das suas companheiras e dos bastidores deste mundo proibido,
A Casa é um romance que transborda as paredes do bordel. Mais do que uma história sobre as mulheres desta casa, é sobre o modo como estas veem o mundo, sobre os homens que pagam os seus serviços, sobre os seus desejos, os seus limites, as suas armadilhas, e, acima de tudo, sobre todos os desejos que nos fazem tremer.

quarta-feira, 14 de abril de 2021

'Honjok' ou a arte de ser feliz estando sozinho

Honjok é um termo sul-coreano para pessoas que voluntariamente realizam atividades sozinhas. O termo foi popularizado em 2017, quando a Coréia do Sul viu um aumento no número de pessoas comendo, bebendo, viajando e realizando outras atividades sozinhas.

O livro Honjok, de Francie Healey e Crystal Tai, é a mais recente publicação com o cunho da Pergaminho.

«Nos seus Ensaios Completos, Michel de Montaigne - o importante filósofo da Renascença Francesa - declara: "O maior feito do mundo consiste em sabermos pertencer a nós mesmos." Os honjok convidam-nos a considerar este sentimento, e a descobrir quem somos para lá das normas sociais e culturais. Neste livro, partilharemos reflexões sobre a beleza da solitude e a profunda satisfação que decorre de investirmos na nossa vida interior. Será uma viagem de autorreflexão que conduzirá o leitor à sua interioridade através de um processo de observação diligente e de um cuidado questionamento. A leitura deste livro, ao explorar os temas da solidão, do amor-próprio e da liberdade exercida do interior para o exterior, oferecer-lhe-á a oportunidade de aprender mais sobre o seu eu verdadeiro e sobre os seus desejos e necessidades.»

Honjok significa, em coreano, «tribo de um». Esta palavra surgiu para designar um fenómeno crescente na Coreia: uma sociedade intensamente gregária assiste a um número cada vez maior de pessoas a escolher viver sozinhas, não constituir família nos moldes tradicionais e, basicamente… passar tempo consigo mesmas.

No mundo hiperconectado em que vivemos, quanto tempo passamos realmente na nossa companhia? Mesmo sozinho em casa, estamos muitas vezes imersos em redes sociais ou distrações de natureza vária. Honjok é um convite a redescobrir o prazer da sua própria companhia e a desfrutar do silêncio e da tranquilidade que resultam de saber estar bem consigo mesmo.