quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Novidades Chiado Editora

Sonho, Fé e Coragem
O ser humano não nasceu para morrer de doença, mas sim de velhice! José Canita, profundamente inconformado com a saúde humana, resolveu escrever este seu segundo livro. Ele mesmo foi apanhado por algumas doenças, mas tem procurado há mais de 18 anos, voltar ao seu bem-estar e qualidade de vida! Uma incrível caminhada de sofrimento, dor, superação, mas principalmente de muita fé e coragem! Uma verdadeira inspiração para todos os que querem ser saudáveis em simultâneo com o sucesso profissional!

Baseado no maior Tour literário altruísta e de reconhecimento público realizado em Portugal, este livro faz parte do projeto “Quem Tem Coragem?”, considerado o maior desafio da vida do autor: Inspirar as pessoas a serem mais ativas, saudáveis, vencedoras e com maior sucesso e felicidade!

• Como se consegue melhorar a nossa saúde, bem-estar e qualidade de vida, convivendo com os inúmeros perigos da sociedade moderna?
• Como se consegue prevenir e superar muitas das doenças?
• Como se consegue evitar milhões de mortes e sofrimentos por doenças cardiovasculares, cancro, diabetes, entre outras?
• Em quem deveremos confiar a nossa saúde?
• Como se consegue melhorar a nossa produtividade no local de trabalho?
• Como se consegue reduzir o absentismo e as doenças por incapacidade?
• Como será possível ter populações mais saudáveis, motivadase empreendedoras?

Chegou a hora de sermos mais audazes nesta ambição: Termos uma vida longa e simultaneamente, sermos pessoas saudáveis!
Este livro pode ajudar!
Sem saúde não seremos nada, nada, nada!
Pense bem!

O autor
Através do seu primeiro livro de desenvolvimento pessoal Quem Tem Coragem?, já inspirou milhares de pessoas a tomarem decisões para uma vida mais saudável, de sucesso e felicidade. Por essa razão, ao longo das Palestras Tour Portugal, foi batizado de “Missionário Inspirador”. Fundador do projeto “QUEM TEM CORAGEM?®”, José Canita conseguiu ser o primeiro autor em Portugal a idealizar, produzir e realizar com os seus próprios meios uma verdadeira volta a Portugal literária, altruísta, inspiradora, de reconhecimento público e de responsabilidade social da pessoa humana. Próximo desafio Portugal-Brasil: Tornar pessoas e organizações, mais saudáveis e produtivas.

 
Primeiro Sendo
de Francisco Penim
Todos os dias o Martim espera pela menina e a Rita volta. Todos os verões ela passa a ponte para mais longe mas regressa para ele no jardim. Estes estares e não estares dela, cíclicos, alimentam-lhe a forma de amar e a necessidade que tem de verbalizar o primeiro amor que partilham. Sempre uma nova forma de mostrar o quanto a ama e sentir esse amor que é um tudo que fica. Mas quando a distância e o tempo entre o Martim e a Rita aumentam, só o amor que aos dois une, pode decidir não se mexer do mesmo sítio.

O autor
Francisco Penim, 51 anos, jornalista e executivo de media, estudou em Lisboa, Boston e Columbia. Começou na rádio em 1986. Na televisão, desde 1994, produziu e realizou inúmeros programas de informação e entretenimento para a CMTV, RTP, SIC, TVI e outros canais. Primeiro Sendo é o seu romance primeiro.

Novidade Editorial Planeta: «Chega Aqui que Vamos Falar de Amor»

Chega Aqui que Vamos Falar de Amor
de Francisco Sexto Sentido
Sinopse
Uma nova voz fresca e provocadora na narrativa portuguesa que destrói algumas mentiras que nos andam a contar sobre o amor e a capacidade de amar num mundo em que tudo é frágil e efémero.
Esquece tudo o que te têm dito sobre o Amor. Eles não sabem o que dizem. Devo gostar de mim, sim, mas antes e mais do que tudo? Não. Se eu não gostar de mim ninguém gostará? Treta. As mulheres são espectaculares, mas nunca vamos perceber como funcionam? Disparate. O Amor requer coragem e um grande coração? Sim. Mas já sabemos que não há almoços grátis. Francisco Sexto Sentido vai guiar-te na viagem mais importante da tua vida: o Amor. Preparado?

Excerto
«É verdade, amo-te mais do que a mim mesmo. Não sei muito bem qual é a utilidade de vir ao mundo para me amar a mim em primeiro lugar. Sinceramente, acho que é uma actividade bastante desinteressante. Já me conheço. Estou aqui neste corpo e nesta cabeça desde que nasci. Tive revoltas comigo mesmo, mas ando a aprender a respeitar-me. Agora, amar? Amar, amo-te a ti.»

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Novo livro do Psiquiatra Diogo Telles Correia

A Bertrand Editora publica a 7 de Setembro A Ansiedade nos Nossos Dias, de Diogo Telles Correia, Médico Especialista em Psiquiatria e Psicoterapeuta. O lançamento do livro acontece a 20 deste mês.
Do mesmo autor encontra-se publicado pela editora Pensar. Sentir. Viver., obra em co-autoria com Judite Sousa.

Sinopse
1,5 milhões de portugueses sofrem de uma perturbação de ansiedade. É provável que muitas vezes se sinta incapaz de lidar com as exigências do dia-a-dia e que este mundo apressado vá imprimindo na sua mente uma velocidade desumana, que lhe provoca inquietação. Frequentemente, nestas circunstâncias, o corpo começa também a dar sinais: o coração bate mais depressa, a respiração torna-se ofegante, a barriga parece ganhar vida própria… Os medos — que podem ser do presente, do futuro, de tudo e de nada — começam a surgir. Às vezes estes medos focam-se em situações específicas, como estar em espaços públicos ou em lugares fechados. E, de repente, a ansiedade está instalada... A ansiedade é uma situação que não olha a condições de vida ou escalões do IRS. Pode afetar qualquer um e é muitas vezes vivida em silêncio e incompreendida pelos que nos são próximos.
Contudo, é uma afeção tratável e, no pior cenário, uma situação que se aprende a gerir. O médico psiquiatra e psicoterapeuta Diogo Telles Correia desmistifica e explica as várias manifestações da ansiedade, discute os tratamentos e abordagens terapêuticas mais eficazes e dá-nos pistas sobre como lidar com ela ou ajudar os que nos são próximos a obter a ajuda necessária e adequada. Ilustrado com casos reais, os leitores terão a hipótese de esclarecer todas as suas dúvidas sobre ansiedade, de se reconhecerem nos perfis traçados e de se sentirem apoiados e mais capazes de enfrentar a maior epidemia da nossa era.

quinta-feira, 23 de agosto de 2018

Editora 20|20 publica 26 novos livros a 3 de Setembro

Já são conhecidos os livros das chancelas da Editora 20|20 que a 3 de Setembro chegarão às livrarias. Dos 26 novos títulos (ver a lista completa em www.2020.pt), em seguida aponto um de cada chancela, respectivamente: Topseller, Elsinore, Vogais, Nascente, Fábula e Booksmile.
A Guerra Que Salvou a Minha Vida
de Kimberly Brubaker Bradley
Um livro emocionante e arrebatador para ler com um sorriso nos lábios e lágrimas nos olhos.
Tudo o que Ada conhece do mundo é o pouco que consegue ver a partir da janela. Sempre viveu com a mãe e o irmão mais novo num apartamento minúsculo, de onde está proibida de sair. Ada apenas teve a infelicidade de nascer com um pé aleijado, mas isso é mais do que motivo para a mãe se envergonhar dela, maltratando-a e escondendo-a.
Com a aproximação da guerra, todas as crianças de Londres são enviadas para um campo fora da cidade, e Ada aproveita a oportunidade para fugir com o irmão. Os dois são acolhidos por uma família que os ama incondicionalmente, sem distinções nem preconceitos, e Ada pode finalmente aprender a ler, a escrever e a montar a cavalo.
Pela primeira vez na vida, faz amigos e percebe o verdadeiro significado da palavra felicidade. Mas tudo pode ser posto em causa quando o passado volta para pôr Ada novamente à prova.
Imperdível e obrigatória, esta é a história das inúmeras batalhas que temos de travar para conquistarmos o nosso lugar no mundo.


21 Lições para o Século XXI
de Yuval Noah Harari
Mas será que ainda sabemos quem somos? Ou será que as nossas invenções acabarão por nos tornar irrelevantes? Como podemos proteger-nos de uma guerra nuclear, de cataclismos ecológicos ou de falhas tecnológicas? O que podemos fazer contra a epidemia de notícias falsas ou a ameaça do terrorismo? O que devemos ensinar aos nossos filhos?
Yuval Noah Harari leva-nos numa viagem emocionante pelas questões mais prementes da atualidade. O fio condutor que percorre este seu novo e impressionante livro é o desafio de conseguirmos manter a concentração, tanto a nível coletivo como individualmente, diante de um mundo de mudanças constantes e desorientadoras. Seremos nós ainda capazes de compreender o mundo que criámos?


As Boas Mães
de Alex Perry
A máfia calabresa, conhecida como ‘Ndrangheta, é uma das organizações criminosas mais ricas e cruéis do mundo, com ramificações que se estendem à América e à Austrália. Controla 70% do tráfico de cocaína e heroína na Europa, gere redes de extorsão, distribui armas ilegais e rouba fundos do Estado italiano e da União Europeia.
O seu poder assenta num código de silêncio, aplicado por uma hierarquia familiar claustrofóbica e por um sexismo assassino. Quem governa são os rapazes e os homens. As raparigas são usadas em casamentos para fortalecer alianças. Os espancamentos são a rotina. Uma mulher que seja «infiel», mesmo que a um marido morto, pode ser morta pelo filho, irmão ou pai, para lavar a honra da família.
Quando Lea Garofalo desaparece, em 2009, depois de testemunhar contra o marido mafioso, a procuradora Alessandra Cerreti dá-se conta de que a intolerância da ‘Ndrangheta pode ser a sua maior fraqueza. E de que a chave para derrubar este império criminoso reside na libertação das suas mulheres. Na luta pela sobrevivência, nem todos sairão ilesos.


Proibido Lamentar-se
de Salvo Noè
O livro que conquistou o Papa Francisco e o fez colocar na porta do seu gabinete o letreiro que lhe deu o título.
O lamento distrai, mas não resolve nenhum problema do dia a dia. Vivemos tempos de queixas e lamúrias, nas redes sociais, nas conversas com colegas ou nos desabafos com amigos, e é para esse cenário debilitante que Salvo Noè apresenta uma solução simples e radical.
Proibido Lamentar-se nasceu do sonho do autor de ajudar a mudar o mundo. Para isso criou um letreiro com a máxima que dá título ao livro, e que considera a regra número 1 da saúde e do bem-estar. Esta obra mostra como colocar em prática essa regra.
Primeiro, é fundamental não esquecer que cada um é o dono do seu destino. Depois, devemos concentrar-nos nas nossas potencialidades e não nas limitações. Finalmente, devemos agir com entusiasmo, agora.


Robot Selvagem
de Peter Brown
Conseguirá Roz sobreviver numa ilha selvagem?
Numa ilha selvagem, um grupo de lontras encontra Roz, um robot que lhes parece um monstro brilhante.
No início, Roz luta para sobreviver num ambiente hostil. Mas, com o passar do tempo, adota um ganso bebé que ficou sem família, trava amizade com as lontras e os outros animais, e aprende a língua deles. Até que um dia a ilha é invadida por caçadores de robots…
A incrível história de Roz toca em temas importantes e atuais, como a amizade, a cooperação, o respeito pela diferença, a proteção do meio ambiente e o progresso tecnológico.


Penso como Sherlock Holmes
de Carlo Carzan e Sonia Scalco
Os segredos para um cérebro bem treinado!
Temos um importante mistério para desvendar e não podemos fazê-lo sem ti! Não queres deixar o grande detetive Sherlock à espera, pois não? Vem daí!
Vem conhecer a forma de pensar de Sherlock Holmes e a sua memória extraordinária que lhe permitiu desvendar tantos mistérios. Desta forma, vais aprender a pensar como um detetive, treinar o teu cérebro e aproveitar ao máximo todo o potencial da tua mente. Serás imbatível!
Este livro é como um pequeno laboratório que percorrerá contigo as pegadas do investigador mais extraordinário de todos os tempos. Vamos falar de História e fazer atividades e jogos onde treinas a imaginação, a observação, a lógica, a memória e a concentração.
A viagem vai começar!

Passatempo: «Casa Velha», de Machado de Assis

https://www.facebook.com/silenciosquefalam/photos/a.187362988008873/1854735041271651/?type=3&theater
Passatempo a decorrer na página deste blogue no Facebook, aqui.

terça-feira, 21 de agosto de 2018

Novidades Sistema Solar

O Castelo do Homem Ancorado
de J.-K. Huysmans
O livro atravessa-se de sonhos, compraz-se com a descrição das mais delirantes formas da incomunicabilidade, do drama do homem vivo que come e é comido.
Solteiro, misógino, com um azedume que lhe chegava das rotinas de manga-de-alpaca no Ministério do Interior, assim foi sentido J.-K. Huysmans nos seus trinta e três anos de vida literária. Muito afamado na prosa, houve muito perto dela a legenda de uma audácia com que entreteve à mesa dos cafés de Montmartre um discurso onde se cruzavam as ironias e as frustrações do celibatário. No seu Livre des Masques, Rémy de Gourmont regista-o numa dessas cavaqueiras: «Inventava as metáforas mais atrevidas para traduzir experiências e preocupações sexuais, e as mais sujas também. São castos os seus livros, se os compararmos com as conversas que ele animava.»
Na literatura, onde deixou o seu nome flamengo semi-inventado (o verdadeiro era Charles Marie Georges Huysmans [Paris, 5 de Fevereiro de 1848-Paris, 12 de Maio de 1907]) bebido numa ilustre cepa de pintores da Flandres, foi exemplo de um notável domínio da palavra. E com essa frase «pintada», que pretendeu sentir como metamorfose em escrita da pincelada flamenga, pretendeu terçar armas pelo «naturalismo» — quase uma obrigação, um preço exigido pela sua convivência apertada com Émile Zola.
[…]
Em 1887, com um intervalo de poucos meses publicava Un Dilemme, novela nada menos do que fuliginosa, e este En Rade (que à letra significa apenas «ancorado» mas o título português complica, por razões estéticas e comerciais, chamando-lhe O Castelo do Homem Ancorado). A sua inspiração ainda vagueia numa fronteira que não se declara aberta ao satanismo, mas é nitidamente banhada pelos seus reflexos. [...]
O Castelo do Homem Ancorado é, no entanto, um estranho casamento. Faz a sombra de um cenário gótico entender-se à força com uma anedota naturalista de tédio urbano. O habitual discurso celibatário do autor corre agora por sonhos com um traçado baudelaireano, interroga-se com angustiada nevrose sobre as naturezas do mundo onírico.
[Aníbal Fernandes]

Tufão
de Joseph Conrad
«A minha tarefa, a que tento dar realização, é levar pelo poder da palavra escrita o leitor a ouvir, levá-lo a sentir — e acima de tudo a ver. Isto — e nada mais, e é tudo.»
Quando Conrad publicou em 1903 este Tufão (narrativa de uma linearidade distante das complexidades de longo fôlego imaginadas por si nesta época) já era reconhecido autor de várias obras literárias, umas quantas destinadas a futura celebridade, como The Nigger of the «Narcissus» (1897), Youth (1898), Heart of Darkness (1899), Lord Jim (1900); e consumava com ela a sua terceira e última relação literária central com uma tempestade marítima.
Poderia tomar-se este Tufão como exclusivo pretexto para palavras que fizessem chegar a magnífico umas quantas descrições de mar em fúria, sem muito visível equivalente na história da Literatura, mas em Conrad há sempre o essencial desejo de mostrar o homem como criatura não autónoma, parte do elemento que o envolve e corajosamente enfrenta. Ele próprio escreveu, a lembrar-se desta ameaça latente da vida dos homens no mar: «Parece que as tempestades foram enfrentadas como inimigos pessoais […] mas são adversários [que pertencem ao mundo], com ardis que temos de dissuadir, ultrapassar na violência, e com os quais temos de viver dias e noites.» […]
Quando Tufão foi publicado em livro […] Conrad sentiu a tentação de desfazer alguns equívocos: «Logo que o capitão MacWhirr me surgiu, vi que era o homem para a situação. Não quero com isto dizer que o tenha visto em carne e osso, ou mesmo que tenha entrado em contacto com o seu espírito prosaico e o seu indomável temperamento. MacWhirr não é um conhecimento de umas quantas horas, ou de umas quantas semanas, ou de uns quantos meses. É o produto de vinte anos de vida. Da minha própria vida. Nele, a invenção consciente pouca parte teve. Se é verdade que o capitão MacWhirr nunca andou nem respirou neste mundo (o que eu acharia, pela minha parte, muito difícil de acreditar), também posso assegurar aos meus leitores que é de uma absoluta autenticidade. E posso aventurar-me a garantir o mesmo no que respeita a todos os pormenores da história, confessando também que o particular tufão da narrativa é, de facto, da minha pessoal experiência.
[Aníbal Fernandes]
Do mesmo autor:

A partir de hoje à venda estão os títulos «Chamar as Coisas Pelos Nomes» e «Viver sem Plástico»

Chamar as Coisas Pelos Nomes, de Vânia Beliz
O que é a “sexualidade” e porque devemos falar sobre ela?
O maior obstáculo à educação sexual começa no significado que damos à palavra «sexualidade». Mais do que uma palavra que nem sempre compreendemos bem, é, isso sim, uma fatia fundamental da vida, que não deve ser ignorada por pudor, desconhecimento ou medo. É uma parte de nós que precisa de ser falada abertamente.
Educar para a sexualidade é ajudar as nossas crianças a viverem num ambiente mais igualitário, em que meninos e meninas devem ter os mesmos direitos e obrigações, e onde ser-se diferente signifique ser respeitado. Falar de sexualidade, no momento certo e de forma adequada, é preparar as crianças e os jovens para uma vida plena, protegida e informada.
Este livro, da autoria de uma das maiores especialistas em educação sexual do nosso país, é uma ferramenta essencial para lhe dar apoio na compreensão de cada fase do desenvolvimento da criança, do adolescente e do jovem, e inclui todos os conselhos e informação de que precisa para os educar para uma vida feliz e completa.


Viver sem Plástico, de Will McCallum
Todos os anos, cerca de 13 toneladas de plástico são largados nos oceanos, matando mais de 1 milhão de aves e 100.000 mamíferos marinhos.
Estima-se que em 2050, o peso do plástico que invade os oceanos será superior ao peso do peixe que neles habita.
A poluição pelo plástico é o flagelo ambiental da nossa era.
Como podemos fazer a diferença?
Neste guia claro e esclarecedor, Will McCallum, destacado activista antiplástico, vai ajudá-lo a levar a cabo pequenas mudanças que farão uma enorme diferença.

Eis alguns conselhos práticos:
- Lavar a roupa em sacos próprios para conter as microfibras de plástico, impedindo-as de chegarem aos oceanos (estas são responsáveis em 30% pela poluição por plástico)
- Substituir o champô vulgar por champô em barra
- Evitar as embalagens supermercado
- Fazer festas de aniversário livres de plástico
- Convencer os outros a juntarem-se a si nesta demanda anti-plástico

Viver sem Plástico proporciona-lhe as informações necessárias e as pistas que lhe permitem tomar opções informadas sobre a forma de acabar com o plástico no seu dia-a-dia: em casa, nas suas deslocações diárias, no seu local de trabalho e na sua comunidade. Faculta igualmente factos sobre o problema e as ferramentas de campanha necessárias para o ajudar a convencer outras pessoas, inclusive os amigos, a família, os colegas, empresas, para poderem conjugar esforços com vista à criação de um mundo onde a poluição causada pelo plástico seja uma coisa do passado.

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Novidade Setembro: «Não Me Olhes Com Esse Tom de Voz», de Judite Sousa e Maria do Céu Santo

A 21 de Setembro chega às livrarias, Não Me Olhes Com Esse Tom de Voz, livro escrito por Judite Sousa, uma das jornalistas mais conhecidas e reconhecidas de Portugal, e pela médica Maria do Céu Santo, uma das figuras de referência no nosso país quando o tema é saúde e bem-estar sexual.
Neste livro, com o selo da Bertrand Editora, as autoras exploram as questões mais importantes dos relacionamentos.

Sinopse
Eu, tu, nós. A alquimia de um relacionamento é esta passagem de duas entidades independentes a um trio que inclui um caminho partilhado, um «nós» que nem sempre evolui no mesmo passo que o «eu» e o «tu». Neste livro para mulheres e homens, Judite Sousa, especialista em fazer as perguntas certas, e Maria do Céu Santo, especialista em ginecologia e sexualidade, exploram as questões cruciais dos relacionamentos: o amor, a sexualidade, como manter a chama viva, a ameaça da rotina e da acomodação, a dor de uma separação, o prazer… Um guia essencial para o amor, as relações e a felicidade.
«Através dos diferentes capítulos do livro, chamamos a atenção para a importância do amor, da sexualidade, e para o cuidado que devemos colocar em cada relação, para saborear de forma continuada um olhar que diz tudo em silêncio, ou uma voz que nos faz retribuir o prazer da partilha, da sedução e do desejo, num percurso em que é essencial conhecer quem somos e o que desejamos, porque, para quem não sabe para onde vai, qualquer caminho serve» - Maria do Céu Santo
Outros livros de Judite Sousa, publicados recentemente:
Duas ou Três Coisas Sobre Mim (Oficina do Livro, Abril 2018)
Pensar. Sentir. Viver. (Bertrand Editora, Maio 2017)

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Dois novos livros explicam às crianças como lidar com as emoções

O Livro das Emoções
Um livro que explica às crianças as emoções e como lidar com elas
de Filipa Sáragga
Sinopse
Um livro para crianças, composto por várias histórias, cada uma dedicada a uma emoção: saudade, alegria, nojo, raiva, tristeza, vergonha, frustração e medo. Através das aventuras de personagens como a princesa Clara, a Melga Bia, a Libelinha Aurora, a Jacaré Sem Pé, a Borboleta Carrapeta e o Júlio Túlio aprendemos a identificar as diversas emoções e a lidar com elas.
O Livro das Emoções é também um guia para pais, professores e clínicos, elaborado por especialistas, que indica diversas pistas para melhor orientar crianças e jovens.
A autora criou a Associação Princesa Azul, que trabalha no âmbito da sensibilização e prevenção do bullying. Escrito em coautoria com a consulta de Ansiedade do Centro de Progresso Infantil.

Outros livros da autora
Talvez um Anjo (2013); A Princesa Azul e a Felicidade Escondida (2015).


O Primeiro Dia de Aulas
Histórias divertidas com exercícios práticos para aprender a lidar com as emoções
de Célia Barreto, Suzana Nunes Caldeira e Pedro Almeida Maia; Ilustração: Ana Correia
Sinopse
Esta obra é composta por diversas personagens que sofrem dos mesmos receios e sentem as mesmas surpresas e alegrias das crianças dos nossos dias. Nesta aventura, a Maria sente-se ansiosa com o primeiro dia de aulas, mas consegue dominar todos os seus medos com a ajuda dos seus amigos e, claro, dos conselhos do golfinho Necas. Este golfinho identifica as emoções e ensina os amigos, numa linguagem simples e prática, a compreender o turbilhão interior que os move e como podem usar essa energia de forma positiva e saudável.
Cada narrativa é seguida por uma secção interativa de estratégias, que correspondem a um conjunto de ferramentas que ajudam a criança a lidar com as suas emoções, saindo-se melhor na escola, em casa e com os amigos.
Dotar os mais novos dos requisitos necessários à compreensão de si mesmos, e de si na relação com os outros, é um primeiro passo de enorme importância que contribuirá para um crescimento mais equilibrado e para o sucesso na vida.

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Esta semana chega às livrarias «A Mensagem na Garrafa», de Jussi Adler-Olsen

Na próxima sexta-feira, a Editorial Presença publica o terceiro volume da série «Departamento Q», do dinamarquês Jussi Adler-Olsen, autor bestseller, multipremiado com mais de 16 milhões de livros vendidos.
A Mensagem na Garrafa é uma obra perturbadora, inovadora e, segundo o The Independent: «impressionante e inquietante... com uma criatividade notável e marcante.»
O Guardião das Causas Perdidas é o primeiro romance da série, a que se seguiu Desejo de Vingança e agora A Mensagem na Garrafa.

Texto sinóptico
Em Wick, nos confins da Escócia, dois irmãos, ainda crianças, acordam amarrados e amordaçados num barracão para embarcações junto ao mar. As amarras com que estão presos são impossíveis de romper. Mas talvez alguns dos objetos deixados por perto possam ajudá-los: uma garrafa e alcatrão para a selar, uma farpa de madeira e papel para escrever uma mensagem de socorro…
Anos depois, na divisão de casos arquivados da polícia em Copenhaga, o inspetor Carl Mørck recebe uma garrafa que contém uma mensagem velha e quebradiça, escrita com sangue por dois rapazes. Será real? Quem são eles e por que razão ninguém deu o alerta do seu desaparecimento? Estarão ainda vivos?
Inicialmente, a investigação não parece dar frutos, mas rapidamente Carl e a sua equipa dão por si no encalço não só destas crianças, mas também de muitas outras: rapazes e raparigas desaparecidos e que nunca mais foram vistos.
E seguem o rasto de um assassino cruel incapaz de parar...

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

«A Mulher no Expresso do Oriente», de Lindsay Ashford

Editora: Chá das Cinco
Data de publicação: 04-05-2018
N.º de páginas: 288

Lindsay Ashford, de 59 anos, é um nome desconhecido dos leitores portugueses. Esta escritora inglesa, com oito livros publicados, é formada em Criminologia, tendo sido repórter da BBC antes de se tornar uma jornalista freelancer. O seu mais recente romance, The Woman on the Orient Express (2016), é o título do seu primeiro livro traduzido para português. Agatha Christie é a figura central deste romance que baseia-se em factos em torno da sua vida pessoal.
Após o seu misterioso desaparecimento em finais de 1926 (retratado no romance também biográfico Talento Para Matar) e com o término do seu casamento com Archie, Agatha sente-se emocionalmente esgotada, deprimida e ansia por privacidade. Numa tentativa de escapar de si mesma e da sociedade londrina, no início do Outono de 1928, Agatha, então com 38 anos, embarca sob falsa identidade no Expresso do Oriente com destino à Mesopotâmia.
No comboio, ela faz amizade com outras duas mulheres que a acompanha para o mesmo destino: Bagdade. Katharine é viúva e uma mulher sensual, que faz parte da equipa de escavação que trabalha em Ur. Nancy é uma jovem mulher que está fugindo de seu marido e que está grávida de um homem casado. O que têm em comum estas três mulheres? São seres em fuga, mulheres traídas, infiéis, sofridas, todas com fragilidades que tentam ocultar atrás de uma aparência forte. Agatha, Katharine e Nancy: todas escondem segredos do passado.
A Mulher no Expresso do Oriente revela-se uma biografia ficcional notável, cujo trabalho de pesquisa realizado pela autora é bem visível ao longo do livro. O estilo e forma de escrita de Lindsay Ashford é muito semelhante ao de Agatha Christie; não falta mistério, intriga, adrenalina, e personagens que aparentam ser o que não são; e um epílogo surpreendente.
Para quem já leu vários policiais de Christie e tem interesse em conhecer melhor a vida pessoal (também recheada de mistérios) desta grande escritora, A Mulher no Expresso do Oriente, um óptimo trabalho que entrelaça ficção com eventos da vida real, é recomendável.
Após a leitura desta obra, são vários os livros de ficção e de não-ficção escritos pela Rainha do Crime que curiosidade em lê-los pode nos despoletar. Eis alguns: Crime na Mesopotâmia, Intriga em Bagdade, Um Crime no Expresso do Oriente, Na Síria e Autobiografia.

Excertos
«Quanto tudo está contra vocês e chegam a um ponto em que parecem não aguentar nem um minuto mais, nunca, mas nunca, desistam, porque é exatamente nesse lugar e tempo que a maré mudará.» (p. 73)

«Não é fácil acreditar em alguma coisa quando o nosso mundo fica de pernas para o ar. O principal é continuarmos a acreditar em nós próprios.» (p. 267)

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

«O Homem nas Sombras», de Phoebe Locke

Editora: Planeta
Data de publicação: 03-07-2018
N.º de páginas: 328
Nicci Clocke é uma escritora inglesa autora de dois romances (Someday Find Me (2012), Lay Me Down (2015)) e de três livros para jovens-adultos (Follow Me Back (2016), Close Your Eyes (2017), Toxic (2018)). O seu primeiro tríler, The Tall Man, foi publicado em Junho e está assinado com o pseudónimo Phoebe Locke. Em Portugal, O Homem nas Sombras está disponível nas livrarias desde a primeira semana de Julho.
Foi durante uma viagem de comboio que a autora, ao ler um artigo sobre a lenda do 'Slender Man', decidiu que teria que escrever um tríler psicológico baseado no personagem fictício e sobrenatural de um homem com uma figura temível, alto e esguio, que aparecia à noite a determinadas crianças. Esta lenda urbana invadiu o mundo virtual em 2009, tendo estado na origem de um assassinato que abalou o mundo em 2014, perpetuado por uma criança de 12 anos, que no início deste ano foi condenada a permanecer num hospital psiquiátrico durante os próximos 40 anos.
Vamos à ficção: 1990, 2000, 2016 e 2018. Esta é a sucessão temporal de eventos decisivos cuja história deambula.
No arranque da década de 1990, várias pré-adolescentes se juntam num bosque de Inglaterra, à noite. Sadie, é uma delas. Os macabros acontecimentos que nessa noite se desenvolvem, ficarão para sempre registados e mantidos em segredo por essas amigas.
Dez anos depois, Miles e Sadie são estudantes universitários que esperam um filho. Embora as sombras tenham tido sempre o hábito infeliz de voltarem para ela, Sadie não prevê que algo ruim pode surgir quando uma nova vida está por surgir. Nos primeiros dias após o nascimento do bebé, e mãe desaparece do lar e deixa Amber aos cuidados do pai. A sensação arrepiante de déjà-vu faz com que Sadie fuja para proteger a filha, que para ela «está amaldiçoada como eu».
Amber tem dezasseis anos quando a mãe decide regressar a casa, mas para ela, Sadie nunca passará de uma estranha. Pouco a pouco, e com muito esforço, esta mãe foragida tenta adaptar-se ao quotidiano da filha e do marido. É nesta altura que uma outra mulher ganha a confiança de Sadie e aproxima-se dela e da sua família, com um fim bem assente.
Estamos agora em 2018. Federica, «uma realizadora premiada, uma mulher famosa por encontrar a história onde outros não o conseguem», e Greta, a sua assistente, acompanham Amber por uma série de entrevistas à comunicação social. Com dezoito anos, Amber acaba de assinar um contrato milionário para os seus segredos e verdades obscuros serem documentados em filme e em livro. Amber foi considerada inocente de uma acusação de homicídio, e agora está a fazer render a notoriedade que lhe trouxe o contrato. Poderá esta jovem ser considerada culpada e vítima, simultaneamente?
A trama de O Homem nas Sombras é inspirada numa história verídica assoladora, que capta a atenção de qualquer leitor que gosta de adrenalina e suspense. A base deste romance é muito forte e podia, per si, ser uma alavanca para este livro se tornar um marco na categoria de tríler psicológico. Tal não acontece. Embora nos deparemos, ao longo das 328 páginas, com momentos de leitura arrepiantes, perturbantes e de suster a respiração, o facto de Phoebe Locke desvendar pouquíssimo acerca dos acontecimentos centrais da história, que serviriam para o leitor entender um pouco o epílogo que ela apresenta, não joga a seu benefício.
Nota-se que a autora é iniciante neste género literário, porque se não tivesse “agarrado” a uma história tão empolgante e arrepiante, este livro podia ser (ainda) menos interessante.
Apontar, por último, um lapso que foi difundido aos média pela Editorial Planeta, ao afirmar que o filme Slender Man, que estreará em Portugal a 23 de Agosto, é inspirado neste livro de Phoebe Locke. O roteiro do filme foi escrito por David Birke e é baseado, sim, na lenda sobrenatural do 'Slender Man', personagem fictício inventado por Victor Surge num fórum de discussão na internet.


Excertos
«Sadie levara o Tall Man para longe da sua filha, protegeu-a. E ainda assim não conseguia livrar-se da sensação de que havia algo de errado.»

«Havia um homem (o homem alto, o Tall Man) do lado de fora da casa. Sadie sabia que não estava a imaginá-lo. Olhou e verificou e considerou e soube-o com uma determinação fria: ele estava lá. De pé a observar a casa, o rosto na sombra.»

domingo, 5 de agosto de 2018

Mais um testemunho de uma sobrevivente do Holocausto, para ler em «A Bailarina de Auschwitz»


A chancela Desassossego das Edições Saída de Emergência publica a 7 de Setembro A Bailarina de Auschwitz, um livro poderoso e comovente que nos leva numa viagem universal de redenção e cura.

Sinopse
Edith Eger tinha 16 anos quando foi enviada para Auschwitz. Naquele campo de concentração suportou experiências inimagináveis, incluindo ser forçada a dançar para o infame Joseph Mengele. Durante os meses seguintes, a resiliência da jovem ajudou muitos a sobreviver. Quando o campo foi finalmente libertado pelas tropas americanas, Edith foi retirada de uma pilha de corpos moribundos.
Em A Bailarina de Auschwitz, Edith Eger partilha a sua experiência do Holocausto e as histórias extraordinárias das pessoas que ajudou desde essa altura. Atualmente, ela é uma psicóloga reconhecida internacionalmente e os seus pacientes incluem mulheres vítimas de abusos e soldados com síndrome de stresse pós-traumático. Edith Eger explica como a mente de muitos de nós se tornou numa prisão e mostra como a liberdade é possível quando nos confrontamos com o nosso sofrimento.

A autora
Edith Eger nasceu na Hungria e era apenas uma adolescente quando foi enviada para Auschwitz, em 1944.
Atualmente tem uma clínica de psicologia em La Jolla, na Califórnia, trabalha na Universidade da Califórnia, em San Diego, e dá palestras regularmente nos Estados Unidos e por todo o mundo. Trabalha igualmente como consultora para o exército e marinha dos EUA, em treino de resistência e tratamento de distúrbio de stresse pós-traumático. Edith Eger foi eleita Professora de Psicologia do Ano (1972), Mulher do Ano em El Paso (1978) e recebeu um Prémio Humanitário do Senado do Estado da Califórnia (1992).

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

«Aprenda a Dizer Não Sem Culpas», de António Sacavém

Editora: Manuscrito
Data de publicação: 04-07-2018
N.º de páginas: 192
Quantas vezes dizemos “sim” quando realmente queremos proferir a palavra “não”? Dizer “sim” quotidianamente, a pedidos de familiares, amigos, colegas, etc., pode potenciar sentimentos devastadores no nosso interior, nos tornar pessoas frustradas, culpadas, procrastinadas e pouco produtivas.
No seu novo livro, António Sacavém, partner, trainer e coach na António Sacavém Communication Academy, é peremptório a afirmar que «o receio de dizer “não” assume-se como um elemento bloqueador, que afasta as pessoas dos seus objectivos».
Receamos dizer “nãos” mais amiúde, porque o medo da rejeição é mais forte que a nossa melhor desculpa, e assim colocarmos as necessidades dos outros à frente das nossas, e dizemos “não” não só aos outros, mas, e principalmente, a nós próprios. Ficamos dependentes dos outros. E assim: sabotamos a nossa liberdade.
O que provavelmente tem escapado à maioria dos leitores, e que o autor nos lembra, é a noção — oposta à de que sempre pensámos — de que dizer “não” fortalece relações, engrandece a amizade, a confiança e os vínculos profissionais. Sim, é possível dizer “não” ao chefe, ao companheiro, ao amigo, etc., e não se sentir culpado. Trata-se de um dos três tipos de “nãos” que o autor nos apresenta no livro: o “não-positivo”: «É um “não” que o ajuda a manter-se focado naquilo que é realmente importante para si.»
Uma das reflexões centrais que devemos nos lembrar sempre que queremos dizer “não” sem culpa e pressão psicológica, é a de que negar o pedido não é negar a pessoa. Separar a decisão do relacionamento é fundamental.
Sendo António Sacavém um especialista em Linguagem Corporal e Microexpressões — em 2014 escreveu um livro a abordar estas temáticas: A Linguagem Corporal Revela o que as Palavras Escondem (Top Books) —, não podia deixar de realçar, nas últimas páginas deste livro, que a linguagem corporal e o tom e timbre de voz também falam, quando transmitimos ao outro a nossa decisão, seja ela positiva ou negativa.
Aprenda a Dizer Não Sem Culpas é um livro com ferramentas e exercícios úteis que nos proporciona um abrir de horizontes em relação à consequência que os nossos comportamentos sabotadores podem ter. Este é um guia de leitura rápida que nos desafia a repensar os benefícios que o dizer “não” com consciência, empatia e honestidade pode ter na nossa vida.

Excertos:
«Se é daquelas pessoas que não se sente confortável em dizer a palavra “não” porque se sente culpado, tem medo de ser rejeitado, ou posto de lado, e prefere dizer “sim”, mesmo que isso o faça sofrer, lhe cause ansiedade e lhe condicione negativamente a vida, então este livro é para si.» (p. 17)
«Um dos maiores inimigos da produtividade, da capacidade de concretização, do equilíbrio trabalho/vida, da paz interior, da realização pessoal, etc., somos nós próprios e a nossa falta de preparação para nos mantermos focados naquilo que é realmente importante.» (p. 18)

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Um novo mistério de Poirot, por Sophie Hannah

Depois de Os Crimes do Monograma (2014) e Herança Fatal (2016), as Edições Asa voltam a publicar um novo livro de Sophie Hannah, a autora que tem vindo a dar vida ao detective literário mais famoso do mundo.
Neste novo mistério, O Mistério dos Três Quartos - que estará à venda na última semana de Agosto - Poirot envolve-se numa complexa teia de relações, segredos escandalosos e delitos do passado. 
Sinopse
Ao regressar a casa após um almoço, Hercule Poirot depara-se com uma mulher à sua porta. Sylvia Rule está transtornada e exige saber por que motivo Poirot lhe enviou uma carta em que a acusa de ter assassinado Barnabas Pandy, quando nem sequer o conhece. Intrigado, pois também ele nunca ouviu falar de Pandy, Poirot entra em casa e constata que tem mais um visitante à sua espera: John McCrodden, que o acusa igualmente de difamação, pois recebeu uma carta semelhante.
E a lista não termina aí…
Quem terá enviado as cartas, e porquê?
Mais importante ainda, quem será Barnabas Pandy?
Estará, de facto, morto?
Terá sido assassinado?
E conseguirão as celulazinhas cinzentas de Poirot decifrar este mistério sem colocar mais vidas em perigo?