A Bertrand Editora publica a 12 de Novembro 3 livros de grandes autores do seu catálogo.
Jeffrey Archer, que morreu no passado dia 5 de Outubro aos 86 anos, acreditava firmemente que Adão e Eva era o seu melhor livro. «Adão e Eva é, na minha opinião, o melhor livro que já escrevi e, aos 86 anos, estou dolorosamente ciente de que não posso esperar igualá-lo», disse o autor em entrevista ao The New York Times, que foi publicada no dia seguinte à sua morte, precisamente na data de lançamento da obra nos Estados Unidos.
Este um último grande livro, com tradução de Ana Saldanha, é uma história de ritmo avassalador, repleta de ambição, rivalidade, amor e traição.
«Passei muitas horas felizes nos últimos cinquenta anos, desde que escrevi Nem Um Tostão a mais, nem Um Tostão a menos, em 1976... (...) Adão e Eva revelou-se agora o meu projeto literário mais gratificante, e só posso esperar que sintam o mesmo.»
É uma saga histórica grandiosa, que se estende desde o fim da Primeira Guerra Mundial até aos dias mais negros da Segunda Grande Guerra, combinando com mão de mestre a ficção com os principais factos históricos. Neste romance, o leitor acompanha duas vidas que tiveram início exatamente no mesmo dia: 11 de novembro de 1918, dia do Armistício. Nascidos com poucas horas de diferença, mas a mundos de distância um do outro, Adam é filho de um pastor, e Eva é filha de um nobre abastado. Se os seus nascimentos marcam o fim de uma guerra, o seu amor mudará o desfecho de outra.John Grisham estreia-se nos thrillers de espionagem. Um casal raptado serve de gatilho para expor uma perigosa teia de crime internacional. A obra aborda uma lua de mel de sonho em Paris que ganha contornos terrivelmente perigosos e com implicações internacionais. A Ilusão Francesa, que é também uma carta de amor do autor a Paris, cidade à qual tem uma forte ligação, combina a tensão dos melhores clássicos jurídicos de Grisham com uma alucinante conspiração internacional, um xadrez geopolítico sofisticado envolto na escrita ágil e cativante que é característica do autor.«Como escritor, fui influenciado por autores como Ken Follett, John Le Carré, Robert Ludlum ou Len Deighton. Os elementos que tornam os thrillers jurídicos tão cativantes — situações de alto risco, motivações secretas, enredos complexos e personagens obscuras — são os mesmos que definem os grandes thrillers de espionagem.» John Grisham.Em A Ilusão Francesa, com tradução de Rui Azeredo, um jovem casal americano viaja para Paris para uma lua de mel de sonho, mas acaba raptado durante um passeio à Normandia. Na luta por encontrar respostas para esta teia criminal bem organizada, um jovem procurador é recrutado para servir de isco numa elaborada operação clandestina que envolve o FBI, a CIA e os próprios serviços secretos franceses.
Leitura viciante e avassaladora, Cujo é um thriller imparável, mas também um drama intenso. Stephen King equilibra a ação com a exploração dos medos mais humanos, e talvez mais terríveis, como sejam um casamento em crise ou o desamparo de uma mãe e de um pai para proteger o filho de ameaças sempre imprevisíveis. Este clássico, que foi adaptado para o cinema em 1983, dois anos após ser originalmente publicado, será em breve alvo de um novo remake produzido pela Netflix.
Um clássico absoluto do início da década de 1980 no catálogo do mestre do thriller e do horror, esta obra é publicada pela primeira vez em Portugal, numa tradução assinada por Rui Azeredo e José Remelhe.
Este livro de horror plausível e visceral, escrito sem filtros, com vigor e um ritmo alucinante, tem uma premissa simples e imediata: uma mãe fica presa com o filho de 4 anos dentro de um carro enquanto um São Bernardo aterrorizador os ameaça do lado de fora.
domingo, 8 de novembro de 2026
O livro póstumo de Jeffrey Archer, a estreia de John Grisham num novo género, e obra inédita de Stephen King
publicado por Miguel Pestana
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