Bela. Adorada. Perseguida. A vida e a morte de Diana, narradas pelo seu irmão, Charles Spencer. Em O Canto do Cisne, é traçado o retrato mais íntimo, honesto e afetuoso da sua irmã, a princesa Diana. Charles Spencer é autor, historiador, orador, apresentador e jornalista. É autor de nove livros de não ficção. A tradução portuguesa, a partir do original Swan Song: Diana, My Sister, é assinada por Margarida Pacheco Nunes e Susana Sousa e Silva. Chega às livrarias a 22 de Setembro.
Sinopse
Em setembro de 1997, na Abadia de Westminster, com os olhos do mundo postos em si, Charles Spencer partilhou a dor que sentia pela morte da sua querida irmã, Diana. Quase trinta anos depois, chegou o momento de contar a incrível história da vida que partilhou com Diana e a trágica semana da sua morte.
Durante a infância, Charles e Diana, os membros mais jovens da família Spencer, tinham uma ligação profunda, tratando-se pelas alcunhas secretas Duch e Carlos. Confidentes e inseparáveis, exploravam juntos os limites da propriedade da família, suportaram internatos extremamente difíceis, sobreviveram a amas pavorosas e apoiaram-se mutuamente durante a agonia do divórcio dos pais.
Tudo mudou, porém, quando Diana casou com o príncipe de Gales, atual rei Carlos III, e se tornou, de um momento para o outro, o rosto mais reconhecido do planeta. Charles viu a irmã mais velha socorrer os membros mais frágeis da sociedade e desfrutar da maternidade com os seus amados filhos.
No entanto, perseguida pela imprensa bárbara durante o desmoronar do seu casamento, Diana achou-se abandonada à sua sorte. O irmão Charles sempre tentou estar a seu lado, até àquela fatídica noite de agosto, em 1997.
domingo, 23 de agosto de 2026
Livro revela a Diana que o mundo não conheceu, através do olhar do irmão
sexta-feira, 21 de agosto de 2026
«O Que É a Arte?», de Lev Tolstói
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Editora: Gradiva
Data de publicação (8.ª edição): 14-07-2026N.º de páginas: 248 |
O que é e quais são os requisitos mínimos para que algo produzido por alguém — seja um quadro, uma música ou um livro — seja designado como obra de arte? Como distinguir a arte sublime da cópia ou da falsa arte? Qual o valor da arte? As respostas a estas e a outras perguntas sobre a Arte, para as quais estetas e pensadores procuraram encontrar respostas ao longo dos séculos, são abordadas neste ensaio filosófico que desafia convenções.
A arte influencia a forma como vemos, ouvimos, sentimos e raciocinamos sobre as coisas comuns do nosso quotidiano. Segundo Tostói, a arte influencia, mas não é influenciável. Com clareza e recorrendo a vários exemplos elucidativos, O autor russo explica-nos que «para definir qualquer actividade humana é necessário compreender qual o seu significado e importância».
No quinto capítulo, o autor de Ressurreição expõe a sua definição do que é arte: «(…) é uma actividade humana que consiste em alguém transmitir de forma consciente aos outros, por certos sinais exteriores, os sentimentos que experimenta, de modo a outras pessoas serem contagiadas pelos mesmos sentimentos, vivendo-os também (…) não é, acima de tudo, um prazer; é antes um meio de comunicação indispensável para a vida (…)».
Também explica a relação entre arte e prazer, e revela que não devemos olhar para ela como um veículo de prazer. Discorre também sobre aquilo que leva as pessoas a optar pelas falsificações da arte e dá-nos a conhecer a sua opinião acerca dos críticos de arte.
No capítulo conclusivo de O Que é a Arte?, o autor de A Morte de Ivan Ilitch remata: «A arte não é um prazer, consolo ou passatempo: a arte é uma actividade grandiosa. A arte é o órgão da vida humana que converte a consciência racional das pessoas em sentimentos.»
É maioritariamente conhecido pelos grandiosos romances, todavia, este ensaio, pertencente ao último período da sua vida, em que se dedicou à reflexão filosófica (a obra ‘‘Confissão’ é outro exemplo), evidencia todo o seu génio e intelecto.
Traduzido diretamento do russo (título original: Что такое искусство?) por Ekaterina Kucheruk, esta é uma obra que cativa, estimula, intriga e, sobretudo, nos faz reflectir sobre o papel e o valor da arte.
Uma mais-valia desta edição são os quatro tipos de notas de rodapé elucidativas que a acompanham: as do editor russo, as da tradutora, as do revisor científico e as do próprio autor.
Excertos
«As pessoas só compreenderão o significado da arte quando deixarem de considerar que a finalidade desta actividade é a beleza ou, por outras palavras, o prazer.»
«Nenhuma escola pode provocar sentimentos numa pessoa e ainda menos pode ensinar-lhe aquilo que é a essência da arte: manifestar o sentimento do modo que lhe é próprio.»
quinta-feira, 20 de agosto de 2026
Anandamida, a “molécula da felicidade”, o neurotransmissor de Deus
A química do cérebro influencia, muitas vezes de forma silenciosa, a maneira como sentimos, pensamos e vivemos. Mas existe uma molécula ainda pouco conhecida que promete lançar uma nova luz sobre a experiência da felicidade: a anandamida, descoberta no início da década de 90. É a partir dela que o espanhol Borja Vilaseca constrói uma ponte entre ciência e espiritualidade, convidando-nos a descobrir o que existe dentro de nós e de que forma simples hábitos e práticas podem despertar o seu potencial.
Com edição da Pergaminho, Anandamida, o Neurotransmissor de Deus chega às livrarias em Setembro e propõe uma viagem ao encontro de uma vida mais consciente, plena e conectada.Borja Vilaseca é escritor, conferencista, professor, empreendedor e criador de projetos pedagógicos destinados a promover uma mudança de paradigma social. Fundou a Kuestiona, uma comunidade educativa para pensadores e exploradores espirituais; fundou também La Akademia, um movimento cidadão que promove educação emocional e de empreendedorismo para jovens; assim como o projeto Terra, uma proposta de escola consciente e de transformação do sistema educativo.
É autor de vários bestsellers publicados em 25 países. São exemplos: O Principezinho Põe a Gravata (2018), Nada É por Acaso (2022), Prazer em Conhecer-me (2023) e A Tua Melhor Companhia És Tu (2025).Texto sinóptico
Dopamina, serotonina, cortisol… Nos últimos anos, temos tomado cada vez mais consciência de como a química do nosso cérebro influencia a nossa vida quotidiana. No entanto, há uma molécula da qual quase ninguém ouviu falar — e que contém a chave para uma felicidade mais profunda, um estado de suprema alegria e de conexão infinita com o universo: a anandamida.
Neste livro, o autor bestseller Borja Vilaseca revela as propriedades e a origem de um neurotransmissor que todos temos dentro de nós. Através desta molécula única, ele convida-nos a construir uma ponte entre a ciência e a espiritualidade. E, claro, mostra-nos como desbloquear todo o seu potencial através de hábitos e práticas simples, mas poderosas, capazes de transformar radicalmente a nossa vida.
Outros livros que podem interessar
Seis Substâncias que Vão Mudar a Sua Vida; A Química das Emoções.
terça-feira, 18 de agosto de 2026
Novidades LeYa que vão sair antes do fim de Agosto
Alguns livros das Edições ASA e Lua de Papel - chancelas da LeYa - que darão entrada nas livrarias a 25 de Agosto.
Sinopse
Março de 2001. Em Nova Iorque, Marina, Danielle e Julius mantêm viva a amizade que os une desde a universidade. Deixariam uma marca no mundo, juraram então. Agora, porém, estão no limiar dos trinta anos e confrontam-se com a discrepância entre as suas ambições e a realidade. O abismo entre os sonhos da juventude e as concessões da idade adulta agiganta-se. Danielle, produtora de televisão, sente o seu talento desperdiçado em reportagens banais. Julius, crítico freelance, vive de expedientes, charme e inteligência volátil. Marina, filha do célebre jornalista e ensaísta Murray Thwaite, continua em casa dos pais, incapaz de terminar o livro que deveria revelar o seu génio. Mas o frágil equilíbrio das suas vidas está prestes a ser abalado. A chegada de Ludovic Seeley, um editor australiano sedutor e calculista, e de Bootie, um jovem autodidata ambicioso, desencadeará uma cadeia de acontecimentos capaz de transformar para sempre os seus destinos.
Com inteligência, sensibilidade e ironia, Claire Messud retrata, em Os Filhos do Imperador, uma geração confrontada com o fim das suas ilusões nas vésperas do dia que mudou o mundo para sempre.Sinopse
O caminho de Shi Heng Yi é único. Filho de pais refugiados, cresceu na Alemanha, num ambiente rígido e extremamente exigente. Com o tempo, encontrou o seu propósito. Hoje é internacionalmente conhecido, não apenas por ter fundado o Templo Shaolin Europe, mas pela sua presença online - os seus vídeos são vistos por milhões de pessoas em todo o mundo. O caminho que o mestre percorreu, no entanto, foi idêntico ao de qualquer ser humano. No seu percurso foi assaltado pela dúvida e pelo medo, hesitou, deslumbrou-se, perdeu o rumo, reencontrou-se. E é sobre essa faceta pessoal que o autor nos fala em Mente Shaolin. Em nove capítulos - e outras tantas lições - regressa às suas origens e conta a sua história, desde a chegada à Europa até aos dias de hoje. Fala-nos dos desafios e dúvidas com que se deparou pelo caminho, comuns a todos nós: Quais são as nossas responsabilidades? Como podemos encontrar a paz num mundo que parece desabar à nossa volta? O que significa ser verdadeiramente livre?
Fruto de décadas de rigorosa prática das artes marciais e estudo do Budismo Zen, Shi Heng Yi oferece-nos neste livro os seus ensinamentos e insights - para que possamos todos encontrar o nosso próprio caminho.
Outra novidade de desenvolvimento pessoal da Lua de Papel: Caminhar, de Henry David Thoreau.Sinopse
Londres, 1924. Uma cidade de aparências impecáveis, onde o chá é servido com requinte, os escândalos circulam em sussurros e os segredos podem ser mortais. Quando Beatrice Bernabò - Miss Bee para os amigos - chega de Itália com o pai, o seu maior receio é que a nova vida seja tranquila e previsível. E é então que recebe um convite para jantar em casa da misteriosa Mrs. Ashbury. É aí que conhece Kit Ashbury. Lindo. Carismático. Impossível de ignorar. E talvez perigoso. O que começa como um simples jantar depressa se transforma num jogo de suspeitas e desejos proibidos. Há um crime. Há dois homens. E apenas um deles é inocente. Apanhada entre a paixão e a verdade, Miss Bee enfrenta uma escolha impossível. Porque o seu coração já começou a escolher antes de conhecer toda a verdade. Afinal, o maior enigma talvez seja perceber por quem está perdidamente apaixonada: pelo inocente... ou pelo culpado?
Miss Bee e o Cadáver na Biblioteca é uma combinação irresistível de romance, mistério e aventura, que reúne a inteligência de Agatha Christie, o glamour de Downton Abbey e o fascínio romântico de Bridgerton, tudo envolvido pela elegância e pelo charme inconfundivelmente italianos de Alessia Gazzola.
Outro romance policial que pode interessar: O Mistério da Casa Vermelha (Ed. Corvo-Marinho, 2026).
Conhece aqui e aqui publicações recentes (tiragens novas) de livros da ASA e Lua de Papel.
sábado, 15 de agosto de 2026
Obras de Nikolai Gógol e de Richard Bach saem a 26 deste mês
Além de O Que Realmente Importa Na Vida, Rumo ao Infinito e Na Minha Escola Trabalhamos em Equipa, a editora Alma dos Livros publica a 26 de Agosto O Capote, um retrato intemporal da solidão, da injustiça e do desejo profundamente humano de sermos vistos.
Este sexto volume da colecção 'Clássicos da Literatura Mundial' reúne O Capote, O Nariz, O Retrato e Diário de um Louco, quatro das narrativas mais célebres do autor russo Nikolai Gógol, nas quais a ironia, a compaixão e uma profunda crítica social se combinam para criar alguns dos contos mais marcantes da literatura universal.
Sinopse
Akáki Akákievitch vive como se não existisse. Funcionário público humilde e solitário, passa os dias a copiar documentos numa repartição de São Petersburgo, ignorado e ridicularizado pelos colegas. Ninguém repara nele. Ninguém imagina que, por detrás daquela figura apagada, existe um homem capaz de sonhar. Quando o seu velho capote deixa de o proteger do frio implacável, Akáki é obrigado a poupar tudo o que pode para comprar um novo.
Durante meses, abdica das pequenas comodidades da sua já singela vida e deposita naquele objeto todas as suas esperanças. Para ele, o capote será muito mais do que uma peça de roupa: será a possibilidade de se tornar alguém. E, por um breve instante, o impossível acontece. Akáki é finalmente visto, respeitado e convidado a pertencer ao mundo dos outros. Até que uma noite altera o rumo da sua existência, expondo a fragilidade da condição humana.Se te sentes só num mundo de estranhos e anseias por alguém que ainda não conheces… Se as nuvens onde voas, num céu azul de esperança, se tornam cinzentas, e sentes que estás a cair… Se, apesar de tudo, ainda queres abrir as asas e recuperar o voo que é tudo para ti… Em A Ponte Para a Eternidade encontrarás uma mensagem de amor.Richard Bach é um dos autores mais influentes e acarinhados da literatura contemporânea de inspiração e liberdade pessoal. Tornou-se um fenómeno mundial com Fernão Capelo Gaivota, que permaneceu no topo da lista de bestsellers do The New York Times durante anos consecutivos e marcou gerações de leitores. Bach, actualmente com 90 anos, á vendeu mais de sessenta milhões de livros em todo o mundo. Deste autor, em Março passado, a Alma dos Livros voltou a disponibilizar as leitores portugueses a obra Ilusões.
Sinopse
Alguma vez te sentiste só no mundo, com saudades de alguém que ainda não conheceste?
Há uma pessoa, algures, que compreende os teus sonhos, que partilha a tua liberdade e que atravessa contigo os limites do tempo, da razão e do próprio amor. Uma alma gémea. Alguém que parece ter estado sempre à tua espera, mesmo antes de o saberes.
A Ponte para a Eternidade é uma história profundamente humana e espiritual sobre destino, almas gémeas e o poder transformador do amor. Um conto de fadas contemporâneo sobre duas pessoas que ousam acreditar que há ligações capazes de vencer a solidão, de atravessar todas as distâncias e de mudar para sempre o rumo de uma vida.
Entre o medo da entrega, a necessidade de independência e as feridas que cada um traz consigo, duas almas terão de aprender que o amor verdadeiro não vive apenas de encontros mágicos e promessas de eternidade, mas sim de intimidade, de compromisso, de vulnerabilidade e da difícil arte de construir uma vida comum sem deixar de ser quem se é.
quarta-feira, 5 de agosto de 2026
Gradiva reedita obras de Tolstói, Ishiguro, McEwan e Cunningham
A Gradiva fez chegar às livrarias, a 14 de Julho, novas republicações, com capas novas, de livros do autor de De Quanta Terra Precisa o Homem? e do escritor que venceu o Nobel da Literatura 2017.
No próximo dia 25, a editora volta a dar nova vida ao livro que impulsionou a reputação global de Ian McEwan e ao romance que deu origem ao filme As Horas (2002) que juntou Meryl Streep, Nicole Kidman e Julianne Moore.
Poucos escritores exerceram uma influência tão profunda sobre a literatura como Lev Tolstói. Na última fase da sua vida, o grande romancista voltou-se para questões ainda mais ambiciosas: a moral, a religião, o sentido da existência e a arte.
Escrito ao longo de quinze anos, O Que É a Arte? é um dos ensaios mais controversos e visionários de Tolstói. O autor rejeita a ideia de que a arte exista apenas para produzir beleza ou prazer. A verdadeira arte, defende, deve comunicar sentimentos capazes de unir os humanos e contribuir para o aperfeiçoamento moral da comunidade. Estas são as bases da teoria que veio a ser conhecida como «teoria da expressão», assente numa definição funcionalista da arte.Um dos romances mais célebres de Kazuo Ishiguro, retrata a sociedade inglesa entre as duas guerras mundiais e questiona valores como a lealdade cega à autoridade. Mostra como decisões políticas e pessoais podem ter consequências significativas. Questões como o sentido da vida, a dedicação ao trabalho, a solidão e a procura da felicidade tornam a obra relevante para leitores de diferentes épocas e culturas. Os Despojos do Dia foi adaptado ao cinema em 1993, com direção de James Ivory e protagonizado por Anthony Hopkins e Emma Thomson.
Em 1998, Ian McEwan venceu o mais importante prémio literário do Reino Unido. O autor engendrou um conto moral contemporâneo e uma sátira esplêndida. Amesterdão é um romance fabuloso, revelador da sabedoria, do humor desarmante e do talento extraordinário deste autor para prender o leitor do início ao final da obra.
Apesar do caráter sombrio dos temas, ou talvez por isso mesmo, Amesterdão é cheio de humor negro. McEwan é um brilhante satirista social, e alguns dos melhores trechos do livro são encontrados nas implacáveis descrições do quotidiano do jornal diário dirigido por um dos protagonistas.Uma obra-prima vencedora do Prémio Pulitzer e já considerado um clássico moderno que conquista novos leitores geração após geração. As Horas é um romance profundamente comovente sobre o tempo, a identidade e o peso silencioso das vidas interiores.
Um romance do aclamado Michael Cunningham, que a adaptação ao cinema tornou ainda mais popular. Uma história, em jeito de homenagem a Virginia Woolf e aos clássicos modernos, que nos mostra como um único dia pode mudar tudo. Com uma escrita elegante e hipnótica, o autor de A Rainha da Neve constrói uma teia de histórias que se entrelaçam, explorando o amor, o acto de criação artística e a resistência silenciosa da vida quotidiana perante o desespero.
domingo, 2 de agosto de 2026
Editora Pergaminho publica obras de Viktor E. Frankl e Peter Wohlleben
A Falta de Sentido na Vida e O Planeta das Bactérias são novidades com o selo Pergaminho, que chegam às livrarias a 6 e a 20 de Agosto, respectivamente.
«Cada época tem a sua neurose – e cada época necessita da sua própria psicoterapia.» Sobrevivente do holocausto, o neuropsiquiatra Viktor E. Frankl apresentou ao mundo, em 1977, no livro A Falta de Sentido na Vida, algumas das bases da disciplina de análise existencial e humanista que viria a ser conhecida como Logoterapia.
Marcado pela busca de sentido, que o fez suportar os horrores do Terceiro Reich, Frankl já tinha ensaiado algumas das considerações deste livro em 1946, em O Homem em Busca de Um Sentido, livro que relata a experiência de sobrevivência e superação do holocausto. Mas é neste segundo livro que apresenta um olhar clínico sobre o tema do qual fez bandeira de vida e que o tornou um dos psicanalistas de maior renome do Séc. XX.
Esta é uma novíssima edição da obra, com tradução de Álvaro Gonçalves.
Peter Wohlleben, o autor do grande sucesso internacional A Vida Secreta das Árvores, está de volta com um livro que nos revela um mundo fascinante e surpreendente: o dos organismos microscópicos e omnipresentes que estiveram na origem da vida tal como a conhecemos.
Apaixonado pela natureza, Wohlleben inspira-nos a apreciar o nosso mundo como se o víssemos pela primeira vez, todos os dias, até ao mais ínfimo pormenor. Mas não nos deixemos enganar pelo tamanho, as bactérias podem ser ínfimas aos nossos olhos, mas são responsáveis por termos olhos. Dominam a Terra há quatro mil milhões de anos, e desde então criam organismos multicelulares e garantem-lhes a sobrevivência. Falamos de plantas, de animais e de nós, seres humanos. Sem bactérias não existiriam formas de vida complexas.













