Elisabeth Phelps – Com a Madeira no coração
de Cláudia Faria«[Elisabeth Phelps – Com a Madeira no coração] (...) proporciona-nos uma pintura, elaborada com pinceladas rigorosas da enorme importância da presença britânica na Madeira oitocentista, centrada no percurso notável de Elisabeth Dickinson Phelps, cujo legado foi notável.
(...) Uma obra inovadora e fundamental para entendermos, não apenas as relações luso-britânicas na Madeira oitocentista, mas também as relações comerciais e culturais entre Portugal e Inglaterra (...).» Dora Gago in prefácio
Sinopse
Elisabeth Dickinson (1796-1876), filha do Capitão Thomas Dickinson (1754-1869) e de Francis de Brissac (1760-1854), chega à Madeira em 1819 acompanhada pelo seu marido, Joseph Phelps, um dos herdeiros da Phelps Page & Co. Instalada no Funchal, na rua do Carmo, a jovem integra-se no círculo britânico residente na capital madeirense. Enquanto se dedica à família e até aos negócios, ocupa-se do bem-estar e da melhoria das condições de vida da população local, tendo mesmo estabelecido uma escola para raparigas.
Detentora de um espírito aventureiro e de um carácter pragmático e dinâmico, Mrs. Phelps foi pioneira na organização de excursões aos pontos mais altos da ilha, de picnics e plantação de árvores. Viveu na Madeira durante mais de 40 anos, aprendendo a conhecer e a disfrutar da ilha que a recebeu de braços abertos. Adoptou alguns hábitos madeirenses e introduziu outros que trouxe de Londres. Viveu entre cá e lá, mas sempre com a Madeira no coração.
Outros livros da autora com o selo Letras Lavadas
Dicionário Sentimental do Porto Santo e Eu Tenho uma Carta Escrita.
Sinopse
Minha querida, encontrei-as! Estão aqui todas, as nove ilhas dos Açores. Pequenas ilhas cheias de orações e santuários e sinos vespertinos, enfiadas num fio de água, como as dezenas nas voltas de um Rosário do Mar. Lady Bobs equilibra-se com leveza feminina, muito humor e virtuosa elegância no cruzamento entre a literatura de viagem e o romance epistolar. Escrito após uma digressão de Jean Chamblin pelo arquipélago açoriano, o livro oferece um interessante retrato da sociedade micaelense em inícios do século XX. Por entre descrições de paisagens rurais que se iluminam ou fantasmagorizam consoante os caprichos do clima, o olhar sensível da viajante americana capta as pessoas, lugares e costumes ilhéus, tecendo uma narrativa ancorada no casamento fértil entre a estranheza, o equívoco, a ironia e o fascínio. Um livro imprescindível, finalmente publicado nos Açores. - Paulo Ramalho
Edição em inglês: Lady Bobs, Her Brother and I


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