sábado, 6 de abril de 2013

Participantes de hoje no Festival Literário da Madeira


sexta-feira, 5 de abril de 2013

As mais recentes apostas literárias da Quetzal

Em Abril, a Quetzal aposta em três grandes livros de autores consagrados. O primeiro a chegar às livrarias, a 5 de Abril, é Mao – A História Desconhecida, de Jung Chang e Jon Halliday, uma biografia polémica de Mao Tsé-Tung.
A 12 de Abril será lançado o primeiro romance inédito de J. Rentes de Carvalho na Quetzal. Mentiras & Diamantes é um thriller habilmente construído que surpreenderá os leitores.
Lionel Asbo, o mais recente romance de Martin Amis, chega às livrarias a 26 de Abril. É o regresso do escritor inglês à melhor forma com uma sátira da Inglaterra dos nossos dias e da obsessão contemporânea pelo dinheiro e pela celebridade.

A LIDEL convida para o lançamento de «Manual de Psicopatologia»


Zygmunt Bauman já está na Madeira

«Sempre que leio um dos seus livros [de José Saramago] aprendo imenso sobre a condição humana.»

Afirmou Zygmunt Bauman, um dos intelectuais mais respeitados em todo o mundo, que participará amanhã no Festival Literário da Madeira, a conversar com José Rodrigues dos Santos.
Uma entrevista a Zygmunt Bauman vem hoje no Ípsilon, suplemento do jornal Público.
 Foto: Olivier Roller

30 escritores aceitaram escrever sobre uma capital de um país. O resultado acaba de chegar às livrarias: «Contos Capitais»

Trinta escritores aceitaram o desafio de escrever sobre uma cidade, capital de um país, e vários fotógrafos e ilustradores o de interpretá-la com o seu olhar.
Carlos Ademar, Baptista-Bastos, José Carlos Barros, Joana Bértholo, Cristina Carvalho, Mário de Carvalho, José Riço Direitinho, Domingos Galamba, Mariana Ianelli, Filipa Vera Jardim, José Jorge Letria, Fernando Madaíl, João Lopes Marques, Raquel Ochoa, Francisco da Costa Oliveira, Maria do Rosário Pedreira, João Ricardo Pedro, Manuel da Silva Ramos, Miguel Real, Alejandro Reyes, Pedro Medina Ribeiro, Eugenia Rico, Urbano Tavares Rodrigues, Valério Romão, Tiago Salazar, Antonio Sarabia, José Manuel Saraiva, José Mário Silva, David Toscana e Pedro Almeida Vieira.

​Contos Capitais incluem fotos e ilustrações de Paulino Aversa, Mateus Brandão, Manuela Costa, João Faísca, Mario Puga, Rui Telmo Romão e Manuel San-Payo.

A beleza e a alma de uma cidade ultrapassam as fotografias dos locais que aparecem nos postais ilustrados, onde se aglomeram turistas ocasionais. Uma cidade constrói a sua singularidade sobretudo nas vielas e nos becos, nos sentimentos dos seus habitantes ou nos rituais da sua vida quotidiana.

Trinta escritores aceitaram o desafio de (re)interpretar uma capital. Lugares de felicidade ou de tragédia, de pecado ou de redenção, próximos ou distantes, reais ou imaginários, as cidades de Contos Capitais revelam agora o seu lado menos conhecido.

Sobre a Parsifal:

As Edições Parsifal nasceram em Março de 2013. Projecto editorial independente, com um pé na tradição e outro na inovação, pretendemos aliar dinamismo, criatividade e profissionalismo.​​​​​​​​​

​​​​A nossa proposta editorial é recuperar obras que marcaram as letras e a cultura universais, caminhar ao lado de autores contemporâneos, apostar em novos valores e incentivar projectos literários inovadores, elementos baseados em critérios de qualidade, diversidade editorial e fomentadores de hábitos de leitura.​​

​​​Queremos também distinguir-nos pela relação que estabelecemos com os nossos autores. Sabemos que uma ligação de confiança entre o editor e o escritor é determinante para uma relação duradoura. Por isso, para nós, um autor é, sobretudo, um amigo a preservar.

Lançamento do livro «TOP SERVICE», de Carla Carvalho Dias (6 Abril)

Top Service - A Escolha é Sua
Servir bem é a chave do sucesso
de Carla Carvalho Dias
 
Edição: 2013
Páginas: 144
Editor: Top Books
ISBN: 9789897060250
Sinopse
Será que sirvo? Serei Top Service? Afinal o que é isso?

Serviço, servir, serviço de excelência, atendimento, enfim... palavras e conceitos que normalmente se associam exclusivamente ao cliente final.

Servir mais do que um dever é um privilégio e por isso acredito também que a cultura de serviço de uma organização, e porque não de um País é tanto maior e melhor quanto maior e melhores forem as escolhas de cada um indivíduo em relação à sua forma de estar na vida.

Ser Top Service é uma forma de estar na vida que trás retorno sim e não requer investimento financeiro. Requer investimento? Sim. Emocional e Intelectual.

Este não é um livro de teorias e guiões que pretendem dar a formula do serviço de excelência. Esta é nada mais nada menos do que a partilha na primeira pessoa de histórias reais vividas com pessoas reais e que fazem a diferença no dia e por vezes na vida das pessoas com quem se cruzam.

E o leitor? Já fez a diferença hoje?

Se sim. Parabéns, o seu serviço é Excelente. Se não. Está a tempo.

Precisamos de si para fazer a diferença.

A escolha é Sua!

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Dia 4 do Festival Literário da Madeira

Às 18h de hoje, quarto dia do FLM, deu-se início à conversa que juntou quatro escritores andarilhos (se bem que todos os autores o são, mas estes, pelo menos, têm em comum o gosto por percorrer continentes, países, cidades), sendo dois deles, Raquel Ochoa e Tiago Salazar, verdadeiros viajantes inveterados. Sob a premissa «roubada» do livro de Mário de Carvalho A Arte de Morrer Longe (Ed. Caminho, 2010), o diálogo a quatro vozes levou, durante quase 90 minutos, os espectadores presentes na sala do Teatro situado na baixa funchalense a portos talvez opostos. Se ler é viajar e se cada leitor quando embarca numa história constrói o seu próprio roteiro, o destino (leia-se o fim de uma obra) mesmo que seja o mesmo, o «alimento» esse nunca o é. Tendo eu como vizinho de cabine [do teatro] Sérgio Godinho, o fim de tarde auspiciava-se prazeroso.
João Tordo foi o primeiro interveniente da sessão. Da lista que trouxe preparada leu o nome de autores que após escreverem a sua magum opus, deram por terminada a sua jornada literária: J. D. Salinger, com À Espera no Centeio, Harper Lee, com Por Favor, Não Matem a Cotovia, Jack Kerouac, com A Estrada.
Tiago Patrício juntou-se à conversa descrevendo as suas últimas jornadas em residências literárias, revelando não ter encontrado entraves linguísticos e de compreensão, quando esteve em residências em países onde não percebia o idioma. Esse desafio é para o escritor de Trás-os-Montes, uma fonte de reflexão e observação – um exemplo de como A palavra não tem de estar mais acentuada que O silêncio, quando este é contemplativo. O escritor posteriormente revelou sentir dois polos que se alternam quando escreve, e mesmo na sua forma de ser, por ter nascido no Funchal e vivido sempre em Trás-os-Montes. Por um lado gosta de ter os pés bem assentes na terra (Terra), por outro, sente necessidade de praticar o nomadismo, e fluir (Mar), ir para longe para se sentir perto.
O apresentador e escritor Tiago Salazar fez-se notar quando afirmou «Tenho um amor inveterado pela literatura», contando como emergiu essa sua paixão precoce pela arte de escrever, que teve início na casa da sua avó materna. Ei de Amar-te Mais, revelou Salazar, ser o título do seu próximo livro que terá pendor íntimo.
A participante que teve a seguir a palavra foi Raquel Ochoa, escritora vencedora do Prémio Literário Agustina Bessa-Luís 2009. Devo dizer que foi uma surpresa observar os pontos de vista que ela tem sobre as suas imensas viagens e sobre o seu percurso. Questionada pela moderadora da conversa, Cláudia Rodrigues, sobre a sua visão dos tempos actuais, Raquel Ochoa afirmou não suportar a ideia de ter de regredir até antes da democracia, da liberdade – e compreendo muito bem a sua «fobia»; para um pássaro não há nada pior do que lhe cortarem as asas.

Amanhã o dia está marcado pela conversa em torno de(a) Poesia, com Maria do Rosário Pedreira, Ana Luísa Amaral, Filipa Leal e Inês Fonseca Santos, às 14h30, na UMa. Às 18h, já no Teatro, os participantes são: Ana Luísa Amaral, Filipa Leal, Inês Fonseca Santos, João Paulo Cotrim e Waldir Araújo, com Moderação de Paula Moura Pinheiro.

«SobreViver - Ad Ritmo Poetae» é o novo livro de Poesia de Miguel Almeida


SobreViver
Ad Ritmo Poetae

de Miguel Almeida

ISBN: 978-989-680-087-1
Data de Publicação: Março de 2013

Nº de págs.: 176 

“Miguel Almeida é um escritor de interrogações, que se empenha na palavra para arriscar lucidamente a vida, e desse risco fazer poesia.”
Maria Alzira Seixo
Miguel Almeida dá-nos a poesia a olhar o mundo, a olhar-se a si própria e a agir sobre o acto de pensar. SobreViver é um caminho para o deslumbramento. É um livro que merece ser lido.”Maria Fernanda Navarro
“Esta é uma poesia que, mais que sugerir, diz. E também deixa claro que Miguel Almeida é um poeta que faz muita falta no panorama da literatura portuguesa, é uma voz carregada de individualidade colectiva e, por isso, não encontro significativos paralelos em rela­ção ao seu discurso. Já tinha ficado impressionado com o autor, quando há algum tempo adquiri e li de um fôlego o seu excelente Templo da Glória Literária, excepcional sob todos os pontos de vista (…). O autor revela-se, cada vez mais, um poeta de discurso sólido, criativo, empenhado perante a vida, com uma poesia que se pensa a si mesma e que pensa cada um de nós (…).” Do Prefácio, assinado por Joaquim Pessoa
SOBRE O AUTOR: Miguel Almeida. Nasceu em Rãs, pequena aldeia do concelho de Sátão, distrito de Viseu, em 1970. É autor de Um Planeta Ameaçado: A Ciência Perante o Colapso da Biosfera (2006), A Cirurgia do Prazer: Contos Morais e Sexuais (2010), O Templo da Glória Literária: Versão Poética (2010), Ser Como Tu (2011), Chireto: Uma semana de histórias para contar ao deitar (2011), O Lugar das Coisas (2012) e Aprenducar com a Mãe Natureza: Uma semana de histórias para contar ao deitar (2012). Publicou também, desta vez em co-autoria, Já não se fazem Homens como antigamente (2010). É o coordenador da Colectânea de Novos Poetas Portugueses intitulada Palavras Nossas (Volume I, 2011; Volume II, 2012) e da colectânea Contos do Nosso Tempo (2012). Licenciado em Filosofia (Variante de Filosofia da Ciência) pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde também fez o Mestrado em Filosofia da Natureza e do Ambiente, exerce actualmente funções docentes na Escola Secundária Cacilhas-Tejo, em Almada. Vive na Costa da Caparica, com a mulher, Carla, e o filho, Gabriel, na proximidade poética da família e do mar.
À falta de saber

À falta de saber,
Resta-nos queimar os pés,
Num caminho ígneo, de fogo ardente
Onde caminhamos, de trás para a frente.

À falta de saber,
Resta-nos arder a pensar,
Num eterno questionar, sem parar
Pelo sentido profundo, de não morrer.

À falta de saber,
Resta-nos só embarcar,
Num rumo cego, só por sonhar
Onde alguns viajam, a viajar por viajar.

À falta de saber,
Resta-nos só imaginar,
Num caminho de sonho, a vadiar
Para ter o puro prazer, de viver por viver.


Miguel Almeida in SobreViver, Lisboa, Esfera do Caos, 2013, pág. 51. 


A vida inteira

A vida inteira
Pode ser apenas uma viagem,
Incerta,
Na certeza da sua própria partida,
Ou, então
Pode ser apenas uma miragem,
Insegura,
Na certeza de algumas paragens.

Sim,
A vida inteira,
Pode mesmo ser assim,
Andar sempre só, em deriva
Por um caminho, que não tem fim
Mas, então, sendo assim
É essencial saber escolher a bagagem,
Para poder partir, em tão arriscada viagem.


Miguel Almeida in SobreViver, Lisboa, Esfera do Caos, 2013, pág. 71.

» Clica aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, e sabe mais sobre o autor e a sua bibliografia.
 

«FAZ O CURSO NA MAIOR» Miguel Relvas!


quarta-feira, 3 de abril de 2013

Dia 3 do Festival Literário da Madeira

O impulsionador do Festival Literário da Madeira, Francesco Valentini, director da editora Nova Delphi — promotora do FLM —, deu por aberto oficialmente a 3ª edição do FLM. No seu texto de abertura direcionou-se sobre o papel interativo tanto da palavra como o da escrita, para o fomentar da escolha e liberdade de expressão dos cidadãos. Vincou a importância de ler para o crescimento pessoal, dizendo que uma pessoa que não lê (jornais, revistas, livros, etc.) é como uma pessoal que se distancia da sociedade do seu meio; que se isola e não interage com os outros, e mesmo consigo própria. Coube-lhe a tarefa de introduzir e explicar o por quê do tema-cartaz desta edição do festival: Manifesto à Arte. Francesco Valentini proferiu, diante de uma sala que se apresentou cheia, o objectivo maior da presente edição: fazer da Madeira um dos centros de diálogo e debate sobre literatura, através da profusão de ideais e pensamentos de vários intervenientes. 

O vereador da Cultura da Câmara Municipal do Funchal, Pedro Calado, na sua intervenção, parabenizou a organização, e ressaltou a importância do festival para a dinamização cultural na ilha. Afirmou que o FLM vem, de certa forma, vem suportar financeiramente a vinda de autores nacionais e internacionais à Madeira, numa altura de retenção de despesas. 

A escritora feminista norte-americana Naomi Wolf, a cabeça-de-cartaz do FLM, subiu ao palco e uma das suas primeiras frases foi «Esta noite vou falar sobre a vagina». Dito e concretizado. Mas antes agradeceu a presença de todas as pessoas presentes no Teatro Baltazar Dias, e proferiu elogios sobre a gastronomia madeirense e sobre o interesse da população em debater temas intelectuais. A sua apresentação primou pela espontaneidade e simpatia com que parentesava as suas ideologias. Assuntos como o orgasmo feminino e masculino, os nervos pélvicos, a oxitocina vs dopamina, a obsessão pelo sexo («Why people are so obsessed about feminine sexuality?»), pornografia, masturbação, etc., tudo contribuiu para que a sua apresentação fosse um momento descontraído e em nada tabu.

A primeira Conversa à Mesa juntou Rui Tavares e a jornalista norte-americana. O tema vestiu-se de sério e teve como base os livros dos dois participantes, «O Fim da América» e «A Ironia do Projecto Europeu». Depois do tema sexual falou-se de um tema repressivo, a política.

O tema da Conversa Cruzada de amanhã, previsto para as 18h, é A Arte de Morrer Longe, e terá como intervenientes: João Tordo, Raquel Ochoa, Tiago Salazar e Tiago Patrício. A moderação da conversa está a cargo da jornalista Cláudia Rodrigues.

TOPSELLER publica novo livro do autor mais bem-sucedido do mundo


«Jack Morgan, antigo fuzileiro naval e agente da CIA, herdou do seu pai a Private, uma reputada agência internacional de investigação e segurança e, com ela uma carga de trabalhos que pode levá-lo ao ponto de rutura.

Os segredos dos homens e mulheres mais poderosos chegam diariamente a Jack e aos seus agentes, que usam técnicas forenses de ponta para resolver os seus casos. Como se não lhe bastasse ter de apurar a verdade sobre um escândalo de jogo ilegal na liga de futebol americano e tentar resolver um inquérito criminal sobre as mortes selváticas de 18 raparigas, Jack ainda vai ter de desvendar o tenebroso assassínio da mulher do seu melhor amigo — e sua antiga amante.»
Com uma narrativa que se desenvolve a um ritmo alucinante, "Private: Agência Internacional de Investigação" é o mais excitante e vibrante thriller de James Patterson.

E, para aguçar o apetite, aqui estão os primeiros capítulos: www.topseller.pt/docs/Private.pdf


James Patterson já criou mais personagens inesquecíveis do que qualquer outro escritor da atualidade. É o autor dos policiais Alex Cross (ed. Topseller), os mais populares dos últimos 25 anos dentro do seu género. Entre os seus maiores êxitos estão também as séries Private, cuja publicação se inicia agora, O Clube das Investigadoras e Michael Bennett.

James Patterson é o autor n.º 1 em todo o mundo (fonte: Forbes) e o que mais livros teve até hoje no topo da lista de bestsellers do New York Times, figurando no Guinness (76 títulos, 19 dos quais consecutivos). Desde que o seu primeiro romance venceu o Edgar Award, em 1977, os seus livros já venderam mais de 250 milhões de exemplares, ultrapassando os 3,7 milhões de seguidores no Facebook.

Patterson escreveu também obras de grande êxito para leitores jovens, entre as quais estão Maximum Ride (ed. Topseller), Escola e Eu Cómico (ed. Booksmile).

Tu és o resultado de ti mesmo (Poema de Pablo Neruda)


Tu és o resultado de ti mesmo


Não culpes a nada, nunca te queixes de nada nem de ninguém, porque fundamentalmente tu tens feito tua vida.
Aceita a responsabilidade de edificar a ti mesmo e o valor de acusar-te no fracasso para voltar a começar;
corrigindo-te, o triunfo do verdadeiro homem emerge das cinzas do erro.
Nunca te queixes do meio ou dos que te rodeiam, há em teu meio, aqueles que souberam vencer, as circunstâncias
são boas ou más segundo a vontade ou fortaleza de teu coração.
Aprende a converter toda situação difícil em uma arma para brigar.
Não te queixes de tua pobreza, de tua solidão ou de tua sorte, enfrenta com valor e aceita que de um outra maneira,
tudo dependerá de ti; não te amargures com teu próprio fracasso, nem culpes a ninguém por isso, aceita agora ou seguirás
justificando-te como um menino, relembra que qualquer momento é bom para começar e que nenhum é tão terrível para claudicar.
Pare já de enganar-se, és a causa de ti mesmo, de tua necessidade, de tua dor, de teu fracasso.
Se, tu tens sido o ignorante, o irresponsável, tu, unicamente tu, ninguém pode haver feito por ti.
Não esqueças que a causa de teu presente é teu passado, como a causa de teu futuro é teu presente.
Aprende com os fortes, os audazes, imita aos enérgicos, aos vencedores, aos que não aceitam situações, aos que venceram apesar de tudo.
Pensa menos em teus problemas e mais em teu trabalho e teus problemas sem alimento morrerão.
Aprende a nascer desde a dor e a ser maior, que o maior dos obstáculos.
Veja-te no espelho de ti mesmo.
Começa a ser sincero contigo mesmo. Reconhecendo-te pelo teu valor, pela tua vontade e por tua fragilidade para justificar-te.
Recogiu-te dentro de ti mesmo, mais livre e forte, deixarás de ser um boneco das circunstâncias, porque
teu mesmo és responsável cabelo teu destino
E nada pode substituir-te na construção de teu destino.
Levanta-te olha as manhãs e respira a luz do amanhecer.
Tua és parte dá força dá vida.
Agora desperta, caminha, luta.
Decide-te e triunfarás na vida
Nunca penses na sorte, porque a sorte é o pretexto dos fracassados.

Pablo Neruda

terça-feira, 2 de abril de 2013

Depois de «Encontra-me em Nova Iorque» Duarte Monteiro apresenta «À Luz de Paris»

Duarte Monteiro, licenciado em jornalismo pela Universidade do Porto, dedicou os primeiros anos da sua ainda jovem carreira à área da informação, com passagens pela TVI, Porto Canal e o Portal Clix. No final do ano de 2010, com apenas 24 anos, escreveu o seu primeiro romance, Encontra-me em Nova Iorque, após uma estadia de dois meses nessa mesma cidade norte-americana.

Novidade da Alêtheia: «Raízes do Presente», de Manuel Braga da Cruz


Título: Raízes do Presente
Autor: Manuel Braga da Cruz
N.º Págs.: 390
ISBN: 978-989-622-531-5

A obra:
O presente não se compreende sem as suas raízes históricas, nomeadamente as mais recentes. Os textos reunidos neste livro incidem sobre as invasões militares sofridas pelo país, sobretudo as invasões francesas, que ficaram marcadas pela firme defesa popular da identidade e da independência nacionais; sobre as relações da Igreja com a sociedade e o estado, desde os primórdios do liberalismo até ao século XX; e sobre o salazarismo, distinto dos demais autoritarismos europeus.

O autor:
Manuel Braga da Cruz nasceu em Tadim (Braga) em 1946. Licenciado em Filosofia e em Sociologia, é doutorado em Sociologia Política. Foi investigador no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, onde dirigiu a revista Análise Social. É professor catedrático na Universidade Católica Portuguesa, da qual foi Reitor entre 2000 e 2012. Membro da Sociedade Científica da Universidade Católica Portuguesa, da Academia Portuguesa da História e da Academia das Ciências de Lisboa. Foi fundador e
presidente da Associação Portuguesa de Ciência Política. Sócio correspondente da Real Academia de la Historia de España e da Real Academia de Ciências Morales y Politicas de Madrid.
Encomendar o livro: Aqui

Está desde hoje online a nova página da Alêtheia Editores, através da qual passa a ser possível a compra dos livros e ebooks da editora, e acompanhar todas as novidades. Visitem-na e adicionem-a aos vossos favoritos!

www.aletheia.pt

Conferência inaugural da 3ª edição do Festival Literário da Madeira, com Naomi Wolf

O Dr. Pedro Calado, Vice-presidente e Vereador da Cultura da Câmara Municipal do Funchal e Francesco Valentini, promotor do Festival Literário da Madeira, irão dar por aberto o Festival. A Conferência Inaugural estará a cargo de Naomi Wolf, que introduzirá o tema Manifesto à Arte. Decorrerá no Teatro Municipal Baltazar Dias, a partir das 18H00. A Conversa à Mesa juntará Rui Tavares e a cabeça de cartaz deste Festival.


Passatempo Dia Internacional do Livro Infantil: «Os 7 Hábitos das Crianças Felizes»

Desde de 1967 que o Dia Internacional do Livro Infantil é celebrado no dia de hoje. A data foi criada para homenagear o escritor dinamarquês Hans Christian Andersen, (autor de algumas das histórias para crianças mais lidas em todo o mundo), cujo aniversário do nascimento é assinalado a 2 de Abril.
Estimular o gosto pela leitura nas crianças é um dos objectivos, tanto dos pais, como de todo o leque de educandos com quem a criança interage desde muito cedo (educadores de infância, professores, etc.). O hábito de ler é um dos melhores vícios que o ser humano pode ter, e se desde pequenos formos estimulados e sensibilizados para os benefícios da leitura, mais cedo acumulamos saberes e crescermos melhor.
No meu caso, os livros nunca foram uma presença constante, na infância e adolescência, tanto que o primeiro livro que li eu já deveria ter uns 16, 17 anos.

Inevitavelmente no dia de hoje tinha que dar início a um passatempo com um livro infantil. Para tal, tive o apoio da Dinalivro.

Folheia «Os 7 Hábitos das Crianças Felizes», de Sean Covey:



Para te habilitares a ganhar o livro tens de, em comentário a este post, mencionar o título e autor de dois livros infantis da Dinalivro, e deixares o teu nome e e-mail. O vencedor será sorteado via Random.org. Participações válidas até ao dia 6 de Abril.

Oficina de Escrita Criativa, por Maria João Vieira


«Conversas com Pais», de Eva Delgado-Martins

Editora: Caminho
Ano de Publicação: 2013
Nº de Páginas: 184
Depois da sua estreia no panorama literário com Casa de Pais…Escola de Filhos (Livros Horizonte, 2012), Eva Delgado-Martins, psicóloga educacional, apresenta aos leitores o seu mais recente livro. Conversas com Pais compila vários textos publicados no DN Magazine, e está distribuído por quatro grupos de temas. A Infância é a primeira temática que agrupa catorze artigos curtos sobre os primeiros anos de desenvolvimento da criança com o meio onde vive e interage. A autora desmistifica estereótipos e crenças sem fundamentos que muitos pais têm sobre os cuidados a ter com os recém-nascidos e a melhor comunicação que deverá ser adoptada. Porque tudo começa no berço, desde a mais tenra idade devemos, educadores, estar preparados com a instrução pedagógica mais adequada que iremos transmitir aos nossos educandos. A adolescência e a família são outros destaques que a autora analisa, afirmando que os jovens têm de ser ouvidos, têm de ser entendidos pelos pais através de um mútuo diálogo, para que o caminho para a idade adulta seja realizado com vagar e consciencialização dos passos, de cada passo. A escola e o papel dos professores e pais na fase mais importante do jovem; as dificuldades de aprendizagem como podem ser geridas e ultrapassadas; o bullyng e os seus efeitos na personalidade dos jovens; são assuntos abordados de forma simples e directa, com conselhos eficazes e úteis, e testemunhos de casos que passaram no consultório da doutora. É um livro que sempre será actual, e poderá ser consultado por pais, avós, professores, e todos os profissionais que lidam com crianças e adolescentes. Como afirma Daniel Sampaio no prefácio do livro «Conversas com Pais destina-se não só a pais mas também a todos os que ainda não desistiram de educar melhor.»

segunda-feira, 1 de abril de 2013

A 'Colecção Anita' é uma sugestão literária infantil da BABEL

Para assinalar o Dia Internacional do Livro Infantil, que se comemora anualmente no dia 2 de Abril, a BABEL faz as seguintes sugestões:

Colecção Anita
de Marcel Marlier

Pactor lança o livro «Como Ter Sucesso no Linkedln»


Passatempo: «A Chave do Labirinto», de Ricardo Sousa

Com a colaboração do autor Ricardo Sousa, o blogue dá início a este passatempo que premiará um leitor com o livro A Chave do Labirinto.
Sinopse: …Quando as palavras se despem de todos os seus segredos; quando alguém tropeça nelas e sente o próprio vazio confundir-se na penumbra de uma saudade sem rosto, apetece ser de novo uma criança inocente, a beber a madrugada nas fontes de água puríssima onde a alma se mantém. Pouco a pouco, as páginas foram crescendo e, agora, são elas que se folheiam nas veias deste livrinho. Que era o seu!... Quem sabe se não vai ser a companhia de quem tenta reconciliar-se com os sonhos que sonhou?... 

Para te habilitares a ganhar o livro tens de:  
- Fazer 1 "Gosto" na página do Silêncios que Falam no Facebook [aqui], caso ainda não sigas a página; 
- Sugerir a página do Silêncios que Falam no Facebook, clicando [aqui] onde aparece "Sugerir aos amigos"
- Responder acertadamente ao Formulário e respeitar as regras dos passatempos. 

nota: Poderás participar neste passatempo uma vez por dia, todos os dias, até ao último dia de passatempo. Já sabes que a matemática não falha; quantas mais vezes participares, mais hipóteses tens de ganhar!



O Passatempo está vigente até ao dia 6 de Abril.

Regras do Passatempo:
1) O passatempo decorrerá entre os dias mencionados, sendo exclusivo a participantes residentes em Portugal (Continental e Ilhas);
2) Será validado exclusivamente as participações com as respostas acertadas e será aceite apenas uma participação por pessoa ou email;
3) O vencedor será sorteado aleatoriamente através do Random.org e o seu nome publicado aqui neste post, além de ser comunicado ao mesmo via e-mail. Se ao fim de 15 dias, após ser contactado pelo administrador deste blogue, o vencedor não reclamar o prémio, será escolhido outro vencedor;
4) O administrador deste blogue e/ou a editora não se responsabiliza por eventuais extravios dos livros, aquando da expedição dos mesmos ao vencedor.

Passatempo: «O Espião Português», de Nuno Nepomuceno

Mais um passatempo tem início no blogue. Desta vez com a colaboração de Nuno Nepomuceno, autor do livro O Espião Português, que autografará um exemplar ao vencedor.

Para te habilitares a ganhar um dos livros tens de:  
- Fazer 1 "Gosto" na página do Silêncios que Falam no Facebook [aqui], caso ainda não sigas a página; 
- Fazer 1 "Gosto" neste post, comentar escrevendo "feito" / "participado" / etc., e partilhá-lo no teu Mural do Facebook (se participares mais do que uma vez neste passatempo, basta partilhares uma vez).
 (Advertência: Só as participações com as partilhas públicas serão contabilizadas);
- Responder acertadamente ao Formulário e respeitar as regras dos passatempos.

nota: Poderás participar neste passatempo uma vez por dia, todos os dias, até ao último dia de passatempo. Já sabes que a matemática não falha; quantas mais vezes participares, mais hipóteses tens de ganhar!




O passatempo decorrerá até ao dia 7 de Abril.

Regras do Passatempo:
1) O passatempo decorrerá entre os dias mencionados, sendo exclusivo a participantes residentes em Portugal (Continental e Ilhas);
2) Será validado exclusivamente as participações com as respostas acertadas e será aceite apenas uma participação por pessoa ou email;
3) O vencedor será sorteado aleatoriamente através do Random.org e o seu nome publicado aqui neste post, além de ser comunicado ao mesmo via e-mail. Se ao fim de 15 dias, após ser contactado pelo administrador deste blogue, o vencedor não reclamar o prémio, será escolhido outro vencedor;
4) O administrador deste blogue e/ou a editora não se responsabiliza por eventuais extravios dos livros, aquando da expedição dos mesmos ao vencedor.