quarta-feira, 6 de março de 2013

A Presença publica «As Esganadas», o novo livro de Jô Soares, e relança «O Xangô de Baker Street»


NOVIDADE

As Esganadas
de Jô Soares

Ilustradores: Daniel Bueno e Carol Grespa
Adaptação Ortográfica: Maria das Mercês Peixoto
Páginas: 216
Coleção: Grandes Narrativas Nº 542
ISBN: 978-972-23-5002-0

Data de Publicação:
7 de Março 2013


O LIVRO BRASILEIRO DE FICÇÃO MAIS VENDIDO NO BRASIL EM 2012
Rio de Janeiro, 1938. Um perigoso assassino anda à solta nas ruas. O alvo: mulheres jovens, bonitas e...gordas. A arma: irresistíveis doces portugueses. Para investigar os crimes, o famigerado chefe de polícia Filinto Müller designa uma trupe hilariante: um delegado sempre rabugento, assessorado por um auxiliar obtuso e medroso, e que contará com a ajuda de um ex-inspetor lusitano muito bem relacionado. Os três serão também acompanhados por uma repórter e fotógrafa corajosa e dinâmica, interessada em cobrir o caso para a imprensa. Com a verve que lhe é característica, Jô Soares consegue neste romance realizar a façanha de narrar uma série de crimes brutais e deixar o leitor com um sorriso satisfeito nos lábios.

RELANÇAMENTO 

O Xangô de Baker Street
de Jô Soares

Páginas: 280
Coleção: Grandes Narrativas Nº 5
ISBN: 978-972-23-2031-9
   
Público alvo: Leitores de Romances Históricos/Policiais.

Data de Publicação: 7 de Março 2013
 
Estamos em 1886, o ano da primeira e triunfal tournée de Sarah Bernhardt no Brasil. Na corte de D.Pedro II desaparece o Stradivarius que o imperador havia oferecido à baronesa de Avaré. Ao mesmo tempo, alguém começa a assassinar jovens mulheres,  deixando nos corpos uma corda de violino. Sarah Bernhardt propõe ao imperador convidar o famoso Sherlock Holmes para resolver o caso. Misturando sabiamente realidade e ficção, Jô Soares faz deste enredo o ponto de partida para um extraordinário e inspirado romance que ressuscita com rigor histórico os coloridos e contrastantes ambientes do Rio oitocentista e avança a ousada suposição de o Brasil ter sido o berço do primeiro serial killer da história.
Jô Soares nasceu no Rio de Janeiro em 1938. Comediante, humorista, dramaturgo e romancista, é também um dos mais importantes entrevistadores da televisão brasileira. É autor de O Xangô de Baker Street, O Homem Que Matou Getúlio Vargas e Assassinatos na Academia Brasileira de Letras, já publicados pela Presença nesta coleção. As Esganadas atingiu o topo da lista de livros de ficção mais vendidos no Brasil duas semanas após o seu lançamento.




Passatempo: Autobiografia de Martin Luther King

Martin Luther King tornou-se um dos mais importantes líderes do movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos e no mundo.
É a sua autobiografia, que inclui cartas e diários inéditos, que a Bizâncio gentilmente enviará para a morada do vencedor deste passatempo. 
Ficha Técnica do livro


Para te habilitares a ganhar um dos livros tens de:  
- Fazer 1 "Gosto" na página do Silêncios que Falam no Facebook [aqui], caso ainda não sigas a página;  
- Fazer 1 "Gosto" neste post e partilhá-lo no teu Mural do Facebook (se participares mais do que uma vez neste passatempo, basta partilhares uma vez).
 (Advertência: Só as participações com as partilhas públicas serão contabilizadas);
- Responder acertadamente ao Formulário e respeitar as regras dos passatempos. 

nota: Poderás participar neste passatempo uma vez por dia, todos os dias, até ao último dia de passatempo. Já sabes que a matemática não falha; quantas mais vezes participares, mais hipóteses tens de ganhar!



O passatempo decorrerá até ao dia 11 de Março.

Regras do Passatempo:
1) O passatempo decorrerá entre os dias mencionados, sendo exclusivo a participantes residentes em Portugal (Continental e Ilhas);
2) Será validado exclusivamente as participações com as respostas acertadas e será aceite apenas uma participação por pessoa ou email;
3) O vencedor será sorteado aleatoriamente através do Random.org e o seu nome publicado aqui neste post, além de ser comunicado ao mesmo via e-mail. Se ao fim de 15 dias, após ser contactado pelo administrador deste blogue, o vencedor não reclamar o prémio, será escolhido outro vencedor;
4) O administrador deste blogue e/ou a editora não se responsabiliza por eventuais extravios dos livros, aquando da expedição dos mesmos ao vencedor. 

terça-feira, 5 de março de 2013

«A Mão do Diabo», de José Rodrigues dos Santos

Editora: Gradiva
Ano de Publicação: 2012
Nº de Páginas: 592
[Na actualidade] Dois franceses são assassinados em França por não terem revelado a localização de um DVD, que contém indícios e provas ocultas sobre os principais responsáveis pela situação económico-financeira actual. Num Portugal que atravessa a maior crise de que há memória – só comparada com a Grande Depressão de 1929 –, com uma taxa de desemprego com tendência a escalar nos gráficos e uma dívida pública dantesca – no encalço de países como a Islândia, Grécia e Espanha –, sucedem-se duras medidas de corte na despesa e aumento da receita do Estado que tem como efeito colateral a diminuição do poder de compra. Mas não só. Tomás Noronha, o protagonista desta trama, é também afectado pela crise. Quando trata da papelada para usufruir do subsídio de desemprego o historiador português revê um amigo de infância que anda sendo perseguido por uma organização satânica que fará de tudo para que o DVD seja destruído. Filipe Madureira antes de ter o mesmo fim que os franceses, deixa a Tomás um envelope com o resultado da investigação que levou a cabo a mando da chefe-adjunta do Tribunal Penal Internacional, para detectar a fonte de fugas de informação, na política europeia. Mas, há um pormenor que o historiador não contava encontrar: a informação da localização do DVD «bombástico» apenas pode ser revelada após ele decifrar um criptograma enigmático, deixado pelo amigo.
De Espanha a Florença, contando com a colaboração de uma agente da Interpol espanhola, Tomás ver-se-á confrontado com a falta de inércia da polícia internacional, alvo de prevaricação por parte de políticos de topo. Não obstante, o recém-desempregado não se deixa enganar com as rasteiras informáticas que a seita vai preparando, e é instaurado testemunha num processo judicial que decorre em Uffizi, Florença, cidade onde se encontra os sepulcros de Leonardo da Vinci e de Dante Alighieri. Este último conhecido também como Il Diavolo. (abro parêntesis para salientar um pormenor deveras curioso. Em Fevereiro deste ano foi conhecido o título e sinopse do futuro romance de Dan Brown, que sairá em Maio, nos EUA: Inferno, com acção a decorrer em Itália, baseado no clássico da literatura, O Inferno, de Dante Alighieri. Isto para realçar que José Rodrigues dos Santos (JRS) publicou A Mão do Diabo em Outubro de 2012. Verdade, todos sabem, é que algumas pessoas que escrevem para jornais criticam JRS pela copiosidade estilística com Dan Brown. Também não estou afirmando que o autor de Anjos e Demónios copia o autor de O Codex 632. Apenas saliento que coincidências, elas existem.)
Um dos momentos mais decisivos da história passa-se, precisamente, no folhear das últimas páginas deste romance, o 10º do autor que mais vende em Portugal, distinguido, pelo segundo ano consecutivo, com a marca Escritor de Confiança das Selecções do Reader’s Digest.
O que dizer deste romance? Que é um romance semi-ficcional. Que nele, o conteúdo sobre a crise é claro, rigoroso e esclarecedor («Toda a informação histórica, financeira e económica incluída neste romance é verdadeira.» - da nota inicial do autor). A Mão do Diabo é um livro indispensável ao leitor mais leigo (e até ao mais sapiente) em matéria de crise, sobre a sua origem e consequências, e que descodificará alguns dos responsáveis pelos tempos conturbados em que vivemos. Que excertos da obra como os seguintes, não carecem de comentários:
«A moeda única, tal como está a ser concebida, não se vai aguentar. À primeira crise poderá desmoronar-se como um baralho de cartas (…) os países da moeda única irão saltitar de crise em crise (…)» (p. 527)
«Manipularam os relatórios para que apresentassem uma imagem cor-de-rosa da viabilidade e do futuro do euro.» (p. 529)
«A responsabilidade pela crise não se limita aos governos dos últimos anos (…) é preciso processar também muitos antigos governantes por crimes contra a humanidade.» (p. 560)
Com simplicidade, JRS analisa a crise. Com simplicidade, o leitor fica esclarecido, efeito esse que nenhum programa de televisão ou jornal executa com sucesso. Submarinos, TGV, PPP, obras de autoestradas, estádios, hospitais (bens não-transicionáveis), são abordados directamente neste livro com o rigor, talvez, que só um grande comunicador possui.
Uma das desvantagens desta leitura, por ser rotulado de romance, relaciona-se com muita informação sobre a crise, e um início (ida à Grécia) e término (profuso) de romance com pontas soltas, desnecessárias.
Em nota final JRS afirma ter consultado para a génese de A Mão do Diabo «opiniões de economistas eminentes. Nada é minha opinião, tudo o que está escrito resulta do diagnóstico feito por profissionais. O livro inclui por isso informação económica e financeira genuína.» (p. 585)
Nesta nota final JRS assenta ter consultado várias obras como O Fim da Ilusão, de Medina Carreira (antigo ministro das Finanças; aliais, um dos apresentadores do livro no lançamento em Outubro), Olhos nos Olhos, de Medina Carreira e Judite Sousa.
A Mão do Diabo encontra-se já na sua 13ª edição com 126.000 exemplares vendidos, dados revelados hoje pela Gradiva.

A editora Padrões Culturais publica a obra «Mensagem», de Fernando Pessoa


Mensagem
de Fernando Pessoa

Ano de Edição: 2013
Páginas: 56
Colecção: Textos Extraordinários
Nº Colecção: 58
Editor: Padrões Culturais
ISBN: 9789897090523
PVP: 4.48€
 
O Livro:
Publicada apenas um ano antes da morte do autor, a obra trata do glorioso passado de Portugal de forma apologética e tenta encontrar um sentido para a antiga grandeza e a decadência existente na época em que o livro foi escrito. Glorifica acima de tudo o estilo camoniano e o valor simbólico dos heróis do passado, como os Descobrimentos portugueses. É apontando as virtudes portuguesas que Fernando Pessoa acredita que o país deva se "regenerar", ou seja, tornar-se grande como foi no passado através da valorização cultural da nação. O poema mais famoso do livro é "Mar Português". 
 
Excerto:
Nem rei nem lei, nem paz nem guerra,
define com perfil e ser
este fulgor baço da terra
que é Portugal a entristecer –
brilho sem luz e sem arder,
como o que o fogo-fátuo encerra.

Ninguém sabe que coisa quer.
Ninguém conhece que alma tem,
nem o que é mal nem o que é bem.
(Que ânsia distante perto chora?)
Tudo é incerto e derradeiro.
Tudo é disperso, nada é inteiro.
Ó Portugal, hoje és nevoeiro…

É a Hora!
O Autor:
Fernando António Nogueira Pessoa, mais conhecido por Fernando Pessoa foi um cidadão que na sua vida literária criou 72 nomes, alguns pseudónimos outros heterónimos.

Se, depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia,
Não há nada mais simples.
Tem só duas datas – a da minha nascença e a da minha morte.
Entre uma e outra coisa todos os dias são meus.
In «Poemas Inconjuntos»
 

sábado, 2 de março de 2013

5 obras da Colecção Vidas, da Bizâncio: A história das figuras que estão na nossa memória

Preço Online: €19.99

Título: Eu Tenho um Sonho
Autor: Martin Luther King

Pág.: 436
Número: 11

Na voz vibrante e apaixonada do próprio, chegou finalmente a crónica inesquecível da vida e época de
Martin Luther King, Jr. Fruto de vários anos de trabalho de pesquisa e selecção de milhares de gravações e documentos escritos, incluindo cartas à família e anotações em diários, este livro é um acontecimento editorial ímpar, que nos dá um retrato novo e expressivo do estudante e filho, marido e pai, pastor e líder mundial que foi Martin Luther King, Jr.

«Reveladora... compreensiva... traz de volta o espírito de King, deixando-nos com um ícone não só maior do que a própria vida, mas com um homem cheio de humor, humildade e honra.»
New York Times Book Review
Preço Online: €13.63

Autor: Jack Lang

Pág.: 232
Número: 16

«Mandela tornou-se um herói. É um mito cuja génese, força e exemplo quis aqui narrar. Tive a oportunidade e o privilégio de conhecer Mandela há mais de dez anos, depois de, com muitos outros militantes, ter contribuído para o boicote à antiga África do Sul e militando a favor da sua libertação.
Mandela, nascido em 1918, é o rebelde que se empenha no combate à injustiça cometida contra os Negros. Primeiro pela via do direito e da não-violência, como Ghandi, depois, a partir de 1944, na ilegalidade e na clandestinidade. É também o cativo sem ódio que descobre o teatro na prisão e se transforma em homem de Estado pronto a dar provas do seu talento logo que é libertado, numa negociação impossível em que a paciência, a tolerância e a democracia lhe permitem evitar um banho de sangue. É finalmente aquele que renuncia à vingança para personificar uma noção ‘arco-íris’. 
Preço Online: €5

Título: É Só Um Filme – Vida e Obra de Alfred Hitchcock 
Autor: Charlotte Chandler
Pág.: 344
Número: 17

Nos seus filmes, Alfred Hitchcock encontrou a expressão perfeita para as suas fantasias. Partilhou essas fantasias com o mundo em clássicos como Os Trinta e Nove Degraus, Desaparecida, Rebeca, Difamação, O Desconhecido do Norte Expresso, Janela Indiscreta, O Homem Que Sabia Demais, Ladrão de Casaca, Intriga Internacional, A Mulher Que Viveu Duas Vezes, Psico e Os Pássaros. Em É Só Um Filme, Charlotte Chandler baseia-se nas suas longas conversas com Hitchcock, revelando frequentemente factos desconhecidos e dados inesperados sobre o homem, o realizador e os seus filmes.
Autora de excelentes biografias, Charlotte Chandler, passou vários anos com Hitchcock, falando sobre a vida e a espantosa carreira do realizador. Também conversou com a sua mulher, Alma, com a filha, Pat, e, ainda, com muitas das lendas do cinema que participaram nos filmes de Hitchcock, incluindo Cary Grant, Ingrid Bergman, James Stewart, Grace Kelly, Joan Fontaine, Laurence Olivier, Michael Redgrave, John Gielgud, Gregory Peck, Henry Fonda, Tippi Hedren, James Mason, Eva Marie Saint, Kim Novak, Anthony Perkins, Janet Leigh e outros. O resultado é um retrato pessoal mas também abrangente de um artista único que, entre os anos 20 e os anos 70 do século passado, criou muitos dos mais memoráveis filmes da história.
Vinte e cinco anos após a sua morte, o perfil característico de Hitchcock continua a ser um ícone instantaneamente reconhecível e os seus filmes continuam a conquistar popularidade e louvores críticos. Charlotte Chandler apresenta-nos o verdadeiro Hitchcock: um dedicado homem de família, dotado de sentido de humor, um inglês com sensibilidade eduardiana que foi um dos grandes mestres da arte cinematográfica.  
Preço Online: €2.5

Título: Pelé, A Minha Vida
Autor: Pelé

Pág.: 320
Número: 19

É o próprio Pelé, o melhor jogador de todos os tempos, que nos relata em directo a história da sua vida e da sua carreira, da infância pobre em Três Corações, no interior do Brasil, dos jogos de futebol pelas ruas até à aclamação mundial. Uma narrativa plena da sua característica graça e modéstia mas abarcando todos os aspectos da sua carreira de futebolista, político e embaixador internacional do desporto.
Esta não é a vida de um santo, ainda que o seu protagonista tenha conhecido três papas ansiosos por lhe darem a bênção, mas na verdade oferece conselhos únicos e credíveis sobre a importância de permanecer «educado e amável», «honesto e responsável» perante o milhão de flashes das máquina fotográficas que conduzem à glória. Como Pelé refere, após a primeira das suas vitórias num Campeonato do Mundo: «ninguém nos ensina a ser celebridades». Um vazio que este livro vem preencher maravilhosamente. Devia existir uma cópia em cada escola de futebol, em cada centro de estágio, em cada balneário.
Preço Online: €7.5

Título: O Génio e a Deusa
Autor: Jeffrey Meyers

Pág.: 384
Número: 28

Aos 35 anos, Arthur Miller tinha escrito duas peças de grande êxito. Era casado e tinha dois filhos. Em Janeiro de 1951, foi a Hollywood onde enfrentaria duas crises morais: a implacável negociação de uma nova peça com a Columbia Pictures e a paixão por uma actriz e modelo ainda pouco conhecida – Marilyn Monroe. O Génio e a Deusa – baseado na longa amizade de Jeffrey Meyers com Arthur Miller, bem como na extensa investigação de arquivos, de Washington a Los Angeles – é o retrato de um casamento. O maior dramaturgo americano do século xx e a mais popular actriz americana complementaram-se, mas também se feriram mutuamente. Este livro explica porque casaram, porque se mantiveram juntos durante cinco anos e o que os destruiu. Marilyn, continuou, no entanto, a ser a trágica musa de Miller; e o seu carácter, ardente e atormentado, manteve-se omnipresente na sua obra durante os quarenta anos que se seguiram.


3 destaques da Livros Horizonte

Como Procurar e Conseguir Emprego (Pactor)

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Como Procurar e Conseguir Emprego - Guia Prático do Candidato

Autor(es)
Ana Rocha
Oliver Röhrich 


I.S.B.N
978-989-693-019-6
Páginas
248
Formato
14,5 x 21,0 cm



Acabou a sua Licenciatura ou Mestrado?
Ficou desempregado? E agora?
Como (re)entrar no mercado de trabalho?
Por onde começar?
Como ultrapassar as rigorosas e variadas técnicas de seleção?

Construir um plano para procurar emprego, seja para começar, seja para prosseguir a sua carreira profissional, é imprescindível. Apresentar uma candidatura com profissionalismo e de forma apelativa são pontos diferenciadores no mundo do recrutamento e seleção e a forma para conseguir um emprego.
Este guia prático vai apoiá-lo nesta tarefa, indicando-lhe os passos a seguir para planear e controlar a sua candidatura a um emprego e fornecendo-lhe todas as informações necessárias para:

  • Traçar os seus objetivos e um plano de procura de emprego;
  • Elaborar o Curriculum Vitae mais adequado;
  • Redigir uma Carta de Apresentação;
  • Saber os cuidados a ter nos contactos telefónicos e por e-mail;
  • Preparar-se para testes psicotécnicos, provas de grupo, entrevistas e Case Studies.
E porque quanto mais alternativas tiver em consideração na sua pesquisa de emprego, maior será a probabilidade de ser bem sucedido, este livro apresenta-lhe também algumas das tendências atuais, às quais não deverá ficar indiferente: fazer um estágio, trabalhar no estrangeiro, contactar empresas de trabalho temporário, recorrer às redes sociais e, porque não, criar o seu próprio emprego.
Com Prefácio de António Gomes Mota (Diretor da ISCTE Business School): "Após a leitura deste livro, estou certo de que o leitor terá um maior à-vontade e confiança para abordar a procura de emprego, aceitará mais facilmente e sem desânimo um ou outro fracasso, que quase inevitavelmente irão acontecer, melhorando as possibilidades de, no final, obter uma colocação profissional mais de acordo com os seus objetivos, ambições e potencial."
Ana Rocha
Coordenadora do Career Training Programme da ISCTE Business School. Mestre em Psicologia da Educação. Licenciada em Psicologia das Organizações e do Trabalho. Master Certificate em PNL (Programação Neurolinguística). Certified em Business Coaching. Coautora do livro Gestão Emocional de Equipas - Em Ambiente de Projecto, editado pela FCA. Co-organizadora da iniciativa "MotivAcção - Quem é a pessoa mais motivadora de Portugal".


Oliver Röhrich
Coordenador do Personal Development Programme da ISCTE Business School /INDEG. Licenciado em Gestão de Empresas com especialização em Desenvolvimento Organizacional e Estratégia. Master Certificate em Coaching Sistémico. Certified Trainer em PNL (Programação Neurolinguística). Acreditado em MBTI (Myers-Briggs Type Indicator). Coautor do livro Gestão Emocional de Equipas - Em Ambiente de Projecto, editado pela FCA, e do estudo "Inovação em Portugal". Co-organizador da iniciativa "MotivAcção - Quem é a pessoa mais motivadora de Portugal".

Medicina, Literatura e Arte (Lidel)

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Medicina, Literatura e Arte

Autor(es)
Mário Viana de Queiroz
Hilton Seda 
I.S.B.N
978-972-757-727-9
Páginas
456
Formato
15,5 X 23,5 cm

Medicina, Literatura e Arte não é, nem pretende ser, mais um livro de arte, mas uma obra em que se relatam as histórias das doenças (patobiografias) de escritores e artistas famosos.
A obra divide-se em cinco partes, que abordam a relação da Medicina com a Literatura e as artes – como a Música, a Pintura e a Escultura – e nelas estão incluídas dezenas de personalidades de relevância universal nas respectivas áreas artísticas, entre as quais se destacam Balzac, Hemingway, Miguel Torga, Voltaire, Salvador Dali, Goya, Munch, Beethoven, Chopin, Mozart, Miguel Ângelo, Sydney Smith, Gaudi, Nostradamus e muitos outros, num total de 130 artistas.

Mário Viana de Queiroz
Professor de Reumatologia e especialista em Doenças Reumáticas; Presidente da Sociedade Portuguesa de Reumatologia (1991-1994);
Presidente do Colégio Ibero-Americano de Reumatologia (2000-2002); Presidente da Liga Portuguesa contra as Doenças Reumáticas (2000-2002); Presidente do Programa Nacional contra as Doenças Reumáticas do Ministério da Saúde de Portugal (2004-2006).

Hilton Seda
Professor Emérito da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; Maestro de la Reumatologia Pan-Americana (título outorgado pela PANLAR em 2006); Membro Emérito da Academia Brasileira de Reumatologia; Presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia (1968-1970); Professor Honoris Causa da Universidade Federal da Paraíba.



 

sexta-feira, 1 de março de 2013

Luís Miguel Rocha regressa ao Vaticano com «A Filha do Papa»


Regresso ao Vaticano com A Filha do Papa

de Luís Miguel Rocha

O novo thriller de Luís Miguel Rocha, o primeiro autor português a figurar no top do New York Times, chama-se A Filha do Papa e está à venda a partir de 11 de março. Dois dos principais escritores portugueses da atualidade, José Rentes de Carvalho e Valter Hugo Mãe, leram, antecipadamente, esta nova obra e elogiaram o autor.
Depois do enorme sucesso de A Mentira Sagrada, publicado pela Porto Editora em 2011, A Filha do Papa, uma obra cheia de ação, centra-se na figura de Pio XII e lança uma pergunta: terá sido o antissemitismo a verdadeira razão da não beatificação do papa?

SINOPSE
Será o antissemitismo a verdadeira razão para o Papa Pio XII não ter sido beatificado?
Quando Niklas, um jovem padre, é raptado, ninguém imagina que esse acontecimento é apenas o início de uma grande conspiração que tem como objetivo acabar com um dos segredos mais bem guardados do Vaticano – a filha do Papa Pio XII. Rafael, um agente da Santa Sé fiel à sua Igreja e à sua fé, tem como missão descobrir quem se esconde por detrás de todos os crimes que se sucedem e evitar a todo o custo que algo aconteça à filha do Papa. Conseguirá Rafael ser uma vez mais bem-sucedido? Ou desta vez a Igreja Católica não será poupada?

OPINIÕES
«LMR tem um dom para arquitectar histórias fascinantes e criar personagens vivas, que se destacam das páginas e nos arrastam com elas a uma velocidade vertiginosa pelas ruas de Roma e os meandros do Vaticano. Nenhum pormenor é deixado ao acaso: a escrita é cuidada, a trama complexa e o ritmo viciante.»
Tânia Ganho, escritora

«Luís Miguel Rocha sabe tudo sobre Papas.
Jô Soares, humorista

«Luís Miguel Rocha pega-nos pela mão e leva-nos numa viagem alucinante pelos meandros da Igreja e seus mistérios com uma escrita cativante e uma história envolvente que a cada página nos deixa a desejar mais e mais!»
Paula Neves, atriz

«Há duas coisas que não posso ter em casa: chocolates e livros novos do Luís Miguel Rocha. Que vício! Aperte o cinto e agarre-se, ele está de regresso!»
Diogo Beja, locutor de rádio

«Há por aí a moda de classificar os livros com estrelas. Cinco para os muito bons. Aos que li de Luís Miguel Rocha, não daria eu essas cinco, que são de pechisbeque e coitadinhas, mas as três com que a Michelin distingue a qualidade e o talento dos cozinheiros do topo. Porque não haja dúvida: no uso dos ingredientes, no preparo das cenas, no ritmo, no desenho dos personagens, no "cozinhar" do enredo, Luís Miguel Rocha é um grand chef.»
José Rentes de Carvalho

«Um mestre de contar histórias. Exímio a mostrar cada instante e cada pormenor, como se projetasse cinema na nossa imaginação. Este livro é um vírus. Domina-nos.»
Valter Hugo Mãe

DIGRESSÃO NACIONAL
À semelhança do que aconteceu com A Mentira Sagrada, A Filha do Papa vai ser divulgado em digressão nacional.
O lançamento do livro está já agendado para o ciclo literário Porto de Encontro, no Porto, a 17 de março. Haverá lugar, também, a uma apresentação em Lisboa e a sessões em dezenas de cidades do país.
A Porto Editora anunciará oportunamente todos os pormenores relativos a esta digressão.

O AUTOR
Luís Miguel Rocha nasceu em 1976 na cidade do Porto, onde mora depois de ter residido dois anos em Londres. Foi repórter de imagem, tradutor e guionista. Atualmente, dedica-se em exclusivo à escrita.
A Filha do Papa é o seu sexto livro, depois de Um País Encantado (2005), O Último Papa (2006), Bala Santa (2007), A Virgem (2009) e A Mentira Sagrada (2011).
As suas obras estão publicadas em mais de 30 países e foi o primeiro autor português a entrar para o top do The New York Times. O Último Papa, bestseller internacional, vendeu mais de meio milhão de exemplares em todo o mundo.

www.luismiguelrocha.com | www.facebook.com/luismrocha
 

A Quetzal publica a 8 de Março obras de W.G. Sebald, Vergílio Ferreira e de Roberto Bolaño


Os Emigrantes
de W.G. Sebald

Género: Romance
Tradução: Telma Costa
N.º de páginas: 208
Data de lançamento: 8 de março

«Ao mesmo tempo despretensiosa e lírica, factual e misteriosa, condensada e difusa, a estranha precisão da sua prosa é enganadoramente simples, tão invulgar e perturbadora como as histórias que nos conta.»
Boston Review

«Um dos mais misteriosamente sublimes escritores europeus contemporâneos.»
James Wood

Enquanto narra e documenta a vida e as vicissitudes de quatro judeus expulsos das suas terras – e num tempo em que se cultiva o esquecimento –, W.G. Sebald reaviva a memória de um período da História recente europeia, cujos acontecimentos determinaram dramaticamente o destino individual. Mas, se por um lado Os Emigrantes é uma evocação do exílio e da perda, por outro é também a de um tempo reencontrado, nas viagens que esses homens empreenderam em busca de si próprios e de um lugar para viver, e o seu triunfo sobre a dor da separação e da morte. Deambulando entre a realidade e a fantasia, a investigação e a ficção, W. G. Sebald segue e relata o caminho destas figuras numa prosa atmosférica, evanescente, magnífica.

Pensar
de Vergílio Ferreira

Género: Diário
N.º de páginas: 312
Data de lançamento: 8 de março

«É quase jovialmente que Vergílio Ferreira reflecte sobre a vida, sobre a morte, sobre a arte, o conhecimento, a política, o romance, a humana condição, o próprio pensar o pensamento… São aforismos, são “pequenas moralidades”, dirigidas apelativamente a um narratário não especificado, por vezes coloquialmente… Em suma: são múltiplos os recursos de Vergílio Ferreira para explanação do seu Pensar. É evidente que Vergílio Ferreira se revela aqui com alguma intelectual arrogância – é o seu direito. (…) Magnífica arrogância.»
Fernanda Botelho, Colóquio Letras
 
Publicado pela primeira vez em 1992, Pensar é um misto de diário e de caderno de apontamentos, onde Vergílio Ferreira treina o aforismo, pratica a observação social cáustica, reflete, questiona, problematiza e pensa.
A arte, a beleza, a morte, o tempo, a política, o amor: em Pensar Vergílio Ferreira interroga o quotidiano para encontrar aí aquilo que permanece, que resiste à voragem dos dias.
Um livro fundamental para se conhecer o pensamento de um dos grandes escritores portugueses do século XX.

Amuleto
de Roberto Bolaño

Género: Romance
Tradução: Cristina Rodriguez e Artur Guerra
N.º de páginas: 144
Data de lançamento: 8 de março

«Com 2666, Roberto Bolaño redefiniu a forma do romance; com a narrativa delirante de Amuleto, reinventa aquilo em que a literatura se poderá transformar.»
New Statesman

A voz arrebatadora de Auxilio Lacouture narra um crime atroz e longínquo, que só virá a ser desvelado nas últimas páginas deste romance – no qual, de resto, não escasseiam crimes, sejam eles os dos quotidiano, ou os da formação do gosto.
Uruguaia de meia-idade, alta e magra como Dom Quixote, Auxilio ficou escondida na casa de banho das mulheres, enquanto a polícia ocupava, de forma brutal, a Faculdade de Filosofia e Letras da Cidade do México, em 1968. Durante os dias que aí permaneceu, os lavabos converteram-se num túnel do tempo, que lhe permitiu rememorar os anos vividos no México e antever os que estavam por vir.
Neste exercício evoca a poeta Lilian Serpas, que foi para a cama com Che, e o seu desafortunado filho; os poetas espanhóis León Filipe e Pedro Garfias, a quem Auxilio serviu voluntariamente como empregada doméstica; a pintora catalã Remedios Varo e a sua legião de gatos; o rei dos homossexuais da colónia Guerrero e o seu reino de terror; Arturo Belano, uma das personagens centrais de Os Detetives Selvagens; e a derradeira imagem de um assassínio esquecido.

Críticas na imprensa internacional a Amuleto: