domingo, 2 de junho de 2019

Cinco novos livros com o selo da Topseller

São cinco os romances da Editora Topseller que estarão à venda a 10 de Junho. São eles: um tríler psicológico, marcado pelo ritmo inteligente e contornos vagos (Intruso); um romance passado no Iraque de Saddam Hussein (Os Jardins do Presidente); a estreia na ficção adulta de uma escritora de romances YA (A Casa à Beira da Noite); um livro que aborda temas como a diversidade e a homossexualidade (No Final, Morrem os Dois); e um romance de conspiração escrito por um médico e arqueólogo que já vendeu mais de 6 milhões de livros (O Sinal da Cruz).
No Final, Morrem os Dois
de Adam Silvera
Sem morte, não há vida. Sem perda, não há amor.
Pouco depois da meia-noite, Mateo e Rufus, dois completos estranhos, recebem a notícia de que vão morrer dentro de 24 horas. Neste último dia que lhes resta, ambos anseiam por fazer um amigo.
A boa notícia é que existe uma aplicação para isso. Chama-se Último Amigo e, através dela, estes dois jovens encontram-se para uma derradeira e intensa aventura: viver toda uma vida num só dia.
Para nos lembrarmos de que todos os dias contam.


Casa à Beira da Noite
de Catherine Banner
No Mediterrâneo, entre a Sicília e o Norte de África, encontra-se uma ilha caída no esquecimento… mas não o suficiente para fugir aos problemas do mundo.
Amedeo Esposito, um jovem oriundo de Florença, aparece para ocupar o posto médico em Castellamare, uma ilha banhada pelas ondas e onde o tempo parou. Embora profissional e sério, Amedeo cede ao feitiço da ilha e deixa-se encantar por um bar decrépito chamado A Casa à Beira da Noite, tido como amaldiçoado pelos locais. Mas Amedeo decide comprá-lo e devolver-lhe a vida e o esplendor de outrora.
Rodeado pelo som do mar e o aroma das buganvílias, o bar torna--se a casa de Amedeo e da sua mulher, Pina, e o ponto de encontro para as conversas e mexericos dos habitantes. O papel do bar é tão importante, que, detrás do seu balcão, as várias gerações da família Esposito se tornam testemunhas de quase um século de História que marcará os ilhéus.


Intruso
Iain Reid
Junior e Henrietta são casados e levam uma vida simples e tranquila na sua quinta, afastados do bulício citadino. Um dia, um estranho vindo da cidade chega com notícias surpreendentes: Junior foi selecionado aleatoriamente para fazer uma viagem para muito, muito longe. Ao que parece, ele é um dos candidatos para um projeto de colonização espacial. O mais bizarro é que foi tudo orquestrado para que Henrietta não ficasse sozinha durante a ausência de Junior. Nunca, nem por um segundo. Para todos os efeitos, Henrietta terá sempre uma companhia familiar. Demasiado… familiar.
Mas a ideia não agrada a Junior, cuja desconfiança aumenta de dia para dia. Afinal, que alternativas lhe restam num futuro que foi decidido por si? Em quem poderá ele confiar? Astucioso e pleno de incerteza, Intruso é um thriller psicológico e intenso que analisa a natureza das relações amorosas, a autodeterminação e o significado de se ser (ou não) uma pessoa.


O Sinal da Cruz
de Glenn Cooper
Um aparente milagre
Em Abruzos, uma região no centro de Itália, um jovem padre aparece com chagas nos pulsos, levando toda a gente a pensar que desenvolveu os estigmas da crucificação. O Vaticano decide investigar o caso, convocando Cal Donovan, professor de Harvard especialista em Religião e Arqueologia, para apurar a verdade.
Um segredo devastador
Depois de falar com o padre, Cal acredita não estar perante uma fraude, e em pouco tempo percebe que por detrás dos estigmas se esconde um terrível segredo. Simultaneamente, em Berlim, uma organização neonazi toma conhecimento do padre estigmatizado e acredita que ele é a chave para a criação de uma arma mortal catastrófica.
Um resgate perigoso
Quando o padre é raptado pelos neonazis, começa uma perigosa corrida contra o tempo. Apenas Cal pode encontrar a organização implacável e detê-la, antes que uma catástrofe apocalíptica seja desencadeada.
Os Jardins do Presidente
de Muhsin Al-Ramli
Num país onde não havia bananas, ao terceiro dia do Ramadão, a aldeia deparou-se, ao acordar, com nove caixas de bananas, cada qual contendo a cabeça degolada de um dos seus filhos. Uma delas pertencia a um dos homens mais procurados do Iraque, conhecido pelos seus amigos como Ibrahim, o Predestinado.
Como teria este homem bom e humilde conquistado a inimizade de tantos? O que fizera ele para merecer tal morte? A resposta reside na amizade que partilhou a vida inteira com Abdullah Kafka e com Tariq, o Deslumbrado, cada qual com as suas próprias histórias incríveis para contar. Reside também nos campos de batalha devastados pela Guerra do Golfo. Reside no amor inabalável da sua mulher e no escárnio dilacerante da sua filha.
E, acima de tudo, reside nos portões trancados dos Jardins do Presidente, enterrada com as incontáveis vítimas de um reinado impiedoso de terror.

Novos romances que estão a chegar

Há Algo Estranho na Água, de Catherine Steadman
Erin, autora de documentários televisivos, está à beira de uma reviravolta profissional. Mark é um atraente gestor de investimentos com um futuro risonho. Parecem ter tudo para serem felizes, até que Mark perde o emprego, o que ensombra a vida perfeita do casal. Mas ambos estão determinados a fazer com que as coisas resultem. Decidem partir para uma lua de mel num local paradisíaco, confiantes de que tudo se resolva - afinal, têm-se um ao outro.
Em Bora Bora, Mark leva Erin a fazer mergulho. Mark está com ela, Erin sabe que está segura. Vai correr tudo bem. Porém, descobrem algo estranho na água... o casal decide manter a sua descoberta em segredo - se mais ninguém souber o que eles encontraram, que mal poderá haver nisso? Mas a decisão que tomam desencadeia uma devastadora sequência de acontecimentos... que vai pôr em causa tudo o que lhes é mais querido.

A Holandesa, de Ellen Keith
Amesterdão, maio de 1943. Ao mesmo tempo que as túlipas florescem, os nazis intensificam a opressão à cidade ocupada e os últimos sinais da resistência holandesa vão sendo eliminados. Marijke de Graaf e o marido são detidos e deportados separadamente para campos de concentração na Alemanha. Em Buchenwald, Marijke é confrontada com uma escolha impiedosa: sujeitar-se aos cruéis trabalhos forçados impostos aos prisioneiros ou, numa tentativa de sobrevivência, tornar-se prostituta no bordel do campo.
Do outro lado do arame farpado, Karl Müller, oficial das SS, espera alcançar a glória militar que o seu pai acalenta. Porém, o encontro com Marijke muda radicalmente o seu destino.
Buenos Aires, 1977. Está-se em plena Guerra Suja, num cenário de repressão implacável sobre os dissidentes do regime que vigora então na Argentina. Luciano Wagner está detido numa cela, sem esperança de algum dia escapar ao cativeiro político.
Da Holanda à Alemanha, até à Argentina, A Holandesa é um romance soberbo que narra a história de três pessoas que partilham um segredo sombrio e que faz um relato impressionante de dois dos regimes mais violentos e repressivos da história moderna.
Um livro que fala de amor, da ténue linha entre o bem e o mal, e da resiliência de pessoas comuns para perseverarem e fazerem o impensável em circunstâncias insólitas.
O Suspeito, de Fiona Barton
Família, culpa, suspeita, responsabilidade e amor incondicional.
A polícia fazia parte de um outro mundo, o que se via na televisão ou nos jornais. Não o deles.
Quando duas jovens de dezoito anos desaparecem durante as suas férias de ano sabático na Tailândia, as famílias são lançadas para a ribalta internacional: desesperadas, tomadas de angústia e presas de uma inquietação frenética. O que andavam as raparigas a fazer antes de terem desaparecido?
A jornalista Kate Waters faz sempre tudo o que pode para ser a primeira a chegar a uma história, a primeira a obter o exclusivo, a primeira a descobrir a verdade, e esta vez não constitui excepção. Contudo, não consegue deixar de pensar no seu próprio filho, que não vê há dois anos, desde que saiu de casa para viajar. Desta vez o caso é pessoal.
À medida que o caso das raparigas desaparecidas se vai desenrolando, percebe-se que, mesmo a tão grande distância, o perigo pode ocultar-se mais próximo de casa do que se poderia imaginar…

Entre nós, de Susan Wiggs
Preso entre dois mundos, Caleb Stoltz cumpria uma promessa feita no leito de morte do irmão de criar os seus dois sobrinhos órfãos em Middle Grove, onde a vida girava em torno da família, da quinta, da fé… e das suspeitas enraizadas pelos forasteiros. Porém, depois de acontecer um desastre, Caleb vê-se impulsionado para um ambiente urbano de medicina de alta tecnologia e para a voragem desumana da vida moderna.
A doutora Reese Powell estava destinada a juntar-se à dinastia dos seus progenitores, médicos ricos e bem-sucedidos. Atrevida, enérgica e de mente aberta, dedicava-se ao frenesim viciante de salvar vidas. Quando um acidente terrível trouxe Caleb Stoltz para a sua vida, Reese viu-se obrigada a lidar com uma situação que desafiava tudo aquilo que ela pensava saber, incitando-a a questionar as suas crenças mais profundas.
Contudo, uma ação impulsiva criou uma guerra de culturas que desafiou a natureza da própria justiça, repercutindo-se em diferentes gerações e desafiando os laços frágeis da fé e da família…

sábado, 1 de junho de 2019

Chega a Portugal o tríler de estreia da sueca Elisabeth Norebäck

A sueca Elisabeth Norebäck estreia-se na escrita com um tríler psicológico inquietante que evoca o amor maternal e o maior medo que uma mãe pode sentir: o da perda de um filho. Em Diz-Me Que És Minha, o leitor assiste à luta entre prudência e loucura, passado e presente, ilusão e realidade, mas sobretudo entre vida e morte.
Ainda antes de chegar às livrarias, os direitos de publicação deste livro já estavam vendidos para 27 países. Em Portugal, é publicado pela Porto Editora a 6 de Junho. A tradução portuguesa esteve a cargo de José Remelhe.

Texto sinóptico
«Eu enterrei-te. Estivemos junto à tua lápide no cemitério. Chorámos e despedimo-nos. Mas eu nunca deixei de te amar. Procurei-te em todas as multidões, em todos os rostos, em todos os autocarros, em todas as ruas. Ano após ano.»

Stella Widstrand é uma psicoterapeuta respeitada. Casada com um homem carinhoso, mãe de um rapaz de 13 anos, com uma casa invejável e um bom carro, parece ter tudo para ser feliz. Porém, há no seu passado um terrível acontecimento que nunca foi verdadeiramente superado.
Quando um dia Stella vê entrar no seu consultório a jovem Isabelle, suspeita de que se trata na realidade de Alice, a sua filha desaparecida durante um passeio em família cerca de vinte anos antes, e que todos julgavam morta.
Mas será realmente a filha de Stella? Estará a imaginação a pregar-lhe mais uma partida? Como poderá confirmar tal suspeita sem que a considerem louca? E se Isabelle for mesmo a sua filha, o que lhe aconteceu afinal? Como desapareceu? Para obter respostas, Stella inicia uma busca obsessiva pela verdade, colocando em risco a vida que levou vinte anos a construir.
Elogios da imprensa
«Esteja preparado para não ser capaz de largar este livro.»
Blekinge Läns Tidning (Suécia)

«Uma história extremamente intrigante sobre o amor obsessivo de uma mãe, o luto e a culpa.»
Nederlands Dagblad (Holanda)

«Muito empolgante: destinado ao grande ecrã!»
Peterborough Telegraph (Reino Unido)

«O livro de estreia de Norebäck, Diz-me que és minha, é um arrepiante thriller psicológico de dimensões nunca vistas.»
Bygdebladet (Noruega)

quarta-feira, 29 de maio de 2019

«Cai a Noite em Caracas», o retrato de uma mulher lutando pela sobrevivência

O que diz a imprensa sobre Cai a Noite em Caracas, de Karina Sainz Borgo, a próxima publicação da Alfaguara, nas livrarias a 4 de Junho:

«Um romance intimista e torrencial. [...] Pura literatura, escrita a partir da raiva, do desenraizamento e das cicatrizes. Precisamente, o lugar onde nascem as histórias.»
La Razón

«Um romance que vem do futuro. Tem todos os ingredientes necessários para causar impacto: é um romance passado num país que está no centro do furacão, [...] e uma história dramática narrada com pulso firme. Um romance profético que todos deviam ler antes de abraçar cegamente uma ideologia. Seja ela qual for.»
La Vanguardia

«É a próxima bomba literária. Recomendo que não a percam de vista. Vai dar que falar.»
El Mundo

«A voz de uma consciência. [...] Escrita seca, concisa, directa, de uma força expressiva extraordinária. [...] Simplesmente magistral.»
Fernando Aramburu

«Uma história poderosa […] narrada com pulso, centrada na humanidade, e sem qualquer intenção política.»
ABC

«Um relato que tem muito de intimista, de construção de um país que [a autora] odeia e adora desesperadamente. Tem causado um alvoroço totalmente justificado. Um livro que vai dar muito que falar por todo o lado e que nos leva a juntarmo-nos ao clamor. Promete ser o romance dos próximos tempos.»
Onda Cero

«Por onde começar para recomendar este romance? Talvez pelo enredo imaginativo e audaz. [...] Doce e amargo, encantador e terrível, desconcertante e absorvente. Leiam-no!»
El Cultural de El Mundo

terça-feira, 28 de maio de 2019

Novos livros das Edições ASA

Luz e Sombra, de Jean Sasson (autora de A Vida Secreta das Princesas Árabes), é a história de uma princesa. É, também, a história das muitas mulheres anónimas cujas vidas são ainda vividas entre a esperança e o terror, a luz e a sombra.

Romance de amor e história de coragem, Em Nome do Amor é uma incursão perturbante ao lado negro das relações humanas. No magnífico retrato de uma época já distante, a autora bestseller Lesley Pearse trata com profundidade e coragem temas tremendamente relevantes ainda nos dias de hoje.

«Hotel Silêncio», de Audur Ava Ólafsdóttir

Editora: Quetzal
Data de publicação: 18/04/2019
N.º de páginas: 200
Jónas Ebeneser tem 48 anos e desde que se divorciou vive sozinho numas águas-furtadas. Este homem sensível e silencioso, que tem a mania de consertar tudo o que lhe aparece à frente, sempre esteve rodeado por mulheres: a mãe, a ex-mulher e a filha. Mas agora, para o apoiar nesta difícil fase da sua vida, em que se sente desamparado, só pode contar com Gudrún Nenúfar, a filha.
Ao começar a questionar o sentido que a sua vida tem, agora, ele não encontra nenhum propósito para continuar a viver. Assim, com um objectivo bem delineado, este islandês decide planejar metodicamente como passar os seus derradeiros últimos dias. Comprada a passagem, só de ida, para um dos países mais perigosos do mundo, Jónas vê concretizado o primeiro passo do seu plano suicida.
Quando chega ao hotel que reservou, na bagagem traz apenas uma muda de roupa e um berbequim — esta ferramenta, calculou Jónas, serviria apenas para um fim: o seu.
Ao conhecer a história devastadora e traumatizante por que passaram os dois jovens irmãos que estão a gerir o decadente Hotel Silêncio, o protagonista desta história sopesa, de forma tácita e inconsciente, as suas cicatrizes físicas e psicológicas com as deles. Num estado flutuante, entre se atirar para o abismo ou se agarrar à vida, deambulará Jónas (em islandês significa “pomba da paz”) Ebeneser (“aquele que se faz útil”).
Conseguirá este homem desesperançado e infeliz ressurgir das cinzas e encontrar um sentido para a sua existência?
Hotel Silêncio (Ör, no original, que significa “cicatriz”) é um romance de superação individual e transcendência repleto de simbolismo, cuja mensagem central que nele podemos encontrar é a de que uma vida escassa em propósitos é uma vida perdida.
Através de uma prosa minimalista e imagética, por vezes escrita em tom poético, a escritora islandesa Audur Ava Ólafsdóttir (n. 1958) capta a atenção do leitor desde as primeiras páginas, fazendo com que percorramos o mesmo caminho e que façamos as mesmas perguntas de índole existencial que o protagonista. Este é um livro que faz o leitor olhar para o espelho e para o seu caminho percorrido; este é, portanto, um livro que vale a pena ler.
Hotel Silêncio foi traduzido para português directamente da língua islandesa por José Vieira de Lima (1951-2019).
Desta autora premiada, encontram-se também publicados em Portugal os romances Rosa Candida (2014) e A Mulher é Uma Ilha (2016).

Excertos
«As feridas fecham-se a diferentes velocidades e as cicatrizes formam-se por camadas, algumas mais profundas do que outras.» (p. 53)

«A minha infelicidade, quando muito, é irrisória, se comparada com as ruínas e a poeira que se veem da minha janela.» (p. 109)

domingo, 26 de maio de 2019

Actual Editora acaba de lançar «Resiliência e Inteligência Emocional»

Resiliência e Inteligência Emocional
de Carolina Machado e J. Paulo Davim
Assumindo-se como uma leitura diferenciada das publicações já existentes, ao procurar realçar teorias, modelos, processos e estratégias inovadoras, bem como os mais recentes desenvolvimentos no campo da Resiliência e da IE, o livro Resiliência e Inteligência Emocional procura dar particular destaque às perspetivas e contributos que nesta matéria têm vindo a ser dados por diferentes estudiosos nesta área de saber.
Em particular, atendendo à necessidade de se desenvolverem processos cada vez mais sofisticados dos gestores e engenheiros tomarem decisões, usarem informações emocionais para orientar o pensamento e o comportamento dos seus colaboradores, bem como gerir emoções para se adaptarem aos diferentes ambientes e alcançar os objetivos da organização, o presente livro assume um caráter único ao realçar a problemática da Resiliência e da IE num contexto de grande competitividade como são os nossos dias.

Novos livros de ficção juvenil da Editora Minotauro

Jovem Pollyanna, de Eleanor H. Porter
Esta é uma nova aventura de Pollyanna, a menina mais otimista do mundo e que conquista todos com a sua visão maravilhosa da vida.
Inesperadamente, Pollyanna recebe um convite para passar uma temporada em Boston com uma senhora que muito precisa da sua ajuda. Nesta cidade fascinante, faz amigos para a vida, conhece novos horizontes, vive aventuras cheias de humor e ensina o seu "Jogo do Contente" a todos.
É rodeada de otimismo e alegria que Pollyanna cresce e se torna uma jovem, descobre o amor e experimenta a inquietação, as dúvidas e as emoções pelas quais passam todos os apaixonados.
Uma história sobre o poder de vislumbrar sempre o lado bom da vida, que já conquistou o coração de muitas gerações com a sua paixão intemporal.

Cinco Crianças e um Segredo, de Edith Nesbit
Esta é a história das aventuras de cinco irmãos, que, numa manhã de férias, encontram um duende-da-areia. Todos os dias, esta criatura, cheia de malícia, concretiza um desejo das crianças - elas pedem beleza, asas, um castelo medieval, entre outras coisas -, provocando situações desconcertantes que os irão meter em apuros para se verem livres dos seus pedidos.
Os livros de Edith Nesbit (1858-1924) são considerados obras-primas da literatura juvenil. A sua linguagem, direta e inovadora, faz uma combinação perfeita entre o quotidiano conhecido por todos e a fantasia. Foi a inspiração para a criação de Harry Potter e está entre os autores preferidos de J. K. Rowling.

«Nós Tivemos Sorte», a história real de uma família que foi obrigada a separar-se durante o Holocausto

Já está à venda um novo livro com o selo da Minotauro. Nós Tivemos Sorte é uma obra baseada em factos verídicos, da autoria de Georgia Hunter, nomeada como “Melhor Estreia de Autor em 2017” pelo Goodreads.
Muitos são os romances que têm como base a temática da II Guerra Mundial, mas poucos são os que se baseiam em histórias reais e têm um desfecho de reencontro. Nós Tivemos Sorte é o primeiro romance de Georgia Hunter, que descobriu aos quinze anos que a família tinha passado e sobrevivido aos horrores do Holocausto.

A narrativa tem início na primavera de 1939, quando, perante a aproximação da tenebrosa sombra da Guerra, três gerações da família Kurc fazem tudo o que podem para levar vidas normais. Mas o terror da guerra bate-lhes à porta e são obrigados a fugir e a dispersar-se pelos quatro cantos do mundo, procurando desesperadamente por um porto seguro. Do Rio de Janeiro aos campos de trabalho da Sibéria, cada elemento da família, adultos e crianças, vive momentos de terror e faz tudo para sobreviver em nome do amor.

sexta-feira, 24 de maio de 2019

«O Último Abraço», de Alejandro Parra

Editora: Gradiva
Data de publicação: 18/04/2019
N.º de páginas: 192
Para os leitores que se interessam por espiritualidade, parapsicologia e tanatologia, a Gradiva fez chegar às livrarias no passado mês um livro que aborda estas temáticas. O Último Abraço dá a conhecer histórias verídicas de profissionais de enfermagem de diversas partes do mundo que testemunharam fenómenos indicadores de existência de realidade transcendente.
O psicoterapeuta argentino Alejandro Parra coligiu neste livro um extenso número de experiências paranormais ocorridas em hospitais, clínicas, sanatórios e lares de idosos, que envolveram pessoas de várias faixas etárias.
Logo a abrir o primeiro capítulo, o autor doutorado em Psicologia apresenta o conceito de saúde espiritual, e, para que não hajam confusões, elucida o leitor sobre as diferenças entre espiritualidade e religião. Conceitos como “morrentes”, ”lucidez terminal” e experiências de quase-morte (EQM) e “fora do corpo” (EFC) em pacientes, são também bem esmiuçados para que sejam termos bem assimilados pelo leitor, enquanto lê os relatos intensos, variados e reveladores que até ao capítulo oito são dados a conhecer.
Pacientes que “saem” da sala de operações e confidenciam aos enfermeiros que se tinham visto a si mesmos na mesa de operações onde tinham estado a operá-los e que experienciaram uma sensação de paz; o poder simbólico dos sonhos e as visões no leito de morte; a necessidade de reconciliação com familiares, amigos, para alguns pacientes morrentes terem uma “boa morte”; relógios que param, queda de objetos, luzes que se acendem e apagam, ruídos e vozes estranhas nos momentos que antecedem uma morte; animais que pressentem a morte dos donos a quilómetros de distância; a reacção dos médicos aos “eventos inexplicáveis”. Estes são alguns tópicos de interesse que Alejandro Parra — que estuda e investiga Psicologia Paranormal há mais de três décadas — nos apresenta ao longo desta obra cativante e impressionável.
Em O Último Abraço (um trabalho de tradução de Inês Espada Vieira), o autor argentino expõe de forma directa e objectiva toda a informação que coligiu através de entrevistas a enfermeiros e profissionais de saúde, e nos elucida sobre como podemos desenvolver a nossa sensibilidade para reconhecer este género de fenómenos. É um livro aconselhado para qualquer pessoa que tenha um espírito aberto, independentemente do seu credo religioso.
Ao longo de todo este livro, os profissionais de saúde de enfermagem são referenciados de forma geral como “enfermeiras”. Fica a incerteza, se esta abordagem apenas no feminino foi um lapso de tradução ou se o autor assim escreveu no texto original.
Alejandro Parra é autor de mais de trezentos artigos científicos sobre Psicologia Paranormal e já publicou treze livros. O Último Abraço foi editado na Argentina em Fevereiro passado, e em Abril foi dado à estampa o seu mais recente título: Neurociencias en la frontera con lo paranormal.
Por fim, referir que a publicação desta obra foi possível graças a duas bolsas, uma atribuída pela Society for Psychical Research (Londres) e outra pela Fundação BIAL (Portugal).

Excertos
«O que é a vida senão um contínuo prelúdio dessa canção desconhecida cuja primeira nota solene é executada pela morte?» (p. 31-32)
«Há dois rapazes vestidos de branco que me querem levar. Podes pedir que se vão embora? Estão ali há horas. Vêm buscar-me, mas não sei quem são. Não quero ir com eles. Falo com eles, mas não me respondem. A paciente faleceu duas horas depois.» (p. 47)

quinta-feira, 23 de maio de 2019

«As Meninas-Prodígio» é o título de um novo romance com o cunho da Kalandraka

Após O último dia da Terranova, de Manuel Rivas, e Sete Casas em França, de Bernardo Atxaga, chega amanhã às livrarias o romance As Meninas-Prodígio, da escritora e jornalista espanhola Sabina Urraca.
Este é o novo título da 'Confluências', a nova colecção de ficção para adultos da Faktoria K de Livros | Kalandraka, que pretende ser uma fusão entre as línguas portuguesa e espanhola, apresentando aos leitores obras em destaque da literatura escrita nas diversas línguas faladas na Península Ibérica e na América Latina.

Texto sinóptico
As meninas-prodígio é uma tragicomédia em vários actos e um conto com tons de terror gótico mas, sobretudo, um relato contemporâneo sobre a identidade que arranca num presente imperfeito para regressar a todas as idades de uma mulher.
Obra parcialmente autobiográfica, movida pelo estigma do amour fou por um homem mais velho e alcoólico, na voz de uma narradora pansexual, provocadora e sentimentalmente voraz.
Dificilmente encontraremos uma autora que questione de forma tão genuína o mundo que a rodeia, sem perder de vista a busca do seu mais íntimo centro de gravidade permanente.

Incipit
«Tudo começa quando me convidam para ver um parto. Uma mulher que praticamente não conheço deixa-me vê-la a deitar ao mundo a sua segunda filha. Todos deveríamos ver partos, penso eu. Quero escrever um artigo sobre o assunto. Quero derrubar esses falsos mitos do nascimento asséptico com uma mãe lindíssima a pegar num bebé redondo e perfeito ao colo. Tenho trinta e um anos. Nunca pari e não sei se o quero fazer, ainda assim quero vê-lo. Nasci no sistema capitalista. Quero ter tudo, ver tudo, viver tudo. Não posso perder nada.»

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Novos romances de Wilbur Smith e Ali Smith estão a chegar

O Leão de Ouro, de Wilbur Smith
Costa Oriental de África, 1670.
Num tempo de aventuras cruéis e muita bravura, um homem viaja por terra e por mar em perseguição do seu maior inimigo… O Golden Bough, capitaneado por Henry «Hal» Courtney, navega em direção ao sul, desde a Etiópia até Zanzibar, No convés inferior, dormem a tripulação e a destemida guerreira Judith Nazet, a amada de Hal. À luz da Lua, Hal avista um veleiro que passa muito perto, Apesar da trégua precária entre ingleses e holandeses, ele pressente o perigo… o Bough é invadido e a tripulação tem de lutar homem a homem para defender o navio e as suas vidas.
Em breve, porém, Hal irá confrontar-se com uma ameaça ainda maior, quando descobre que o seu inimigo mortal continua vivo e que está determinado a vingar-se, Ele terá de perseguir a sua némesis através do deserto e da savana, do submundo sórdido dos mercados de escravos de Zanzibar e das águas infestadas de tubarões, pondo em risco a sua própria vida a cada passo, Será, no entanto, preciso mais que umas grilhetas de escravo para conter Hal Courtney…
Um livro apaixonante, onde Wilbur Smith, o mestre da ação e do suspense, revela uma vez mais o seu peculiar talento para o drama de ação e a narrativa épica.


A Vida Feliz, de Elena Varvello
Um emocionante romance de formação narrado com a precisão de um thriller à Hitchcock.
Elia Furenti é um rapaz solitário que vive com os pais numa zona isolada. O pai foi despedido e começa a perder-se nos meandros negros da sua doença mental. Elia percebe que alguma coisa estranha se passa, mas não compreende o que é. Por seu lado, a mãe recusa-se a tomar conhecimento de todos os sinais. Enquanto isso, um rapazinho foi assassinado. E uma rapariga desapareceu no bosque.
Nesse verão, Anna Trabuio regressa a casa do pai. Demasiado bela e livre, goza de má reputação na pequena comunidade. Trouxe com ela o filho, que se torna próximo de Elia. Este apaixona-se pela mãe do amigo e vai para a cama com ela.
Mas não é só a primeira experiência amorosa que faz Elia entrar na idade adulta: depois dessa noite, ele vai descobrir a verdade sobre o pai.


Less, de Andrew Sean Greer
Arthur Less está a chegar aos cinquenta anos. É um homem de boa índole e que tem uma carreira de escritor discreta e demasiado mediana. Muitos anos antes, fora o jovem amante de um génio da literatura e aprendera a ocupar um lugar de irrelevância ou periferia. Agora, luta com as suas dúvidas e inseguranças, e tenta sobreviver num meio de egos devoradores. Um dia é convidado para um casamento que descobre ser o do seu ex-namorado com outra pessoa.
Assim começa o longo périplo que antecede o seu quinquagésimo aniversário: tentando fugir ao casamento, Less começa a aceitar todo o tipo de convites para participar em leituras, festivais literários, palestras um pouco por todo o mundo.
De França à Índia, da Alemanha ao Japão, do México a Itália, Arthur Less quase se apaixona, quase desiste, quase morre, mas acaba por encontrar o seu caminho de regresso a casa e à vida. Um romance satírico sobre o amor, o avanço da idade, o desencontro e as profundezas do coração humano.


Linhagem de Ouro, de Natasha Solomons
A influência dos Goldbaum fez-se sentir por toda a Europa. São banqueiros e as pessoas de confiança de governos e imperadores. Pouco acontece sem o seu aval e menos ainda sem o seu conhecimento. Mas Greta Goldbaum não tem palavra a dizer em relação a quem será o seu marido. Enquanto o poder reside na riqueza, a força está na família. A união de Greta com o primo Albert vai fortalecer o lado austríaco e britânico da dinastia. É uma união sensata e estratégica. Mas Greta não é nenhuma dessas coisas. Infeliz e provocadora, está desesperada por encontrar o seu lugar no mundo, sem deveres e responsabilidades.
Mas justamente quando começa a saborear uma inesperada felicidade, a Grande Guerra agiganta-se no horizonte e nem os Goldbaum conseguem alterar o seu curso. Pela primeira vez em duzentos anos, a família encontra-se em lados opostos.
A Casa dos Goldbaum, tal como a própria Europa, está à beira da ruína. 


Rapariga Encontra Rapaz, de Ali Smith
Anthea e Imogen Gunn são duas irmãs que vivem juntas na pequena cidade de Inverness, na Escócia. A primeira é uma idealista, um espírito livre que detesta o emprego e o seu ambiente corporativo, ao contrário da sua irmã, uma pessoa pragmática, focada na carreira e no sucesso profissional. Entre elas, subitamente, surge Robin, figura contestatária e apaixonada defensora do meio ambiente, avessa a todos os convencionalismos sociais, e que irá revolucionar a vida de ambas.

terça-feira, 21 de maio de 2019

Passatempo: «Raízes de Vida», de António Bagão Félix com Ana Paula Figueira

https://www.facebook.com/silenciosquefalam/photos/a.187362988008873/2228554000556418/?type=3&theater

Passatempo a decorrer na página deste blogue no Facebook, aqui.
  

Novo volume de «Baby Blues» e novo álbum ilustrado de Yuval Zommer

O Grande Livro das Aves, de Yuval Zommer
Porque é que os flamingos são cor-de-rosa?
Os papagaios sabem falar?
As águias-carecas são mesmo carecas?

Na mesma linha editorial de O Grande Livro dos Insetos, O Grande Livro dos Animais e O Grande Livro dos Oceanos, este álbum, a cores e de grande formato, irá fazer as delícias dos mais novos levando-os a descobrir o maravilhoso mundo das aves.
Aqui irão encontrar criaturas cobertas de penas, que vivem espalhadas pelo mundo e descobrir factos sobre a maneira como diferentes tipos de aves caçam, sobrevivem e se exibem.

Criança Não Entra! (Baby Blues N.º 36), de Jerry Scott e Rick Kirkman
Os Baby Blues estão de volta!
Aqui está, do novo, a família MacPherson a provar que a vida quotidiana pode, e deve ser vivida com humor.
Rir, continua a ser o melhor remédio.
Mas algum tempo, e espaço, reservado aos pais também ajuda! …

segunda-feira, 20 de maio de 2019

«Psi-Q - Teste a sua Inteligência Psicológica» e «Cérebro - Manual do Utilizador» em breve à venda

Psi-Q - Teste a sua Inteligência Psicológica
de Ben Ambridge
A psicologia está em todo o lado. Nos nossos desejos e emoções, nas decisões que precisamos de tomar todos os dias - absolutamente todos os aspetos da nossa forma de pensar e sentir têm sido estudados pelos psicólogos. Apresentando esse conhecimento de forma clara e compreensível, o psicólogo inglês Ben Ambridge conduz-nos num passeio pelo mundo da psicologia, revelando quanto ela é essencial para compreendermos o comportamento humano.
Neste livro, Ben Ambridge mostra-nos o que as experiências conduzidas nas universidades mais prestigiadas do mundo revelam sobre nós mesmos, traduzindo para uma linguagem fácil, acessível e divertida os conceitos mais básicos da psicologia.
Com testes interativos, piadas e jogos, irá identificar as características marcantes da sua personalidade, avaliar a sua inteligência e descobrir que valores morais determinam o seu comportamento. Quando chegar ao fim do livro, irá dar-se conta de que passou a conhecer-se muito mais e a tentar compreender melhor as atitudes dos outros.

Descubra as respostas para algumas perguntas intrigantes:
• Porque consideramos os rostos simétricos mais atraentes?
• O que pode o seu gosto musical revelar sobre a sua personalidade?
• A cor dos seus olhos torna-o digno de confiança?
• É sensível às ilusões, e porquê?


Cérebro - Manual do Utilizador
de Marco Magrini
Temos um manual para todas as máquinas exceto para aquela que é mais importante.
Partindo desta reflexão, Marco Magrini descreve neste livro como funciona o cérebro humano, estruturando a informação como um livro de instruções de uma máquina de lavar roupa ou de um frigorífico.
Para o autor, apesar de o cérebro não ser exatamente uma máquina, todos os seus utilizadores devem conhecer melhor as peças, os mecanismos e as engrenagens biológicas que o fazem funcionar. Por exemplo, saber que não é um órgão estático mas dinâmico, que está em constante transformação, que pode aprender coisas novas ou corrigir hábitos indesejados.
Caracterizado por um leve tom humorístico — evidente no confronto entre cérebro Modelo F® (feminino) e Modelo M® (masculino) —, este livro divulgativo é escrito com um rigor científico que explica com precisão o enorme progresso alcançado pela neurociência no estudo da grande máquina que é o cérebro. Inclui um posfácio do aclamado físico Tomaso Poggio.

Novo livro de Afonso Cruz é uma das novidades da FFMS

Um macaco bêbedo num camarote de ópera...
Uma vila onde gostamos de cheirar o mofo das cadeiras velhas...
Um patriotismo que não é nacionalista, nem reacionário...

Está tudo nos três novos Retratos da FFMS (Fundação Francisco Manuel dos Santos) que acabam de ser publicados: O macaco bêbedo foi à ópera, de Afonso Cruz, Vila medieval, de Marta Prista, e Quinas e castelos, de Miguel Metelo de Seixas. Seguem os textos sinópticos de cada livro.
No início... houve um macaco espertalhão que desceu da árvore para comer frutos caídos no chão, mais maduros, logo, mais doces, logo, mais fermentados, isto é, com um leve cheirinho a álcool. Outros macacos se lhe seguiram e, com o aumento das calorias consumidas, foi um passo até que lhes crescesse o cérebro, a coluna se endireitasse e as mãos se libertassem. Mais um passo... e estávamos a ir à ópera.
A teoria que coloca o álcool na origem da evolução humana justifica a nossa insaciabilidade milenar. É dela que parte o escritor Afonso Cruz para este retrato inusitado da civilização acumuladora, gananciosa e um tanto louca na qual desembocámos. Do macaco original à criação da cerveja, que impulsionou a sedentarização e cativou Jesus Cristo, assistimos ao desenrolar das consequências do consumo de álcool. Da embriaguez à civilização, a nossa história nunca foi contada assim.

E eis que a Vila Medieval dá forma a um imaginário de rainhas e castelos, torna reais as capas de livros de estórias lidos em criança, confirma as ilustrações dos manuais da escola, lembra as lições do Salazar… Ou, não.
Espalhadas pelo território nacional, descuradas ou transformadas em programa de entretenimento ao ar livre, entre guizos e cascos de cavalos que puxam charretes de turistas ou carros comuns e de feno, em epicentros de especulação imobiliária, abandonadas ou só deixadas estar, as vilas portuguesas da Idade Média convocam imaginários e materialidades, memória e esquecimento, encontros e perdas.
Este é o retrato de uma Vila Medieval que os discursos e as experiências de quem a habita e a visita, de quem a regula ou a regista, construíram como património. Conta uma história entretecida a várias vozes, mas a que escapam sempre outras, do passado ou ainda por vir.

Os cidadãos portugueses decerto conhecem os símbolos visuais identificativos do seu país: a bandeira verde e vermelha carregada, na partição das duas cores, com o escudo das quinas e dos castelos sobreposto a uma esfera armilar. Quantos, porém, sabem explicá-los e traçar-lhes a história?
Como se chegou até aqui? Como é que, desde os longínquos tempos medievais, se formaram os sinais visuais identificativos da comunidade política portuguesa, ainda hoje perpetuados? E, sobretudo, como foram esses sinais compreendidos, apropriados e difundidos pelos agentes do poder político ou pelos seus observadores, utentes, destinatários ou glosadores?
Neste livro, pesquisa-se como se foi construindo, desde a origem até hoje, uma diversidade de sinais de natureza visual que serviram para identificar a comunidade política portuguesa. À procura da sua função e do seu peso na memória colectiva nacional.

sábado, 18 de maio de 2019

Novo livro do autor de «O Monge Que Vendeu o Seu Ferrari»

The 5AM Club é o título do novo livro de Robin Sharma, que foi traduzido para português e que a 7 de Junho a Editora Pergaminho disponibiliza em todas as livrarias. O Clube das 5 da Manhã tem como subtítulo Conquiste os seus dias e transforme a sua vida e é publicado sete anos após As Cartas Secretas do Monge que Vendeu o Seu Ferrari.
Robin S. Sharma é um dos autores de maior renome no campo da gestão e do desenvolvimento pessoal nos EUA e os seus livros são best-sellers internacionais, sendo a sua magnum opus O Monge Que Vendeu o Seu Ferrari.
Sinopse
«Vencer começa pela forma como começamos o dia. É nas primeiras horas que se fazem os grandes heróis. Domine as suas manhãs e será o mestre da sua vida.»

O Clube das 5 da Manhã conta a história de uma empreendedora, exausta e à beira de um esgotamento. Um encontro casual leva-a numa viagem de redescoberta de si mesma, e compreende por fim como restaurar o equilíbrio necessário a uma vida feliz e produtiva. Como? O segredo está em acordar mais cedo, e com esta «hora da vitória», reduzir o stresse, aumentar a performance, ter mais criatividade e concentração, e sentir-se melhor.
O Clube das 5 da Manhã é a obra-prima de Sharma, que inclui métodos desenvolvidos por si e testados nos seus workshops, como a meditação das 5:00 e a fórmula 20/20/20.
«Os livros de Robin Sharma estão a ajudar pessoas em todo o mundo a viver grandes vidas.» - Paulo Coelho
 
«Leitores de todo o mundo admiram a sua filosofia.» - The Jerusalem Post

«Embora Sharma rejeite a classificação de guru, é difícil não pensar nele dessa forma.» - Publishers Weekly

«A mensagem de Robin Sharma percorre todo o mundo.» - CNN

«Robin Sharma é considerado um dos maiores especialistas do mundo em liderança e desenvolvimento pessoal.» - Times of India