sexta-feira, 6 de março de 2015

«Uma Chamada do Céu, do autor do 'bestseller' «As Terças com Morrie»

Uma Chamada do Céu
de Mitch Albom
Sinopse: Um pouco por toda a vila de Coldwater, as pessoas começaram a receber telefonemas dos seus pais, irmãos ou amigos já falecidos. Tess foi apenas a primeira. Seguiram-se Jack Sellers, cujo filho morrera em combate; Katherine Yellin, que perdera a irmã; e muitos, muitos outros. A notícia destas mensagens de amor, esperança e fé rapidamente se espalhou. Multidões acorreram a Coldwater, ansiosas por comunicar com aqueles que amam e que já partiram.
Seria esta a derradeira prova de que há vida para além da morte?
O maior milagre da História?
Ou uma partida cruel?
Em toda a vila, apenas uma pessoa resiste a acreditar no "milagre". O ex-piloto Sully Harding sofre desesperadamente com a morte prematura da mulher. Ouvir de novo a sua voz seria como um sonho, mas sonhar é algo que ele não se permite. Principalmente agora que o filho precisa tanto da sua proteção. O pequeno Jules não voltou a largar o telefone de brincar, na esperança de receber uma chamada da mãe. Determinado a descobrir a verdade, Sully dá início à sua própria investigação. E o resultado vai surpreender tudo… e TODOS. Um romance inspirador e comovente sobre o poder da fé e a força do amor. 



O autor
Mitch Albom é escritor de ficção e não-ficção, argumentista, dramaturgo e jornalista premiado. Seis dos seus livros figuraram na lista de bestsellers do New York Times em anos consecutivos. A sua obra está publicada um pouco por todo o mundo e já vendeu mais de trinta e cinco milhões de exemplares. Mitch Albom vive em Detroit e dedica-se a várias obras de caridade. Em Portugal foram publicados os seus livros: As Terças com Morrie, O Guardião do Tempo, Um Pouco de Fé, Por Um Dia Mais e As Cinco Pessoas Que Encontramos no Céu.

«O Tribunal é o Réu», de Daniel Sampaio – já nas livrarias!


«A Balada de Adam Henry» é o título do mais recente livro de Ian McEwan

A 20 de Março a Gradiva lança cinco novos livros. Além de Os Banqueiros Vão Nus - O que está mal na banca e como o corrigir, de Anat Admati e Martin Hellwig, A Pérola de Euler, de David S. Richeson, A Tirania dos Pais dos Alunos - Nos bastidores das escolas, de Anna Topaloff, e de Os Alemães - (O Guia do Xenófobo), de Ben Barkow e Stefan Zeidenitz, a editora publica o novo livro de Ian McEwan: A Balada de Adam Henry.
N.º de páginas: 192
Tradutor: Ana Falcão Bastos
Colecção: Obras de Ian McEwan, n.º 17


Um excelente livro, de um dos maiores escritores da actualidade!
Sinopse
Trata-se de um romance que tem como personagem central Fiona Maye, uma juíza proeminente do Supremo Tribunal, que julga casos do Tribunal de Família. É bem sucedida profissionalmente, mas nem tudo lhe corre pelo melhor. Ao remorso latente por nunca ter tido filhos, junta-se a crise num casamento que dura há trinta anos. Ao mesmo tempo que tem de enfrentar um casamento onde a relação com o marido está a desmoronar-se, é chamada a julgar um caso urgente. Por razões religiosas, um bonito rapaz de dezassete anos, Adam, recusa o tratamento médico. Sendo Testemunhas de Jeová, tanto ele como os familiares, rejeitam a transfusão de sangue que poderia salvar-lhe a vida. Deverá o tribunal secular sobrepor-se à fé sinceramente vivida? Enquanto procura tomar uma decisão, Fiona visita Adam no hospital. Esse encontro tem consequências para ambos, agitando sentimentos que estavam enterrados nela e despertando novas emoções nele.

Trata-se de um romance de elevada sensibilidade, em que McEwan prova, mais uma vez, a sua mestria em escrever sobre a natureza humana e sobre temas de grande actualidade que motivam a reflexão.

O autor
Ian McEwan nasceu a 21 de Junho de 1948, em Aldershot, Inglaterra.
É autor de dois livros de contos – Primeiro Amor, Últimos Ritos e Entre os Lençóis – e doze romances – O Jardim de Cimento, A Criança no Tempo, O Inocente, Estranha Sedução, Cães Pretos, O Sonhador, O Fardo do Amor, Amesterdão, Expiação, Sábado, Na Praia de Chesil e Mel. Publicou em 2009 um libreto para uma ópera de Michael Berkeley intitulado Por Ti. Todas as suas obras são publicadas em Portugal pela Gradiva. 

quinta-feira, 5 de março de 2015

Novidades de Fevereiro da Editora Livros de Ontem: «Ketojin - o negociante de amor» e «Insulares»

Ketojin - o negociante de amor
de A. Miyajima (Poesia) e A. Mimura (Ilustrações)
Prefácio: Valério Romão
N.º de páginas: 122


Sinopse
Ketojin – o negociante de amor é uma obra que junta a poesia de A. Miyajima com o trabalho de ilustração A. Mimura. Um livro que desvenda a paixão de um poeta por uma ninfeta no Oriente distante através de uma poética que percorre um caminho de depuração entre a poesia rigidamente estruturada e a poesia minimalista, haiku.

«É um livro perpassado de uma corrente dicotómica que o polariza entre duas experiências fundamentais: o sexo e a morte (ou, mais adequadamente, a mortalidade).» Valério Romão

Excertos
«O poeta como estrangeiro eterno
Oh nádegas, oh ombros, oh seios, oh, doce musumé,
o teu corpo é o mais voluptuoso dos chás
para este pobre Ketô-jin.»
«As noites
Terrível, Eros, estranho e terrível,
que não repouso no sono,
e no espírito me medra o perfume da melíflua Yo shiwara.» 



Insulares
de Ozias Filho
Prefácio: Prisca Agustoni
N.º de páginas: 130


Sinopse
Insulares é uma obra onde a poesia e a fotografia de Ozias Filho se encontram na sua máxima simplicidade. Um livro que explora a poética minimalista e depurada e ilustra a sua mensagem através do sensacional trabalho fotográfico do autor. Insulares oferece uma leitura de “inquietação, rarefação, até chegar, em determinados momentos, na angústia, porém nunca explícita, mas sim provocada por um vazio que o poeta parece incapaz de explicar”.

«Uma morada, em definitivo, retomando um dos poemas mais intensos do livro, onde o outro mora, mas “em nós, em morada incerta”. Onde qualquer um vive com esse sentimento de insular à flor da pele.» Prisca Agustoni

Excerto
«torrente à tona
à deriva na face
(prenúncio de oceano)

a linha que a vista alcança
já só separa o céu do sal
(desta terra à mingua de ti)»


Os livros «Probióticos» (Vogais) e «Biochá» (Bertrand) são publicados em Março

Probióticos: A Solução
de Michelle Schoffro Cook
Sinopse
Os probióticos são organismos vivos, presentes em alimentos como iogurtes, batidos, chás e gelados, que, quando ingeridos em doses adequadas, trazem benefícios evidentes à nossa saúde.
Estes alimentos são conhecidos principalmente por melhorarem o bem-estar intestinal, mas, de acordo com os estudos científicos mais recentes, os seus efeitos benéficos estendem-se a muitos problemas de saúde: das alergias à artrite, passando pela depressão e pela obesidade, pela diabetes e infeções, ou até mesmo pelo cancro.
Em Probióticos: A Solução, a Dra. Michelle Schoffro Cook, especialista em nutrição, resume os resultados mais importantes das investigações sobre os probióticos e o seu poder curativo, mostrando ainda como poderá utilizá-los no seu dia a dia, através de uma abordagem prática e fácil de acompanhar.

Este livro fornece informações fundamentais que lhe permitirão prevenir ou curar um vasto leque de problemas de saúde, dos mais simples aos mais complexos:
? Aprenda a tomar partido dos diferentes benefícios dos probióticos, reconhecendo que tipo de bactérias é mais eficaz no combate a mais de 50 doenças.
? Saiba como incorporar alimentos ricos em probióticos na sua dieta quotidiana.
? Descubra 30 receitas simples e deliciosas para o seu dia a dia.
? Conheça novas formas, mais eficazes, de prevenir e enfrentar doenças, e tenha uma saúde de ferro e uma vida vigorosa e feliz.


Biochá
de Zélia Sakai
Sinopse
No Biochá, a preparação do chá respeita um conjunto de preceitos na colheita de folhas, inflorescências, pétalas, frutos, caules e raízes, que permitem beneficiar das propriedades intrínsecas das plantas sem comprometer a sua perpetuidade. É um processo que passa pelo aperfeiçoamento da preparação das plantas sem afetar a sua matriz, extraindo-se as substâncias essenciais de cada uma delas numa harmonia que é revelada na autenticidade das cores, dos aromas e dos sabores. O Biochá foi concebido como suplemento alimentar não só pela riqueza de substâncias essenciais das diversas plantas utilizadas nas várias fórmulas, como também pelo efeito purificador, tão importante para a manutenção da saúde. É apresentado não só como primeiro alimento do dia, a fim de estimular o processo natural de desintoxicação que começa a desencadear-se de madrugada, mas também como coadjuvante no tratamento de diversas patologias, nomeadamente dos sistemas respiratório, digestivo, circulatório, assim como da obesidade.
Além das fórmulas para uma adequada preparação do chá, apresenta-se uma proposta de um dia dedicado à purificação, que trará maiores benefícios tanto no aspeto físico como mental.


terça-feira, 3 de março de 2015

Campanha Dia do Pai com livros até 30% de desconto, no site da SdE


http://www.saidadeemergencia.com/editorial/destaques-o-202294/ofereca-um-livro-especial-a-um-pais-especial/?UDSID=%A7%A7%A7%A70015030317310600222524304%A7%A7%A7%A7&goalto=35396526:1&newsletter=Ofere%E7a%20um%20livro%20especial%20a%20um%20pai%20especial


Passatempo: «O Mundo Que Nos Faz, a Nós Que Fazemos o Mundo», de Patrique Feijão

Se participares neste novo sorteio deste blogue poderás receber na tua morada um exemplar autografado do livro O Mundo Que Nos Faz, a Nós Que Fazemos o Mundo, do autor Patrique Feijão.

Lê a sinopse, excertos e um vídeo de apresentação do romance, clicando aqui.

Para a tua participação ser válida terás de:
1) Gostar da página no Facebook do autor:
2) Partilhar (publicamente) o passatempo no teu Facebook, a partir daqui;

3) Responder acertadamente ao Formulário seguinte.


O Passatempo decorre até ao dia 10 de Março.
Boa sorte!


www.facebook.com/silenciosquefalam

Sê seguidor deste blogue: na barra lateral direita da página clica em "aderir a este site"

Regras do Passatempo:
1) O passatempo decorrerá entre os dias mencionados, sendo exclusivo a participantes residentes em Portugal;
2) Será validado exclusivamente as participações com as respostas acertadas e será aceite apenas uma participação por pessoa ou email (salvo mencionado o contrário);
3) O vencedor será sorteado aleatoriamente através do Random.org e o seu nome publicado aqui neste post, além de ser comunicado ao mesmo via e-mail. Se ao fim de 15 dias, após ser contactado pelo administrador deste blogue, o vencedor não reclamar o prémio, será escolhido outro vencedor;
4) O administrador deste blogue e/ou empresa que patrocina o passatempo não se responsabiliza por eventuais extravios dos prémios, aquando da expedição dos mesmos ao vencedor. 
 

É lançado hoje «O Assassinato de Margaret Thatcher», livro de contos da autora duas vezes vencedora do 'Man Booker Prize'

O Assassinato de Margaret Thatcher
de Hilary Mantel

Edição: Jacarandá Editora
N.º de páginas: 232

Sinopse
Hilary Mantel é uma das escritoras mais aclamadas internacionalmente. Nestes onze contos revigorantemente subversivos, os seus dons de observação e caracterização elevam-se ao mais alto nível, invocando os dramas tantas vezes escondidos atrás das fachadas do quotidiano. Em "Vírgula", a crueldade da infância vive-se por trás dos arbustos; enfermeiras confrontam-se em "Harley Street" sobre algo mais do que simples problemas profissionais; e no conto que dá título à obra, ficar em casa a aguardar a chegada do canalizador transforma-se numa espera ambígua e potencialmente mortal.

Quer situadas num apartamento claustrofóbico na Arábia Saudita ou numa perigosa estrada de montanha na Grécia, estas histórias lançam um olhar sobre os recantos mais sombrios do espírito humano. Plenas do inconfundível estilo e perspicácia de Hilary Mantel, revelam uma grande escritora no auge do seu talento.

Citações e Críticas
«Uma coleção inspiradora (…) O Assassinato de Margaret Thatcher é um pequeno triunfo.» | Sunday Times

«Excecionalmente bom: tenso, absorvente e perturbador… revela uma capacidade de observação incisiva e penetrante.» | Evening Standard

«Hilary Mantel é a perfeição (…) ao longo das páginas, as vozes estão todas perfeitamente orquestradas… Aquela pequena história, deliciosamente perversa, que dá o nome a este livro vale por si só o preço a pagar por ele.» | Simon Schama, Financial Times

«Imbuído de evocações quase exuberantes de isolamento e angústia... Retratos sedutores de inquietação interior.» | Observer

«A prosa é sublime… o brilho dos pormenores, requintado.» | Independent on Sunday

segunda-feira, 2 de março de 2015

Será apresentado no Funchal o livro «As Malícias das Mulheres», de Luísa Marinho Antunes

As Malícias das Mulheres
Discursos sobre poderes e artes das mulheres na cultura portuguesa e europeia
de Luísa Marinho Antunes

Género: Ensaio
N.º de páginas: 240
Editora: Esfera do Caos

Sinopse
Nas páginas deste livro, a autora, movendo-se com facilidade pelas obras das maiores literaturas europeias que incidiram sobre os vícios, os enganos e as malícias das mulheres, convida o leitor a descobrir o discurso das acusações masculinas e das respostas femininas ao longo dos séculos. Talvez com surpresa, constatar-se-á que o presente das relações homem-mulher tem um âmago que vem de longe e que da Antiguidade Clássica ao início do século XX, ao lado do amor, há um tema que perdura: o ataque e o contra-ataque sobre as maldades e as virtudes das mulheres.

Será verdade que as mulheres são por natureza maliciosas e capazes de qualquer estratagema e maldade para dominar os homens inocentes? 

Considerada como arma e força da mulher, a arte da malícia provoca no homem o medo de ser enganado, traído, levado à falência, conduzido à perdição. A mulher responde de forma veemente aos ataques masculinos e estabelece-se não raras vezes um diálogo pleno de argumentos e contra-argumentos. Com rica bibliografia e rigor científico, este livro não descura o prazer da leitura e, por isso, foi escrito num estilo que prima pela leveza.

A autora
Luísa Marinho Antunes. Doutorada em Letras, na especialidade de ‘Literatura Comparada – Literatura Portuguesa/Literatura Brasileira’, é docente da Universidade da Madeira. Membro integrado do CLEPUL (Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa), desenvolve atividades de pesquisa na área do Multiculturalismo e Lusofonia, sendo coordenadora do Polo ‘CLEPUL – Universidade da Madeira’. Entre as publicações mais recentes, destacam-se O Romance Histórico e José de Alencar – Contribuição para o Estudo da Lusofonia (Funchal, CEHA, 2009), Cinco Sentidos Mais Dois – Sobre os Livros (Funchal, 2013) e Piri-Piri e o caso do desaparecimento da estátua [eBook] (Deebookpublisher, 2014). No domínio da tradução, foi responsável pela selecção, organização de textos e tradução de Herberto Hélder (La Macchina Lirica – Poesie, Venezia, Edizione del Leone), tendo vindo a ocupar-se do estudo crítico de poetas lusófonos para a revista Kamen’ – Rivista di Filosofia e Poesia, dirigida por Amedeo Anelli.

3 livros de Ernest Hemingway e 3 de John Steinbeck, entre as reedições da renovada Livros do Brasil

Agora pertencente ao Grupo Porto Editora, a Livros do Brasil ressurge com uma nova imagem editorial e com a reedição de obras grandes da Literatura Universal. A chancela Livros do Brasil regressa às livrarias nacionais no dia 6 de Março com 9 títulos que integram a icónica colecção Dois Mundos. O novo grafismo dos livros da colecção é da responsabilidade do atelier Silvadesigners.


Paris é uma Festa
de Ernest Hemingway
Tradutor: Virgínia Motta
Págs.: 168

Sinopse
Em 1921, um jovem Ernest Hemingway chega a Paris decidido a abandonar o jornalismo e a iniciar carreira como escritor. De bolsos vazios e a cabeça povoada de sonhos, percorre as ruas de uma cidade vibrante nos dias de pós-Primeira Guerra Mundial, senta-se nos seus cafés para escrever, recolhe-se em retiros apaixonados com a sua primeira mulher, Hadley, e partilha aprendizagens e aventuras com algumas das mais fulgurantes figuras do panorama literário da época, como Ezra Pound, F. Scott Fitzgerald ou a madrinha desta – por si apelidada – «geração perdida», Gertrud Stein. Situada entre a crónica e o romance, Paris é uma Festa é a memória destes anos e a obra mais pessoal e reveladora de Hemingway. Deixada inacabada pelo autor, seria publicada postumamente, em 1964.



Na Outra Margem, entre as Árvores
de Ernest Hemingway
Tradutor: João Palma-Ferreira
Págs.: 240

Sinopse
No rescaldo da Segunda Guerra Mundial, o coronel americano Richard Cantwell aporta em Veneza – e é aí que viverá as suas últimas vinte e quatro horas. Entre o terror da memória e a debilidade provocada por uma saúde em declínio, surge inesperado um amor vertiginoso por uma jovem condessa italiana, um sentimento capaz de superar a razão, os medos, a implacabilidade do fim iminente. Uma homenagem ao amor espontâneo, à resiliência do espírito humano e à beleza da cidade que os inspira, Na Outra Margem, entre as Árvores surge como uma resposta de esperança e de afeto aos gestos de desumanização provocados pela guerra. Livro enternecedor e trágico, publicado em 1950, levou o escritor John O’Hara a considerar Ernest Hemingway «o mais importante autor desde Shakespeare».


O Adeus às Armas
de Ernest Hemingway 
Tradutor: Adolfo Casais Monteiro
Págs.: 320

Sinopse
O Adeus às Armas, provavelmente o melhor romance americano resultante da experiência da Primeira Guerra Mundial, é a história inesquecível de Frederic Henry, um condutor de ambulâncias que presta serviço na frente italiana, e da sua trágica paixão por uma enfermeira inglesa. Romance de amor e sofrimento, de lealdade e deserção, O Adeus às Armas, escrito quando o autor tinha apenas trinta anos, ficará para sempre como uma das obras-primas de Ernest Hemingway.



O Inverno do Nosso Descontentamento
de John Steinbeck
Tradutor: João Belchior Viegas
Págs.: 304

Sinopse
O último romance que Steinbeck publicou, em 1961, é dominado pelos temas sociais, que conferiram à obra do autor uma unânime ressonância internacional. O núcleo do romance é o dinheiro, a hipocrisia e os falsos valores, a crítica serena mas implacável às engrenagens de uma sociedade que mutila o homem no que ele tem de mais autêntico. Na ponta final da sua carreira literária, John Steinbeck reencontra o fulgor de As Vinhas da Ira, o seu romance mais famoso, galardoado em 1939 com o Prémio Pulitzer.



A Pérola
de John Steinbeck
Tradutor: Clarisse Tavares
Págs.: 80

Sinopse
História comovente de uma pérola enorme, de como foi descoberta e de como se perdeu, levando com ela os sonhos bons e maus que representava. História também de uma família e da solidariedade especial entre uma mulher, um pobre pescador índio e o filho de ambos. Baseada num conto popular mexicano, A Pérola constitui uma inesquecível parábola poética sobre as grandezas e as misérias do mundo em que vivemos.



As Vinhas da Ira
de John Steinbeck
Tradutor: Virgínia Motta
Págs.: 576
Sinopse
Na década de 1930, as grandes planícies do Texas e do Oklahoma foram assoladas por centenas de tempestades de poeira que causaram um desastre ecológico sem precedentes, agravaram os efeitos da Grande Depressão, deixaram cerca de meio milhão de americanos sem casa e provocaram o êxodo de muitos deles para oeste, rumo à Califórnia, em busca de trabalho. Quando os Joad perdem a quinta de que eram rendeiros no Oklahoma, juntam-se a milhares de outros ao longo das estradas, no sonho de conseguirem uma terra que possam considerar sua. E noite após noite, eles e os seus companheiros de desdita reinventam toda uma sociedade: escolhem-se líderes, redefinem-se códigos implícitos de generosidade, irrompem acessos de violência, de desejo brutal, de raiva assassina. Este romance que é universalmente considerado a obra-prima de John Steinbeck, publicado em 1939 e premiado com o Pulitzer em 1940, é o retrato épico do desapiedado conflito entre os poderosos e aqueles que nada têm, do modo como um homem pode reagir à injustiça, e também da força tranquila e estoica de uma mulher. As Vinhas da Ira é um marco da literatura mundial.




Música para Camaleões
de Truman Capote
Tradutor: Paulo Faria
Págs.: 272
Sinopse
Um psicopata seguidor de Charles Manson em conversa entre cigarros na sua cela da prisão de San Quentin. Uma empregada de limpezas em visita pelas casas dos seus diversos clientes. Marilyn Monroe num funeral a partilhar mexericos sexuais. Uma elegante aristocrata crioula a tocar piano para camaleões num salão da Martinica. E, lado a lado com todos eles, Truman Capote com um olhar de lucidez implacável sobre a poesia e a violência da vida, num relato onde histórias e personagens reais se revelam com o brio estilístico da melhor ficção. Música para Camaleões reúne catorze contos que são, ao mesmo tempo, grande literatura e grande jornalismo, na linha do projeto de narrativa não-ficcional que o autor iniciara brilhantemente com A Sangue Frio. Publicada em 1980, esta foi a última grande obra lançada por Capote.




Mrs Dalloway
de Virginia Woolf
Tradutor: Mário Quintana
Págs.: 176

Sinopse
Numa clara manhã de primavera, Clarissa Dalloway resolve sair para comprar flores para a festa que acolherá naquela mesma noite, em sua casa. Enquanto passeia pelas ruas de Londres, são recolhidas imagens, sensações e ideias, entrelaçadas com as personagens que habitam o seu mundo – do marido, Richard Dalloway, à filha, Elizabeth, e a Peter Walsh, amigo de juventude acabado de voltar da Índia – e que com ele se cruzam fatalmente – como Septimus Warren Smith, veterano da Primeira Guerra Mundial assombrado pela doença mental. Romance que revelou em pleno o talento de Virginia Woolf, a sua perspicácia, a sensibilidade transparente e, sobretudo, a arte suprema de descrever os segredos das almas – não os atos mas as sensações que eles despertam – fazem de Mrs Dalloway uma obra-prima indiscutível da literatura universal.



A Condição Humana 
de André Malraux
Tradutor: Jorge de Sena
Págs.: 304

Sinopse
Numa Xangai rendida à violência, quatro homens vivem o fervilhar dos primeiros dias da revolução chinesa de 1927: Kyo Gisors, um dos líderes da luta comunista, idealista e intelectual, a braços com a sua própria crise familiar; Tchen, um terrorista atormentado pelos assassínios perpetrados; Clappique, um boémio francês, traficante de ópio e negociador de armas; e Katov, o revolucionário russo que tranquilamente observa o desenrolar dos acontecimentos até ao momento do seu sacrifício derradeiro. Publicado em 1933, e nesse mesmo ano distinguido com o Prémio Goncourt, A Condição Humana é um documento incontornável de reflexão sobre o indivíduo, sobre o confronto entre ética pessoal e convicção ideológica, sobre traição e morte, sobre amor e liberdade. Uma «duradoura obra-prima da literatura universal», escreve Jorge de Sena, tradutor e prefaciador desta edição portuguesa, depois de cuja leitura «se não é o mesmo».
Sobre a Livros do Brasil
Fundada em 1944 com o objetivo de divulgar as grandes obras da literatura clássica e contemporânea brasileira e muitos dos mais conhecidos e celebrados autores da literatura universal, a Livros do Brasil tornou-se, ao longo dos anos, um dos mais importantes selos editoriais portugueses. O seu vastíssimo catálogo inclui diversos estilos e géneros literários, distinguindo-se o trabalho de edição de obras de autores tão significativos como André Malraux, Albert Camus, John Steinbeck, Pearl S. Buck e Ernest Hemingway. De destacar, também, a edição da mais antiga colecção policial publicada em Portugal, a Vampiro, com mais de 680 títulos, e da célebre colecção de obras de Eça de Queiroz.