quarta-feira, 24 de agosto de 2016

A rentrée da Elsinore conta com duas grandes obras

A Editora Elsinore já deu a conhecer as suas próximas publicações, que assinalam a rentrée desta chancela do Grupo Editorial 20|20. Encontram-se já em pré-venda nos sítios de livrarias on-line os livros A Guerra Não Tem Rosto de Mulher e Born to Run. O livro da Prémio Nobel de Literatura 2015, Svetlana Alexievich, fica disponível nas livrarias a partir do dia 5 de Setembro; a autobiografia do cantor e compositor americano Bruce Springsteen pode ser comprada a partir do dia 27 do próximo mês.


Texto sinóptico
Nesta obra-prima, a Prémio Nobel de Literatura 2015 dá voz a centenas de mulheres que revelam pela primeira vez a perspetiva feminina da Segunda Guerra Mundial.

O número de mulheres combatentes no Exército Vermelho chegou quase a um milhão, mas a sua história nunca foi contada. Este livro, marcado pelo estilo pungente de Svetlana Alexievich, apresenta testemunhos de mais de 200 jovens russas que passaram de filhas, mães, irmãs e noivas a atiradoras, condutoras de tanques ou enfermeiras em hospitais de campanha. O seu relato não é uma história de guerra, nem de combate; é uma história de mulheres e homens catapultados «da sua vida simples para a profundeza épica de um enorme acontecimento». Em que pensavam? De que tinham medo? Como foi aprender a matar?
É sobre isto que estas mulheres falam, mostrando uma faceta do conflito sobre a qual não se escreve. Descrevem a sujidade e o frio, a fome e a violência sexual, a angústia e a sombra permanente da morte.

A Guerra Não Tem Rosto de Mulher, a marcante obra de estreia de Svetlana Alexievich, foi originalmente publicada em 1985, depois de quatro anos de pesquisa e entrevistas. Esta edição corresponde ao texto fixado em 2002, quando a autora reescreveu o livro e incluiu novos excertos com uma força que, antes, a censura não lhe tinha permitido mostrar.



Texto sinóptico
«Escrever sobre nós próprios é complicado… Mas, num projeto como este, o escritor fez uma promessa: revelar a sua mente a quem o lê. Nestas páginas, foi o que tentei fazer.»

Foram poucas as vezes em que um artista contou a sua própria história com tanta força e coragem, equilibrando o lirismo de um músico singular e a sabedoria de um homem que refletiu profundamente acerca das suas experiências de vida. Durante os últimos sete anos, desde uma atuação marcante no Super Bowl com a E Street Band, Bruce Springsteen tem-se dedicado a escrever a história da sua vida, recordando vividamente, com a honestidade, humor e originalidade que se encontram nas suas canções, a sua busca incessante em tornar-se músico.

Com uma sinceridade desarmante, conta também, pela primeira vez, a história das batalhas pessoais que inspiraram os seus melhores trabalhos, mostrando-nos como a canção «Born to Run» é mais reveladora do que alguma vez se tinha pensado. Born to Run será inspirador para todos quanto gostam de Bruce Springsteen; no entanto, esta obra é muito mais do que as memórias de uma lendária estrela do rock. Este é um livro para os trabalhadores e os sonhadores, para os pais e os filhos, para os amantes e os solitários, para artistas, freaks ou para quem sempre quis ser batizado no rio sagrado do rock and roll .

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

1 milhão de visitas alcançadas

O sensor não engana: 1,000,000 de visitas desde 13 de Setembro de 2010.
Obrigado.
 

Segundo romance de Miguel Gizzas, «O Dia em Que o Mar Voltou», faz alusão ao Grande Terramoto de Lisboa

Depois de se estrear, em 2014, no romance, com o livro Até que o Mar Acalme, o músico e também escritor Miguel Gizzas publica O Dia em Que o Mar Voltou. Esta obra também musical, com 12 músicas inéditas, mantém o carimbo da Editora Gradiva.

Texto sinóptico
Lisboa é o centro deste mundo em que um dia tornou a acontecer aquilo que se julgava possível, e mesmo expectável, ainda que muitos se recusassem a acreditar. Duas pessoas previram, naquele amanhecer diferente, que algo terrível estava prestes a chegar. De nada valeu, pois o inevitável não tem travões. E, assim, a capital voltou a ficar destruída aos pés de um intenso terramoto e de um aterrador tsunami. Mas foi precisamente numa cidade que se mostrou presa fácil para a força da natureza que se ergueram braços humanos com vontade de a levantar. Mais ainda: destaparam-se sentimentos ocultos, descobriram-se outros ainda não revelados. No meio da devastação, do sofrimento e do choque há espaço para uma história de homens comuns tornados gigantes. E há espaço para o amor.

Neste novo romance musical de Miguel Gizzas a leitura serve-se com som o autor volta a apresentar uma narrativa para a qual compôs músicas. Assim, o que se propõe é um novo romance musical. Para ler. Para escutar. Para sentir.

Um romance musical.

Uma experiência vivida em vários canais. Assim como a banda sonora de um filme nos transporta para o sentimento que a história pretende narrar; assim como num musical a história é colorida pela música; neste romance Miguel Gizzas pretende colorir os sentimentos que transmite não apenas com a escrita, mas também com as músicas que acompanham cada capítulo. Um romance escrito, composto e interpretado pelo mesmo autor.
Leia a história e ouça a música no próprio livro através da leitura de QR codes que o acompanharão aos temas musicais do autor. Encontrará os temas também disponíveis em CD.

sábado, 20 de agosto de 2016

Dois livros de não-ficção que chegam às livrarias a 24 de Agosto

O Pequeno Buda
de Tomás de Mello Breyner
Texto sinóptico
O exagero de informação, os iPads, as actividades extracurriculares, a sobrecarga dos TPC fazem com que as crianças de hoje não tenham tempo. Muitas vezes, sem querer, acabamos por lhes colocar pressão numa idade em que eles deviam brincar nas poças de água na rua ou a subir às arvores.
A meditação infantil tem inúmeros benefícios no bem-estar e na saúde das crianças.


O Que Ganhamos Quando Envelhecemos
de Wilhelm Schmid
Texto sinóptico
A sociedade moderna renega o processo de envelhecimento. Comparamo-lo a uma doença, que deve ser eliminada. Schmid descreve o envelhecimento como um processo harmonioso e necessário, coerente com o ciclo natural das coisas.
O autor não procura aqui a eterna juventude, nem pretende ignorar a passagem do tempo, mas sim apresentar a verdadeira arte de envelhecer e o que realmente ganhamos ao ficarmos mais velhos. 

Conhece aqui outros dois novos lançamentos do Penguin Random House, Grupo Editorial do qual fazem parte as Editoras Arena e Objectiva.

Paulo Coelho está de volta com «A Espia»


Depois do romance Adultério, publicado por cá em Abril de 2014, A Espia é o título do mais recente livro do escritor brasileiro Paulo Coelho. Esta nova obra, inspirada na corresponência epistolar entre a dançarina holandesa Mata Hari e o seu advogado, chega às livrarias portuguesas a 16 de Setembro (No Brasil, será no dia 6 de Setembro), numa edição com a marca da Editora Pergaminho.

Texto sinóptico
Mata Hari – O seu único crime foi ser uma mulher livre.

«Tudo o que sei é que o meu coração é hoje uma cidade fantasma, povoado por paixões, entusiasmo, solidão, vergonha, orgulho, traição, tristeza. E não consigo desenvencilhar-me de nada disso, mesmo quando sinto pena de mim própria e choro em silêncio. Sou uma mulher que nasceu na época errada e nada poderá corrigir isso. Não sei se o futuro se lembrará de mim, mas, caso isso ocorra, que nunca me vejam como uma vítima, e sim como alguém que deu passos com coragem e pagou sem medo o preço que precisava de pagar.»

Mata Hari foi a mulher mais desejada da sua época: a famosa bailarina que usava exóticas danças orientais para chocar e encantar as plateias de toda a Europa; a confidente e amante dos homens mais ricos e poderosos do seu tempo; a mulher com um passado enigmático que despertava o ciúme e a inveja das senhoras da mais alta aristocracia parisiense. Uma mulher que ousou libertar-se do moralismo e dos costumes provincianos das primeiras décadas do século XX – e pagou caro por isso.
Em A Espia, Paulo Coelho evoca de forma magistral a vida desta magnífica mulher, que nasceu à frente do seu tempo, apresentando-a ao leitor contemporâneo como uma poderosa lição de força e de liberdade.
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De referir que a agenda anual de Paulo Coelho, que no próximo ano tem o título Amizade 2017, estará à venda a partir do dia 2 de Setembro, numa publicação Arte Plural Edições.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

«Antes de Eu Partir», de Paul Kalanithi

Data de publicação: 22/04/2016
N.º de páginas: 224

Paul Kalanithi (1977-2015) tinha 36 anos e era um profissional em ascensão na neurocirurgia quando descobriu que tinha um tumor maligno no pulmão. Ele estava no 6.º e último ano de internato num Hospital em São Francisco. Nas páginas que perfazem o prólogo de Antes de eu Partir, ele conta ao leitor o momento em que recebeu o diagnóstico e como esse veredicto mudou a sua vida. A morte, tão familiar para ele no seu trabalho, fazia-lhe agora uma visita pessoal.
Na primeira parte da obra, o autor conta os momentos mais marcantes da sua infância, adolescência e transmite ao leitor que desde sempre se interessara por entender a relação que existia entre o sentido, a vida e a morte. Para compreender as particularidades da morte este jovem ambicioso estudou História e Filosofia da Ciência e Medicina em Cambridge, Literatura Inglesa em Stanford e por fim incursou na Faculdade de Medicina de Yale, nos EUA.
A primeira dissecação de um cadáver, o primeiro nascimento, a primeira morte de um paciente seu, são episódios que lhe marcaram e são relatados de forma íntima e emocionante, nas páginas do livro. Não é necessário ler muito do que Paul partilha na obra, para sabermos que ele dava imensa importância às relações humanas:
«Quando não há lugar para o bisturi, as palavras são o único instrumento do cirurgião.»
«antes de operar um doente ao cérebro tenho primeiro de entender a sua mente: a sua identidade, os seus valores»
A segunda parte do livro é a guiada pela voz narrativa no neurocirurgião após ter sido diagnosticado com a doença terminal, a partir do ponto em que ele comeca a ver o mundo através de duas perspectivas: «começava a ver a morte simultaneamente como médico e doente.» Esta parte que ruma até ao final do livro, é mais perturbante, inquietante e simultaneamente emocionante. Aqui, ele disseca o seu íntimo de forma sincera, afirmando que o cancro o ajudou a salvar o seu casamento com Lucy, a mulher, e o ajudou a entender, finalmente, questões que ele desde há muito levantara e estudara sobre a mortalidade.
Metástase, cancro, cérebro, morte, vida, limbo, são vocábulos que surgem amiúde ao longo da leitura. O autor é comedido na forma como apresenta o conteúdo da sua vida, escreve usando linguagem pungente e adornada com termos pomposos, mas sem gíria médica.
Antes de eu Partir (When Breath Becomes Air; tradução de Teresa Carvalho) é uma obra póstuma intensa, emotiva e, nalguns casos, violenta, que nos fala sobre algumas das coisas mais simples e mais importantes da vida e da morte. Deste livro, uma contudente lição de como lidar com a morte, podemos absorver que a vida é breve, mesmo quando é longa.


Citação
«Recebi a pulseira de plástico que todos os doentes usam, vesti a familiar bata azul-clara do hospital, passei pelas enfermeiras que conhecia de nome, e fui admitido num quarto – o mesmo quarto em que vira centenas de doentes ao longo dos anos.» (p. 37)

«Preferida», de Sylvia Day, um dos romances que mais vende actualmente em Portugal


Preferida
de Sylvia Day

Texto sinóptico
Gideon Cross. Apaixonar-me por ele foi a coisa mais fácil que me aconteceu até hoje. Surgiu de forma instantânea. Completa. Irrevogável.

Casar com ele foi um sonho tornado realidade. Ficar casada com ele é a luta da minha vida. O amor transforma. E o nosso tanto é uma espécie de refúgio como uma tempestade violenta. Duas almas atormentadas entrelaçadas como se fossem uma.

Ele deu-me tudo. Agora, tenho de provar que consigo ser o seu porto de abrigo, tal como ele foi o meu. Juntos, vamos conseguir fazer frente a todos quantos tentam, por qualquer meio, interferir na nossa relação.

Comprometermo-nos com o amor foi só o primeiro passo. Lutar por ele vai libertar-nos ou separar-nos de vez.

Sedutor e emocionante, Preferida é o ansiosamente esperado final da série Crossfire, a incrível história de amor que cativou milhões de leitores em todo o Mundo.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

POKÉMON GO, um livro (não oficial) do jogo, é publicado pela Editora Goody


Pokémon Go 
Guia Essencial
Não Oficial

Texto sinóptico
Este livro foi criado a pensar na comunidade de jogadores de Pokémon Go que cresce todos os dias. A história do jogo, um guia de A a Z para os treinadores, o Pokédex que detalha tudo sobre os 151 Pokémon, como ajudar a equipa a ganhar batalhas, e por por fim e importantíssimo, os segredos para se encontrar os Pokémon mais raros!

Um pouco de história
A marca Pokémon como nasceu, quem a fez nascer e como cresceu.
A Niantic ou a história por detrás de quem quis mudar a forma como as pessoas interagem como mundo que as rodeia.

Jogar cada vez melhor
Guia de A a Z: Como ser o maior treinador de Pokémons.
Itens: Como maximizar a mochila ao limite.
Equipas e batalhas: Melhorar a equipa e ganhar batalhas.
Truques escondidos: Os segredos do jogo para apanhar alguns Pokémon mais raros.
Pokédex: Os 151 Pokémon em detalhe – Forças e pontos fracos, ataques, evoluções, características.