quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Está já à venda o livro-testemunho «A História Me Absolverá», de Fidel Castro

http://www.presenca.pt/livro/a-historia-me-absolvera/

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Esta semana são publicados 3 livros que traçam o perfil de Donald Trump


Trump Revelado
A biografia definitiva do 45.º presidente dos EUA
de Michael Kranish e Marc Fisher

Editora: Planeta

Texto sinóptico
A melhor e mais completa biografia do novo presidente dos EUA, feita por uma equipa de vinte jornalistas, de um dos mais prestigiados jornais do mundo, o The Washington Post, que investigou todas as facetas da vida de Trump.
Toda a vida de Donald Trump está nestas páginas. Um livro fundamental e supreendente, que não vai conseguir parar de ler.
O bom, o mau e o incompreensível sobre o homem que, nos próximos quatro anos, será um dos mais influentes do mundo.

«A mais completa e pormenorizada biografia de Trump até ao momento.»
The Boston Globe

«Útil, um vigoroso relato […] Retrata habilmente a obstinada construção da sua marca pessoal espampanante e a manipulação dos media, que muitas vezes fez de forma magistral.»
The New York Times


Grande Outra Vez
Como devolver a grandeza à América
de Donald Trump

Editora: Presença

Texto sinóptico
Não vou entrar no jogo que os políticos jogam há várias décadas - muita conversa e pouca ação, enquanto os interesses e os grupos de pressão comandam as nossas leis. Estou a abalar o establishment de ambos os lados da barricada política porque ninguém me pode comprar. Quero que a América renasça, quero torná -la grande e próspera outra vez e garantir que somos respeitados pelos nossos aliados e temidos pelos nossos adversários.
É tempo de ação. Os Americanos estão fartos da política do costume. Neste livro, traço a minha visão para tornar a América grande outra vez, explicando como recuperar a nossa economia em queda; como reformar o sistema de saúde para que se torne mais eficiente e sustentável; como reestruturar o nosso exército para ganharmos as guerras - em vez de assistirmos ao avanço dos nossos inimigos - e a mantermos as promessas que fizemos aos nossos heróis veteranos; como assegurar que o nosso sistema de educação oferece as ferramentas necessárias a quem procura trabalho; e como aumentar imediatamente o número de postos de trabalho.
Este livro resume o meu plano para Tornar a América Grande Outra Vez. Não vai ser difícil. Só precisamos de alguém com a coragem de dizer as coisas como elas são. Não encontramos alguém assim em Washington.
 

Tea Party
Conheça a ala conservadora republicana que ajudou a eleger Donald Trump
de Kate Zernike

Editora: Alêtheia

Texto sinóptico
Irromperam em cena no auge da Grande Recessão - eleitores indignados que se juntavam aos milhares para protestar contra os resgates financeiros e o governo tentacular. Evocando a época dos Pais Fundadores, atribuíram o nome de Tea Party. Um ano depois já tinham alterado os termos do debate em Washington, incutido ânimo nos Republicanos e levantando obstáculos à nova administração na sua capacidade de executar os seus programas. 
Tea Party é um livro esclarecedor de Kate Zernike sobre a realidade interna desta ala do Partido Republicano, que nos dá a conhecer um leque de activistas que noutras circunstâncias seriam improváveis e a filosofia que os anima.
Zernike mostra-nos como o Tea Party emergiu, a partir de uma aliança invulgar entre jovens intelectuais conservadores, conscientes do poder da Internet, e pessoas mais velhas, preocupadas com um país que já não conseguiam reconhecer. O movimento é a mais recente manifestação de um longo historial de descontentamento dos conservadores americanos, cuja desconfiança em relação ao governo é mais antiga do que a própria nação e defende uma política fiscal conservadora e o originalismo, isto é, a interpretação do texto constitucional segundo o seu significado à época em que foi adotado.
Outros livros sobre Donald Trump:
Trump, Desafiar o Status Quo (2016); Pense como um campeão (2010); Subir na Vida (2007); Trump - Como Enriquecer (2006).

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

Novidade editorial de Janeiro das Edições Texto & Grafia

No início da próxima semana, pela mão das Edições Texto & Grafia, aterra nos escaparates livreiros uma obra destinada a largas camadas de leitores e particularmente recomendada aos interessados pelas culturas clássicas nos seus aspetos menos abordados pelos especialistas. Sexo e Poder em Roma, da autoria do reconhecido historiador e especialista na Roma antiga Paul Veyne, aborda questões relacionadas com o dinheiro, política, morte e sexo na Roma antiga.
Texto sinóptico
A acreditar no que Ovídio nos transmitiu, os Romanos teriam celebrado e exaltado o amor e a sexualidade; mas seriam pessoas joviais e divertidas, amantes dos prazeres da vida, livres nos pensamentos e costumes, como sugerem as estátuas, os poemas e a literatura erótica que nos deixaram?
Pela mão de Paul Veyne, paradoxalmente, somos introduzidos numa sociedade puritana e cheia de tabus, na qual só é de bom-tom fazer amor de noite e às escuras, e que parece ter inventado o casamento cristão antes dos próprios cristãos! Mas não é menos verdade que os tabus existem para serem infringidos, e que todas as formas de perversão – sociais e sexuais – tal como a corrupção política são parte integrante da vida dos Romanos na Antiguidade.
É todo esse mundo fascinante que descobriremos nesta recolha de textos que aborda, entre tantos outros temas quentes, o aborto e a homossexualidade, a obscenidade e o folclore das bodas do casal romano, os combates de gladiadores como consagração da morte como espectáculo público, ou ainda a estrutura de corrupção na vida pública, a fazer lembrar as máfias modernas.

Outros títulos do autor
Nas Edições Texto & Grafia encontram-se já publicadas as obras Quando o Nosso Mundo se Tornou Cristão e Foucault, o Pensamento, a Pessoa. Pelas Edições 70, deste autor, encontra-se publicados Como se Escreve a História, Indivíduo e Poder, Acreditaram os Gregos nos seus Mitos? e A Sociedade Romana. Na Gradiva, em 1989, foi publicado O Inventário das Diferenças.

domingo, 15 de janeiro de 2017

«A Arte da Vida» descrita por Zygmunt Bauman

O sociólogo polaco Zygmunt Bauman, considerado um dos intelectuais mais respeitados em todo o mundo, faleceu no passado dia 9, aos 91 anos, em Inglaterra.
A Relógio D'Água irá publicar a 20 de Janeiro A Arte da Vida, um livro onde Bauman «avalia o modo como na moderna sociedade de consumidores, líquida e individualizada, construímos a nossa procura de felicidade e expõe as condições que a influenciam.»

Do autor, a Relógio D’Água tem publicados Confiança e Medo na Cidade, Amor Líquido, A Vida Fragmentada, Modernidade e Ambivalência, Estado de Crise e Cegueira Moral. As Edições Piaget publicaram em 2010 o título A Sociedade Sitiada. A Nova Delphi lançou em 2013 o livro Europa Líquida, aquando da vinda do filósofo à ilha, para participar no Festival Literário da Madeira. Ainda é possível também encontrar exemplares da obra A Liberdade, numa edição de 1989 da Editorial Estampa.

Novo livro de Juan Gabriel Vásquez

Com tradução de Vasco Gato, A Forma das Ruínas, o novo romance do escritor colombiano Juan Gabriel Vásquez, é publicado a 18 de Janeiro. Este livro foi vencedor do Prémio Casa da América Latina/Grupo Lena 2016 e segundo o Huffington Post, A Forma das Ruínas «é um grande romance, sem dúvida o melhor de Juan Gabriel Vásquez.»
Do mesmo autor, a Editora Alfaguara já publicou As Reputações e O Barulho das Coisas ao Cair.
Texto sinóptico
Carballo é um homem atormentado, em busca de sinais que lhe permitam destrinçar os mistérios de um passado pelo qual está obcecado. Depois de um encontro fortuito com este homem misterioso, Vásquez (sim, o próprio Juan Gabriel Vásquez, que aqui deixa cair a máscara) sente-se compelido a esmiuçar os segredos de uma vida alheia, ao mesmo tempo que se debate com os momentos mais obscuros do passado colombiano.
Uma leitura compulsiva e uma indagação magistral às verdades incertas de um país que ainda mal se conhece a si mesmo.
O romance começa assim: 
«Da última vez que o vi, Carlos Carballo estava a entrar laboriasamente numa carrinha da Polícia, as mãos algemadas atrás das costas e a cabeça afundada entre os ombros, enquanto uma legenda na parte de baixo do ecrã informava as razões da sua detenção: ter tentado roubar o fato de um político assassinado.»

Novidade PIM! Edições: «Retratos de Jovens Senhoras, Cavalheiros e Casais», de Charles Dickens e Edward Caswall

A 27 de Janeiro chega às livrarias o livro Retratos de Jovens Senhoras, Cavalheiros e Casais, da autoria de Charles Dickens e Edward Caswall. A tradução para português desta obra humorística, «Uma edição oportuna» segundo o The Times Literary Suplement, esteve a cargo de Renato Carreira. Retratos de Jovens Senhoras, Cavalheiros e Casais é a grande aposta da PIM!, uma chancela das editoras Europress e Ponto Fugapara, para o Dia dos Namorados.
Texto sinóptico
Este volume reúne três coletâneas de apontamentos satíricos originalmente publicados na imprensa inglesa. A primeira, Retratos de Jovens Senhoras, surgiu em 1837, com assinatura de Quiz, pseudónimo do clérigo anglicano Edward Caswall. A segunda e a terceira coletâneas, Retratos de Jovens Cavalheiros (1838) e Retratos de Jovens Casais (1840), foram escritas por Charles Dickens, que anteriormente assinara, também como Boz, uma série de textos humorísticos cujo êxito motivou os editores Edward Chapman e William Hall a publicarem o trabalho de Caswall num estilo semelhante. A primeira publicação conjunta das três obras em livro aconteceu em 1843. Com um humor tão refinado como acutilante, os textos versam sobre o tema dileto da grande literatura e da melhor sátira.
Nestes «retratos» reconhecerá a leitora ou leitor os diferentes tipos de homens e mulheres que, empenhando a juventude e a felicidade, se sujeitam a disputar, num campo de batalha chamado casamento, a eterna guerra dos sexos.
A editora disponibiliza para leitura imediata, aqui, as primeiras páginas do livro.
Os autores
Expoente máximo do romance vitoriano e um dos mais populares escritores ingleses, Charles Dickens nasceu a 7 de fevereiro de 1812. Em 1827 começou a trabalhar como empregado de escritório e, no ano seguinte, estreou-se no jornalismo, como repórter freelance. Em 1833 iniciou, sob o pseudónimo Boz, uma série de crónicas humorísticas em torno do quotidiano londrino, genericamente designadas Sketches by Boz. Obteve o primeiro grande sucesso literário em 1836-37, com a publicação, em fascículos mensais, de Os Cadernos de Pickwick – sucesso consolidado com o folhetim seguinte, Oliver Twist (1837-39).
Obras posteriores como Um Conto de Natal (1843), David Copperfield (1849-50), Tempos Difíceis (1854) ou Grandes Esperanças (1860-61) figuram também entre as suas criações mais conhecidas. Charles Dickens morreu a 9 de junho de 1870.

Edward Caswall (Quiz) nasceu a 15 de julho de 1814. Clérigo anglicano, poeta e autor de hinos religiosos, converteu-se ao catolicismo e foi ordenado padre. Morreu a 2 de janeiro de 1878.

sábado, 14 de janeiro de 2017

Edição Especial de «As Cinquenta Sombras Mais Negras»

No dia 9 de Fevereiro chega aos cinemas o filme baseado no livro de E. L. James As Cinquenta Sombras Mais Negras. A obra erótica é novamente relançada, a 24 de Janeiro, e inclui fotos tiradas pela própria autora durante as filmagens e os seus comentários à rodagem do filme.
Texto sinóptico
Perseguida pelos negros segredos que atormentam Christian Grey, Anastasia Steele separa-se dele e começa uma carreira numa prestigiada editora de Seattle.
Mas por mais que tente, não o consegue esquecer – ele continua a dominar-lhe todos os pensamentos. E quando Christian lhe propõe reatarem a relação com um novo e diferente acordo, ela não consegue resistir. Aos poucos, uma a uma, começam a revelar-se as Cinquenta Sombras que torturam o seu autoritário e dominador amante. À medida que Grey se debate com os seus demónios e revela a Anastasia um lado inesperadamente romântico, ela vê-se obrigada a tomar a mais importante decisão da sua vida.

«Silêncio», o novo filme de Martin Scorsese que se inspirou no livro de Shusaku Endo


No dia 19 de Janeiro chega aos cinemas o filme Silence, realizado por Martin Scorsese, que conta com interpretações de Andrew Garfield, Adam Driver, Liam Neeson, Tadanobu Asano e Ciarán Hinds. O filme é baseado no aclamado romance homónimo do japonês Shusaku Endo, cuja primeira edição na Dom Quixote é de 1990. A editora relança novamente Silêncio com uma capa alusiva ao filme.

Texto sinóptico
Uma fascinante introspecção que questiona o silêncio de Deus perante a agonia dos que nele crêem.

Silêncio, cuja acção decorre no século XVII, conta-nos a história de um missionário português envolvido na aventura espiritual da conversão dos povos orientais, o qual acaba por apostatar, após ter sido sujeito às mais abomináveis pressões das autoridades japonesas, para evitar que um grupo de fiéis seja por ordem delas torturado até à morte.
Antes de chegar ao Japão, a sua viagem leva-o a Goa, depois a Macau e, finalmente, a Nagasáqui e Edo, em etapas que pouco a pouco o transportam a esse Oriente hostil, onde no entanto já se contam alguns milhares de convertidos à fé católica.
Aí descobre, na luta contra as pessoas e o ambiente adversos, a verdadeira fé, liberta de todo o aparato externo, eclesiástico ou mundano. E aí acaba por experimentar a derradeira solidão, que é o destino daqueles que quebram a comunhão com o que mais profundamente marca a sua identidade.