domingo, 17 de junho de 2018

«Na Praia de Chesil», de Ian McEwan, ganha adaptação cinematográfica

No próximo mês, chega às salas de cinema portuguesas o filme Na Praia de Chesil, uma adaptação do romance homónimo do escritor Ian McEwan. Este livro, tal como todos os deste autor britânico, foi publicado em Portugal (em 2007) pela Editora Gradiva.

Salientar que o argumento do filme esteve também a cargo de Ian McEwan. Em On Chesil Beach (título original), o par que protagoniza o drama é interpretado pelos actores Saoirse Ronan e Billy Howle. O trailer pode ser assistido aqui.

Sinopse do livro
Um pequeno romance de profundidade e perspicácia notáveis, de um escritor no auge do seu talento.
Estamos em Julho de 1962. Edward e Florence, jovens inocentes casados naquela manhã, chegam a um hotel na costa de Dorset. Ao jantar na suíte reservada a casais em lua-de-mel, esforçam-se por dominar os medos íntimos da noite de núpcias que se avizinha...

Sinopse do filme
Estamos no verão de 1962 e em Inglaterra falta ainda um ano para as grandes mudanças sociais: a Beatlemania, a revolução sexual e os Swinging Sixties. Florence e Edward, um jovem casal de vinte e poucos anos, recém-casados, decidem passar a sua lua-de-mel num hotel abafado e enfadonho perto da praia de Chesil, em Dorset. Mas à medida que se aproximam da consumação do casamento, a conversa entre eles fica mais tensa e incómoda e resulta numa discussão entre os dois. É então que confrontam as diferenças entre si - as suas diferentes origens, atitudes, temperamentos, e segredos. Na praia de Chesil, no fatídico dia do casamento, um deles toma uma decisão importante que mudará radicalmente as suas vidas para sempre.

sexta-feira, 15 de junho de 2018

«O Desaparecimento de Stephanie Mailer», um dos livros mais aguardados deste Verão

Depois de A Verdade Sobre o Caso Harry Quebert (2013), Os Últimos Dias dos Nossos Pais (2014) e O Livro dos Baltimore (2016), a Alfaguara prepara-se para publicar a 3 de Julho o novo romance do escritor suiço Joël Dicker (n. 1985). O Desaparecimento de Stephanie Mailer é, segundo a editora, um tríler literário que nos vai prender da primeira à última página.

Sinopse
Na noite de 30 de Julho de 1994, a pacata vila de Orphea, na costa leste dos Estados Unidos, assiste ao grande espectáculo de abertura do festival de teatro. Mas o presidente da Câmara está atrasado para a cerimónia… Ao mesmo tempo, Samuel Paladin percorre as ruas desertas da vila à procura da mulher, que saiu para correr e não voltou. Só para quando encontra o seu corpo em frente à casa do presidente da Câmara. Dentro da casa, toda a família do presidente está morta.
A investigação é entregue a Jesse Rosenberg e Derek Scott, dois jovens polícias do estado de Nova Iorque. Ambiciosos e tenazes, conseguem cercar o assassino e são condecorados por isso. Vinte anos mais tarde, na cerimónia de despedida de Rosenberg da Polícia, a jornalista Stephanie Mailer confronta-o com uma revelação inesperada: o assassino não é quem eles pensavam, e a jornalista reclama ter informações-chave para encontrar o verdadeiro culpado.
Dias depois, Stephanie desaparece.
Assim começa este thriller colossal, de ritmo vertiginoso, entrelaçando tramas, personagens, surpresas e volte-faces, sacudindo o leitor e impelindo-o, sem possibilidade de parar, até ao inesperado e inesquecível desenlace.
O que aconteceu a Stephanie Mailer?
E o que aconteceu realmente no Verão de 1994?

Elogios da imprensa
«Cinco temporadas de uma série de televisão viciante num só livro. O desaparecimento de Stephanie Mailer mostra em pleno o talento do escritor: uma teia de intrigas que mantém o leitor preso por um fio.»
Le Temps

«Dicker não larga a mão do leitor que, apesar da variedade de personagens, da avalanche de pistas falsas, nunca perde o fio à meada. A cada cinquenta páginas, o leitor pensa ter encontrado o verdadeiro assassino. Mas para isso terá de esperar: o autor é muito hábil e diverte-se como um louco a induzir o leitor em erro.»
Le Figaro Littéraire

«Enquanto Agatha Christie punha em cena “apenas” dez suspeitos, Joël Dicker joga com dezenas de personagens a um ritmo inacreditável. De tirar o fôlego!»
Madame Figaro

«Conhece aquele sentimento terrível de se sentir sozinho depois de acabar um romance incrível? Foi o que me aconteceu com este livro. Joël Dicker vai ainda mais longe do que antes com este livro. »
Cosmopolitan

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Eis algumas das publicações da LeYa para este mês

O Grupo LeYa já anunciou as suas novidades para este mês. 
Na literatura Lusófona, destaque vai para o novo e aguardado livro de poesia do escritor angolano Ondjak, Há Gente em Casa (Ed. Caminho). A Dom Quixote lança Lealdade, de Letizia Pezzali, um livro sensual, moderno e erótico. Joanne Harris está de regresso à fantasia (para pouco regozijo de muitos fãs seus) com a obra O Rio do Sonho.
No género infanto-juvenil, os grandes lançamentos são da chancela Disney, tal como tem vindo a contecer. São exemplos obras de Bingo e Rolly, Os MiniCinco, Hotel Transylvania 3 e PJ Masks 6. Na BD, a Editora Asa publica 12 volumes de Michel Vaillant, de Jean Graton, autor francês que criou esta famosa personagem e a série homónima em 1957. 

Os seguintes títulos estarão também até ao fim de Junho à venda.
Ecologia, de Joana Bértholo
Numa sociedade que se fundiu com o mercado – tudo se compra, tudo se vende – começamos a pagar pelas palavras. A estranheza inicial dá lugar ao entusiasmo. Afinal, como é que falar podia permanecer gratuito?
Há seis mil idiomas no mundo. Seis mil formas diferentes de dizer «ecologia», e tão pouca ecologia. Seis mil formas diferentes de dizer «paz», e tão pouca paz. Seis mil formas diferentes de dizer «juntos», e é cada um por si.

O Gene da Atlântida, de A.G. Riddle
Há 70 mil anos, a erupção de um supervulcão na Indonésia quase levou a raça humana à extinção. Sobrevivemos, mas nunca ninguém percebeu como, nem porquê. Até agora.
Os Immari, uma sociedade secreta de contornos maçónicos, guardam o segredo há dois mil anos. E desde então têm feito de tudo para evitar que seja revelado. Até que, na costa da Antártida, a erosão de um iceberg revela um submarino nazi há muito desaparecido – acoplado a uma estrutura que não devia, nem podia, estar ali. A milhares de quilómetros, num laboratório em Jacarta, a brilhante investigadora Dra. Kate Warner acredita ter descoberto finalmente a cura para o autismo. Mal sabe ela, porém, que duas das crianças que acompanha, e que revelam um comportamento invulgar, podem esconder a chave para a compreensão das origens da nossa espécie. E não imagina que as suas experiências estão a ser seguidas de muito perto pelos Immari.
David Vale, um agente que há anos vigia a perigosa seita dos Immari, percebe entretanto que algo de estranho está a acontecer. Os serviços secretos onde trabalha estão sob ataque, sucedem-se as mortes, e ele é o próximo alvo a abater. E sabe que apenas uma pessoa no mundo o pode ajudar a solucionar o enigma: a Dra. Kate Cooper.
Juntos irão envolver-se numa intriga internacional, que os levará a percorrer meio mundo, dos cumes gelados do Tibete ao calor asfixiante da Indonésia, numa corrida contra o tempo, em que está em jogo a sobrevivência da raça humana.

O Guia dos Banhos de Floresta, de M. Amos Clifford
Durante milénios, o ser humano viveu na floresta, que lhe dava abrigo e sustento. A relação primitiva que temos com as árvores ficou para sempre gravada no nosso ADN. E por muito que a vida moderna nos tenha afastado dessas raízes ancestrais, o facto é que elas existem e fazem-nos falta – como comprovam dezenas de estudos científicos.
O Guia dos Banhos de Floresta, escrito por Amos Clifford, o mais conhecido especialista americano na matéria, propõe-nos um reencontro com essas raízes. A partir de uma antiga tradição japonesa – shinrin-yoku, o autor mostra-nos como redescobrir esse elo perdido.
O que se pede não são longas caminhadas nem esforço físico, mas antes um reencontro “espiritual” com o ambiente natural dos nossos antepassados – através de passeios ritualizados, meditativos, feitos de observação e silêncio, para melhor sentirmos a tranquilidade e a “respiração” da floresta.
Este livro contém o antídoto perfeito para uma vida urbana e desgastante: é no contacto com a natureza que reencontrará a sua essência.

O Homem Que Não Ligou, de Rosie Walsh
Imagine que conhece um homem e se apaixona loucamente. E é recíproco. São almas gémeas. E um dia ele desaparece sem deixar rasto.
É o que acontece a Sarah. O seu primeiro encontro com Eddie é acidental mas tão intenso que não voltam a separar-se durante sete dias. São dias mágicos em que partilham tudo e se dão a conhecer sem reservas. Sabem que o que sentem um pelo outro é profundo e verdadeiro. Até que ele parte numa viagem breve. Promete telefonar. Mas não telefona. Nunca mais.
Passam-se semanas, meses… e a preocupação de Sarah intensifica-se. Não acredita nos amigos, que tentam convencê-la a esquecê-lo. Afinal, dizem, ela não é a primeira pessoa (nem a última) a ser ignorada por um amante. O melhor, garantem, é seguir em frente e não pensar mais no assunto. Mas ela não é capaz. Pois sabe – e sabe, com toda a certeza – que algo de terrível aconteceu.
E um dia descobre que, afinal, tinha razão.

Inspector Max - Alerta no Megaconcerto, de Isabel Alçada e Ana Maria Magalhães
Esta é uma nova coleção das já conhecidas autoras da coleção Uma Aventura que segue de perto a conhecida série de televisão 'O Inspetor Max'.
Neste primeiro livro, o inspetor Max, o conhecido pastor-alemão que trabalha para a Judiciária, vai ser fundamental para resolver um importante caso de uma rede de malfeitores que quer colocar uma bomba num megaconcerto de uma ilustre cantora.
O objetivo é levar à falência Julian, organizador do megaconcerto, pois Zacarias, o malfeitor, tem uma empresa concorrente no mercado.

quarta-feira, 13 de junho de 2018

«As Virtudes do Fracasso», de Charles Pépin

Editora: Gradiva
Data de publicação: 23-04-2018
N.º de páginas: 184
Charles Pépin (n. 1973) é professor, conferencista e filósofo francês, autor de livros de ficção e de não ficção, cuja obra está traduzida em cerca de trinta países. O seu mais recente ensaio, Les Vertus de l’échec (Allary Editions, 2016) tornou-se um sucesso de vendas e acatou variados elogios da imprensa especializada e dos leitores. A editora Gradiva disponibilizou recentemente nas livrarias este título, que foi traduzido para a nossa língua por Pedro Saraiva.
A premissa deste livro é lançar a discussão e reflexão sobre a importância das adversidades sob a óptica da filosofia, da pedagogia e da psicologia. Ao longo de dezasseis capítulos, o autor analisa as virtudes do fracasso, dando como exemplos o trajecto de vida de personalidades célebres que conheceram a adversidade antes de terem êxito, ou como o francês afirma na introdução: «é por terem fracassado que venceram.» Charles Darwin, Abraham Lincoln, Thomas Edison, Steve Jobs, Nelson Mandela e J.K.Rowling são alguns dos nomes apontados.
Uma das ideias de Charles Pépin que podemos extrair do livro é que a inteligência de uma pessoa é quantificada pela capacidade da própria analisar e corrigir os seus erros. Nesse sentido, e não menosprezando o chavão popular, é a errar que se aprende - e se eleva a nossa inteligência emocional.
Outra ideia bem batida em As Virtudes do Fracasso, é a de que a crise (seja ela monetária, existencial, etc.) deve ser encarada como uma provação, «uma janela que se abre», cabendo apenas a cada um de nós retirar dos obstáculos e adversidades alguma sabedoria.
Numa entrevista recente que o autor deu ao El País, ele refere que a «nossa sociedade está doente porque é incapaz de aceitar o erro.» Pépin aborda este tema num capítulo exclusivo deste trabalho ensaístico, onde além de criticar a forma inflexível como as empresas marginalizam os seus funcionários quando estes falham no exercício das suas funções, lança farpas incisivas ao sistema escolar europeu que não favorece a singularidade: «… a nossa escola se condena a falhar e a não desempenhar bem o seu papel por não ensinar as virtudes do fracasso.»; «O aluno aceitaria melhor as críticas, seria encorajado a desenvolver o seu talento e compreenderia que o facto de se enganar não é desonroso.» Nunca reforçar os pontos fracos de um aluno, mas sublinhar e enaltecer sempre os pontos fortes; esta é a reflexão que o pensador francês, autor de Os Filósofos no Divã (Europa América, 2010), deixa no ar.
As Virtudes do Fracasso é um ensaio filosófico acessível a todos, que convida-nos a perceber que o importante não é evitar as vicissitudes que a vida nos impõe, mas ficar ciente que através dessas dificuldades, poderemos nos tornar mais sapientes, maduros e resilientes.
Este é um livro inspirador mas também controverso.

Citações
«O fracasso está no centro das nossas vidas, das nossas angústias e dos nossos êxitos.» (p. 9)
«Há vitórias que só se podem alcançar perdendo batalhas» (p. 15)
«Pouco importa (…) o número de vezes que caímos, desde que nos voltemos a levantar, desde que nos levantemos mais sábios.» (p. 56)
«Recusar-se a reconhecer um fracasso é a maneira mais segura de não tirar dele proveito nenhum.» (p. 61)
«Se não tivéssemos falhas e decepções, não conheceríamos as satisfações mais profundas da existência.» (p. 141)

terça-feira, 12 de junho de 2018

4 novos romances que aí vêm

O Primeiro Homem, de Albert Camus (Ed. Livros do Brasil)
O manuscrito por terminar de O Primeiro Homem foi descoberto nos destroços do acidente de automóvel que vitimou Albert Camus, em 1960. Embora tenha permanecido inédito durante mais de trinta anos, tornou-se um bestseller imediato quando finalmente foi publicado em 1994.
O mais autobiográfico de todos os romances do escritor francês, Nobel da Literatura em 1957, oferece ao leitor um olhar singular sobre a vida do autor e sobre os temas poderosos transversais a toda a sua escrita: a consumação brilhante da vida e obra de um dos maiores romancistas do século xx.


A Biblioteca dos Livros Proibidos, de Tom Pugh (Ed. Alma dos Livros)
Janeiro de 1562. A Europa é o epicentro de uma verdadeira luta entre a luz e as trevas. Em Moscovo, Matthew Longstaff tenta cumprir a missão que lhe foi confiada: roubar um livro da biblioteca privada de Ivan, o Terrível. Longstaff trabalha para os Otiosi, um grupo clandestino de livres-pensadores determinado a manter acesa a chama do livre-pensamento que começa a expandir-se por toda a Europa. Também a trabalhar para os Otiosi encontra-se o médico e aventureiro Gaetan Durant, encarregado de obter um palimpsesto raro.
Numa Itália mergulhada na Contrarreforma os inquisidores do papa mostram-se determinados a destruir qualquer foco de conhecimento livre. O seu líder, Gregorio Spina, chefe censor e espião do papa, captura o líder dos Otiosi em Florença e tortura-o em busca de informações. Os segredos da Biblioteca do Diabo podem estar ao alcance de Spina, e os primeiros passos dados pela humanidade em direção ao Iluminismo correm o risco de serem apagados da História.


Os Crimes Inocentes, de Gabriel Magalhães (Ed. Planeta)
A estreia auspiciosa do reputado professor catedrático de Literatura, no género policial. Uma intriga subtil sobre os bastidores do poder político e os meandros da cultura que decorre nalguns dos mais emblemáticos e belos lugares de Lisboa. Personagens fortes, um protagonista atípico e um piscar de olho à história.
Um homem aparece assassinado no salão principal do Museu dos Coches de Lisboa, com uma lança atravessada no ventre.
Ao longo dos dias seguintes, morrem misteriosamente mais pessoas.
Um livro inteligente e divertido, que ajuda a perceber a sociedade portuguesa e as suas elites, a partir de uma sucessão de crimes que assentam na ganância, vaidade e desejo de poder.
Uma obra que percorre os lugares mais emblemáticos de Lisboa e oferece uma visão irónica dos bastidores da cultura e da política, com os seus jogos e guerras.

Do mesmo autor: Como Sobreviver a Portugal continuando a ser Português (Planeta, 2014)
Como a Sombra que Passa, de Antonio Muñoz Molina (Ed. Ponto de Fuga)
A 4 de abril de 1968, Martin Luther King foi assassinado. Durante o tempo que permaneceu em fuga, o seu assassino, James Earl Ray, passou dez dias em Lisboa, a tentar obter um visto para Angola. Obcecado por esse homem fascinante, e graças à abertura recente dos arquivos do FBI sobre o caso, Antonio Muñoz Molina reconstrói o crime, a fuga e a captura de Ray, mas sobretudo os seus passos na capital portuguesa.
Lisboa é cenário e protagonista deste romance, enquanto destino de três viagens que se vão alternando na perspetiva do autor: a do fugitivo James Earl Ray em 1968, a do jovem Molina, que em 1987 partiu de Granada em busca de inspiração para O Inverno em Lisboa, livro que o consagraria, e a do escritor aclamado que tece a narrativa nos dias de hoje.
Original e apaixonante, Como a Sombra que Passa aborda, a partir da maturidade e num registo íntimo, temas relevantes na obra de Antonio Muñoz Molina: o passado como matéria de difícil recriação, o caráter fugaz do instante, a construção da identidade e o fortuito como motor do real, que neste livro ganham forma através de uma primeira pessoa inteiramente livre que desafia perceções e se resolve no próprio processo de escrita.
Obra finalista do The Man Booker Prize 2018. 

segunda-feira, 11 de junho de 2018

Livros de Roberto Innocenti e Eric Carle entre as publicações mais recentes da Kalandraka

Só estarão disponíveis nos escaparates da secção infantil das livrarias a partir de 22 de Junho, mas já podes tomar conhecimento dos três belíssimos álbuns que a Kalandraka Editora escolheu publicar este mês.
Clementine
de Roberto Innocenti
Um grande temporal e um naufrágio marcam o início de Clementine, a história fictícia de um leal capitão e do seu amado navio de carga que durante quase meio século - desde a sua construção no início da década de 1930 até ao seu final no fundo do mar - percorreu os portos do mundo inteiro: do Pacífico aos confins do continente africano, passando pelas costas árticas e asiáticas, tanto em tempos de paz como durante a II Guerra Mundial, altura em que foi utilizado pela Marinha dos Estados Unidos na contenda bélica.
Através de um texto simples e pelo recurso a flashbacks, Roberto Innocenti transporta-nos do presente ao passado, fazendo uma viagem pelo solo geográfico e cronológico, ao mesmo tempo que percorre a biografia do protagonista.

Outros livros ilustrados por Roberto Innocenti:
Uma canção de Natal, As aventuras de Pinóquio, A história de Erika e A Menina de Vermelho.


A Aranha Muito Ocupada
de Eric Carle
Uma aranha começa a tecer sua teia. Ao longo do processo, alguns animais da quinta aparecem, tentando captar a sua atenção, mas ela está tão concentrada no seu trabalho que os ignora. Finalmente, quando termina e adormece, é possível não só apreciar a sua obra de arte, como também utilidade da mesma.

No catálogo da Kalandraka, entre muitos outros, é possível encontrar de Eric Carle os seguintes títulos: O Senhor Cavalo-Marinho, O Grilo Muito Silencioso e Amigos.


Dez Dedos Nas Mãos e Dez Dedos Nos Pés
de Mem Fox e Helen Oxenbury
De uma cidade fria a um verde prado entre montanhas, de um país gelado a uma tenda com galinhas no deserto, em qualquer continente ou hemisfério, os bebés que protagonizam esta narrativa de Mem Fox, ilustrada por Helen Oxenbury, são uma mostra da diversidade humana no que diz respeito a etnias e culturas. Simultaneamente, são um exemplo da inocência, da igualdade, da espontaneidade, da tolerância e da convivência em harmonia que praticamos na infância, sem as barreiras nem os preconceitos sociais que se vão interpondo entre as pessoas à medida que estas avançam para a idade adulta.

Novidades infanto-juvenis da PAULUS Editora

Além das obras Cárcere Invisível, de Francisco Costa, Eucaristia, de Dário Pedroso, e Iniciação à Fé Cristã - Para crentes, descrentes e duvidosos, de Pe. António Vaz Pinto, entre as novidades de Junho da PAULUS Editora encontram-se dois livros infanto-juvenis.
Os meus irmãos refugiados
de Thereza Ameal e Pedro Rocha e Mello

Introdução de António Guterres
Sinopse
Os relatos do filho, da nora e de um sobrinho - voluntários em campos de refugiados na Grécia - levaram Thereza Ameal a escrever este livro. Falar aos mais novos sobre esta realidade, de forma simples e cheia de esperança, é também uma forma de colaborar na construção de uma cultura de acolhimento e de promoção da paz. Porque a guerra e o drama dos refugiados não nos são alheios, e todos podemos ajudar.
«Portugal é um país aberto aos outros. É importante que as nossas crianças saibam disso, para que possam perpetuar essa herança, construindo o futuro com base nos valores que sempre defendemos. Os valores humanistas da solidariedade e da justiça. Os valores que fazem dos portugueses um exemplo mundial no acolhimento e na integração dos refugiados.» Do Prefácio de Marcelo Rebelo de Sousa


O Santo Rei
A história do Beato Carlos da Áustria
de Pe. João Vergamota e Mercês Gil
Sinopse
Um livro que nos conta a história do imperador da Áustria e rei da Hungria, Carlos. Subiu ao trono após a morte do seu tio, o que despoletou o início da Primeira Grande Guerra. Nesse período teve uma forte presença em favor da paz. Com o fim da guerra e o advento do republicanismo foi exilado, tendo terminado os seus dias na ilha da Madeira (Portugal), com fama de santidade. Com um estilo romanceado, sem faltar ao rigor histórico, o autor dá a conhecer a figura do Santo Rei. O livro relata também uma graça realizada, por intermédio de Carlos da Áustria, a um nobre português.

«Chama-me pelo Teu Nome», o livro que deu origem ao filme

A Editora Clube do Autor publica na próxima semana Chama-me pelo Teu Nome, o sucesso literário que inspirou o filme que esteve em destaque na última edição dos Óscares, protagonizado pelos actores Timothée Chalamet e Armie Hammer. O filme recebeu uma estatueta dourada na categoria de melhor argumento adaptado.
Chama-me pelo Teu Nome, de André Aciman, é um romance arrebatador sobre o desejo e a experiência da atração. Uma das grandes histórias de amor do nosso tempo, narrada de forma inteligente e imprevisível.
Texto sinóptico
Na idílica Riviera italiana nasce um romance intenso entre um rapaz de dezassete anos e o convidado dos pais, um estudante universitário que irá passar com eles umas semanas no verão.
Divididos entre o receio das consequências e o fascínio que não conseguem esconder, avançam e recuam movidos pela curiosidade, o desejo, a obsessão e o medo, até se deixarem levar por uma paixão arrebatadora e descobrirem uma intimidade rara que temem nunca mais encontrar.

Críticas
«Um livro belo e sábio... Um verdadeiro milagre.»
Colm Tóibín

«Soberbo... A beleza da escrita de Aciman e a pureza das suas paixões deveria colocar este romance no cânone das grandes histórias de amor para todos.»
The Washington Post

«(...) um livro excecionalmente belo.»
The New York Times

quinta-feira, 7 de junho de 2018

quarta-feira, 6 de junho de 2018

«Amatka», o livro que os fãs de Ficção Científica vão querer ler

Amatka é o primeiro romance publicado em Portugal da sueca Karin Tidbeck. Este romance surreal ambientado num mundo moldado pela linguagem, seguindo a tradição de Margaret Atwood e Ursula K. Le Guin, é uma fábula política, na linha de 1984, sobre o controlo social, a rejeição da mudança e as revoluções mais inesperadas. Foi considerado um dos livros de Ficção Científica do ano de 2017 para os media internacionais.

«Um romance distópico inesquecível. Com elementos de Kafka, Borges e Le Guin.» The Guardian

«Uma história sobre como a realidade se corrompe. Um romance do nosso tempo, perturbador, que procura espaço entre os melhores.» The Guardian

«Karin Tidbeck reinventa a realidade e o poder da linguagem neste seu romance distópico. O enredo tenso, assim como as questões que levanta acerca da linguagem, do controlo, e dos nossos limites como humanos tornam este livro uma estreia muito bem-vinda.» Publishers Weekly

Amatka é uma edição Topseller e a sinopse e os primeiros capítulos estão disponíveis para leitura aqui.

terça-feira, 5 de junho de 2018

Novidades da Editora Arena para Junho

A Magia da Ordem na Cozinha, de Roberta Schira
A cozinha é a divisão mais importante da casa em todas as civilizações do mundo e, ao longo da história, tem conquistado uma importância cada vez maior. É um espaço fundamental na vida das famílias. Organizá-la significa torná-la funcional para quem a utiliza, mas também envolve melhorar o nosso relacionamento com a comida e com os outros habitantes da casa a partir das nossas emoções.

«Um valioso guia em que o autor nos ensina a fazer as pazes com uma das divisões mais importantes da casa. A transformação é conseguida pouco a pouco, dia a dia: das instruções básicas para ordenar uma despensa digna do seu nome às operações de limpeza que propõem eliminar o que não é utilizado pelo menos uma vez por mês.»
Corriere della Sera

«No meio de tanta publicidade ligada ao gourmet há necessidade de um pouco de reflexão e introspecção. É isso que a crítica gastronómica Roberta Schira convida os seus leitores a fazerem. A Magia da Ordem na Cozinha»
Il Giornale

«A Magia da Ordem na Cozinha, a partir da organização do frigorífico e da despensa, ajuda-nos a purificar as nossas emoções, evitando tentações de comer pouco e mal.»
Starbene

«Definitivamente, a cozinha é um lugar de excelência para a alma. Nesse sentido, Roberta tem toda a razão [...] e ler este livro de coração aberto pode converter-se no modo mediterrânico para reencontrar o essencial: a alegria de desfrutar das pequenas coisas autênticas e que realmente importam.»
Mondo Padano


Yang Sheng - Os princípios da MTC para todos os dias, de Wenqian Chen
A Dr.ª Wenqian Chen, fundadora e directora do Centro de Terapias Chinesas em Lisboa, partilha aqui a sua experiência quotidiana com pacientes portugueses, oferecendo-nos conselhos práticos e fáceis de seguir; revela também os segredos de uma ciência milenar, a Medicina Tradicional Chinesa (MTC), que tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos entre os ocidentais.
Para a MTC, as doenças são consequência de desequilíbrios físicos, psíquicos e energéticos. Se vivermos em equilíbrio com a Natureza, seguindo os princípios da MTC, conseguiremos uma vida mais saudável e longa.

Yang Sheng responde a questões fundamentais do dia-a-dia:
- Como posso organizar a minha rotina para me sentir melhor, mais saudável e com mais energia?
- Qual a melhor altura para iniciar novos projectos?
- Quais os órgãos mais vulneráveis em cada estação do ano e como posso protegê-los?
- Que alimentos devem ser consumidos em cada uma das estações do ano?

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Outra novidade da Arena: O Poder da Meditação Transcendental, de Bob Roth

Lançamento Suma de Letras: «O Que Fica Somos Nós», de Jill Santopolo


O Que Fica Somos Nós
de Jill Santopolo

Numa luminosa manhã de fim de Verão, Lucy e Gabe encontram-se na universidade, em Nova Iorque, e apaixonam-se. Parece o começo de uma história como muitas outras, mas estamos a 11 de Setembro de 2001 e, enquanto a cidade está envolta em poeira e detritos, eles beijam-se e trocam promessas. Assumem que têm de encontrar um significado para as suas vidas, tirar proveito delas, deixar uma marca. Jovens e apaixonados, parecem ter o mundo a seus pés. Inesperadamente, os seus sonhos acabam por os separar. Gabe aceita trabalhar como repórter fotográfico no Médio Oriente e Lucy decide continuar a sua carreira em Nova Iorque.
Treze anos depois, Lucy está numa encruzilhada. Sente a necessidade de revisitar as épocas fundamentais do seu relacionamento com Gabe, marcado por escolhas que os conduziram por diferentes caminhos, ao longo de diferentes vidas. Escolhas que, no entanto, nunca romperam o vínculo profundo que os une. Então, é chegado o momento, naquele dia... Lucy mantém um último segredo, e é hora de o revelar a Gabe.
Todas as suas opções os conduziram até ali. Agora, uma última decidirá o seu futuro.


Elogios da imprensa
«Uma história irresistível de amor e segundas oportunidades.»
People

«Um romance bonito e devastador que conquistará muitos leitores.»
Kirkus Reviews

«Uma história de amor comovente.Impossível deixar de ler!»
Irish Independent

«Esta história vai partir-lhe o coração, mas é maravilhosa.»
US Weekly

Os lançamentos das Edições Devir para este mês

Blue Exorcist - Vol. 16
de Kazue Kato
Um importante encontro no Vaticano terá sérias repercussões na vida de Rin e dos seus amigos escudeiros. De regresso à Academia da Verdadeira Cruz, os alunos ficam com a impressão que algo se está a preparar quando da chegada de um inesperado, e pouco convencional, novo instrutor!

Tokyo Ghoul - Vol. 12
de Sui Ishida
O cerco aos ghouls aperta-se com o ataque ao 4º Bairro, levado a cabo por Arima, da Comissão Anti-ghoul.
Mas parecem não restar dúvidas sobre a ligação entre a C.A.G. e o laboratório subterrâneo do Dr. Kanou, aparentemente criado para fazer pesquisa sobre a transformação de Humanos em Ghouls.

Guia turístico revela 32 praias pouco conhecidas de Lisboa

A Arteplural lançou este mês o livro Praias Escondidas: Lisboa - Hidden Beaches: Lisbon, de Robert Butler e Andy Mumford.

Texto de apresentação
Lisboa é uma das mais fascinantes e carismáticas capitais europeias, mas para lá das suas ruas sinuosas e dos seus esplêndidos miradouros, a apenas uma hora de carro em direção a oeste ou a sul, encontram-se das mais deslumbrantes praias da Europa.
Mas atenção: apesar de esta região ter sido abençoada com belíssimos areais, perfeitos para banhos de sol, ir à praia pode ser bem mais do que isso, e em Praias Escondidas vai descobrir sugestões para as explorar de uma forma diferente. De passeios de caiaque a caminhadas com o seu cão e a snorkeling em águas cristalinas, encontrará aqui indicações sobre praias para todos os gostos, sejam areais "selvagens", enseadas isoladas ou baías recônditas. E se o que gosta mesmo é de passar horas ao sol ou a dar belos mergulhos… bom, este livro também é para si!
Com informação detalhada sobre 32 maravilhosas praias a oeste e a sul de Lisboa, listas de locais ideais para uma vasta gama de atividades e fantásticas fotografias, Praias Escondidas é o seu guia essencial para ficar a conhecer a fundo o nosso belíssimo litoral.

segunda-feira, 4 de junho de 2018

«O Anjo-da-Guarda», um tríler baseado numa história real

A Editorial Planeta lança O Anjo-da-Guarda, um livro baseado numa história verídica sobre assassínios por hipnose na Copenhaga do pós-guerra. Este tríler hipnotizante da autoria da dupla Arto Halonen (director de cinema e guionista) e Kevin Frazier (romancista, escritor de ficção, ensaísta e revisor) baseia-se no célebre caso Hardrup-Nielsen, que ficou na História por ter sido a primeira vez que um júri condenou alguém por ter usado sugestão hipnótica para induzir outra pessoa a cometer assaltos e assassínios.
O Anjo-da-Guarda está apoiado nos milhares de páginas do processo de julgamento na Dinamarca, tendo sido feita pelos autores uma investigação exaustiva.
Referir que o caso Hardrup-Nielsen chegará brevemente às salas de cinema com interpretações de actores como Josh Lucas, Rade Serbedzija e Pilou Asbæk (https://guardianangelmovie.net/en/).

Texto sinóptico
Em 1951, um homem caminha pelas ruas de Copenhaga como se estivesse sem rumo. Palle Hardrup dirige-se para um banco, dispara contra o gerente e um funcionário e foge com o dinheiro. Quando é preso e interrogado afirma não se lembrar de nada e as testemunhas oculares corroboram que ele parecia estar numa espécie de transe.
O investigador Anders Olsen descobre que quando Palle cumpria pena de prisão esteve na mesma cela do carismático Björn Nielsen. Juntos, fizeram yoga e meditação – e Olsen começa a suspeitar que Nielsen o hipnotizou e lhe ordenou que roubasse o banco. Anders também suspeita que Nielsen é o misterioso Anjo-da-Guarda, que Palle afirma que lhe envia mensagens de Deus.
Mas este homem foi um ex-colaborador nazi e tudo indica que de facto, alguém quer que arque com as culpas. Quanto mais investiga mais a sua saúde mental começa a entrar em colapso com as maquinações que vai descobrindo e com a hipótese aterradora de alguém poder manipular outra pessoa para cometer um crime.

sexta-feira, 1 de junho de 2018

O romance de estreia de Jeannine Johnson-Maia

A Editora Casa das Letras publica Praça do Rossio, n.º 59, o livro que marca a estreia na literatura de Jeannine Johnson-Maia.

Texto sinóptico
Lisboa, abril de 1941. Em apenas nove dias, as vidas de uma mulher e de um homem mudarão para sempre. Vinda de Marselha, Claire, uma franco-americana de 17 anos, desembarca do comboio na estação do Rossio. À chegada, o seu caminho cruza-se – de maneira pouco agradável – com o de um jovem empregado do café Chave d’Ouro. Desenhador (e carteirista) nos tempos livres, António testemunha em primeira mão e tira partido dos conluios entre os espiões que se passeiam livremente pela capital portuguesa.
Enquanto aguarda pela família, na esperança de poderem partir juntos para os Estados Unidos, Claire vai à procura de duas crianças separadas dos pais à força e abandonadas à sua sorte, que transportam, sem saber, um segredo perigoso. António, chocado com o assassinato de um amigo, refugiado alemão raptado pela PVDE, tenta descobrir o responsável pelo crime.
As investigações de ambos – e as suas vidas – vão cruzar-se, sem apelo nem agravo, à medida que descobrem que os desaparecimentos estão relacionados com um objeto que os nazis procuram em Lisboa. Numa cidade repleta de espiões, intrigas e traição, a posse de tal objeto pode representar uma sentença de morte. Mas pode ser bem mais angustiante ter de decidir entre o amor e o dever.

Planeta lança romance «As Janelas do Céu», de Gonzalo Gine


As Janelas do Céu, do escritor espanhol Gonzalo Gine, é uma das grandes apostas da Editorial Planeta para o mês de Junho. Este romance «épico, magistralmente escrito e documentado», «com panos de fundo variados numa época em que as antigas catedrais se foram abrindo para se transformarem em autênticos sacrários de vidro, perante os quais os fiéis acreditavam estar junto das Janelas do Céu», foi traduzido para português por Mário Dias Correio.

Texto sinóptico
Na Idade Média houve quem erguesse magnas catedrais, mas foram os mestres vidreiros quem as transformou nas janelas do céu.
No século XV, Hugo de Covarrubias decide que não quer tomar as rédeas do negócio do pai, um mercador de lãs. Esta decisão faz que parta de Burgos em busca da sua vocação, votando ao abandono o negócio familiar, o ambicioso meio-irmão Damián, e Berenguela, o seu grande amor.
No entanto, tudo muda quando descobre que o pai está a ser atraiçoado e vê-se obrigado a fugir para salvar a vida num baleeiro basco e conhece Azerwan, um homem fascinante que se define como contador de lendas e com quem iniciará em África um prometedor negócio de venda de sal.
Tudo corria bem até que uma vingança o obriga a fugir de novo, desta vez com uma mulher e um extraordinário falcão, em busca do seu verdadeiro destino: aprender a arte dos vitrais.

Críticas de imprensa
«As Janelas do Céu, transmite a emoção de quem se assoma ao céu através dos vitrais, mas também alcança algo provavelmente ainda mais difícil, aproximar-se de outras janelas tão ou mais difíceis de abrir, as da alma, as das relações entre pessoas e as do amor.»
Libros y Literatura

Do mesmo autor: A Quarta Aliança (Ulisseia, 2006)

Três novos livros abordam as potencialidades da prática da meditação

O Poder da Meditação Transcendental
de Bob Roth
Oprah Winfrey e JerrySeinfeld. RayDalioe Ellen DeGeneres. GwynethPaltrow e Howard Stern. Tom Hanks e Gisele BündchenO que têm em comum? A resposta é um professor de Meditação Transcendental: Bob Roth
Em O Poder da Meditação Transcendental, Bob Roth dá-nos a conhecer a forma mais eficaz para reduzir o stress, aceder ao nosso poder interior e construir a resiliência. Livre de truques, linguagem mística e pesquisas demasiado técnicas, este livro é um guia simples e directo para acalmar mente, corpo e espírito. Todos os dias enfrentamos uma crescente epidemia de stress que prejudica fortemente a nossa saúde física e emocional, em idades cada vez mais jovens. É um problema grave que atinge as pessoas emgeral, dos CEO às mães que gerem famílias, passando por estudantes universitários, pessoas de todas as raças e idades e de qualquer estatuto económico. É deveras preocupante. Embora não haja uma única cura, há uma prática simples que muda de forma drástica a maneira como respondemos ao stress e aos desafios da vida: a técnica da Meditação Transcendental. Com benefícios cientificamente comprovados — foco melhorado, sono, resiliência, criatividade e memória, entre outros —, esta técnica com cinco mil anos de idade tem um impacto claro e directosobre este problema moderno.


Meditações que Curam
30 Mandalas para melhorar a saúde e o bem-estar
de Mike Annesley e Steve Nobel
Meditações que Curam é um livro desenvolvido a partir de 30 mandalas coloridas e excecionalmente belas. Tendo como base o milagre que é o corpo humano, elas incidem no coração, olhos, pulmões e pele, entre outros órgãos.
Meditar nestas formas cuidadosamente desenhadas permitir-lhe-á restaurar a vitalidade e o equilíbrio tantas vezes perdidos na nossa vida. Mais do que isso, estas meditações ajudá-lo-ão a ultrapassar preocupações e problemas de saúde, como dores de cabeça, enxaquecas, rigidez articular, cansaço, ansiedade ou dores musculares.
- Fornece uma visão única sobre os órgãos e os sistemas do corpo.
- Usa o poder infinito do espírito como força fundamental para a cura física.
- Oferece as bases para uma cura natural, incentivando a aceitação do corpo e dos seus processos num sentimento de total gratidão.


O Pequeno Livro do Mindfulness
de Patrizia Collard
A prática de Mindfulness é a forma mais fácil de nos libertarmos do stress e de vivermos no momento presente. Tornou-se, em pouco tempo, uma forma de gerir sem pressa a vida moderna, sem recorrer à entoação de mantras ou sem ser preciso encontrar um tempo extra para meditar.
Integre no seu dia a dia estes exercícios simples de 5 ou 10 minutos para se libertar do stress e encontrar mais paz na sua vida.
? Mais de trinta exercícios para experimentar
? 5 ou 10 minutos cada
? Fique calmo, viva no momento presente
Livro de pequeno formato, muito portátil, com o essencial que há para saber sobre mindfulness e a melhor forma de o integrar no dia a dia. Inclui mais de 30 exercícios para experimentar, com a duração de 5 ou 10 minutos cada.