terça-feira, 26 de novembro de 2013

«Terras Vividas e Sonhadas» é o mais recente livro de poesia coordenado por Miguel Almeida


“Desde sempre, o homem tem prestado atenção aos lugares em que vive e por onde passa. Trata-se de lugares da sensação e da percep­ção, mas que também podem ser da memória e da recordação, do coração e da paixão… (…) Em prosa ou em verso, descrevem-se as belezas dos lugares de eleição, apontam-se problemas e criticam-se soluções, contam-se his­tórias… (…) Mas nem sempre os lugares cele­brados são verdadeiros e reais, nem figuram em mapas e cartas geo­gráficas, ou em plantas arquitetónicas. Trata-se, muitas vezes, de luga­res ‘cria­dos’, que se alimentam da capacidade de sonhar e de pensar…” Excerto do Prefácio

Poemas que evocam a terra ou o lugar onde o autor nasceu, viveu, ou com o qual simplesmente se deslumbrou ou sonhou. São lugares vividos, mas também lugares imaginados. São lugares que existem, mas também lugares idealizados. 

Os autores
Acácio Costa, Arnaldo Teixeira Santos, Carlos Nuno Granja, Cecília Vilas Boas, Conceição Oliveira, Fátima Mateus Ramos, Fernando Jorge Benevides, Jorge Aragão Treno, José Pires Gonçalves Novo, Manuel Rosa, Maria das Dores Gomes da Silva, Maria de Lurdes Cunha, Maria Helena Almeida Lopes, Maria Jorgete Teixeira, Maria Silvéria dos Mártires, Micaela Adriana Morais, Miguel Almeida, Nita Ferreira, Vítor Fernandes, Xico Mendes.

Coordenação: Miguel Almeida


O novo livro de Luís Ferreira: «Entre o silêncio das pedras»

Entre o silêncio das pedras
de Luís Ferreira 
 
Data Publicação: Nov. 2013
Páginas: 344
Editora: Esfera do Caos
ISBN: 9789896801045
 
Sinopse
Quando perde a mulher e a filha num trágico acidente, Pedro Marques, um brilhante escritor, afunda-se num mundo de trevas. Entretanto, um velho livro chega-lhe às mãos e por causa dele decide fazer o Caminho de Santiago, que os peregrinos trilham desde a Idade Média - uma viagem que mudará a sua vida e que lhe permitirá a redescoberta de si próprio… e também do amor.
 
Um romance que nos leva a percorrer o lendário Caminho de Santiago e que nos transmite uma lição de vida, uma mensagem de fé e um incitamento à descoberta do melhor que há em nós.

Um livro poderoso, terno e comovente, que foi escrito para ser vivido.
Um estilo poético e melódico que enfeitiçará o leitor.
 
 
O autor
Luís Ferreira nasceu no Barreiro, em 1970. Vive actualmente em Alcochete. Colabora regularmente com diversos websites ligados à escrita e às artes. Publicou as seguintes obras poéticas: Mar de Sonhos (2007), Rio de Sal (2008), Momentos... (2009), Rosas & Espinhos (2010) e, já com a Esfera do Caos, O céu também tem degraus (2011). A sua poesia está também espalhada por mais de 20 colectâneas. Diz o autor: “Sou apenas as minhas palavras e nas suas asas, sonho…” Fez em 2012 uma peregrinação a Santiago de Compostela, recolhendo inspiração para este romance. 
Página oficial do Facebook do escritor/poeta Luís Ferreira
 

«O Inimigo Secreto», de Agatha Christie

Editora: ASA
Ano de Publicação: 2013
Nº de Páginas: 304

O Inimigo Secreto (The Secret Adversary, 1922) foi o segundo livro que a Rainha do Crime escreveu. Se no seu primeiro policial, O Misterioso Caso de Styles (1920), Agatha deu a conhecer aos leitores o detective belga, Poirot, nesta seguinte obra apresenta uma jovem dupla de detectives aventureiros: Tommy e Tuppence. Na trama, este duo de desempregados reencontram-se em Londres e formam uma parceria, oferecendo os seus serviços de investigação. Dispostos a qualquer tipo de trabalho, exigem bons honorários, e são contactados através do jornal por um homem milionário. Este, incube à dupla que investiguem e localizem uma jovem que desapareceu depois de ter sido salva de um naufrágio. Esta jovem americana, Jane Finn, transportava consigo documentos importantes, que Danvers, um desconhecido a bordo barco, pediu para que guardasse, momentos antes do Lusitania se afundar. Os valiosos documentos são encontrados, mas nas mãos das pessoas erradas, que poderão dar uso ao conteúdo dos papéis para emancipar uma crise política. Tommy e Tuppence entre viagens em prol da investigação descobrem que Jane Finn é procurada também por uma organização secreta, presidida pelo onipresente Mr. Brown, o presumível inimigo secreto.
Raptos, perseguições, revelações impensáveis, assim é a constituição do volume n.º 77 da colecção da ASA, dedicada exclusivamente a Agatha Christie. Embora o título seja de leitura contínua, os personagens e acção poderiam ter sido melhor idealizados. O número de páginas também foge à regra dos restantes policiais que a autora escreveu. Sublinho, este foi o segundo livro de Christie, mas uma “semente” da mestria da escritora poderíamos encontrar em O Inimigo Secreto, se o tivéssemos lido em 1922.


É hoje a apresentação dos volumes 1 e 2 de «História Contemporânea de Portugal»


Comprar ► História Contemporânea de Portugal Vol 1

Comprar ► História Contemporânea de Portugal Vol 2

 

Vídeo book 12 «Maria dos Canos Serrados» (Margarida Maria, Cap. 12)

http://www.youtube.com/watch?v=wK_pOAeY4Q8
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segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Vídeo book 11 «Maria dos Canos Serrados» (Maria Isabel, Cap. 3)

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http://www.youtube.com/watch?v=TcBb0o38TOA

Sugestão de leitura: «O Poder Pessoal», de Carl Rogers

de Carl Rogers
Páginas: 312
Editora: Padrões Culturais
Sinopse
O Poder Pessoal foi o último livro publicado por Carl Rogers, conforme referenciado por sua filha, Natalie Rogers, vindo a lume 10 anos antes da sua morte, e é o resultado de um afastamento da prática clínica entre 1972 e 1977, período durante o qual, em jeito de síntese e de balanço, reflecte com maior profundidade sobre o desenvolvimento do ser humano inserido nas suas variadas vertentes sociais. A essência deste "Poder Pessoal" baseia-se numa influência positiva, com bases em acções subtis e inteligentes onde se procura que o indivíduo tome nas suas mãos a responsabilidade pelo crescimento individual e social.
Excerto
«Uma abordagem centrada na pessoa conduziria, em muitos aspectos da nossa vida, a uma maneira de ser desejável, construtiva e viável. Não tenho ilusões a respeito do grau de apoio que este ponto de vista possa obter neste país. A direcção do futuro da nossa nação está no fio da navalha; estamos a viver um tempo de escolhas cruciais – consciente e inconscientes – que determinarão o nosso futuro. Uma lição que aprendi, muitas vezes, com o meu jardim, é a de que os restos castanhos e putrefactos das plantas de um ano são estrume, onde se podem descobrir os rebentos dos anos seguintes. Por isso, acredito, também, que na nossa cultura decadente se notam os vagos contornos de um novo crescimento, de uma nova revolução, de uma cultura de tipo muito diferente. Vejo que essa revolução se aproxima, não sob a forma de um grande movimento organizado, nem de um exército armado, com estandartes, nem através de manifestos e declarações, mas pela emergência de um novo género de pessoa, que brota através das folhas e caules mortos, amarelecidos e podres das nossas instituições em estiolamento. Um novo tipo de pessoas, com valores muito diferentes dos da nossa cultura actual, está a emergir em números crescentes, e a viver e a ser de maneiras que rompem com o passado. Em todos os campos, há uma revolução silenciosa em marcha, que promete levar-nos para a frente, em direcção a um mundo mais humano e mais centrado na pessoa.»
O Autor
Carl Rogers (1902-1987) foi um dos mais influentes psicólogos americanos e revolucionou a psicoterapia com o seu conceito de «terapia centrada na pessoa», influenciando com o seu trabalho muitas gerações. De Rogers vem a nossa ênfase contemporânea na auto-estima e o seu poder de desencadear outras forças numa pessoa. É Rogers, muito mais que Benjamin Spock, que defende uma relação não directiva de pais
e professores com as crianças. A escola de psicanálise de referência é actualmente chamada de «psicologia do self», um nome que Rogers poderia ter cunhado. Rogers dirigiu um esforço intelectual substancial ao serviço da crença que os seres humanos necessitam de aceitação, e quando esta lhes é dada movem-se em direcção à auto-realização.
Outra obra do autor publicada em Portugal: Tornar-se Pessoa (Padrões Culturais).

 

Vídeo book 10 «Maria dos Canos Serrados» (Maria Luísa, Cap. 102)

http://www.youtube.com/watch?v=F9H-a0tEZRY

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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

«Conspiração Kennedy», de Bill O'Reilly e Martin Dugard

Editora: Marcador
Ano de Publicação: 2013
Nº de Páginas: 384

A 22 de Novembro de 1962, às 12h30, durante uma visita de campanha política a Dallas, no Texas, um dos presidentes mais adorados da história dos Estados Unidos, enquanto desfilava pelas ruas da cidade no carro presidencial, foi atingido por duas balas, e o seu corpo desfalecera sangrento para o colo da sua mulher, Jakie. Levado de emergência para o hospital mais próximo, o Parkland (que deu título ao filme que estreou ontem nos cinemas portugueses, que relata os acontecimentos desse dia trágico), meia-hora depois o seu óbito foi revelado ao mundo.
As 384 páginas que constituem Conspiração Kennedy estão divididas em três partes. Nelas vamos conhecendo o percurso de John Fitzgerald Kennedy (JFK), tanto na política como no seio da família.
Na primeira parte da obra é descrita com grande ênfase o início da carreira de Kennedy no Exército, e depois as suas missões a bordo do barco PT-109, contra o Japão, durante a II Guerra Mundial. Já depois de ter sido eleito o trigésimo quinto presidente dos Estados Unidos, em 1961, os autores deste livro relatam alguns acontecimentos decisivos para o país e mundo, que desenrolam-se nos bastidores da Casa Branca, como a invasão da Baía dos Porcos, em Cuba; a Crise dos Mísseis, a guerra do Vietname; etc. Na esfera privada do político, o leitor é informado sobre os seus casos de infidelidade (os autores traçam Kennedy com um sex addict: «O sexo é a forma de descompressão física preferida do presidente (…) O sexo é o calcanhar de Aquiles de John Kennedy.»), as doenças crónicas que atingiam o presidente, bem como o pai dócil que arranjava sempre tempo para os filhos. Jacqueline Kennedy é-nos revelada como uma mulher dedicada, confiante e apaixonada, mesmo sendo confrontada com as constantes traições de JFK. Esta é uma mulher que geriu o sofrimento e a felicidade com igual decoro, e talvez por isso seja uma figura idolatrada, ainda nos dias correntes. Ao longo do livro o perfil e vida de Lee Harvey Oswald, é revelado, aos poucos, ao leitor. Outros nomes sonantes que passaram pela vida de Kennedy nos seus últimos anos, também figuram nas páginas desta obra: Marilyn Monroe, Frank Sinatra, Martin Luther King, Jr., Greta Garbo.
A terceira parte desta obra de não-ficção é sobre o trágico dia de há 50 anos, que chocou o mundo inteiro. Muitos americanos, até hoje, não se conformam com a teoria de apenas um atirador solitário, Lee Harvey Oswald; muitas são as especulações e teorias que afirmam que o presidente fora vítima de uma poderosa conspiração.
Rigoroso, detalhado com a origem de todas as fontes citadas, «são palavras que as pessoas de facto disseram», Conspiração Kennedy é um livro que sendo muito informativo não maça quem o lê. A informação (alguma inédita) permite o retrato completo do homem que aparece denominado como um ícone na história do Ocidente em termos de liberdade e democracia. É um livro que além de bem apetrechado de fotografias, revela um enorme trabalho de pesquisa e investigação por parte de Bill O'Reilly e Martin Dugard.


Vídeo book 9 «Maria dos Canos Serrados» (Susana, Cap. 69)


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Lançamento do livro «A Papoila e o Monge», de José Tolentino Mendonça




Texto opinativo publicado aqui no Silêncios que Falam: http://silenciosquefalam.blogspot.pt/2013/11/a-papoila-e-o-monge-de-jose-tolentino.html

 

Vídeo book 8 «Maria dos Canos Serrados» (Pandora, Cap. 73)



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quinta-feira, 21 de novembro de 2013

A história de um homem que chegou a número 1


O Que Aprendi no Caminho para o Topo
A história de um homem que chegou a número 1
de Nuno Gomes 
Ano de Pub.: 2013
Páginas: 200
Editora: Top Books
ISBN: 9789897060236
 
Sinopse
Este livro conta, na primeira pessoa, o percurso de vida do melhor vendedor imobiliário de Portugal que chegou a nº.1 na Europa. O dia em que fez 3 anos foi marcado pela morte da sua mãe. "Não sei o que é ter mãe, mas em compensação sei muito bem o que é ter um pai, e um pai herói, um pai coragem." Desde muito cedo aprendeu com o seu pai os princípios que fizeram dele um dos homens mais bem-sucedidos no nosso país.

Nuno Gomes é conhecido pelos brilhantes resultados comerciais num dos sectores que enfrentou a maior crise em Portugal. A sua liderança, energia e dedicação no serviço aos clientes é fonte de inspiração para milhares de pessoas que o seguem diariamente nas Redes Sociais.

Nuno Gomes acredita no talento português, que aliado ao trabalho disciplinado, serão a fonte de crescimento de Portugal. Amado pelo seus amigos e admirado pelos colegas, acredita que o céu não é o limite, é apenas o começo.
 
 

Vídeo book 6 e 7 «Maria dos Canos Serrados»




 
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quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Coisas de Ler editora publica novo livro de Maria João Saraiva


Emigrei - chove música nas minhas mãos
Será que os pássaros também partem tristes?
de Maria João Saraiva

Coisas de Ler editora
64 páginas

Sinopse
O texto desdobra-se em onze cenas, onze poemas em que se escuta um eu. Este eu põe em cena o drama de quem fica só, de quem se arranca de lugar e de vida e se expõe a forças que desconhece. A sua fala é a da solidão e da saudade, a da estranheza radical, que o leva a ver-se a si mesmo como um outro, um desconhecido, numa melancolia da identidade .

O título esclarece de que experiência se trata: a experiência da emigração. Mas, enquanto leitor, gosto de levar o sentido para outras emigrações, outras experiências de ruptura e suturação, de perda e de procura, de estranheza e de encontro – experiências que doem e habitam no amor, na conversão, na lucidez e na doença, no despojamento e na culpa....

Estes poemas (estas cenas) são propostos ao leitor com um complemento precioso, o da música. Música e poemas: o seu casamento é, desde sempre, indissolúvel. Mas aqui é proposta uma convergência com acentuada autonomia.

Outros livros da autora
Publicou os livros A Dor que me Deixaste e Até mim vivência da Psicanálise, e ainda colaborou na antologia poética Rio de Doze Águas.

Maria João Saraiva é psicóloga, licenciou-se na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra em 1986. É membro associado do ramo de psicanálise da Associação Portuguesa de Psicanálise e Psicoterapia Psicanalítica. Desenvolve a sua actividade profissional em Oeiras e na Parede. 



 
 

Vídeo book 5 «Maria dos Canos Serrados» (Cristina, Cap. 25)



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Novidades literárias da Quidnovi

Depois do sucesso de Rui Paula – Uma cozinha no Douro, aquele que é um dos mais prestigiados chefs portugueses volta a apresentar-nos algumas das suas receitas, num álbum que alia o profundo conhecimento do jornalista Paulo Garcias sobre a história e tradição gastronómica do Douro e do Porto, a sofisticada reinvenção da cozinha duriense de Rui Paula e as belíssimas fotografias de Nelson Garrido.
Muito mais do que um livro de cozinha, este álbum é uma celebração de uma região, de uma cultura e dos sentidos através da mesa.
Rui Paula - Uma Cozinha no Porto é uma das escolhas da semana de Marcelo Rebelo de Sousa.
O livro Rui Paula – Uma cozinha no Porto será apresentado no Palácio das Artes, no Porto, no dia 21 de Novembro, pelas 18h30.

A mesma questão que ocupava Demócrito na Grécia antiga permanence intemporal e viva nos debates contemporaneous: «estamos sós no Universo?». Esta é porventura a pergunta que há mais tempo perdura, suspensa no quadro das angústias humanas, ao longo das civilizações e culturas que se têm sucedido, uma após outra, no nosso planeta.
O trajeto que propomos nesta obra inicia-se na longínqua Grécia pré-socrática e desemboca nos contributos cosmopolitas que apostam na matematização do espaço e do tempo, antecedendo a construção do edifício mental das Luzes. De permeio, resta a longa travessia do tempo, imóvel e fechado, desde a Idade Média até aos sobressaltos de uma Renascença que redescobre a excelência do Homem e o (re)liga ao todo cósmico.

O livro de Joaquim Fernandes será apresentado na Fnac Norteshopping, no dia 21 de Novembro, pelas 21h30.

Mais do que uma biografia do rei D. Duarte (1391-1438), este livro providencia um retrato do homem, do escritor e do rei, mas também da corte e suas dinâmicas interpessoais. Uma obra vital para a compreensão da política e da sociedade portuguesa no dealbar do grande empreendimento que viriam a ser os Descobrimentos.
Margarida Garcez Ventura oferece-nos um panorama dos cinco anos do reinado de D. Duarte e desmonta a imagem, há muito prevalecente na historiografia portuguesa, de um rei de personalidade frágil e depressivo. Apresenta-nos, pelo contrário, o primogénito da «ínclita geração» como um político sensível e comprometido com o seu país e com o seu tempo, um homem culto, criativo e afectuoso

Agora que a poupança é a grande preocupação dos portugueses, Carla Borges apresenta uma série de dicas e de receitas para que todos possam comer melhor e de forma mais saudável fora de casa.
I Love Marmita revela-lhe uma série de pratos apetitosos, saudáveis e simples de preparar, respondendo assim à curiosidade e às necessidades de quem leva o almoço para o trabalho.
Um livro que o incita a criar um novo estilo de vida, ajudando-o a comer por menos dinheiro, mas com mais saúde e qualidade. 

Após um acidente de viação, o Gustavo descobre que herdou do avô um dom muito especial. As suas capacidades de ver e ouvir mais do que o comum dos mortais levam-no a Paris, onde, antes de morrer, o seu avô investigava o desaparecimento de uma rapariga.
Acompanhado pelo irmão Nuno, o Gustavo vai ajudar a resolver este misterioso caso e viver a sua primeira aventura como detetive psíquico. Depois disto, o rapaz pacato e bom aluno, louco por básquete, nunca mais será o mesmo.

Depois do sucesso da sua aventura em Paris, o Gustavo está determinado a manter em segredo as suas capacidades psíquicas e a voltar a ser um rapaz normal. Mas ele não pode ignorar o que vê e o que sente, muito menos quando é a Inês, a rapariga nova lá na escola, quem lhe pede ajuda.


Passatempo: «Vidas Passadas», de Denise Linn




Escreve em comentário aqui, sobre o que gostarias de ter sido numa vida passada. O participante cujo comentário obter mais likes será o vencedor.


O Passatempo decorrerá até ao dia 24 de Novembro.

Boa sorte!



Regras do Passatempo:
1) O passatempo decorrerá entre os dias mencionados, sendo exclusivo a participantes residentes em Portugal;
2) Será aceite apenas uma participação por pessoa (salvo mencionado o contrário);
3) Se ao fim de 15 dias, após ser contactado pelo administrador deste blogue, o vencedor não reclamar o prémio, será escolhido outro vencedor;
4) O administrador deste blogue e/ou a editora não se responsabiliza por eventuais extravios dos livros, aquando da expedição dos mesmos ao vencedor. 


Vídeo book 4 «Maria dos Canos Serrados» (Maria Isabel, Cap. 4)



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terça-feira, 19 de novembro de 2013

«A Papoila e o Monge», de José Tolentino Mendonça

Ano de Publicação: 2013
Nº de Páginas: 176

O mais recente livro de poesia de José Tolentino Mendonça vai buscar alimento à forma poética de origem japonesa, que se baseia e busca inspiração, maioritariamente, nas relações profundas entre homem e natureza. O haiku, poesia pessoalíssima, minimalista e parca em palavras, quanto à forma é composta por três versos curtos. Resultado de uma viagem que o poeta madeirense realizou ao Japão há três anos, este livro — como escreve o autor na introdução — é uma homenagem a Matsuo Bashô e Jack Kerouac.
O autor de O Estado do Bosque (Assírio & Alvim, 2013), dispôs em seis partes (Escola do Silêncio, Vida Monástica, Guia Para Perder-se nos Montes, Amanhecer na Primeira Cidade, Amanhecer na Segunda Cidade, Livro das Peregrinações) uma quase centena e meia de poemas, que revelam registos de instantes fugazes, que nos aguçam os sentidos (em conjunto ou em paralelo). Nos versos deste livro é-nos transmitido, de forma confidencial e subtil, os imprecisos momentos do aqui e agora. As primeiras páginas de A Papoila e o Monge são dedicadas ao silêncio; é com estes silêncios consentidos, ao mesmo tempo intimistas, que o poeta nascido em Machico ordena «calar para fazer dizer». Como é fantástico transmitir tanto, com tão pouquíssimas sílabas e tão comunicadores silêncios. Esta primeira parte dedicada ao silêncio é o expoente do livro. Nela podemos encontrar o seguinte haiku: O silêncio só raramente é vazio / diz alguma coisa / diz o que não é.
A Papoila e o Monge é um pequeno grande livro do tipo de poesia haiku, que poetas como Camilo Pessanha, Eugénio de Andrade e Herberto Hélder, deixaram colheita. É também uma obra exemplar para quem queira descobrir esta forma de poetar.


Excertos:
«Silêncio:
contemplar a neve
até confundir-se com ela»

«Podes interrogar a papoila
mas a papoila
nada responde»

«As nuvens hoje parecem
monges que tomam o chá
em silêncio»


Vídeo book 3 «Maria dos Canos Serrados» (Maria Luisa, Cap. 27)



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Sextante edita o último livro de Laurent Gaudé e o primeiro de Michel Rostain


A última viagem
de Laurent Gaudé

Tradutor: Isabel St. Aubyn
Págs.: 136
Editora: Sextante

Sinopse
Durante um festim na Babilónia, por entre risos e música, Alexandre, o Grande, cai subitamente por terra, febril. Os seus generais cercam-no, receiam o fim mas preparam já a sucessão, disputando a sua herança e o privilégio de dispor dos seus restos mortais. Um estranho mensageiro parte dos confins da Índia rumo a Babilónia. E, num templo longínquo, uma mulher jovem de sangue real é de novo chamada para junto do homem que derrotou o seu pai. O dever e a ambição, o amor e a fidelidade, o luto e a errância conduzem as personagens à embriaguez de uma última cavalgada. Numa escrita de fôlego épico, A última viagem segue o cortejo fúnebre do grande imperador, libertando-o da História e abrindo-lhe a infinitude da lenda.

O autor
Laurent Gaudé nasceu em Paris em 1972. Dramaturgo e romancista, obteve em 2004 o Prémio Goncourt com o romance O sol dos Scorta. Publicado em 34 países, tem também traduzidos em Portugal os seus livros A morte do rei Tsongor (2002), Eldorado (2006), Noite dentro, Moçambique (2007), além de A porta dos infernos (2008) e Furacão (2012), ambos publicados pela Porto Editora.


O filho
de Michel Rostain

Tradutor: Luísa Feijó
Págs.: 152
Editora: Sextante


O primeiro livro de Michel Rostain, O filho, não pretende ser sobre a morte, é antes dedicado à vida. Nas livrarias a 15 de novembro, este romance dá voz a um filho que, após partir, observa o seu pai enquanto este o procura conhecer melhor e entender a sua morte. Apesar de ficção, O filho surgiu como um exercício para o autor ultrapassar o seu próprio luto. O resultado surpreendeu os leitores e a crítica, valendo-lhe o Prémio Goncourt para Primeiro Romance 2011.
O filho é um romance íntimo e enternecedor que nos ajuda a perceber que a vida pode dar origem a memórias felizes.

«O meu pai está no caos da sua primeira semana de luto, quando as cerimónias já tiveram lugar e os amigos se foram embora. Solidão, é aí que começa verdadeiramente a morte. Passou o dia a escolher as minhas coisas, a chorar entre dois telefonemas, a assoar-se abundantemente sem sequer invocar o pretexto da alergia ao pó. Resigna-se a deitar fora os meus velhos livros, depois de ter lido meticulosamente aquelas nulidades acumuladas, não fosse acontecer que eu tivesse esquecido alguma nota, um desenho, uma coisa qualquer pessoal que lhe servisse de mensagem. Não encontra nada, nenhum sinal. Depois destas horas de buscas aterradas – e apesar de tudo indiscretas, pai, é verdade que morri, mas, mesmo assim… –, eis que repara de repente, em rodapé daquela convocatória que o intrigava, numa indicação escrita a lápis, em letra muito miúda…»

O autor
Michel Rostain, nascido em 1942, vive em Arles e é encenador de óperas. Entre 1995 e 2008 dirigiu o Teatro da Cornualha.

Imprensa
Neste livro inteiramente singular, Michel Rostain consegue dizer o indizível, pensar o impensável. Li-o seis vezes. Nas seis vezes chorei. Mais surpreendente, nas seis vezes sorri.
Nancy Huston

O filho é uma torrente de vida, de humor negro e de amor, que aborda e dá a entender como é possível, apesar de tudo, «viver com isto».
Jean-Marcel Bouguereau



«A Lista dos Meus Desejos»: Uma história comovente e divertida sobre o amor e o acaso


A Lista dos Meus Desejos
de Grégoire Delacourt
Ano de Publicação: 2013
Páginas: 192
Editora: Suma de Letras
ISBN: 9789896721985
Sinopse
Uma história tocante sobre a felicidade das coisas simples da vida.
O meu nome é Jocelyne. Quando era jovem, sonhava trabalhar no mundo da moda em Paris e conhecer um Príncipe Encantado. Mas a vida foi passando e, afinal, tenho uma retrosaria, o meu marido pouco ou nada me liga e os meus filhos já deixaram o ninho. Mas a sorte mudou e, agora, posso ter tudo o que sempre desejei. No fim de contas, agora posso ter tudo o que sempre desejei. Mas começo a duvidar se o dinheiro me trará realmente a felicidade e se não terei mais a perder do que a ganhar…
Uma história luminosa, comovente e divertida sobre o amor e o acaso, que já inspirou mais de meio milhão de leitores em todo o mundo a procurar a verdadeira felicidade.
 
A Lista dos Meus Desejos foi aclamado pela crítica e tem sido um grande êxito comercial, que consagrou o autor internacionalmente.
Lê aqui um texto de opinião sobre A Lista dos Meus Desejos.
o autor