Além de Noites Brancas, de Dostoiévski, e de A Metamorfose, de Kafka, eis novas publicações com o selo Alma dos Livros.
De Laurent Gounelle, autor de O Homem que queria ser feliz (2009) e de O Dia Em Que Aprendi a Viver (Jan. 2026), é publicado agora Deus Viaja Sempre Incógnito, um livro há muito esgotado no nosso país.
Um livro inspirador que vai mudar a sua vida para sempre. A coragem não vem da ausência de medo, mas de agirmos apesar dele. Toda a gente fala de Deus, mas alguém o conhece realmente?
Um encontro inesperado é suficiente para abrir caminho à vida que sempre desejámos ter. A vida envia-nos sinais, pessoas, experiências e provas, mas quase nunca da forma mais óbvia.Henrik Fexeus é uma referência internacional no estudo das relações humanas, da linguagem corporal, da comunicação não-verbal e da influência psicológica. Destacou-se também na ficção como co-autor de tríleres de grande sucesso, em parceria com Camilla Läckberg. Em A Arte de Ler Mentes, o autor sueco conduz-nos numa viagem fascinante pelo universo da comunicação não-verbal, revelando como gestos, expressões faciais, posturas e pequenos sinais quase impercetíveis podem dizer muito mais do que qualquer discurso.E se fosse possível perceber o que os outros estão a pensar sem que digam uma única palavra?
Um guia poderoso para melhorar a comunicação, fortalecer relações pessoais e profissionais e influenciar de forma ética e consciente. Ao longo do livro, Fexeus apresenta também exercícios práticos que ajudam a desenvolver estas competências, tornando-nos mais atentos, intuitivos e eficazes nas interações do dia a dia.É também uma novidade da editora, Terra dos Homens, uma obra arrebatadora e intemporal, onde o perigo e a beleza coexistem, e onde cada página nos aproxima do coração do mundo… e de nós próprios. Do aclamado autor de O Principezinho, Antoine de Saint-Exupéry.Com uma escrita intensa e poética, o autor conduz-nos por histórias de coragem extrema, amizade inquebrável e sobrevivência contra todas as probabilidades. Mas é no silêncio dos céus e na vastidão da terra que emerge a pergunta essencial: o que nos torna verdadeiramente humanos? A solidão dos céus ensina aquilo que a terra muitas vezes esquece.



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