segunda-feira, 1 de junho de 2026

Oficina do Livro publica «Curar sem Manual de Instruções», o novo livro de José Azantos


José A. Santos (n. 1980) entende a medicina como uma expressão concreta do amor ao próximo, considerando o amor a verdadeira matéria-prima da prática médica. Especialista em Medicina Geral e Familiar, dedica-se há mais de quinze anos ao acompanhamento dos seus pacientes e das suas famílias, cultivando uma abordagem que alia competência clínica, proximidade humana e atenção à pessoa na sua totalidade. Ao longo do seu percurso, alargou os horizontes da sua intervenção à consultoria em Mindfulness e à Hipnose Clínica, aprofundando o interesse pelas dimensões emocionais e interiores da saúde e do bem-estar. É autor de O Médico que Fala da Alma (2024), obra que tem conquistado um amplo acolhimento junto dos leitores e que já está na 3.ª edição.

Curar sem Manual de Instruções é o título do seu novo livro, a editar na próxima semana pela Oficina do livro. A senda de amor e presença numa existência que ignora os lamentos constitui a premissa da obra. 
José Azantos afirma: «neste livro falo de autocompaixão, de amor-próprio, de consciência, de reencontro e da coragem de sermos o que verdadeiramente somos. Cada história presente nestas páginas procura ser um espelho, um abraço e um bálsamo para a alma de quem lê.»

Texto sinóptico
Num tempo de inquietação silenciosa, o médico José Azantos lança a seguinte hipótese: e se o principal problema não for o que nos acontece, mas a forma como nos afastámos de nós próprios? Entre a persona - os papéis que representamos - e a alma - a nossa verdadeira essência -, este livro revela como a ilusão de uma vida vivida superficialmente não é neutra e tem um custo na nossa saúde: o burnout existencial. 
Com rigor clínico e sensibilidade humanista, o autor mostra como a desconexão de nós próprios alimenta o sofrimento. Sem gerar culpas nem criar promessas vãs, apresenta uma visão agregadora da saúde, onde viver implica presença e onde a cura é mais do que um ato clínico: é um ato de consciência e de responsabilidade pelo encontro destemido com o que genuinamente somos.
Uma obra simultaneamente tocante e acessível, que nos leva a afastar da dispersão mental e a aproximar deste amor que não é emocional, mas existencial: o amor-próprio. «A cura não obedece a instruções, mas, sim, ao amor que temos por nós próprios.»

Citações
«Efetivamente, a vida não castiga nem ensina; apenas reflete. Enquanto acreditarmos que o sofrimento vem do destino, permanecemos personagens. Quando assumimos responsabilidade pelo lugar que escolhemos, reconhecemos que somos autores.»

«Somos almas que caminham neste mundo com um único propósito: expressar o amor que somos. Afinal, a vida é sobre amar e não sobre viver. Tudo o que nos foi dado para expressar este amor foi uma mente — que pensa e cria — e um corpo — que sente e age. Quando nos afastamos do nosso propósito, algo deixa de fazer sentido... tal como continuar a respirar, mas com o coração já parado.»

Sem comentários: