domingo, 15 de setembro de 2013

Parsifal publica «Nunca Eu Sem Ti», da autoria de um dos psicanalistas de maior renome mundial

Depois de anunciada a primeira proposta literária para o mês de Setembro, Ana de Londres (de Cristina Carvalho), a Parsifal publicará a 19 deste mês Nunca Eu Sem Ti, da autoria de um dos mais conceituados psicanalistas mundiais. O lançamento da obra será no final do mês, e contará com a presença do autor.
 
Nunca Eu Sem Ti
de Alberto Eiguer
 
Ano de Publicação: 2013
Páginas: 272
Editora: Parsifal
ISBN: 9789899833395
 

Sinopse
O ser humano não é solitário. Na companhia dos outros, cada um de nós pode ser mais forte, mais inventivo e estar em melhores condições para se conhecer a si mesmo. Numa linguagem concisa e rigorosa, Nunca Eu Sem Ti explica-nos porque é que cada ser humano é, ao mesmo tempo, uno e múltiplo, porque «eu sou vários outros, ao mesmo tempo eu próprio e todos esses outros que estão em mim».
Em tempos pensou-se que libertar-se dos outros e ter alguma distância em relação a eles era uma garantia de liberdade. Esta ideia justificava-se outrora, quando era necessário defender os direitos à liberdade e à criatividade, proteger a todo o custo a vida privada do indivíduo e favorecer a sua capacidade empreendedora. […] Nos nossos dias ouvem-se frequentemente palavras como participação, concertação, associação. Pode então colocar-se esta questão: o individualismo será indispensável para que haja desenvolvimento?

«O que conta não é tanto aquilo que um aprecia no outro, mas antes o facto de o observar e de lho comunicar.»

«Na ternura não há sujeito único.»
 

O Autor
Alberto Eiguer é Membro Associado da Sociedade Psicanalítica de Paris e presidente da Associação Internacional de Psicanálise de Casal e Família. Possui grande experiência no atendimento psicanalítico de casal e de família. Tem contribuído amplamente para o desenvolvimento teórico e clínico da terapia familiar de base analítica através da publicação de vários livros.
Outro livro do autor publicado em Portugal: Pequeno Tratado das Perversões Morais (Climepsi, 1999).

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