sábado, 16 de novembro de 2019

Estão a chegar novos livros infanto-juvenis às livrarias

Como se Faz um Bebé?, de Anna Fiske
Tu já foste um bebé. Todos fomos um bebé um dia. Mas…como se faz um bebé?
Neste livro altamente ilustrado, a norueguesa Anna Fiske não anda com rodeios para explicar às crianças como se faz um bebé.
Oferece antes uma abordagem direta, divertida e, ao mesmo tempo, educativa para pais envergonhados e crianças curiosas.
Não é habitual ver este tipo de ilustrações não censuradas em livros para crianças. Mas há que chamar as coisas pelos seus nomes.
Estamos Todos na Sarjeta com João e Rui, de Maurice Sendak
Uma fusão invulgar de duas Rimas de Berço - In the Dumps e Jack and Guy -, reinterpretradas e imaginadas pela sensibilidade única de Sendack, põem em relevo uma sátira ao dinheiro, ao mesmo tempo que exploram temas infelizmente ainda tão atuais, como a pobreza ou a situação dos sem-abrigo.
Mantendo a rima do texto original, a deliciosa tradução de Carla Maia de Almeida envolve o leitor numa trepidante narrativa, auxiliada pelo colorido das ilustrações, que põem em cena personagens caricaturizadas e excessivas na sua expressividade, como é o caso dos protagonistas, João e Rui, ou do miúdo pobre que eles acabam por ajudar.
A joaninha muito resmungona (ed. cartonada), de Eric Carle
A joaninha resmungona nunca pede «por favor» nem diz «obrigada», não sabe o que é partilhar, pensa que é maior e melhor do que os outros, e está sempre disposta a arranjar conflitos. Seguindo a viagem da joaninha, as crianças exploram os conceitos das horas, dos tamanhos e das formas, ao mesmo tempo que aprendem boas maneiras.

O cão de Milu, de Mariann Máray
O amor pelos animais, a amizade incondicional perante a adversidade e, sobretudo, a liberdade são os valores que sobressaem na obra distinguida com o XII Prémio Internacional Compostela para Álbuns Ilustrados. O cão de Milu, de Mariann Máray, é a história de uma menina e do seu muito peculiar animal de estimação, que se tornará no seu companheiro de brincadeiras.

O Pequeno Cavaleiro que Combatia Monstros, de Gilles Tibo e Geneviève Després
No reino do pequeno cavaleiro, no cimo da floresta, não existem inimigos, pelo que, o pequeno cavaleiro não tem batalhas para travar.
Passa os seus dias a ler e a plantar flores e as noites a sonhar.
Um dia acorda com umas fortes pancadas na porta do seu castelo. Os trigémeos tinham sido sequestrados!
O valente pequeno cavaleiro parte, então, para a floresta à procura dos monstros que os têm cativos.
Será ele capaz de enfrentar o monstro terrível, a bruxa malvada e o assustador fantasma, e salvar os seus súbditos?
O Melhor Presente do Mundo, de Mark Sperring e Lucy Fleming
Na manhã de Natal, resta um presente por abrir debaixo da árvore de Ema e do Urso. Para seu espanto, não é para nenhum dos dois. Imbuídos de espírito natalício, partem numa aventura para encontrar o seu verdadeiro destinatário.
Estavam longe de imaginar que, dentro do embrulho, se encontrava o melhor presente do mundo!

O Alfabeto Nojento, de David Machado e David Pintor
Uma forma divertida de aprender o alfabeto, com a ajuda do traquinas Henrique e das partidas nojentas que ele prega aos amigos e a toda a família.

Os Colegas não São para Comer!, de Ryan T. Higgins
É o primeiro dia de escola da Penélope e ela está ansiosa por conhecer os seus novos colegas. Mas fazer amigos é muito difícil, sobretudo quando todos eles têm um ar tão apetitoso.
Uma história hilariante, que se devora, destinada a leitores dos 0 aos 100 anos. Uma obra pelo multipremiado autor e ilustrador Ryan T. Higgins.
Que Grande Abóbora, Mimi!, de Korky Paul e Valerie Thomas
Um novo título de uma série consagrada, com as ilustrações verdadeiramente admiráveis e sugestivas de um grande artista. A bruxa Mimi adora abóbora, cozinhada de todas as maneiras. Por isso, decide descobrir uma forma de ter sempre abóbora à mão, para preparar os seus pratos preferidos (e do Rogério). Mas, como sempre, as coisas não correm como desejado e a Mimi vê-se a braços com uma abóbora gigante… Como irá ela resolver mais esta embrulhada? Descobre tudo no novo livro da Mimi!

O Coala Que Foi Capaz, de Rachel Bright e Jim Field
O Kevin é um coala que gosta de manter tudo na mesma, exatamente na mesma.
Mas quando um dia a mudança surge sem ser convidada, o Kevin descobre que a vida pode estar cheia de novidades e ser maravilhosa!
Dos criadores de O Leão Que Temos Cá Dentro, esta é uma história bem engraçada para quem acha que a mudança é um bocadinho preocupante.

Passatempo: «Última Paragem Auschwitz», de Eddy de Wind

https://www.facebook.com/silenciosquefalam/photos/a.187362988008873/2552396741505474/?type=3&theater
Passatempo a decorrer na página deste blogue no Facebook, aqui.

sexta-feira, 15 de novembro de 2019

Novas publicações do Círculo de Leitores

Dos novos títulos a sair pelo Círculo de Leitores, encontram-se os seguintes: Património Natural do Mundo - Ásia, Porque voam os balões e caem as maçãs e Heróis e lendas explicados pela pintura.
Estes volumes pertencem, respectivamente, às colecções 'Património Natural do Mundo', 'Descobrir as Ciências' e 'Mitos, Heróis e Lendas explicados pela Pintura'.

terça-feira, 12 de novembro de 2019

«O Rapaz de Auschwitz», mais uma história real de um sobrevivente do Holocausto

A comovente história de uma criança que sobreviveu a 10 campos de concentração. O Rapaz de Auschwitz, de Steve Ross, é um testemunho verídico impressionante. Chega no dia 27 às livrarias de todo o país.

Esfomeado, espancado e molestado: assim foi a vida de Steve Ross nos anos que passou nos campos de morte de Hitler. Ross nunca perdeu a esperança, mesmo quando foi deixado inconsciente numa pilha de corpos para incinerar. Sobreviveu a 10 campos de concentração e esta obra é o seu testemunho de dor e de crueldade, mas também uma demonstração da resiliência e da capacidade de superação do ser humano.

segunda-feira, 11 de novembro de 2019

Em torno do Opus Dei centra-se um novo livro de ficção, «O Homem que Acusou Deus»

Pela Multinova Livreiros | Paulus Editora acaba de sair um novo livro: O Homem que Acusou Deus, da autoria do advogado Pedro Guerreiro Cavaco.

Sinopse
Esta história relata o dia a dia conturbado de um advogado. Ricardo Medeiros não é um advogado qualquer. Ele é o melhor advogado criminal do país, solicitado pela elite política, temido por advogados e magistrados. Todos, sem exceção, o temem. A sua fama não tem limites, tal como o seu mau feitio e preconceitos contra a Igreja. Casado com uma médica católica e tendo como sócio um supranumerário do Opus Dei, vive o drama diário de confrontações familiares e profissionais em torno da religião. O seu casamento está por um fio e o ambiente no escritório insuportável. Sem o querer, as suas circunstâncias pessoais e profissionais vão levá-lo para dentro dos muros secretos do Opus Dei. Conseguirá Ricardo Medeiros, o mais temido dos causídicos, manter-se afastado da teia que o rodeia?

Outros livros que podem interessar: Senhor Bispo, o Pároco Fugiu e Os piedosos truques de Reginaldo.

domingo, 10 de novembro de 2019

Próximos lançamentos com o cunho da Penguin Random House

No próximo dia 19, a Penguin Random House Grupo Editorial, pelas chancelas Alfaguara, Companhia das Letras e Objectiva, faz chegar aos leitores quatros novos títulos.
A Minha História
Um diário para encontrar a sua voz
de Michelle Obama
Ao escrever Becoming - a minha história, um trabalho de reflexão profunda e de impressionante fôlego narrativo, Michelle Obama partilhou a sua extraordinária viagem e ajudou a criar um espaço para que outros pudessem contar as suas histórias e para encorajar as pessoas a descobrirem o poder da sua própria voz.
Com este diário, Michelle Obama desafia os leitores a encontrar valor na sua própria viagem de transformação pessoal. Com um acabamento belíssimo, inclui questões que vão ajudá-lo a refletir sobre a sua história pessoal e familiar; sobre os seus objectivos, desafios e sonhos; sobre o que o move e o enche de esperança; sobre o futuro que imagina para si e para os que o rodeiam. Como diz Michelle Obama na introdução a este diário: «Espero que use este diário para anotar as suas experiências, pensamentos e emoções, em tudo quanto estes têm de imperfeito e sem julgamentos… Não temos de nos recordar de tudo. Mas tudo o que recordamos tem valor.» 
Estas páginas ajudá-lo-ão a descobrir a sua voz, a traçar o seu caminho e a alimentar o seu sentido de pertença. Dentro deste diário, encontrará a oportunidade de se inspirar com as experiências que o trouxeram até aqui, mas também de se motivar para dar os próximos passos, onde quer que eles o levem.

Se o Disseres na Montanha
de James Baldwin
Se o Disseres na Montanha, publicado em 1953, é o romance que revelou ao mundo o génio de James Baldwin. Romance inaugural da sua obra de ficção, constituiu-se desde logo como marco para muitos outros escritores, ao mesmo tempo que foi conquistando o lugar de clássico da literatura americana. Neste seu primeiro romance, Baldwin dá voz a John Grimes, um rapaz de catorze anos posto perante um dilema num sábado de Março de 1935, no Harlem nova-iorquino. Prestes a fazer catorze anos, na véspera de um sermão na montanha, John está numa encruzilhada que tanto pode ser uma crise como uma epifania. John quer para si um destino diferente daquele que a família e a comunidade lhe reservaram: o de seguir os passos do padrasto, ministro da Igreja Pentecostal. Mas, numa comunidade discriminada, a liberdade de escolher pode não estar nas suas mãos. Ou pode condená-lo a uma segregação ainda mais profunda, dentro de si e entre os seus semelhantes. Com uma precisão lírica e um poderoso simbolismo, com fúria e compaixão, Baldwin espelha em John a luta que ele próprio travou pela autodeterminação — emocional, moral e sexual —, transformando a sua história individual na odisseia colectivade um povo marcado pela segregação. Ao escrever Se o disseres na montanha, James Baldwin não só criou novas possibilidades para a literatura americana como permitiu aos americanos despertar para uma nova forma de se verem a si mesmos.

Do mesmo autor: Se Esta Rua Falasse.


Essa Gente
de Chico Buarque
Um escritor decadente enfrenta uma crise financeira e emocional enquanto o Rio de Janeiro colapsa à sua volta. Tragicomédia urgente, o novo romance de Chico Buarque, o primeiro depois da atribuição do Prémio Camões, encara de frente o Brasil do agora.
Autor de um romance histórico que fez furor nos anos 1990, o escritor Manuel Duarte passa por um deserto criativo e sentimental. Dividido entre várias ex-mulheres, espartilhado por pesadas dívidas, surpreendido por um filho de quem vai aprendendo a ser pai, Manuel Duarte bate perna nas ruas do Leblon no intervalo das horas em frente ao teclado, desesperando por um novo livro.
O pano de fundo é um Rio de Janeiro que sangra e estrebucha sob o flagelo de feridas sociais a cada dia mais ostensivas; cenário maior onde se desenrolam as feridas individuais das personagens, que juntas compõem um diário em que se procura fazer sentido do tumulto do presente.
Ao seu melhor estilo, Chico Buarque esfuma as fronteiras entre vida, imaginação, sonho e delírio, e constrói uma narrativa engenhosa, tão divertida quanto trágica, em cujas entrelinhas se descortinam as contradições de um país ameaçando despedaçar-se, assim como as deliciosas incoerências e ilusões da gente como nós.

Do mesmo autor: Estorvo, Budapeste, Tantas Palavras, Benjamim, A Banda, Leite Derramado e O Irmão Alemão.


Sou Só Eu Que...
de Pedro Vieira
Um compêndio inestimável com belíssimas ilustrações de algumas subespécies irritantíssimas de portugueses e respectiva catalogação.
Quem nunca teve de aturar um beto de esquerda, um ortoréxico, um terraplanista, um teorizador de conspiração, um cidadão, um saudosista do Estado Novo, um influencer, um fumador, um ex-fumador, um defensor do politicamente correcto, um detractor do políticamente correcto, uma recém-mamã com um blogue, um ecologista, um velho do restelo, as crianças dos outros.
É irritante, não é?
Esta é uma breve antologia de tipos de portugueses que nos tiram do sério, que nos fazem questionar as leis básicas do convívio entre indivíduos da mesma espécie, que desafiam as teorias mais progressistas sobre o ser humano, que, em suma, nos dão instintos assassinos.

Do mesmo autor: Maré Alta, Éramos Felizes e Não Sabíamos e O Que não Pode Ser Salvo.

Do mesmo autor de «O Silêncio dos Inocentes» chega um novo livro tríler

O escritor norte-americano de 79 anos Thomas Harris, criador de Hannibal Lecter, um dos mais emblemáticos vilões da literatura contemporânea, e autor dos sucessos (já adaptados para cinema) O Silêncio dos Inocentes e Hannibal, regressa à escrita, depois de uma pausa de 13 anos, com um romance cheio de acção em que as personagens não olham a meios para atingir os fins e no qual o medo e o suspense estão presentes em todas as páginas. O seu sexto romance intitula-se Cari Mora e aterra amanhã em todas as livrarias nacionais. Uma publicação Porto Editora com tradução para português por Artur Lopes Cardoso.

Texto sinótico
Sob uma luxuosa mansão na zona costeira de Miami Beach estão escondidos 25 milhões de dólares em ouro, o produto de anos de atividades criminosas de Pablo Escobar, anterior proprietário da casa.
Muitos tentaram encontrar esse bem protegido tesouro, mas sem o conseguirem; outros perderam a vida nessa demanda. Agora chegou a vez de o impiedoso Hans-Peter Schneider – um homem de aspeto peculiar que lidera um bando de criminosos sanguinários – ocupar a mansão e tentar chegar aos milhões escondidos.
Entre Hans-Peter e o ouro está Cari Mora, a responsável pela casa. Cari escapou da violência no seu país de origem, onde teve de aprender a defender-se. Vive em Miami com um periclitante estatuto conferido pelos Serviços de Imigração e mantém vários trabalhos para conseguir sobreviver.
Mas Cari Mora é muito mais do que uma jovem bonita e Hans-Peter Schneider vai ter a oportunidade de o descobrir à medida que a caça ao tesouro de Escobar avança.

Críticas de imprensa
«Agradável e divertidamente sinistro.»
Kirkus Reviews

«[...] os vários elementos do enredo de Cari Mora estão sempre em perfeito equilíbrio, como é próprio do trabalho de um mestre incomparável que continua no auge da sua estranha e sinistra forma.»
The Wall Street Journal

sábado, 9 de novembro de 2019

«Psicologia para Não Psicólogos», uma publicação com o selo RH editora

Psicologia para Não Psicólogos
A Gestão à Luz da Psicologia
Sinopse
Com base em case studies, o livro Psicologia para Não Psicólogos tem como primeiro objetivo o autodesenvolvimento, procurando promover a reflexão e o aperfeiçoamento das competências pessoais do leitor. Como segundo objetivo, este livro visa o heterodesenvolvimento − através da mudança efetiva de hábitos, rotinas e comportamentos das suas pessoas, nos mais variados contextos laborais (e.g., empresas, instituições e organismos públicos, escolas, organizações de saúde, organizações sem fins lucrativos). Pretende-se, assim, proporcionar os conhecimentos e as ferramentas fundamentais de gestão de pessoas e mudança de comportamentos, sem que o leitor sinta a necessidade de obter um grau académico em psicologia!

«Com este livro, pretendem os autores, em boa hora, proporcionar os conhecimentos fundamentais e as estratégias concretas de mudança do comportamento humano, sem que o leitor sinta a necessidade de obter um grau académico em psicologia. Por outras palavras, almeja-se com esta obra colocar ao alcance do leitor os conhecimentos e as técnicas da psicologia essenciais a qualquer profissional que tenha de gerir pessoas em contexto de trabalho.» João Bilhim (Presidente da CReSAP e Professor catedrático do ISCSP-UTL)

Os coordenadores do livro
Patrícia Jardim da Palma é doutorada em Psicologia das Organizações e Empreendedorismo e professora no ISCSP − Universidade Técnica de Lisboa, lecionando nos mestrados e doutoramento. É autora de mais de duas dezenas de capítulos de livros e artigos científicos

Miguel Pereira Lopes é doutorado em Psicologia Aplicada e pós-doutorado em Economia pela Universidade Nova de Lisboa. É professor no ISCSP − Universidade Técnica de Lisboa, onde leciona no curso de doutoramento em Comportamento Organizacional.

José Bancaleiro é doutorando em ciências do trabalho, licenciado em direito, pós-graduado em gestão de RH e fez curso de magistrado judicial e o MBA de marketing. Escreve regularmente artigos para jornais e revistas, sendo também autor de vários livros.
https://www.editorarh.pt/pt

Livros da Bookout sobre depressão e ansiedade


quinta-feira, 7 de novembro de 2019

De português de Portugal e de português do Brasil estão já disponíveis novos livros de Possidónio Cachapa e Vinicius de Moraes

A Vida Sonhada das Boas Esposas, o novo romance de Possidónio Cachapa, é um olhar contemporâneo sobre o papel da mulher, a expressão da sua sexualidade e a visão que a família e a sociedade mantêm sobre ela à medida que o tempo passa.


Todo Amor reúne cartas, crónicas, poemas e letras de canções de um dos grandes poetas da nossa língua, compondo um painel admirável e emocionante, onde cabem a alegria, a tristeza, o ciúme, a devoção absoluta, o arrebatamento e o arrependimento, o perdão e a traição, a ameaça do fim e a ética de um sentimento que inclui toda a Humanidade.
Aqui está o Vinicius de Moraes de sempre, como nunca o vimos. Aqui está o amor de sempre com uma nova intensidade.

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

Novos romances editados pela LeYa

Sem Mentiras, de Robert Wilson
O multimilionário político brasileiro Iago Melo sabe o que quer e como consegui-lo. Sem quaisquer escrúpulos. Quando, apesar de todas as precauções, a sua filha Sabrina é sequestrada, ele contrata formalmente um negociador, mas continua a jogar o seu perigoso jogo, mesmo pondo em risco a vida de Sabrina. Porque um Iago Melo não pode mostrar fraqueza.
Por sorte, ele não contou com a perícia de Charles Boxer, o especialista em sequestros, vindo da Europa, que faz tudo para libertar Sabrina - mesmo contra a vontade do seu cliente. Mas ele não sabe que está profundamente envolvido numa densa rede de política e vingança. E que, no final, a sua dolorosa história pessoal irá desempenhar um importante papel...

Do mesmo autor: O Cego de Sevilha, As Mãos Desaparecidas, Assassinos Escondidos e Último Acto em Lisboa.


A Porta Oculta, de Jørn Lier Horst
Sofie Lund está pronta para um novo começo quando se muda com a filha pequena para a casa que herdou do avô. Sofie tem lembranças tão dolorosas da sua infância que decide livrar-se de todos os vestígios do Velhote, todos os vestígios exceto um cofre trancado que está preso ao chão da cave.
Dentro do cofre, Sofie encontra algo chocante que se irá tornar uma prova crucial num caso que tem atormentado o inspetor William Wisting há demasiado tempo, e levantar dúvidas sobre o real culpado de outro caso de homicídio que está prestes a ser julgado. No entanto, para seguir essa pista, Wisting terá de pôr em causa lealdades importantes e abalar a confiança dos cidadãos nas forças policiais.

Do mesmo autor: Cães de Caça, Fechada Para o Inverno e O Homem das Cavernas.


Os Órfãos de Brooklyn, de Jonathan Lethem
Viver na cabeça de Lionel Essrog não é fácil. Ele sofre da síndrome de Tourette, não controla as palavras. Quando se enerva saem-lhe frases sem sentido, palavrões, berros. Ou então toca repetidamente nas pessoas, conhecidas ou não. Órfão desde pequeno, viveu num lar para crianças abandonadas, até ao dia em que um gangster de Brooklyn, Frank Minna, o foi buscar – e a mais três rapazes. Cresceram juntos, a fazer biscates, sempre à margem da lei.
Lionel, o freak do grupo, não se queixa. Vê no gangster o pai que nunca teve, é aceite por ele, desde que cumpra as ordens. Vive uma existência discreta, ordenada, que cai por terra com estrondo no dia em que Frank é esfaqueado. Lionel, que até a contar anedotas se baralha, tem agora um mistério para resolver e poucas pistas. Numa Brooklyn povoada de máfias italianas e japonesas, navega perdido, empurrado por uma mente que teima em falhar e palavras que não lhe obedecem.
Escrito com uma energia maníaca por um dos mais inventivos escritores americanos da atualidade, Os Órfãos de Brooklyn é uma tour de force no domínio da linguagem. Em Lionel, Jonathan Lethem encontrou a personagem perfeita para se libertar de constrangimentos estilísticos, jogar com as palavras, procurar o caos. E que lhe permitiu reinventar um género, neste caso o romance hard-boiled, e torná-lo ainda mais sedutor.
Desconcertante e comovente, Os Órfãos de Brooklyn recebeu no ano da sua publicação o mais prestigiado prémio literário dos EUA (NBCA) e, no ano seguinte, o mais importante prémio de literatura policial (Gold Dagger). E cimentou a reputação de um autor que, como Margaret Atwood ou Michael Chabon, é especialista em subverter e recriar géneros literários.

Do mesmo autor: Tu Ainda Não Gostas de Mim.


Perseguidos, de Arne Dahl
Tudo começa quando Desiré Rosenqvist (Deer para Sam Berger), da Polícia de Estocolmo, recebe uma misteriosa carta e percebe de imediato que a missiva que segura nas mãos lhe revela dois factos: foi escrita num estado de grande desespero e loucura; refere pormenores de um dos casos de homicídio que investigou e que só o assassino pode conhecer.
Desiré contacta o ex-inspetor da Polícia de Estocolmo, Sam Berger, que se desloca para o longínquo norte da Suécia com a colega Molly Blom para tentarem encontrar o autor da carta e perceber quais os seus desígnios.
Mas há quem esteja empenhado em evitar a todo o custo que eles consigam esse propósito e que observa todos os seus movimentos. É neste cenário, quando os detetives deixam de ser o caçador e passam a ser a presa, que tudo pode acontecer.
É o segundo volume da nova série do galardoado autor sueco Arne Dahl protagonizada pelo inspetor Sam Berger e por Molly Blom, agente do Serviço de Segurança.
Um arrepiante thriller nórdico que nos leva até à gélida tundra na Suécia rural, e que nos deixa em suspenso da primeira à última linha.

Do mesmo autor: Areias Movediças.

No Dia de Consciencialização do Stresse, eis uma sugestão de leitura

Hoje se celebra o Dia de Consciencialização do Stresse. Com o carimbo da Editora RH, encontra-se publicado Confronto do Stresse, Fatores Psicossociais e Saúde no Trabalho, um livro onde o autor Marco Ramos, doutorado em Psicologia, faz uma análise sobre a importância do bem-estar no local de trabalho.

Sinopse
A saúde é essencialmente a capacidade de autorregulação psicobiológica e de adaptação social. Enquanto capacidade, é uma condição de proficiência organizacional. No trabalho, a saúde joga-se na forma como lidamos quotidianamente com as contrariedades que nos perturbam. Essa forma de lidar designa-se de confronto do stresse (coping, na literatura científica). Como será o tipo de confronto do stresse que mais se relaciona com a saúde no trabalho? Poderá ele depender de fatores psicossociais, relativos à organização e realização do trabalho? Com base no estudo da realidade portuguesa do trabalho (mental e emocional), o presente livro desvenda a configuração mais salutogénica de estratégias de confronto do stresse, bem como os fatores psicossociais que mais parecem apoiar esses esforços de adaptação. Espera-se que ele possa concorrer para trabalhos mais saudáveis, trabalhadores mais capazes e organizações mais produtivas.
«Estamos perante uma obra atual, pertinente e de grande valor, pelos contributos que aporta à compreensão dos fenómenos da saúde e da doença mental no trabalho (...). As propostas que apresenta para a criação de locais de trabalho saudáveis e promoção da saúde e do bem-estar laboral são, porventura, o principal contributo deste livro para a comunidade científica e para a sociedade em geral.» Samuel Antunes (Vice-presidente da Ordem dos Psicólogos Portugueses)
O autor
Marco Ramos é licenciado em psicologia pela Universidade de Coimbra, mestre em psicologia clínica pela Universidade do Minho e doutor em psicologia pela Universidade de Aveiro. Além da prática clínica como psicoterapeuta, tem dedicado grande parte do seu percurso profissional ao controlo do stresse, sobretudo no domínio da saúde no trabalho. Tem escrito livros, capítulos e artigos, realizado conferências e dinamizado formações sobre o stresse e a prevenção do stresse.

Uma biografia ilustrada de David Bowie acaba de sair pela Suma de Letras

Da mesma autora e ilustradora de Frida – Uma Biografia (2018), a Suma de Letras lança um novo título. Em Bowie - Uma Biografia, os espanhóis María Hesse e Fran Ruiz abordam todos os aspectos da vida do cantor, compositor, actor e produtor musical britânico falecido em 2016.


Sinopse
Não mostro lealdade a nenhum estilo. Simplesmente escolho o que me permite transmitir o que quero naquele momento.
David Bowie é muito mais do que um cantor que vendeu 136 milhões de discos, muito mais do que um artista que experimentou uma infinidade de estilos e definiu a cultura pop. Como disse o seu biógrafo David Buckley, "ele mudou mais vidas do que qualquer outra figura pública". Com o seu alter ego perturbador, Ziggy Stardust, e músicas como "Starman" ou "Space Oddity", Bowie desafiou as regras da música e se tornou um ícone de sua geração e uma referência para as gerações presentes e futuras.
A sua longa carreira artística está intimamente ligada à sua biografia pessoal. Como um hieróglifo, David Bowie é um mistério que todos queremos revelar. Hoje Bowie continua a fascinar mais do que nunca.

terça-feira, 5 de novembro de 2019

PIM Edições lançam um novo volume da colecção Repórter X

Depois de O Mistério da Rua Saraiva de Carvalho (2017) e Punhais Misteriosos (2018), a PIM Edições publica um novo livro de Reinaldo Ferreira, um marcante jornalista português da primeira metade do século xx e pioneiro em Portugal do romance policial. Em As Sensacionais Aventuras de Jim Joyce, o Ás dos Detetives Americanos, o autor revela todo o seu poder criativo: forja, sem esforço e ao correr da pena, mistérios aparentemente insolúveis, situações de alto risco aparentemente sem hipótese de salvação e proezas detetivescas aparentemente impossíveis de concretizar, sabendo explorar, como os melhores escribas da ficção em fascículos, o imprevisto, o sensacional, o suspense, o desfecho inesperado. Uma faceta quase ignorada do talento novelístico de Reinaldo Ferreira que este volume finalmente dá a conhecer na íntegra.
Publicadas no Brasil por volta de 1924, as dez narrativas que, tanto quanto se sabe, compõem a série As Sensacionais Aventuras de Jim Joyce, o Ás dos Detetives Americanos, até agora inéditas em livro, transportam-nos aos loucos anos 20, a uma América imaginada por Reinaldo Ferreira, pioneiro português do romance policial. Nesta edição cuidada, que conta com um texto introdutório do especialista Joel Lima, são ainda recuperados diversos materiais de época, incluindo as capas e ilustrações de Stuart Carvalhais (1887-1961) e Alfredo Morais (1872-1971) para os fascículos da publicação original daquela que deverá ser, muito justamente, considerada uma das criações mais conseguidas do mítico Repórter X.

Eis os títulos das aventuras contidas neste volume: O Mistério do Metropolitano, A Máquina da Morte, O Fonógrafo Revelador, O Telégrafo Vermelho, O Homem Imortal, O Doutor Satanás, O Crime da Mulher Loura, O Manequim Trágico, O Roubo do Banco Morgan e O Clube dos Regicidas.
Referir de Reinaldo Ferreira chegou às livrarias em Abril deste ano O Táxi N.º 9297 (Relógio D'Água).

segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Novidades com o selo Sistema Solar

O Estranho Animal do Vaccarès, de Joseph d’Arbaud (1874-1950)
Os deuses também morrem.
As palavras de O Estranho Animal do Vaccarès nunca associam a sua criatura nominalmente a Pã, embora tudo façam para nos lembrarmos dele: descrevem-na com a sua forma caprina, dão-lhe uma flauta que encanta os animais; mas deslocam- no para a Camarga medieval e mostram-no ali com uma velhice de deus decrépito e fora de época, nostalgicamente anulado no seu poder e destinado à morte de todos os deuses quando o progresso cultural dos homens os destrói para encontrar outros adaptados à sua necessidade de fé, mas compatíveis com o avanço da sua cultura e do seu progresso civilizacional.
[…]
No canto selvagem de D’Arbaud, esta Camarga de silêncios, de animais e deuses é o cenário adequado ao envelhecimento de um grande mito, para as infinitas águas e as lonjuras de que não vemos nenhum fim, para um calor que abrasa, para caminhos de sonho, para águas que cintilam. E o seu animal de poesia e lenda — saído de uma elegia pânica que o faz aparecer e desaparecer sem sabermos de onde veio e para onde vai partir, talvez expulso de velhos países com uma religião morta que já não o abriga nem reconhece — escolhe uma terra que ainda não perdeu o seu travo primitivo, onde o seu resto de deus talvez possa viver e confundir-se com ela. Mas tudo isto — mesmo no século XV desta história — não passa de uma ilusão. Esta Camarga de cavalos e touros que um Pã envelhecido ainda seduz com a sua flauta, nega-se à sua pretendida e desesperada extensão de vida; esta Camarga de lama, húmus e areia só consegue oferecer-se como cenário do seu fim.
D’Arbaud chegou ao Estranho Animal do Vaccarès depois de ele próprio procurar, como o seu fauno, uma possibilidade de vida fantástica na Camarga de irreal atmosfera, com auroras, noites, sombra adormecida, e arrepio de folhas no silêncio, como ficou descrita num dos seus poemas.
[Aníbal Fernandes]
Diálogos das Carmelitas, de Georges Bernanos (1888-1948)
Georges Bernanos: o homem que escreveu e viveu com uma incómoda incandescência interior.
[…] quando as freiras de Compiègne resolvem adoptar o martírio, sem cumprir as ordens da Revolução que as deixariam livres se aceitassem renegar os seus votos e a sua fé, a superiora mostra um desacordo. Ela preferiria uma anuência falsa, que mantivesse secretamente condições para o renascimento da Ordem quando surgissem na situação política condições que o permitissem. Mas é tarde de mais para fazê-las voltar atrás.
[…]
Sente-se no Bernanos de Diálogos das Carmelitas a consciência desta mesma oposição, mas agora com a vitória do Orgulho. As freiras guilhotinadas caminham para o cadafalso com muito mais orgulho do que fé; vão de cabeça levantada por um orgulho soprado pela Verdade que defendem, sem importar aqui se davam um exemplo de «más carmelitas», como lhes era sugerido pelo bom senso da sua superiora. Mas Blanche? Quem nos garante que Blanche de la Force, novamente fustigada pelo mundo que não suporta, aterrorizada a todo o momento pelos homens que agora a maltratam e violentam, não o faz por um patológico desespero de mundo onde nada existe da orgulhosa força que suporta uma superior Verdade? Blanche de la Force avança para o cadafalso com um rosto despojado de todo o temor; mas Bernanos também não se esquece de escrever qualquer coisa que parece logo a seguir desajustada a esta aparência de invencível decisão; porque é, no final do seu caminho em direcção ao sacrifício, empurrada para a guilhotina por um grupo de mulheres. Qual é a função dramática deste empurrão, numa personagem que parece tão decidida a enfrentar a guilhotina?
Teremos até ao fim consciência das indecisões que oscilaram entre a duvidosa Blanche da Força, que o seu involuntário nome de baptismo lhe impôs, e a Blanche da Fraqueza, que o seu comportamento quis mostrar; e do texto sairemos — muito ao gosto das contradições caras a Bernanos — sem uma definitiva resposta para dar.
[Aníbal Fernandes]

domingo, 3 de novembro de 2019

Novos livros de Isabel Allende, Mario Escobar, Michael Palin e Elton John

Um romance baseado em factos reais; uma diário de viagens; um romance; e uma autobiografia. Estes são os géneros literários dos quatro novos seguintes livros.
Um grupo de quase 500 crianças obrigadas a fugir da Espanha devastada pela Guerra Civil e a exilarem-se no México. Foi em homenagem delas que o escritor espanhol Mario Escobar escreveu o comovente romance Recorda-me, editado pela Harper Collins.
Depois dos Monty Python, Michael Palin começou uma nova carreira como escritor de viagens. As suas jornadas levaram-no a todo o mundo. Depois de Brasil (2014), O Pacífico de Lés-a-Lés (2015) e Himalaias (2016) a Editorial Bizâncio publica Diário da Coreia do Norte.
Isabel Allende propõe-nos no seu mais recente romance a sair a 7 deste mês, uma viagem através da História do séc. XX, pela mão de personagens inesquecíveis que descobrirão que numa só vida cabem muitas vidas e que, por vezes, o difícil não é fugir, mas regressar. Longa Pétala de Mar tem o carimbo da Porto Editora.
Eu, Elton John, a autobiografia do cantor de êxitos como 'Your Song' (1971), 'Nikita' (1985) e 'Can You Feel the Love Tonight' (1994) chega a Portugal a 11 de Novembro.
Um livro tremendamente humano e real que descreve as peripécias de um grupo de crianças num barco até à sua chegada ao México, acolhidas pelo governo de Cárdenas. As «Crianças de Morelia» eram um grupo de 456 menores de idade enviado de Espanha para o México em plena Guerra Civil.


Em Maio de 2018, Michael Palin, ex Monty Python, hoje um intrépido viajante, decidiu visitar a Coreia do Norte. Partiu com a equipa de filmagens para nos revelar como se vive no país mais fechado do mundo.
Neste livro partilha com o leitor talvez a mais ousada e peculiar das suas viagens.


Espanha, final da década de 1930. A vitória iminente das tropas franquistas na Guerra Civil obriga milhares de pessoas a abandonar o país, numa perigosa viagem através dos Pirenéus. Entre eles, Roser Bruguera, uma jovem viúva, e Víctor Dalmau, médico e irmão do falecido marido de Roser.
Em França, conseguem embarcar no Winnipeg, um navio fretado pelo poeta Pablo Neruda que transportou mais de 2 mil espanhóis até ao Chile – essa «longa pétala de mar, de vinho e de neve» –, onde são recebidos como heróis.
Víctor e Rosa integram-se com sucesso na vida social do país de acolhimento, durante várias décadas, até ao golpe de Estado que derruba Salvador Allende, parceiro de xadrez de Víctor Dalmau. Os dois amigos de toda uma vida voltam a ser obrigados ao exílio, mas, como diz a autora, «se vivermos o suficiente, todos os círculos se fecharão.»


À imagem da vida de Elton, não falta drama nesta autobiografia: desde as rejeições iniciais das editoras a ser considerado o artista pop mais famoso do mundo; das amizades com Jonh Lenon, Freddie Mercury e George Michael às noites loucas no Studio 54; das tentativas de suicídio à dependência que escondeu até de si próprio durante anos e que quase o destruiu.
Elton descreve de forma emocionada o processo de reabilitação, a criação da Elton John AIDS Foundation, como encontrou o verdadeiro amor ao lado de David Furnish, as férias com Versace e a participação no funeral da princesa Diana.
Excentricamente divertido mas também profundamente emocionante, Eu, Elton John levá-lo-á numa viagem inesquecível pela intimidade de uma lenda viva.

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Novos livros dos autores Neale Donald Walsch e Richard Rohr

Decide o Teu Caminho, de Neale Donald Walsch
Vivemos tempos de alienação a vários níveis, nomeadamente, na política, na economia e na espiritualidade. A Humanidade parece estar a distanciar-nos das pessoas que amamos, das nossas esperanças e sonhos, da nossa mãe-Terra, daquilo que verdadeiramente dá sentido à vida. Culpamos tudo e todos ao redor pelos problemas coletivos que nós mesmos criamos. Voltamo-nos uns contra os outros ao invés de criarmos união.
Em Decide o Teu Caminho, o grande mestre espiritual Neale Donald Walsch apresenta a solução radical para o crescente problema da alienação da Humanidade, convidando-nos a questionar velhas crenças sobre nós, os outros, a vida e Deus.
Numa era em que as mudanças planetárias são evidentes, surge este livro urgente como um empurrão para tomarmos a decisão que nos fará escolher quem realmente somos.

O Cristo Universal, de Richard Rohr (disponível a 11 de Nov.)
E se «Cristo» for uma palavra para a imensidão do amor verdadeiro?
E se «Cristo» for apenas uma palavra para o transcendente, ou um termo para referir um horizonte infinito que nos puxa? Poderá ser, em alternativa, uma palavra para o que é tudo?
Richard Rohr, frade franciscano e autor bestseller, traz-nos uma obra que promete ser um guia na exploração destas e outras perguntas sobre Cristo, bem como sobre a realidade que representa para cada um de nós.