quinta-feira, 3 de abril de 2025

Quebrar o medo e o tabu da morte é o mote do livro «A Morte é Um Dia Que Vale a Pena Viver»

Além do livro Easyway – O Método Fácil para Deixar de Fumar, outra das novidades da Pergaminho é a edição de A Morte é Um Dia Que Vale a Pena Viver, da autoria de Ana Claudia Quintana Arantes, médica especializada em Cuidados Paliativos, que na introdução da obra escreve: «Será que algum dia as pessoas serão capazes de desenvolver uma conversa natural e transformadora sobre a morte?».


A autora brasileira deste bestseller internacional (publicado no Brasil em 2016 e em Portugal em 2019, pela Editora Oficina do Livro) argumenta, enquanto profissional que convive com pessoas em final de vida, que «a morte é um excelente motivo para procurar um novo olhar para a vida». O pensamento de Ana Claudia Quintana Arantes assenta na filosofia budista, que ensina a viver a morte de uma forma mais serena, com compaixão. A autora acredita ainda que os ocidentais devem perder o medo da morte, quebrando o tabu que ainda persiste na sociedade e na própria medicina. A Morte é Um Dia Que Vale a Pena Viver é, sobretudo, um manual sobre o luto para aqueles que querem aprender a viver ao lado de alguém que está próximo da morte.

«Para estar ao lado de alguém que está a morrer, precisamos de saber como ajudar a pessoa a viver até ao dia em que a morte chegar. Apesar de muitos escolherem viver como mortos, todos têm o direito de morrer vivos.»

Ana Claudia Quintana Arantes é médica formada pela Universidade de São Paulo. É pós-graduada em Psicologia (Intervenções em Luto) e especializada em Cuidados Paliativos. É sócia-fundadora e presidente da Associação Casa do Cuidar. É autora de Histórias Lindas de Morrer (2020) e Para a Vida Toda Valer a Pena Viver (2024).

Outro livro que pode interessar: Sendino Está a Morrer, de Pablo d’Ors.

quarta-feira, 2 de abril de 2025

Nova edição de «Easyway – O Método Fácil para Deixar de Fumar»

Além do livro A Morte É Um Dia Que Vale a Pena Viver, outra das novidades da Pergaminho é a nova edição de Easyway – O Método Fácil para Deixar de Fumar, que contempla as novas formas de consumo de nicotina, como o vaping, os cigarros electrónicos ou qualquer outro tipo de produto com nicotina.

Quer deixar de fumar? Conheça o método dos famosos, como Robert Pattinson, Ellen DeGeneres, Anthony Hopkins, Jason Mraz e David Cameron, que testaram a eficácia do método e garantem ter deixado de fumar sem esforço, de forma imediata e definitiva.
Easyway, o reputado método de Allen Carr, já ajudou milhões de fumadores a largar o vício de forma rápida, eficaz e sem sofrer de ansiedade.

Allen Carr, fumador compulsivo durante 33 anos; chegou a fumar 100 cigarros por dia. Aos 48 anos, a 15 de julho de 1983, deixou de fumar, de um dia para outro. E até à sua morte, aos 71 anos, não voltou a ter a mais pequena vontade de pegar num cigarro. O que o motivou a deixar de fumar – e o que fez com que passasse o resto da vida livre do vício – é detalhadamente explicado no seu bestseller internacional, Easyway – O Método Fácil para Deixar de Fumar (chega às livrarias a 10 de Abril, com tradução de Margarida Pacheco Nunes), que é o livro mais vendido em todo o mundo nesta área.

É reeditado «A Escolha de Sofia», o romance que inspirou o filme com Meryl Streep


A Livros do Brasil relança A Escolha de Sofia, romance publicado em 1979 que tornou-se rapidamente uma obra-prima, conquistando o prestigiado National Book Award em 1980. A sua poderosa narrativa ganhou uma nova dimensão em 1982, com a adaptação ao cinema, imortalizada pela extraordinária interpretação de Meryl Streep, que lhe valeu o Óscar de Melhor Actriz — um desempenho arrebatador que permanece, até hoje, como um dos mais marcantes da história do cinema.

Este livro da autoria de William Styron (1925-2006) é uma narrativa poderosa, que nos confronta com os grandes dilemas humanos, como a culpa, a sobrevivência, o amor, a obsessão e o impacto traumático da violência extremista. 

A obra segue Stingo, um jovem aspirante a escritor que chega a Nova Iorque na tentativa de construir uma carreira literária e que se vê envolvido na intensa e complexa relação entre Sofia Zawistowska, uma mulher polaca marcada por uma escolha impensável feita em Auschwitz, e Nathan Landau, o seu carismático, mas instável, amante. O romance entrelaça passado e presente, mergulhando nas profundezas da alma humana e expondo as cicatrizes deixadas por memórias que não se apagam e por uma História que continua a ecoar.

A nova edição, com tradução de Fernanda Pinto Rodrigues, já se encontra disponível nas livrarias e promete emocionar e marcar uma nova geração de leitores.

terça-feira, 1 de abril de 2025

Em Abril saem livros sobre Filosofia, Astronomia, Biologia e Xadrez

Religião Sem Deus
, de Ronald Dworkin

Haverá religião sem Deus? Poderá haver algo ainda mais fundamental do que Deus, mesmo para aqueles que acreditam na sua existência?

Neste livro original e inteligente, um dos grandes filósofos do século XX responde afirmativamente a ambas as questões. Argumentando que há verdades objectivas acerca do que é valioso prévias a um compromisso teísta, Dworkin defende uma perspectiva filosófica a que chamou ateísmo religioso. Essas verdades fundamentais dizem respeito à vida de cada um dos seres humanos e à estrutura do Universo.
A descoberta de tais verdades, segundo Dworkin, não é apenas um resultado intelectual. É também, e sobretudo, um compromisso moral e emocional perante a importância de viver bem a vida e a beleza intrínseca do Universo. Respeitar e admirar as vidas dos outros, sejam elas célebres ou anónimas, e sentir-se maravilhado pela beleza e a inteligibilidade do Universo são experiências que unem teístas e ateístas, satisfazendo o impulso religioso fundamental dos seres humanos.
Pelo facto de serem comuns aos seres humanos, estas experiências justificam a esperança de que teístas e ateístas sejam parceiros nas suas ambições religiosas. Se o forem, conclui Dworkin, cumprir-se-á o ideal igualitário de independência ética.

«[Um] livro maravilhoso... Dworkin é sempre admiravelmente claro e intelectualmente honesto – é isso que torna o seu livro tão agradável de ler...» Michael Rosen

Outra publicação recente da Gradiva: O Mel sem Abelhas.


À Descoberta de Vida no Cosmos
, de Lisa Kaltenegger

Como é que encontramos vida alienígena a distâncias cósmicas? O que é de facto a vida?

Durante milhares de anos, os humanos têm-se interrogado se estaremos sozinhos no cosmos e pela primeira vez, na nossa história, dispomos de tecnologia para investigar. Mas quando se procura vida noutros lugares, percebe-se que não é assim tão simples.
A astrofísica Lisa Kaltenegger, diretora do Instituto Carl Sagan, lidera uma equipa multidisciplinar dedicada a desenvolver ferramentas para detetar vida em exoplanetas. Neste livro, utiliza a Terra como uma Pedra de Roseta para interpretar a história e a biosfera do nosso planeta, oferecendo insights para a busca por vida em outros mundos. Com entusiasmo, a autora explora exoplanetas extraordinários, como aqueles cobertos por oceanos de lava ou deambulantes no espaço, e discute os melhores candidatos a planetas habitáveis.
A autora mostra-nos como a ficção científica se aproxima cada vez mais da realidade.

«O estilo narrativo descontraído de Kaltenegger, convida-nos a vivenciar os desafios e as alegrias de ser um cientista na vanguarda da descoberta.» Neil Degrasse Tyson


A Célula - Grande Construtora da Vida
, de Alfonso Martinez Arias

Baseando-se na sua investigação pioneira, o biólogo Alfonso Martínez Arias revela-nos que somos compostos por uma sinfonia de células de uma complexidade emocionante e em constante reorganização, que sabe contar, sentir e que dá forma ao nosso corpo.
Embora o ADN seja importante, os nossos genes não explicam por que temos o coração no lado esquerdo, por que há cinco dedos em cada mão, porque têm os gémeos impressões digitais diferentes ou por que é possível que uma mãe não tenha o mesmo ADN que os seus filhos biológicos.
No centro de tudo isso está uma nova e poderosa conceção da essência da vida: as nossas identidades são formadas pelas interligações existentes entre as células. Estas cooperam para criar algo maior do que elas: a linhagem ininterrupta que nos liga ao óvulo fecundado a partir do qual nos desenvolvemos e à primeira célula viva da Terra, que remonta a milhares de milhões de anos da história do nosso planeta.

«Por si só, o ADN é impotente, inerte. Precisa de uma célula para operar as suas maravilhas e essa célula está em permanente interação com o ambiente. Este livro belo e de explicações claras irá mudar a forma como pensamos no ADN, sobre como aqui surgimos e sobre a própria vida.» Matthew Cobb


A Revolução no Xadrez
, de Peter Doggers

Um dos melhores jornalistas de xadrez do mundo explora a razão pela qual, após 1500 anos de existência, o xadrez nunca foi tão popular como agora.
O xadrez não é apenas um dos maiores jogos alguma vez inventados. Tem também inspirado escritores, pintores e cineastas e sido um motor secreto de revoluções técnicas, como a Inteligência Artificial, que estão a transformar a sociedade.
Nesta fascinante história do jogo e do seu impacto no mundo, o aclamado diretor de comunicação e eventos do Chess.com, o jornalista Peter Doggers, revela como os computadores e a Internet reforçaram ainda mais a magia intemporal do xadrez, conduzindo-o a um novo pico de popularidade e relevância.
Doggers explora o xadrez enquanto fenómeno cultural, desde os seus primórdios na Índia antiga, passando pelas suas maiores estrelas dos últimos tempos - como Garry Kasparov, Bobby Fischer e Magnus Carlsen - e momentos mais dramáticos, até ao atual impacto da Internet e da IA.

«A Revolução no Xadrez dá uma visão geral, divertida e instrutiva de um jogo que está a ser reinventado.» Financial Times