Além do livro Easyway – O Método Fácil para Deixar de Fumar, outra das novidades da Pergaminho é a edição de A Morte é Um Dia Que Vale a Pena Viver, da autoria de Ana Claudia Quintana Arantes, médica especializada em Cuidados Paliativos, que na introdução da obra escreve: «Será que algum dia as pessoas serão capazes de desenvolver uma conversa natural e transformadora sobre a morte?».
A autora brasileira deste bestseller internacional (publicado no Brasil em 2016 e em Portugal em 2019, pela Editora Oficina do Livro) argumenta, enquanto profissional que convive com pessoas em final de vida, que «a morte é um excelente motivo para procurar um novo olhar para a vida». O pensamento de Ana Claudia Quintana Arantes assenta na filosofia budista, que ensina a viver a morte de uma forma mais serena, com compaixão. A autora acredita ainda que os ocidentais devem perder o medo da morte, quebrando o tabu que ainda persiste na sociedade e na própria medicina. A Morte é Um Dia Que Vale a Pena Viver é, sobretudo, um manual sobre o luto para aqueles que querem aprender a viver ao lado de alguém que está próximo da morte.
«Para estar ao lado de alguém que está a morrer, precisamos de saber como ajudar a pessoa a viver até ao dia em que a morte chegar. Apesar de muitos escolherem viver como mortos, todos têm o direito de morrer vivos.»
Ana Claudia Quintana Arantes é médica formada pela Universidade de São Paulo. É pós-graduada em Psicologia (Intervenções em Luto) e especializada em Cuidados Paliativos. É sócia-fundadora e presidente da Associação Casa do Cuidar. É autora de Histórias Lindas de Morrer (2020) e Para a Vida Toda Valer a Pena Viver (2024).
Outro livro que pode interessar: Sendino Está a Morrer, de Pablo d’Ors.
quinta-feira, 3 de abril de 2025
Quebrar o medo e o tabu da morte é o mote do livro «A Morte é Um Dia Que Vale a Pena Viver»
quarta-feira, 2 de abril de 2025
Nova edição de «Easyway – O Método Fácil para Deixar de Fumar»
Além do livro A Morte É Um Dia Que Vale a Pena Viver, outra das novidades da Pergaminho é a nova edição de Easyway – O Método Fácil para Deixar de Fumar, que contempla as novas formas de consumo de nicotina, como o vaping, os cigarros electrónicos ou qualquer outro tipo de produto com nicotina.
Quer deixar de fumar? Conheça o método dos famosos, como Robert Pattinson, Ellen DeGeneres, Anthony Hopkins, Jason Mraz e David Cameron, que testaram a eficácia do método e garantem ter deixado de fumar sem esforço, de forma imediata e definitiva.
Easyway, o reputado método de Allen Carr, já ajudou milhões de fumadores a largar o vício de forma rápida, eficaz e sem sofrer de ansiedade.Allen Carr, fumador compulsivo durante 33 anos; chegou a fumar 100 cigarros por dia. Aos 48 anos, a 15 de julho de 1983, deixou de fumar, de um dia para outro. E até à sua morte, aos 71 anos, não voltou a ter a mais pequena vontade de pegar num cigarro. O que o motivou a deixar de fumar – e o que fez com que passasse o resto da vida livre do vício – é detalhadamente explicado no seu bestseller internacional, Easyway – O Método Fácil para Deixar de Fumar (chega às livrarias a 10 de Abril, com tradução de Margarida Pacheco Nunes), que é o livro mais vendido em todo o mundo nesta área.
É reeditado «A Escolha de Sofia», o romance que inspirou o filme com Meryl Streep
A Livros do Brasil relança A Escolha de Sofia, romance publicado em 1979 que tornou-se rapidamente uma obra-prima, conquistando o prestigiado National Book Award em 1980. A sua poderosa narrativa ganhou uma nova dimensão em 1982, com a adaptação ao cinema, imortalizada pela extraordinária interpretação de Meryl Streep, que lhe valeu o Óscar de Melhor Actriz — um desempenho arrebatador que permanece, até hoje, como um dos mais marcantes da história do cinema.Este livro da autoria de William Styron (1925-2006) é uma narrativa poderosa, que nos confronta com os grandes dilemas humanos, como a culpa, a sobrevivência, o amor, a obsessão e o impacto traumático da violência extremista.
A obra segue Stingo, um jovem aspirante a escritor que chega a Nova Iorque na tentativa de construir uma carreira literária e que se vê envolvido na intensa e complexa relação entre Sofia Zawistowska, uma mulher polaca marcada por uma escolha impensável feita em Auschwitz, e Nathan Landau, o seu carismático, mas instável, amante. O romance entrelaça passado e presente, mergulhando nas profundezas da alma humana e expondo as cicatrizes deixadas por memórias que não se apagam e por uma História que continua a ecoar.
A nova edição, com tradução de Fernanda Pinto Rodrigues, já se encontra disponível nas livrarias e promete emocionar e marcar uma nova geração de leitores.
terça-feira, 1 de abril de 2025
Em Abril saem livros sobre Filosofia, Astronomia, Biologia e Xadrez
Religião Sem Deus, de Ronald Dworkin
Haverá religião sem Deus? Poderá haver algo ainda mais fundamental do que Deus, mesmo para aqueles que acreditam na sua existência?
Neste livro original e inteligente, um dos grandes filósofos do século XX responde afirmativamente a ambas as questões. Argumentando que há verdades objectivas acerca do que é valioso prévias a um compromisso teísta, Dworkin defende uma perspectiva filosófica a que chamou ateísmo religioso. Essas verdades fundamentais dizem respeito à vida de cada um dos seres humanos e à estrutura do Universo.
A descoberta de tais verdades, segundo Dworkin, não é apenas um resultado intelectual. É também, e sobretudo, um compromisso moral e emocional perante a importância de viver bem a vida e a beleza intrínseca do Universo. Respeitar e admirar as vidas dos outros, sejam elas célebres ou anónimas, e sentir-se maravilhado pela beleza e a inteligibilidade do Universo são experiências que unem teístas e ateístas, satisfazendo o impulso religioso fundamental dos seres humanos.
Pelo facto de serem comuns aos seres humanos, estas experiências justificam a esperança de que teístas e ateístas sejam parceiros nas suas ambições religiosas. Se o forem, conclui Dworkin, cumprir-se-á o ideal igualitário de independência ética.
«[Um] livro maravilhoso... Dworkin é sempre admiravelmente claro e intelectualmente honesto – é isso que torna o seu livro tão agradável de ler...» Michael RosenOutra publicação recente da Gradiva: O Mel sem Abelhas.
À Descoberta de Vida no Cosmos, de Lisa Kaltenegger
Como é que encontramos vida alienígena a distâncias cósmicas? O que é de facto a vida?
Durante milhares de anos, os humanos têm-se interrogado se estaremos sozinhos no cosmos e pela primeira vez, na nossa história, dispomos de tecnologia para investigar. Mas quando se procura vida noutros lugares, percebe-se que não é assim tão simples.
A astrofísica Lisa Kaltenegger, diretora do Instituto Carl Sagan, lidera uma equipa multidisciplinar dedicada a desenvolver ferramentas para detetar vida em exoplanetas. Neste livro, utiliza a Terra como uma Pedra de Roseta para interpretar a história e a biosfera do nosso planeta, oferecendo insights para a busca por vida em outros mundos. Com entusiasmo, a autora explora exoplanetas extraordinários, como aqueles cobertos por oceanos de lava ou deambulantes no espaço, e discute os melhores candidatos a planetas habitáveis.
A autora mostra-nos como a ficção científica se aproxima cada vez mais da realidade.
«O estilo narrativo descontraído de Kaltenegger, convida-nos a vivenciar os desafios e as alegrias de ser um cientista na vanguarda da descoberta.» Neil Degrasse Tyson
A Célula - Grande Construtora da Vida, de Alfonso Martinez Arias
Baseando-se na sua investigação pioneira, o biólogo Alfonso Martínez Arias revela-nos que somos compostos por uma sinfonia de células de uma complexidade emocionante e em constante reorganização, que sabe contar, sentir e que dá forma ao nosso corpo.
Embora o ADN seja importante, os nossos genes não explicam por que temos o coração no lado esquerdo, por que há cinco dedos em cada mão, porque têm os gémeos impressões digitais diferentes ou por que é possível que uma mãe não tenha o mesmo ADN que os seus filhos biológicos.
No centro de tudo isso está uma nova e poderosa conceção da essência da vida: as nossas identidades são formadas pelas interligações existentes entre as células. Estas cooperam para criar algo maior do que elas: a linhagem ininterrupta que nos liga ao óvulo fecundado a partir do qual nos desenvolvemos e à primeira célula viva da Terra, que remonta a milhares de milhões de anos da história do nosso planeta.
«Por si só, o ADN é impotente, inerte. Precisa de uma célula para operar as suas maravilhas e essa célula está em permanente interação com o ambiente. Este livro belo e de explicações claras irá mudar a forma como pensamos no ADN, sobre como aqui surgimos e sobre a própria vida.» Matthew Cobb
A Revolução no Xadrez, de Peter Doggers
Um dos melhores jornalistas de xadrez do mundo explora a razão pela qual, após 1500 anos de existência, o xadrez nunca foi tão popular como agora.
O xadrez não é apenas um dos maiores jogos alguma vez inventados. Tem também inspirado escritores, pintores e cineastas e sido um motor secreto de revoluções técnicas, como a Inteligência Artificial, que estão a transformar a sociedade.
Nesta fascinante história do jogo e do seu impacto no mundo, o aclamado diretor de comunicação e eventos do Chess.com, o jornalista Peter Doggers, revela como os computadores e a Internet reforçaram ainda mais a magia intemporal do xadrez, conduzindo-o a um novo pico de popularidade e relevância.
Doggers explora o xadrez enquanto fenómeno cultural, desde os seus primórdios na Índia antiga, passando pelas suas maiores estrelas dos últimos tempos - como Garry Kasparov, Bobby Fischer e Magnus Carlsen - e momentos mais dramáticos, até ao atual impacto da Internet e da IA.
«A Revolução no Xadrez dá uma visão geral, divertida e instrutiva de um jogo que está a ser reinventado.» Financial Times