terça-feira, 31 de agosto de 2021

O novo livro de Paula Hawkins acaba de chegar às livrarias

Já está à venda Um Fogo Lento, o tão esperado novo livro de Paula Hawkins. A Topseller, a editora portuguesa da autora - que já publicou A Rapariga no Comboio (32.ª edição) e Escrito na Água (9.ª edição), prevê que este novo tríler será um dos maiores lançamentos deste ano.
«A Slow Fire Burning começa com um assassínio brutal numa embarcação num canal de Londres. Laura, uma provável suspeita, é vista a abandonar o local do crime e, durante algum tempo, parece tratar-se de um caso simples. Mas o que eu quis explorar neste livro é a forma como nenhuma tragédia acontece isoladamente: um acidente na infância pode vir a ter ramificações uma década mais tarde; confiar na pessoa errada no momento errado pode fazer descarrilar completamente uma vida. Estou interessada na maneira como nos tornamos nas pessoas que somos: como escolhemos aquilo a que nos agarramos e como isso nos pode ferir.» Paula Hawkins

Sinopse
Um homem é encontrado brutalmente assassinado em Londres, dentro de um barco, o que levanta uma série de questões sobre três mulheres que o conheciam.
Laura é a jovem problemática que foi vista pela última vez com a vítima. Carla é a tia inconsolável, ainda de luto por outro familiar falecido pouco tempo antes. E Miriam é a vizinha bisbilhoteira que encontrou o corpo coberto de sangue, mas que claramente esconde segredos da polícia. Três mulheres com ligações distintas a este homem. Três mulheres consumidas pelo ressentimento que estão ansiosas por se vingarem do mal que lhes foi infligido. E, quando toca a vingança, mesmo as melhores pessoas são capazes dos atos mais terríveis. Até onde irão estas mulheres para encontrar a paz de espírito? E durante quanto tempo podem os seus segredos arder em fogo lento antes de irromperem em chamas descontroladas?

Elogios da imprensa
«As imperfeições de cada uma das personagens irão cativar e surpreender o leitor, e só uma vidente conseguiria prever aquele final.» — The New York Times

«Uma história arrebatadora em que os leitores testemunharão coragem e engenho onde menos se espera, vingança gratificante que não parecia ser possível, e redenção que tarda dolorosamente em chegar. Este livro coloca Paula Hawkins ao mesmo nível da enorme Ruth Rendell. Repleto de cenas incríveis, este livro até pode arder em fogo lento, mas é abrasador.» — Kirkus Reviews

«Um Fogo Lento tem todas as reviravoltas que um grande thriller deveria ter, mas é também profundo, inteligente e imensamente humano. Paula Hawkins é uma digna herdeira de Patricia Highsmith.» — Lee Child

segunda-feira, 30 de agosto de 2021

«A Bordadeira» é o título de uma das mais recentes publicações infanto-juvenis

Estes são os lançamentos infanto-juvenis mais recentes a cargo da Imprensa Académica.

A Casa da Cultura, de Carlos Diogo Pereira
Conheces o Teatro Municipal Baltazar Dias, A CASA DA CULTURA, no Funchal?
Neste livro, vais encontrar histórias vividas por várias crianças como tu que te mostrarão este lindo Teatro. Vais ler (ou ouvir) histórias de vários artistas, alguns deles animais perigosos, além de bailes de máscaras, clubes de futebol, corredores escondidos, filmes antigos, bosques de Natal, reis..., enfim, até do menino Jesus.
Diverte-te e tem um bom espetáculo!

Do mesmo autor: Uma Visita Guiada ao Colégio dos Jesuítas do Funchal e De Férias em Santa Cruz


Uma História do Mar à Serra, de Andreia Nascimento
Um grupo de crianças festeja o Dia da Família nas serras da Madeira. Em contacto com a natureza, onde colocam em prática alguns dos conteúdos abordados nos meios familiar e escolar, os 8 amigos assumem uma nobre missão: serem Embaixadores do Ambiente para toda a vida. O que elas não sabiam é que, por ali perto, andavam espiões deveras atentos a essa missão.

Da mesma autora: Os Mágicos da Choupana

A Bordadeira, de Rafaela Rodrigues
A profissão da bordadeira é tão antiga que já não há pessoas que se lembrem de quando ela começou. Uma bordadeira faz dançar as agulhas e as linhas em tecidos para fazer os bordados. São esses bordados que tornam mais bonitas as roupas das meninas e dos meninos. São eles que dão encanto às toalhas de mesa, aos lençóis e às roupas usadas pelas pessoas em momentos felizes das suas vidas, como o seu casamento e o batizado dos seus bebés. Eles até fazem mais elegante o vestido que o Menino Jesus usa na lapinha de Natal.
Quem é a bordadeira, afinal?
Vem conhecê-la e ver o seu trabalho, neste livro.

Da mesma autora: O Pescador

sábado, 28 de agosto de 2021

O novo tríler psicológico da autora do 'best-seller' «O Homem de Giz»

C. J. Tudor vive em Sussex, Inglaterra. Após O Homem de Giz, Levaram Annie Thorne e Os Outros, os fãs portugueses desta autora podem esperar bem pouco para lerem o seu mais recente romance: Raparigas em Chamas. Segundo a Editorial Planeta, este é «um thriller macabro e cheio de reviravoltas, onde ninguém é quem parece, e em que C. J. Tudor comprova, uma vez mais, por que é uma das vozes mais originais da Literatura Contemporânea.»


Sinopse

Uma vigária pouco convencional tem de exorcizar o passado sombrio de uma aldeia remota, assombrada pela morte e por desaparecimentos misteriosos.
Há quinhentos anos, mártires protestantes foram queimados. Há trinta anos, duas adolescentes desapareceram sem deixar rasto. Há algumas semanas, o responsável da paróquia local enforcou-se na nave da igreja.
A reverenda Jack Brooks, mãe solteira de uma filha de quinze anos e dona de uma consciência pesada, chega à pequena aldeia com esperança de um novo começo. Em vez disso, encontra Chapel Croft repleta de conspirações e segredos, e é recebida com um estranho presente de boas-vindas: um kitde exorcismo e um cartão que a avisa: «Nada há encoberto que não venha a descobrir-se, nem oculto que não venha a conhecer-se.»
Quanto mais Jack e a sua filha, Flo, exploram a localidade e conhecem os seus estranhos habitantes, mais elas são atraídas para as antigas divisões, mistérios e suspeitas. E quando Flo começa a ver imagens de raparigas em chamas, torna-se evidente que há fantasmas que se recusam a ficar enterrados.
Descobrir a verdade pode ser mortal, num lugar com um passado sangrento, onde todos têm algo a esconder e ninguém confia num estranho.

Curiosidades
- Pela primeira vez, C. J. Tudor criou uma protagonista feminina, num livro que aborda temas polémicos e fraturantes, como o fanatismo religioso, a saúde mental e a violência contra as mulheres.
- A história é baseada em factos reais: os protestantes foram, de facto, queimados no século XVI, e a Chapel Croft é inspirada numa capela que existe perto da casa da autora.
- Os direitos deste romance já foram comprados para adaptação a uma série de televisão.
-
O The Times listou-o como um dos melhores romances policiais do início deste ano. 

sexta-feira, 27 de agosto de 2021

Editora Farol publica os livros de filosofia budista «A Arte da Solidão» e «Causa e Consequência»

Stephen Batchelor nasceu na Escócia, em 1953, e é um dos mais conhecidos autores e investigadores britânicos na temática do budismo. A Arte da Solidão, da sua autoria, chega às livrarias na próxima semana, juntamente com o livro Causa e Consequência, de Mauro M. Nakamur, presidente da ITIMAN - Associação Editorial Luso-Japonesa de Desenvolvimento Humano e uma referência mundial do Budismo. Ambos estes livros pertencem à colecção 'Budismo' da Editora Farol.

Stephen Batchelor, professor budista, não cai na perspetiva negativa de que estar sozinho é algo mau. Pelo contrário, traz-nos neste livro aquilo que, para si, é a solidão: um espaço de autonomia, admiração, contemplação, imaginação, inspiração e cuidado. Ou seja, tal como era compreendida por Buda e Montaigne: um verdadeiro modo de vida.
Mais do que tentar explicar ou encontrar uma definição definitiva — «é uma dimensão da vida humana demasiado complexa e primitiva» —, este livro revela toda a extensão e profundidade da solidão, ao mesmo tempo que partilha histórias daqueles que a praticam.

Um livro que inspira todos os que sentem um vazio interior inexplicável, todos os que sentem que lhes falta algo, todos os que carregam algum tipo de inquietação. Causa e Consequência é o primeiro passo para uma vida melhor, para que seja possível sentir e vivenciar a felicidade plena e duradoura. Este percurso inicia-se com o Princípio da Causalidade, base de toda a filosofia budista, desde a sua compreensão correta e aprofundada, até a sua prática no dia a dia.
Tudo o que vivemos tem uma causa, e tudo o que fizermos hoje terá consequências no futuro, sejam elas boas ou más, felizes ou infelizes. Se o que fazemos tem um objetivo e valor, então nada é por acaso ou sem sentido. Existe um propósito para viver e um caminho que nos leva até a sua conclusão. Este é o livro que o ajuda a mudar o seu futuro já hoje.

quinta-feira, 26 de agosto de 2021

Está quase a ser publicado «A Mulher de Vestido Vermelho que Dança na Praia», de Pedro Rui Sousa

A Mulher de Vestido Vermelho que Dança na Praia é uma das próximas novidades a lançar pela Suma de Letras na primeira quinzena de Setembro. Este romance de Pedro Rui Sousa é «uma viagem à solidão de quem procura o amor.»

«A Mulher de Vestido Vermelho que Dança na Praia surgiu do desejo de colocar o ofício da escrita ao serviço da vida como impulsionador de acção: foi escrito durante um ano e, em larga medida, inspirado por acontecimentos reais. É um projecto que explora a autenticidade como tema e a exercita pela parcial exposição a que o autor se propõe nesta busca por significado. Esta nudez ambiciona transformar os momentos descritos num espelho que incomode e exponha o leitor.»


Hong Kong, uma cidade em luta, é testemunha da busca do protagonista do romance. A busca por algo que serene o vazio existencial e preencha a solidão da qual não consegue escapar.
Guiado pelas circunstâncias, experiências várias e uma vontade incessante de encontrar uma resposta, o autor convida-nos a uma viagem intimista, na qual acompanhamos,na primeira pessoa, as inquietudes de quem procura Amor nesta sociedade digital.
Em capítulos curtos, numa leitura trepidante, o protagonista utiliza um site de encontros para achar o amor, aulas de Filosofia para pensar o mundo, e o próprio projecto de escrita como inspiração para o caminho que, inevitavelmente, o leva até uma luz no fundo do túnel.


Outro livro do autor: Sem Água Não Existem Ilhas (Chiado Books, 2014).

Novos 'Ensaios' e 'Retratos' da Fundação Francisco Manuel dos Santos

A Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) lançou três novos títulos da colecção de Ensaios sobre temas essenciais para conhecer melhor o país que somos e os desafios que o mundo enfrenta. Da importância do poder local no país, a uma capital em transformação acelerada ou às ameaças globais à biodiversidade.

Lisboa em Metamorfose | João Seixas
Obra propõe uma reflexão analítica e interpretativa da evolução contemporânea de Lisboa. Observa o passado, o presente – em movimento – e os múltiplos desafios colocados à cidade. Uma economia produtiva, social, redistributiva e circular, comunidades coesas e solidárias, habitats e mobilidades acessíveis, qualificados e ecológicos. Entre extraordinárias potencialidades e exasperantes fragilidades, Lisboa encontra-se, de novo, em metamorfose.

A Democracia Local em Portugal | António Cândido de Oliveira
Este ensaio aborda, apelando à reflexão crítica dos leitores, a noção e evolução histórica da democracia local no país desde o século XIX, o papel que os cidadãos nela devem desempenhar, a organização e funcionamento dos municípios e das freguesias, o impasse na criação de regiões administrativas, o associativismo autárquico e o significado das entidades intermunicipais.

Riscos Globais e Biodiversidade | Maria Amélia Martins-Loução
Obra ensaística defende que a perda de biodiversidade é ainda mais alarmante do que as alterações climáticas. Sob este prisma, e porque está tudo interligado, relembra e relaciona alguns conceitos sobre o metabolismo energético e as mudanças no clima, a escassez de reservas e o excesso populacional. É uma chamada de atenção, esclarecedora e firme, sobre a urgência em olhar a biodiversidade e a sua conservação como medida de travagem dos riscos planetários que o Homem induziu ao longo da sua evolução.

Estão já disponíveis para compra online e quase a chegar às livrarias (a 7 de Setembro) os novos 'retratos' da FFMS.
Em que posso ser útil? | Pedro Vieira
Em 2018, quase metade da população empregada tinha apenas o ensino básico completo? Esta é uma das causas da expansão acelerada do sector terciário em Portugal, que responde também ao aumento das necessidades de consumo.Este retrato é uma pequena viagem até ao universo de quem tem empregos no comércio e nos serviços, com alta rotação e baixas qualificações, em ambientes despersonalizados e virados para a facturação intensiva. Trabalhadores essenciais, pessoas a maior parte das vezes mal pagas, que estão na linha da frente do atendimento ao público, sujeitas aos humores de quem é servido. Como é o dia-a-dia destes anónimos sem quem já não passamos? Conheça-o, através de testemunhos concretos, em várias áreas de negócio e prestação de serviços.

Homens sem coração | Guilherme Piló
Seguindo a tradição dos antepassados pescadores da Nazaré, Guilherme Piló Sales foi a primeira vez ao bacalhau com 17 anos, em 1960. Seguiram-se sete campanhas como pescador à linha nos pequenos barcos dóri, nas águas tempestuosas dos Grandes Bancos da Terra Nova e da Gronelândia, na designada Faina Maior, a Epopeia do Bacalhau, um dos episódios mais esquecidos e notáveis da história marítima portuguesa.Este livro é o relato autobiográfico de memórias marcantes desses tempos, dessas viagens e dessas fainas de extrema dureza, cheias de perigos e de privações, na pesca de bacalhau à linha. Um homem sem coração arrisca tudo na vida e ali era preciso ir ao limite ou mesmo ultrapassá-lo, diz o autor deste retrato. Uma história comovente de bravura, dedicação e amor pelo mar.

Ilhas da Ria | Maria José Santana
Situadas na parte central da laguna, as ilhas da Ria de Aveiro já foram terra que deu de tudo (milho, feijão, batatas, melancias, vinho e até sal) e algumas delas até chegaram a ser habitadas.Com existência registada desde 1407, as ilhas aveirenses são pequenos pedaços de terra hoje votados ao abandono e dos quais pouco reza a história contada nos livros. Restam as memórias daqueles que protagonizaram ou testemunharam esses tempos idos, em que foram pequenas estâncias de veraneio, para uns, e campos de trabalho árduo, para outros. Este retrato faz-lhes justiça, antes de eventualmente desaparecerem, se não forem travadas a tempo a degradação e a erosão a que estão sujeitas.

O livro de Stephen King que inspirou a mini-série «A História de Lisey»


O livro que inspirou a mini-série dramática A História de Lisey, protagonizada por Julianne Moore e Clive Owen, será alvo de nova edição pela Bertrand Editora, na segunda semana de Setembro. Talvez o mais pessoal e poderoso romance de Stephen King - e o favorito do autor -, esta obra revela-nos a nascente criativa de um escritor e as tentações que a loucura nos pode oferecer.

«É um livro formalmente soberbo e substancialmente cativante; desde a sua autobiografia (On Writing) que King não expunha os seus fantasmas de forma tão generosa.» João Seixas

Texto sinóptico
Dois anos após a morte do marido, Lisey Landon decide, por fim, que é chegado o momento de entrar no escritório dele e organizar os seus manuscritos inéditos. Scott Landon foi um escritor célebre, multipremiado e de grande sucesso, e Lisey dá por si encurralada por pessoas que desejam a todo o custo comprar os direitos de publicação das obras de Scott. Mas está determinada a não ceder - aqueles textos falam-lhe, e a nós, de um mundo perverso e tenebroso.
Quando inicia este processo, também o encerrar de um luto, é contactada inesperadamente por um indivíduo sinistro, que lhe lança uma ameaça: se ela se recusar a entregar-lhe os escritos do marido, sofrerá consequências terríveis. Encontrando forças dentro de si que desconhecia até então, e que nunca haviam despertado durante o seu casamento, Lisey nega-se a fazê-lo. Fiel à sua palavra, este psicopata dá início a uma perseguição obsessiva. É neste momento que Lisey recorda acontecimentos estranhos do seu passado, que tinha reprimido na sua memória… As únicas pistas que a poderão ajudar a sobreviver.

quarta-feira, 25 de agosto de 2021

«Família Zero» é o título do novo livro do psicólogo espanhol Iñaki Piñuel


Iñaki Piñuel é psicoterapeuta, escritor e investigador, e considerado um dos principais especialistas europeus em investigação e divulgação de assédio psicológico. É autor de vários livros sobre temas pioneiros em psicologia, como o sucesso de vendas Amor Zero (Ed. A Esfera dos Livros, 2017). Como sobreviver aos psicopatas em família é o subtítulo do seu novo livro, Família Zero, que em meados de Setembro será lançado.

Sinopse
Se cresceu numa família caótica, violenta, hipercrítica ou emocionalmente abusadora; Se recebeu cuidados materiais, mas lhe faltou consolo e atenção emocional;  Se foi relegado, esquecido ou abandonado pelos seus;  Se se tornou a ovelha negra da família, a quem eram atribuídas as culpas de tudo; Se detesta os seus pais, os protege em qualquer circunstância ou os idealiza.
Então sofre os efeitos de uma família zero. Isso causou-lhe inúmeras feridas psicológicas e emocionais.

A leitura deste libro do Dr. Iñaki Piñuel ajudá-lo-á a:
Deixar de ignorar a dolorosa realidade da sua infância e da sua família de origem;
Deixar de estar sempre alerta, de ter de se defender e de controlar tudo;
Desbloquear os seus afetos e as relações íntimas com os outros;
Não se colocar em segundo plano, esquecer-se de si ou sentir-se sempre obrigado a demonstrar o seu valor como ser humano;
Libertar-se dos sentimentos de vergonha e humilhação.

Não escolheu, nem mereceu uma família assim, mas pode optar por deixar de ser vítima dela. A sua recuperação começa hoje.

Outro livro que pode interessar: Rodeado de Psicopatas.

Americanas Kamala Harris e Sharon Stone com livros biográficos

A 7 de Setembro serão publicados a autobiografia de Kamala Harris, vice-presidente dos Estados Unidos da América, e um livro de memórias da actriz norte-americana Sharon Stone. O livro Aquilo em que Acreditamos tem o cunho da editora Objectiva; a edição de A Beleza de Viver Duas Vezes pertence à Guerra & Paz.

Num momento em que a democracia é alvo de um ataque sem precedentes, é imperioso relembrarmo-nos de que o nosso sistema funciona quando aqueles que se preocupam com os Estados Unidos se fazem ouvir e participam. O meu desafio diário é fazer parte da solução, ser uma guerreira feliz na batalha pela alma do país. Desafio o leitor a juntar-se a esse esforço conjunto. Não baixemos os braços quando o momento é para arregaçar as mangas.
Daqui a uns anos, quando este momento tiver passado, os nossos filhos e netos perguntar-nos-ão onde estávamos num momento tão crucial da nossa História, como tudo aconteceu. E não quero contar-lhes apenas como nos sentimos. Quero contar-lhes o que fizemos.


Uma hemorragia cerebral fez com que Sharon Stone, uma das actrizes mais famosas do mundo, visse a saúde, a carreira, a família, a fortuna e a fama desabarem como um castelo de cartas. Agora conta na primeira pessoa o lento caminho de recuperação e como reconstruiu a vida. Num meio que não aceita o fracasso, Stone encontrou forças para voltar, coragem para falar e vontade de fazer a diferença na vida de homens, mulheres e crianças em todo o mundo.
Num tom pessoal e intimista, faz revelações chocantes sobre os bastidores de
Instinto Fatal e outros papéis, fala das maiores decepções e das grandes concretizações. Conta como passou de uma infância traumática e violenta para uma carreira numa indústria onde acabou por encontrar o mesmo tipo de problemas, mas disfarçados pelo dinheiro e o glamour. Descreve também a força e o propósito que encontrou nos filhos e nas causas humanitárias a que se dedica e como se reconciliou com a família.

terça-feira, 24 de agosto de 2021

Novo romance da escritora americana Lisa Wingate é baseado em acontecimentos reais


Da mesma autora de Antes de Sermos Vossos (2018), a Saída de Emergência publica a 9 do próximo mês O Livro dos Amigos Perdidos, um romance poderoso e comovente inspirado em acontecimentos verídicos, sobre três jovens que embarcam numa jornada épica. Lisa Wingate (n. 1965) é uma antiga jornalista e autora de mais de vinte romances campeões de vendas.

Sinopse
Luisiana, 1875. No tumultuoso rescaldo da Guerra Civil, três jovens mulheres embarcam relutantemente numa viagem perigosa: Lavinia, a mimada herdeira de uma plantação arruinada; Juneau Jane, a sua ilegítima e livre meia-irmã crioula; e Hannie, a antiga escrava de Lavinia. Divididas pela sociedade, pela lei e por ressentimentos antigos, todas carregam traumas privados e segredos poderosos enquanto se dirigem para o Texas, a terra da esperança, em busca dos familiares desaparecidos. Luisiana, 1987. Para Benedetta, professora primária, um emprego numa escola rural parece a solução para amortizar as suas dívidas - até chegar a uma pequena cidade costeira do rio Mississipi. Augustine, no Luisiana, permanece firme nas suas crenças, suspeitando de novas ideias e de novas pessoas, e Benny dificilmente consegue compreender a vida de pobreza dos seus alunos. Mas entre os carvalhos retorcidos e as plantações degradadas existe uma história centenária de três jovens mulheres, de uma viagem antiga e de um livro escondido que pode transformar as suas vidas.

Nova edição do livro com que Teolinda Gersão estreou-se na Literatura, há 40 anos

É autora de 20 livros e a sua obra encontra-se traduzida em 20 países. Teolinda Gersão, considerada uma das maiores escritoras portuguesas da actualidade, estreou-se na Literatura em 1981, com o livro O Silêncio. Esta obra ganha uma nova edição, no ano em que esta premiada autora celebra quatro décadas de vida literária.
Depois da publicação, no início do ano, do livro inédito O regresso de Júlia Mann a Paraty, a Porto Editora dá continuidade às celebrações dos 40 anos de vida literária da autora de Passagens, com a reedição do seu livro de estreia, uma obra que lhe valeria o primeiro dos seus dois Prémios de Ficção PEN Clube. O Silêncio estará disponível nas livrarias a 2 de Setembro.

O Silêncio é uma história de amor. Um diálogo entre Afonso, um cirurgião famoso de meia-idade, e uma jovem Lídia, que se torna sua amante e a liberdade de um casamento convencional e frustrado.
Lídia fala de si, de sua mãe, Lavínia, do seu modo inquieto de olhar o mundo. Mas o que Lídia conta é exatamente o que Afonso não quer ouvir.

segunda-feira, 23 de agosto de 2021

Novos livros de não-ficção a publicar pela LeYa em Setembro


O Vento Mudou de Direção
O 11 de Setembro que ninguém viu


(Ed. Oficina do Livro; à venda a 7 de Setembro)
Quando se assinalam 20 anos do ataque às Torres Gémeas e ao Capitólio um outro olhar sobre o 11 de Setembro… Nas últimas duas décadas houve milhares de relatos sobre os acontecimentos de 2001, mas nenhum resgata as histórias de vida dos afegãos, iraquianos e paquistaneses cujas existências foram estilhaçadas quando, após a queda da Torres Gémeas, o vento mudou de direcção e se abateu com fúria sobre as suas casas e o seu dia-a-dia. Neste livro, a jornalista Simone Duarte, antiga directora do Público, reabilita a humanidade de algumas dessas vítimas esquecidas: um rapaz treinado para ser um bombista suicida, outro que atravessou oito países para escapar aos talibãs, uma afegã em fuga da ocupação americana, um espião dos serviços secretos paquistaneses ou o jornalista a quem Bin Laden deu a última entrevista antes dos ataques.

Simone Duarte é jornalista, nasceu no Brasil, vive em Portugal e foi a voz dos atentados do 11 de Setembro de 2001 para milhões de brasileiros que assistiam à TV Globo em direto de Nova Iorque, onde era chefe da delegação da emissora. Simone trabalhou na TV Gobo.

 

Chopin & Chopin
Vidas Paralelas de um Músico e de um Cão


(Ed. Casa das Letras
; à venda a 7 de Setembro)

Livro de memórias em que se cruza a vida e obra de Frédéric Chopin com a vida do cão do pediatra Mário Cordeiro com o mesmo nome. Os tempos de infância e o enfarte que sofreu em 2017 são recordados pelo médico pediatra, enquanto é feita a biografia do compositor e se recorda a chegada de um novo animal de estimação a uma casa com as implicações que provocam nas rotinas e nos afectos.

Mário Cordeiro é pediatra e professor aposentado de pediatria e de saúde pública da Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa. Dirigiu o Observatório Nacional de Saúde. É autor de vários bestsellers como O Grande Livro do Bebé, O Livro da Criança ou O Grande Livro do Adolescente, dedicando-se também à escrita de poesia, dramaturgia e romances.



A Pequena História da Psiquiatria
Os Desafios das Doenças Mentais


(Ed. Dom Quixote
; à venda a 14 de Setembro)

O psiquiatra José Luís Pio Abreu faz a sua versão da história da psiquiatria para depois se centrar no estado actual, tentando adivinhar os caminhos do futuro.
“O que eu quero mostrar, é como muitas formas de ver as doenças mentais e teorizar sobre elas foram efémeras e se basearam em pressupostos errados. A Psiquiatria não é uma especialidade médica, mas sim o terceiro ramo da Medicina, que lida com a informação. O primeiro ramo é a Medicina Interna, que lida com a dinâmica corporal, estudada na Fisiologia. O segundo ramo é a Cirurgia, que lida com a matéria corporal, estudada na Anatomia.“

José Luís Pio Abreu é psiquiatra. Ao longo de quatro décadas de actividade profissional, tem desenvolvido e orientado investigação no âmbito da psiquiatria biológica e psicoterapias. Tem realizado uma reflexão crítica sobre a actividade clínica e publicou vários livros, entre os quais O Modelo do Psicodrama Moreniano, O Bailado da Alma, Como Tornar-se Doente Mental, Quem nos Faz como Somos e Estranho Quotidiano.

O novo romance de Miguel Sousa Tavares e nova edição de «Equador»

Depois de ter publicado no ano passado O Segredo do Ri, O Planeta Branco, Rio das Flores e Ismael e Chopin, a Porto Editora lança na próxima 5.ª feira uma nova edição de Equador, uma história comovente e perturbadora, que Miguel Sousa Tavares inaugurou a sua incursão no romance.

No dia 9 de Setembro, sairá Último Olhar, o aguardado novo romance do autor. Esta é «uma história sem tréguas nem contemplações, onde o passado cruza o presente e o presente interroga o futuro que queremos ter. Da primeira à última página, até decifrarmos o que se esconde atrás do título.»
Quando naquela manhã chuvosa de Dezembro de 1905, Luís Bernardo é chamado por El-rei D. Carlos a Vila Viçosa, não imaginava o que o futuro lhe reservava. Não sabia que teria de trocar a sua vida despreocupada na sociedade cosmopolita de Lisboa por uma missão tão patriótica quanto arriscada na distante ilha de S. Tomé. Não esperava que o cargo de governador e a defesa da dignidade dos trabalhadores das roças o lançassem numa rede de conflitos e interesses com a metrópole. E não contava que a descoberta do amor lhe viesse mudar a vida.
Equador é um retrato brilhante da sociedade portuguesa nos últimos dias da Monarquia que traça um paralelo entre os serões mundanos da capital e o ambiente duro e retrógrado das colónias.


Pablo tem 93 anos, viveu a Guerra Civil Espanhola, viveu os campos de refugiados da guerra em França, viveu quatro anos no campo de extermínio nazi de Mauthausen. E depois viveu 75 anos tão feliz quanto possível, entre os campos de Landes, em França, e os da Andaluzia espanhola. Inez tem 37 anos, é médica e vive um casamento e uma carreira de sucesso com Martín, em Madrid, até ao dia em que conhece Paolo, um médico italiano que está mergulhado no olho do furacão do combate a uma doença provocada por um vírus novo e devastador, chegado da China: o SARS-CoV-2. Essa nova doença, transformada numa pandemia sem fim, vai mudar a vida de todos eles, aproximando-os ou afastando-os, e a cada um convocando para enfrentar dilemas éticos a que se julgavam imunes.

quarta-feira, 18 de agosto de 2021

O romance vencedor do VI Prémio Nacional de Literatura Lions de Portugal

A Guerra e Paz publicará Desaparecida, a obra vencedora do VI Prémio Nacional de Literatura Lions de Portugal. Ricardo Lemos, o autor, é mestre em escrita criativa. Correu o mundo – viveu no Tibete e em Nova Iorque, e vive hoje entre Londres e a cidade do Porto – e sentiu um apelo para regressar à casa de partida, às suas raízes.
«A obra nasce de uma vontade de conhecer melhor a terra de onde se vem. Do meu interesse por histórias de família, lendas, superstições e textos dos séculos xvi e xvii. De um gosto especial pela fabulação», refere o autor.


Superstições, milagres, embustes e aventureiros, pássaros, sinfonias, baleias e aguardente, assim se vive em Desaparecida, uma aldeia à beira-mar plantada, que gravita entre o imaginário e o real, com ecos que atravessam continentes e séculos e assombram a memória dos habitantes da aldeia.

terça-feira, 17 de agosto de 2021

Da América do Norte e da Suécia chegam os romances «Não me Perguntes» e «Todo o Ar Que Nos Rodeia»

Será publicado a 26 deste mês dois romances com o cunho da Porto Editora.
Não me Perguntes, bestseller do New York Times com assinatura do norte-americano Jeff Abbott, nos coloca a questão: até onde iria para proteger a sua família? Deste autor encontra-se publicados os romances Queda, Beijo Fatal, A Primeira Regra e Culpa. Não me perguntes foi traduzido para o nosso idioma por Carlos Sousa de Almeida.
Todo o Ar Que Nos Rodeia, o segundo romance de Tom Malmquist, é uma intrigante história sobre morte, solidão e laços desfeitos. O autor sueco regressa ao passado e às personagens que apaixonaram os leitores do seu grande sucesso anterior, Em Todos os Momentos Estamos Vivos. Neste segundo romance, traduzido do original sueco por João Reis, o autor percorre com ainda maior destreza os muitos caminhos da ficção autobiográfica.

Em Lakehaven, um próspero e pacato bairro de Austin, Texas, o corpo de Danielle Roberts é descoberto num banco de jardim pelo próprio filho, Ned. Estimada naquela comunidade, Danielle era uma advogada especialista em processos de adoção internacional, que ajudara a levar as alegrias da parentalidade a muitas famílias locais. A violência do crime choca profundamente Lakehaven.
No entanto, talvez ninguém esteja tão devastado como os Pollitts, que viviam a duas casas de Danielle e que a viam quase como um membro da família. O homicídio e a investigação policial subsequente desencadearão um turbilhão de suspeitas e intrigas. «Farei o que for preciso para o salvar», promete Julia Pollitt, referindo-se a Ned. «Os teus pais sempre te mentiram» é dito num e-mail anónimo para o filho adotivo dos Pollitts, Grant. «Ninguém poderá saber a verdade agora», pensa o pai, Kyle. «Não me perguntem o que faria para proteger a minha família», afirma convictamente a mãe, Iris.
Os Pollitts sempre acreditaram que estariam lá uns para os outros. Porém, quando começam as suspeitas no seio da família, a força dos laços que os unem será duramente testada, resultando num thriller fascinante sobre as consequências fatais de determinadas perguntas.


«No sábado, foi encontrado um homem morto numa gruta na floresta de Sörskogen. Apresentava cortes graves no rosto e no peito, e a polícia acredita que foi assassinado com um machado.»
A notícia tem duas décadas e está esquecida numa folha de jornal utilizada para embrulhar as delicadas peças do serviço de loiça da mãe de Tom. Quando, por ocasião do aniversário de Karin, ele vai ao sótão dos pais para as levar consigo, encontra-a e a curiosidade nasce.
Partindo da pouca informação que tem, Tom Malmquist iniciará a sua própria investigação para descobrir tudo o que puder sobre Mikael K, o homem brutalmente assassinado duas décadas antes. Quem o matou? E porquê? Mas, enquanto procura respostas para essas e outras perguntas, encontra perturbantes paralelos entre a história investigada e a sua própria vida.

«A Segunda Vida de Olive Kitteridge», de Elizabeth Strout

Editora: Alfaguara
Data de publicação: Julho de 2021
N.º de páginas: 344

Originalmente publicado no Outono de 2019 pela Random House americana, em A Segunda Vida de Olive Kitteridge (Olive, Again), Elizabeth Strout dá continuidade à história de uma personagem memorável da literatura dos últimos anos. Esta sequela de Olive Kitteridge - romance vencedor do Pulitzer Prize 2009 e adaptado a uma série de televisão (com a actriz Frances McDormand no papel principal) - é também composta por treze narrativas e nelas a autora fala sobre o envelhecimento, a perda, a solidão e o amor.
Dois anos após a morte do marido, (re)encontramos Olive, agora com 63 anos, lidando com a perda e vivenciando a solidão. A indomável Olive, agora «velha, grande e flácida» é uma mulher mais introspectiva e mais humana. Ao iniciar um relacionamento com Jack Kennison, um ex-professor e viúvo como ela, mesmo tendo temperamentos diferentes (ele é conservador e ostentoso; ela é progressista e sincera), Olive volta a sentir-se amada, segura – mesmo que de tempos em tempos a assole a noção da sua infelicidade.
Através do conjunto de contos vinculados, que num todo se lê como um romance, encontramos personagens novas e outras já nossas conhecidas. Todas estas histórias têm Olive como personagem central ou secundária. Numa delas, a protagonista é convidada para ir a um baby shower, onde a seu lado encontra-se uma mulher gravidíssima. Olive, desde logo se entendia com o aparato de brinquedos e roupas para prematuros, que as amigas da futura mamã lhe oferecem e, que para seu tédio, vão passando de convidada para convidada, para os apreciarem. Ela não suporta parcimónias e não vê a hora de ir-se embora da festa, mas dá-se conta que a mulher ao seu pé entra em trabalho de parto. Olive se oferece para levá-la ao hospital, mas é tarde demais… Esta é uma das narrativas onde o leitor encontra Olive tão qual ela é: autêntica.
Em A Segunda Vida de Olive Kitteridge, para além da personagem-título, a escritora americana criou outras personagens também complexas, detentoras de passados sombrios que as atormentam quando sentem mais a fundo a claustrofobia e a solidão de quem vive numa pequena vila. O triunfo de Elizabeth Strout nestes dois livros é sublinhar a imperfeição consistente da vida e evidenciar «como as pessoas estão sempre, sozinhas com os seus pesadelos.»
O próximo romance da autora, Oh William!, está previsto ser publicado nos Estados Unidos em Outubro próximo.

Excerto
«Meu Deus, és uma mulher difícil, Olive. És uma mulher tão difícil, mas que se lixe, amo-te. Por isso, se não te importas, Olive, talvez pudesses ser um bocadinho menos olivesca comigo, mesmo que isso signifique seres um pouco mais olivesca com as outras pessoas. Porque eu te amo e não nos resta muito tempo.»

segunda-feira, 16 de agosto de 2021

Romance galardoado com o Man Booker Prize 2020 e poemas inéditos de Charles Bukowski

Shuggie Bain é o romance de estreia do autor escocês Douglas Stuart. Foi o grande vencedor do Man Booker Prize 2020, Livro do Ano nos British Book Awards e finalista do National Book Awar, Orwell Prize, Pen Hemingway Award e Kirkus Prize. Shuggie Bain, com tradução de Hugo Gonçalves, chega a todas as livrarias de Portugal no dia 7 de Setembro.

Texto sinóptico
1981, Glasgow. A outrora próspera cidade mineira sufoca sob o jugo férreo das políticas de Margaret Thatcher, lançando milhares de famílias para a miséria. A epidemia do álcool e das drogas aproveita para capturar os mais vulneráveis.
Agnes Bain esperava mais da vida. Sonha com uma casa só sua e folheia catálogos de compras a crédito, na vã tentativa de alegrar a existência precária a que fica condenada quando o marido, um taxista mulherengo, a abandona, sem emprego e com três filhos. Com cabelos negros sedosos e ondulados, maquilhagem esmerada e dentes falsos perfeitos, parece a Elizabeth Taylor de Glasgow, mas, por baixo da aparência orgulhosa, as malhas do vício enredam Agnes, que mês após mês gasta o abono de família em latas de cerveja e maços de tabaco. Os filhos fazem o melhor que podem para cuidar de si e da mãe, mas, um a um, vêem-se obrigados a abandonar a casa materna, para tentar pelo menos salvar-se.
Fica Shuggie, o mais novo, que adora a mãe e não perde a esperança de a salvar. Mas, aos oito anos, o rapaz tem a sua própria luta pessoal para travar: delicado, sensível, comporta-se como um príncipe e destoa da dureza da escola e das ruas devassadas pela pobreza. Anseia apenas ser normal e encaixar, mas é o último a perceber que carrega um segredo e nunca poderá ser igual aos outros.

Com ecos de autores como Frank McCourt, D. H. Lawrence e James Joyce, Shuggie Bain é um magnífico romance de estreia de um autor que tem uma história importante para contar, inspirada na sua própria. Uma história dilacerante de dependência, carência e afecto, um retrato épico de uma cidade, um quadro íntimo de uma família destroçada e, sobretudo, uma extraordinária história de amor.

Elogios da crítica
«É um livro desafiante, íntimo, envolvente, corajoso. Acredito que todos os que o lerem nunca mais se sentirão da mesma forma.» Margaret Busby, presidente do Júri do Booker Prize

«Deixa-nos destroçados e a pensar: a vida pode ser curta, mas demora uma eternidade.» The New York Times

«Douglas Stuart escreveu um primeiro romance de uma beleza rara e duradoura.» The Guardian

«Shuggie Bain é um romance que quer chegar ao coração e consegue. Uma excelente estreia.» The Times

 

Sobre o amor compila poemas de amor de Charles Bukowski, o poeta maldito que atravessou as fronteiras do seu século para conquistar gerações de leitores. Esta obra de poemas inéditos, fica disponível dia 24 de Agosto.

o amor é uma palavra
usada demasiadas vezes
e demasiado cedo.

Texto sinóptico
Haverá pior escritor do que Charles Bukowski para escrever sobre o amor? E, em simultâneo, haverá melhor escritor para o fazer?
Nestas páginas vemos o poeta debater-se com as complicações e complexidades do amor, o sentimento que a todos toca. Alternando entre a amargura e a ternura, o romantismo e o desbragamento, Bukowski expõe as várias faces do amor, em todo o seu espectro de sentimentos e manifestações: a entrega e o egoísmo, a abnegação e o narcisismo, a miséria e a redenção, acima de tudo o seu mistério.
Compilados por Abel Debritto, biógrafo do autor, estes poemas revelam um Bukowski brilhante, mordaz, brincalhão, metafísico, até sentimental. O amor é o prisma pelo qual o grande poeta americano observa o mundo e o partilha connosco: uma observação por vezes doce, por vezes ácida, sobre esse sentimento tão inescapável quanto fugidio, tão belo quanto cruel.

sexta-feira, 13 de agosto de 2021

O livro de culto de George Orwell ganha nova adaptação para novela gráfica

1984, a célebre distopia de George Orwell, continua a interpelar-nos em toda a sua modernidade, questionando a nossa relação com a linguagem, o poder político e a liberdade de expressão. Esta magnus opus do autor nascido na Índia em 1903, ganha uma nova adaptação para novela gráfica, com ilustrações dos franceses Sybille Titeux de la Croix e Amazing Ameziane.
Relembrar que em Portugal foi publicado há cerca de um ano outra novela gráfica de 1984, ilustrada por Fido Nesti.

Sinopse
Winston Smith trabalha no Ministério da Verdade, onde textos, filmes e livros são oficialmente «rectificados» para provar que o Partido tem sempre razão. Mas Winston anseia pela liberdade. A sua revolta interior contra o sistema é finalmente despertada quando se apaixona por Julia e ambos são atraídos para uma conspiração que visa derrubar o governo. No entanto, numa sociedade sob a vigilância omnipresente das câmaras e da Polícia do Pensamento, o Grande Irmão não tolera actos de desobediência ou rebelião...

segunda-feira, 9 de agosto de 2021

«Maurice», uma história de auto-descoberta e aceitação da sexualidade

O escritor britânico Edward Morgan Forster, mais conhecido por E. M. Forster (1879-1970), escreveu seis romances, entre os quais Um Quarto com Vista (Ed. Relógio d'Água (esgotado)), Passagem para a Índia (Ed. Relógio d'Água (esgotado)) e Maurice (publicado em Portugal em 1989 pela editora Cotovia). Este último, uma obra controversa, que desvenda e exalta o amor homossexual, foi originalmente publicado em 1971, embora o autor tenha começado a escrevê-lo em 1913.
Há muitos anos esgotado no nosso país, Maurice volta a ser editado em meados deste mês, pelas Edições Asa.
Maurice foi adaptado a filme por James Ivory em 1987 e impulsionou a carreira de Hugh Grant (foi o 3.º filme em que o actor participou), que após interpretar a personagem de Clive Durnham passou a actuar com mais intensidade no mercado cinematográfico europeu. O filme foi um dos grandes destaques do Festival de Veneza em 1987.

Sinopse
Da adolescência aos anos da universidade, em Cambridge, e à vida profissional na firma do seu pai, Maurice Hall representa o papel do homem inglês convencional. Mas por baixo da fachada de conformidade, Maurice sonha poder libertar-se das amarras da sociedade e assumir a sua verdadeira identidade.
O primeiro amor de Maurice, Clive Durham, apresenta-o aos gregos antigos e à beleza da atração pelo mesmo sexo. Para Clive, a relação entre os dois é uma forma elevada do amor, uma relação puramente platónica, sem espaço para intimidade física.
Quando Clive casa com uma mulher, Maurice fica devastado. Incapaz de seguir o mesmo percurso, procura um hipnotista que o possa curar da homossexualidade. Neste confronto entre solidão, vergonha e busca pela felicidade, Maurice acaba por se revoltar contra as regras tácitas da sociedade em que vive
.

Outro livro com a mesma temática, recentemente publicado pela LeYa: A Biblioteca da Piscina, de Alan Hollinghurs.

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

Os icónicos Penguin Clássicos chegam a Portugal

A mais icónica colecção de livros chega a Portugal. Entre romances, epopeias, ensaios, discursos, poesia, novelas, cartas e teatro, os Penguin Clássicos são manifestação da genialidade literária nacional e internacional.

No momento em que se completam 75 anos sobre a publicação dos primeiros Penguin Clássicos, no Reino Unido, a Penguin Random House Grupo Editorial celebra a ideia que revolucionou por completo o panorama editorial global e que deu a conhecer ao mundo os melhores textos de todos os géneros e temas, em formato de bolso e acessíveis a todos.

Os primeiros 7 livros, que estarão à venda a partir de 24 de Agosto, são:
  • A Metamorfose, de Franz Kafka
  • A Quinta dos Animais, de George Orwell
  • Um Quarto Só Seu, de Virginia Woolf
  • Os Maias, de Eça de Queiroz
  • O Livro de Cesário Verde e Outros Poemas, de Cesário Verde
  • Triste Fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto
  • Discurso Sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade Entre os Homens, de Jean-Jacques Rousseau

É lançado em português o «Guia das Boas Raparigas para Serem Cabras»


Numa edição da Pergaminho e tradução de Rita Canas Mendes, Guia das Boas Raparigas para Serem Cabras, chega às livrarias esta semana. Alexandra Reinwarth é uma autora de vários livros de desenvolvimento pessoal e humor, todos bestsellers. Este manual, que já vendeu mais de 750 mil exemplares na Alemanha, ensina a dizer "não", a evitar sentimentos de vergonha, a ignorar problemas não essenciais, bem como a desfrutar a vida tal como ela é.

Excerto
«Não tenho interesse particular em conhecer pessoas novas, pois as que conheço já me dão muito que fazer. Nem sequer gosto de ir de férias: como disse, gosto de estar em casa, a usar calçar de fato de treino. Sou como sou e não mudaria isso em nenhum aspeto relevante – nem o farei por outras pessoas. O que eu posso efetivamente fazer é deixar de me pressionar a mim mesma, ou de me sentir mal por ser assim ou assado e não como gostaria de ser. Posso parar de me preocupar com as coisas que não consigo mudar e, em vez disso, concentrar-me naquilo em que sou boa.»


Sinopse
Aprenda neste precioso manual a arte de relativizar problemas, ser assertiva e estar-se realmente a cagar para tudo o que limita a vida das mulheres nos nossos dias – desde o peso da carga mental à pressão para ter um «corpo de praia», do parceiro que «ajuda em casa» ao chefe que não a valoriza, das opiniões dos outros à sua opinião sobre si mesma. Melhore a sua relação com o amor, as amizades, a família, o trabalho, o dinheiro, a saúde – e consigo mesma, aprendendo a dizer «não» ao que não quer, «sim» ao que quer, e fazendo um pirete à ansiedade e às preocupações.